• “E a esperança não envergonha, porque o amor de Deus é derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado” (Romanos 5:5, KJV).

    RESUMO: UM PRESENTE DIVINO PARA TODOS OS CRENTES!

    No coração do cristianismo, o Espírito Santo é um dom divino, que encarna o amor infinito, a orientação e o poder transformador de Deus para todos os crentes. Este artigo explora a promessa do Espírito Santo como consolador universal, o seu papel em refletir a compaixão de Deus e as responsabilidades que ele nos confere de viver fielmente e servir aos outros. Por meio de verdades bíblicas e escritos inspirados, descobrimos como o Espírito capacita os crentes a cumprir seu chamado divino e compartilhar o amor de Deus com o mundo.

    O PRESENTE QUE GUIA PARA SEMPRE!

    No coração do cristianismo, a promessa do Espírito Santo se destaca como um dos presentes mais poderosos que Deus deu ao Seu povo. Em várias religiões, como judaísmo, islamismo, budismo, pentecostalismo, batismo e outras, a presença de um guia e consolador divino é um conceito que ecoa nas escrituras e nos ensinamentos. A promessa de Jesus Cristo do Espírito Santo aos Seus seguidores revela uma verdade mais profunda sobre o amor de Deus pela humanidade — um amor que se recusa a nos deixar sozinhos em nossas lutas, um amor que está presente, é compassivo e capacitador. À medida que exploramos essa promessa divina, veremos como ela toca cada crente e se estende a todos, independentemente de raça, idade ou status, enfatizando a presença contínua de Deus em nossas vidas. A irmã White escreve: “A promessa do Espírito Santo não se limita a nenhuma idade ou raça” (Atos dos Apóstolos, p. 49, 1911). O alcance universal do Espírito Santo afirma o amor inclusivo de Deus. A Bíblia declara: “E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre” (João 14:16, KJV), e “Mas o Consolador, que é o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, ele vos ensinará todas as coisas” (João 14:26, KJV). A irmã White afirma ainda: “O Espírito Santo é o representante de Cristo, mas desprovido da personalidade humana e independente dela” (O Desejado de Todas as Nações, p. 669, 1898), e “O Espírito Santo é o sopro da vida espiritual na alma” (O Desejado de Todas as Nações, p. 805, 1898). Este dom garante que nunca estaremos sozinhos, proporcionando orientação divina e força a todos os que O buscam. Como esta promessa reflete a compaixão infinita de Deus?

    O AMOR DE DEUS BRILHA ATRAVÉS DO ESPÍRITO!

    O Espírito Santo revela a profunda compaixão de Deus. Em João 14:18, Jesus promete: “Não vos deixarei órfãos; virei para vós.” Isso demonstra o desejo de Deus de permanecer perto do Seu povo. A irmã White acrescenta: “O Espírito seria dado como um agente regenerador… O pecado só poderia ser resistido e vencido por meio da poderosa ação da Terceira Pessoa da Trindade” (O Desejo das Eras, p. 671, 1898). O poder transformador do Espírito permite que os crentes vençam o pecado, um dom que não podemos alcançar sozinhos. A Bíblia afirma: “Mas recebereis poder quando o Espírito Santo descer sobre vós” (Atos 1:8, KJV), e “Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de poder, e de amor, e de moderação” (2 Timóteo 1:7, KJV). A irmã White explica: “O Consolador é chamado ‘o Espírito da verdade’. Sua obra é definir e manter a verdade” (O Desejado de Todas as Nações, p. 671, 1898) e “Por meio do Espírito, o crente torna-se participante da natureza divina” (O Desejado de Todas as Nações, p. 675, 1898). A presença do Espírito garante que o amor de Deus está sempre ativo, capacitando a transformação na vida de cada crente. Como devemos responder a esse dom divino?

    Tendo recebido o Espírito Santo, somos chamados a viver uma vida obediente e fiel. Paulo exorta em Romanos 12:1: “Apresentai os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus”. A irmã White explica: “Todos os que consagrarem a alma, o corpo e o espírito a Deus receberão constantemente uma nova dádiva de… poder espiritual” (Christ’s Object Lessons, p. 363, 1900). Ao nos rendermos ao Espírito, refletimos o caráter de Deus e crescemos na fé. A Bíblia apoia isso, afirmando: “Não sabeis que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?” (1 Coríntios 3:16, KJV), e “Sede cheios do Espírito” (Efésios 5:18, KJV). A irmã White observa ainda: “Aqueles que são fiéis ao seu chamado como filhos de Deus revelarão a influência divina em suas vidas” (Testemunhos para a Igreja, vol. 7, p. 138, 1902) e “O Espírito de Deus, recebido na alma, vivificará todas as suas faculdades” (O Desejado de Todas as Nações, p. 176, 1898). Render-se ao Espírito cumpre nosso chamado divino, alinhando-nos com o propósito de Deus. O que o Espírito nos inspira a fazer pelos outros?

    O Espírito Santo nos compele a amar e servir aos outros. Gálatas 5:22-23 lista os frutos do Espírito, incluindo amor, paz e bondade. Jesus destacou isso em “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mateus 22:39). A irmã White afirma: “O amor é a base da piedade… nenhum homem tem amor puro por Deus, a menos que tenha amor altruísta por seu irmão” (Christ’s Object Lessons, p. 384, 1900). A igreja primitiva exemplificou esse amor, pois compartilhava todas as coisas em comum, unida pela unidade do Espírito (Atos 4:32). A Bíblia reforça isso com: “Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros” (João 13:35, KJV), e “E consideremo-nos uns aos outros para nos estimularmos ao amor e às boas obras” (Hebreus 10:24, KJV). A irmã White acrescenta: “O Espírito Santo criará uma unidade em meio à diversidade” (Testemunhos para a Igreja, vol. 9, p. 187, 1909) e “A verdadeira caridade é fruto do Espírito e se manifestará na vida” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 167, 1889). O fruto do Espírito une os crentes em amor, inspirando o serviço altruísta ao próximo. Como podemos compartilhar esse amor com o mundo?

    ESPALHANDO O AMOR DE DEUS POR TODA PARTE!

    A Grande Comissão nos chama a espalhar o amor de Deus. Jesus ordena: “Ide, portanto, ensinai todas as nações” (Mateus 28:19-20, KJV). Fortalecidos pelo Espírito, os apóstolos no Pentecostes testemunharam com ousadia, demonstrando o poder transformador do Espírito. A irmã White enfatiza: “A cada um foi atribuída uma tarefa… Cada um deve carregar o seu fardo com a força de Deus” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 348, 1889). A Bíblia declara: “E todos foram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito lhes concedia que falassem” (Atos 2:4, KJV), e “Mas vós sois uma geração eleita, um sacerdócio real, uma nação santa, um povo peculiar, para que anuncieis as grandezas daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (1 Pedro 2:9, KJV). A irmã White escreve ainda: “O Espírito Santo dará força e poder àqueles que saem para proclamar a verdade” (Testemunhos para a Igreja, vol. 6, p. 400, 1900), e “O Espírito de Cristo será uma influência permanente no coração, controlando a fala e as ações” (Testemunhos para a Igreja, vol. 8, p. 64, 1904). Nossa missão é compartilhar o evangelho, servir aos outros e refletir o amor de Deus em todas as nossas ações. O poder do Espírito capacita os crentes a cumprir esse mandato divino.

    O LEGADO ETERNO DO ESPÍRITO!

    O Espírito Santo é um testemunho do amor de Deus, proporcionando conforto, força e transformação. Ao abraçar esse dom, honramos a Deus e cumprimos nossas responsabilidades de amar e servir aos outros. Como a irmã White resume lindamente: “A habitação do Espírito será demonstrada pelo derramamento do amor celestial” (O Desejado de Todas as Nações, p. 285, 1898). Busquemos diariamente o Espírito, tornando-nos canais da graça de Deus para o mundo.

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  • “Buscai, pois, em primeiro lugar, o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas” (Mateus 6:33, KJV).

    RESUMO

    O dízimo, um ato de fé atemporal, une os crentes na mordomia, refletindo a propriedade e o amor de Deus. Este artigo investiga suas raízes bíblicas, significado espiritual e impacto prático, exortando os leitores a abraçar o dízimo como um convênio que aprofunda sua fé e apoia a missão de Deus.

    O CHAMADO SAGRADO PARA O DÍZIMO!

    O dízimo, conforme descrito nas Escrituras, não é apenas uma obrigação financeira, mas uma confiança sagrada. Em Levítico 27:30 (KJV), lemos: “E todo o dízimo da terra… é do Senhor; é santo ao Senhor”. Este versículo enfatiza que o dízimo é separado para fins divinos. A irmã White apoia isso, afirmando: “O dízimo é sagrado, reservado por Deus para Si mesmo. Deve ser levado ao Seu tesouro para ser usado para sustentar os obreiros do evangelho em seu trabalho” (Testemunhos para a Igreja, vol. 9, p. 249, 1909). Esse arranjo divino garante que os ministros possam se dedicar totalmente aos seus deveres espirituais, sem distrações mundanas. No entanto, com que frequência paramos para considerar a gravidade desse dever sagrado? O dízimo é um lembrete de nossa aliança com Deus, um reconhecimento de Sua provisão e uma demonstração de confiança em Seu plano. “E guardarás a festa das semanas ao Senhor teu Deus, com uma oferta voluntária da tua mão, que darás ao Senhor teu Deus, conforme o Senhor teu Deus te abençoou” (Deuteronômio 16:10, KJV). “Dai, e será-vos dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordante, darão no vosso regaço” (Lucas 6:38, KJV). A irmã White observa ainda: “Deus tem direito sobre nós e sobre tudo o que temos. Seu direito é superior a todos os outros” (Conselhos sobre Mordomia, p. 65, 1940). “O sistema do dízimo foi fundado em um princípio tão duradouro quanto a lei de Deus” (Patriarcas e Profetas, p. 525, 1890). Ele nos chama à abnegação e à fé, refletindo o amor de Deus ao permitir a propagação do evangelho. Como o uso indevido desses fundos sagrados afeta nossa missão?

    GUARDANDO O PROPÓSITO DO DÍZIMO!

    Uma questão urgente hoje é a má alocação dos fundos do dízimo. Algumas congregações desviam os dízimos para cobrir despesas operacionais ou financiar projetos de caridade. Embora essas causas possam parecer nobres, elas se desviam do propósito descrito nas Escrituras. A irmã White adverte: “O dízimo não deve ser usado para nenhum outro propósito que não seja sustentar os ministros que o Senhor designou” (Testemunhos para a Igreja, vol. 9, pp. 248-249, 1909). Quando o dízimo é mal utilizado, nossa missão sofre. Os ministros podem carecer de apoio adequado e a propagação do evangelho é prejudicada. “Roubará o homem a Deus? Contudo vós me roubastes. Mas vós dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas” (Malaquias 3:8, KJV). “Honra ao Senhor com os teus bens e com as primícias de toda a tua renda” (Provérbios 3:9, KJV). A irmã White acrescenta: “O dízimo é do Senhor, e aqueles que se intrometem nele serão punidos com a perda de seu tesouro celestial” (Conselhos sobre Mordomia, p. 86, 1940). “Deus não mudou; o dízimo ainda deve ser usado para o sustento do ministério” (O Desejado de Todas as Nações, p. 617, 1898). Essa má administração leva a consequências espirituais e práticas, enfraquecendo a capacidade de cumprir sua comissão divina. O uso indevido dos fundos do dízimo ressalta a importância de aderir às diretrizes de Deus, lembrando-nos que a fidelidade se estende à nossa mordomia. Podemos confiar no sistema de Deus mesmo em meio às falhas humanas?

    FÉ NO PLANO DE MORDOMIA DE DEUS!

    Alguns hesitam em dar o dízimo devido a preocupações com a má administração financeira dentro da organização. Embora a prestação de contas seja essencial, reter o dízimo prejudica a confiança sagrada que Deus estabeleceu. A irmã White aconselha: “Não roubem a Deus retendo-lhe seus dízimos e ofertas, independentemente da situação” (Testemunhos para a Igreja, vol. 9, p. 249, 1909). Em vez disso, ela incentiva que as preocupações sejam tratadas pelos canais apropriados, enquanto se continua a apoiar a obra de Deus. “Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento” (Provérbios 3:5, KJV). “Mas o meu Deus suprirá todas as vossas necessidades, segundo as suas riquezas em glória, em Cristo Jesus” (Filipenses 4:19, KJV). A irmã White afirma ainda: “A causa de Deus não deve ser prejudicada por nossos medos ou dúvidas; devemos confiar em Suas promessas” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 369, 1885). “Que todo aquele que tem parte na obra de Deus seja encontrado fiel nos dízimos e nas ofertas” (Conselhos sobre Mordomia, p. 98, 1940). Essa orientação nos desafia a refletir sobre nossa fé e confiança no sistema de Deus. Mesmo em meio às imperfeições humanas, o propósito de Deus permanece inabalável. Ao devolver fielmente o dízimo, afirmamos nossa confiança em Seu plano divino e nosso compromisso em promover Seu reino. Como o dízimo reflete o amor infinito de Deus por nós?

    O DÍZIMO COMO UM ESPELHO DO AMOR DE DEUS!

    O dízimo é um reflexo profundo do amor de Deus. Malaquias 3:10 declara: “Trazei todos os dízimos à casa do tesouro… e provai-me nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não der a vós uma bênção.” Essa promessa revela o desejo de Deus de abençoar abundantemente o Seu povo. Ao ordenar o dízimo, Ele nos convida a uma parceria que sustenta a Sua obra e nos aproxima Dele. A irmã White ecoa esse sentimento, afirmando: “Quando retemos algo de Deus, roubamos a nós mesmos… Suas bênçãos são retidas e perdemos a paz e a prosperidade espiritual” (Patriarcas e Profetas, p. 529, 1890). “A alma generosa será enriquecida; e aquele que regar também será regado” (Provérbios 11:25, KJV). “Cada um dê conforme determinou em seu coração, não com relutância ou por necessidade, pois Deus ama quem dá com alegria” (2 Coríntios 9:7, KJV). A irmã White acrescenta: “Deus deseja que Seu povo seja colaborador com Ele na grande obra da redenção” (Testemunhos para a Igreja, vol. 3, p. 392, 1875). “O ato de dar amplia o coração e fortalece o afeto para com Deus” (Conselhos sobre Mordomia, p. 14, 1940). O dízimo não é uma perda, mas um ganho — crescimento espiritual, confiança mais profunda em Deus e a alegria de contribuir para a Sua missão. É uma expressão do Seu amor infinito, destinado a abençoar tanto quem dá quanto quem recebe. Como o dízimo pode moldar nossas comunidades para melhor?

    O IMPACTO DO DÍZIMO NA IGREJA E NA SOCIEDADE!

    Os princípios do dízimo vão além da espiritualidade individual para abordar desafios dentro da sociedade. A má gestão de fundos, a relutância em dar o dízimo e a falta de confiança na liderança são questões que enfraquecem a fé comunitária. Como os princípios nos lembram: “Devemos defender a lei de Deus em todas as coisas, confiando em Sua sabedoria” (Conselhos sobre Mordomia, p. 92, 1940). Ao enfrentar esses desafios com transparência, educação e oração, podemos restaurar a confiança no sistema de mordomia de Deus. “E não nos cansemos de fazer o bem, pois, se não desanimarmos, colheremos no tempo certo” (Gálatas 6:9, KJV). “Brilhe assim a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus” (Mateus 5:16, KJV). A irmã White observa: “O sistema de dízimos e ofertas tinha o objetivo de impressionar a mente dos homens com uma grande verdade — que Deus é a fonte de todas as bênçãos” (Testemunhos para a Igreja, vol. 3, p. 405, 1875). “O plano de Deus no sistema do dízimo é belo em sua simplicidade e igualdade” (Conselhos sobre Mordomia, p. 73, 1940). Na sociedade, o dízimo serve como um ato contracultural, enfatizando a generosidade em vez do materialismo. Ele ensina responsabilidade, cultiva a gratidão e promove um senso de missão coletiva. Ao devolver fielmente o dízimo, os crentes demonstram um compromisso com os princípios de Deus, inspirando outros a seguirem o exemplo. Que transformação pessoal o dízimo pode trazer à sua fé?

    BÊNÇÃOS PESSOAIS E COMUNITÁRIAS DO DÍZIMO!

    Em nível pessoal, o dízimo aprofundou meu relacionamento com Deus. Ele me lembra de Sua provisão e me desafia a confiar plenamente Nele. Como comunidade, encontramos unidade nesse ato compartilhado de fé. Juntos, sustentamos Sua obra, apoiamos nossos ministros e promovemos o evangelho. “Bem-aventurado o homem que confia no Senhor, e cuja esperança é o Senhor” (Jeremias 17:7, KJV). “Exorta aos ricos deste mundo que não sejam altivos, nem confiem em riquezas incertas, mas no Deus vivo, que nos dá todas as coisas para desfrutarmos” (1 Timóteo 6:17, KJV). A irmã White escreve: “O sistema do dízimo é uma bênção tanto para quem dá quanto para quem recebe” (Testemunhos para a Igreja, vol. 4, p. 472, 1880). “Ao dar, recebemos; ao compartilhar, somos abençoados” (Conselhos sobre Mordomia, p. 151, 1940). Como sua própria jornada de fé pode ser transformada ao abraçar a confiança sagrada do dízimo? Considere as bênçãos prometidas em Malaquias e as oportunidades de refletir o amor de Deus por meio da mordomia fiel. Voltemos para Ele, como exorta Jeremias 3:22, e experimentemos a cura e a restauração que Ele oferece.

    A ALIANÇA DO DÍZIMO!

    O dízimo é mais do que uma obrigação; é uma aliança, um reflexo do amor de Deus e um canal para as Suas bênçãos. Ao compreender o seu propósito sagrado, aderir ao seu uso pretendido e confiar no Seu sistema, honramos a Deus e participamos na Sua missão.

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  • 1 Timóteo 6:19 afirma: “Acumulando para si mesmos um bom fundamento para o futuro, a fim de que possam alcançar a vida eterna.”

    SUPLICANDO AO SALVADOR

    Certa vez, um homem suplicou ao Salvador, pedindo-Lhe que intercedesse em uma disputa familiar por herança, conforme registrado em Lucas 12:13-15: “E um dos que estavam ali disse-lhe: Mestre, fala a meu irmão que divida comigo a herança. Ele, porém, disse-lhe: Homem, quem me constituí juiz ou distribuidor sobre vós? E disse-lhes: “Cuidado, e guardai-vos da avareza, porque a vida do homem não consiste na abundância das coisas que possui”. Esse pedido reflete um foco nas posses materiais em vez de nas prioridades eternas. Jesus recusou-se a tomar partido, abordando, em vez disso, a questão central da avareza. Ele enfatizou que a verdadeira vida não consiste na riqueza, mas na riqueza espiritual. Este ensinamento estabelece a base para a parábola que se segue, ilustrando os perigos da ganância. Em Lucas 12:16-21, Jesus conta a história de um homem rico cuja terra produziu uma colheita abundante: “E ele lhes contou uma parábola, dizendo: A terra de um homem rico produziu abundantemente; e ele pensava consigo mesmo, dizendo: Que farei, pois não tenho onde guardar os meus frutos? E disse: ‘Isto farei: derrubarei meus celeiros e construirei outros maiores, e ali guardarei todos os meus frutos e os meus bens. E direi à minha alma: Alma, tens muitos bens guardados para muitos anos; descansa, come, bebe e alegra-te. Mas Deus lhe disse: ‘Insensato, esta noite a tua alma te será exigida; então, de quem serão as coisas que preparaste? Assim é aquele que acumula tesouros para si mesmo e não é rico para com Deus.” O foco do homem rico estava inteiramente em si mesmo. Ele via sua prosperidade como um meio de garantir conforto e autoindulgência, em vez de uma oportunidade de abençoar os outros. A irmã White comenta em Lições de Cristo (p. 257, 1900): “Os objetivos desse homem não eram mais elevados do que os dos animais que perecem. Ele vivia como se não houvesse Deus, nem céu, nem vida futura; como se tudo o que possuía fosse seu e não devesse nada a Deus ou aos homens.” Esse comentário revela a cegueira espiritual causada pela ganância, que ignora a soberania de Deus e não se prepara para a eternidade. Para apoiar isso, Eclesiastes 5:10 afirma: “Quem ama o dinheiro nunca se satisfaz com o dinheiro; nem quem ama a abundância se satisfaz com o aumento; isso também é vaidade.” Além disso, Provérbios 11:28 adverte: “Quem confia nas suas riquezas cairá, mas os justos florescerão como ramos.” A irmã White observa ainda em O Desejado de Todas as Nações (p. 785, 1898): “O amor ao dinheiro, o desejo pela riqueza, é a corrente de ouro que os prende a Satanás.” Da mesma forma, O Grande Conflito (p. 588, 1911) afirma: “O amor próprio, a comodidade e os ganhos mundanos separam os homens de Deus.” A parábola estabelece que a verdadeira riqueza está na devoção a Deus, não na acumulação de bens para si mesmo. O que significa ver as bênçãos através de uma lente egocêntrica?

    VISÕES EQUIVOCADAS SOBRE AS BÊNÇÃOS

    O homem rico via suas bênçãos como um meio de prazer pessoal, conforme descrito em Lucas 12:19: “E direi à minha alma: Alma, tens muitos bens guardados para muitos anos; descansa, come, bebe e alegra-te.” Essa atitude reflete egocentrismo e materialismo. Salmos 14:1 oferece uma análise mais profunda: “O tolo diz no seu coração: Não há Deus. São corruptos, praticam obras abomináveis, não há quem faça o bem.” A irmã White expande esse pensamento em Lições de Cristo (p. 258, 1900): “O salmista descreve esse homem rico quando escreve: ‘O tolo diz no seu coração: Não há Deus’”. Ele ignorou seu dever de compartilhar com os outros, conforme ordenado em Isaías 58:7: “Não é dar o teu pão ao faminto e trazer para tua casa os pobres que estão abandonados? Quando vires o nu, que o cubras e não escondas a ti mesmo a tua própria carne?” Em vez de acumular riquezas, ele deveria ter acumulado tesouros celestiais, conforme instruído em Mateus 6:20: “Mas acumulem para vocês tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem corrompem, e onde os ladrões não arrombam nem roubam.” A irmã White apoia isso em Conselhos sobre Mordomia (p. 133, 1940): “Muitos estão acumulando tesouros neste mundo. Sua ansiedade, seu interesse e seu entusiasmo são pelas coisas deste mundo, e a eternidade é esquecida.” Para reforçar isso, Provérbios 22:9 afirma: “O que tem olhos generosos será abençoado, pois dá do seu pão ao pobre.” Da mesma forma, 2 Coríntios 9:6 afirma: “Mas isto eu digo: O que semeia pouco, pouco colhe; e o que semeia abundantemente, abundantemente colhe.” A irmã White acrescenta em Patriarcas e Profetas (p. 496, 1890): “Deus nos deu meios para que possamos nos tornar parceiros com Ele em Seu grande plano de redenção”. Além disso, Testemunhos para a Igreja, vol. 3 (p. 382, 1875) observa: “O egoísmo é o mais forte e generalizado dos impulsos humanos, mas deve ser vencido se quisermos ser cooperadores de Cristo.” O fracasso do homem rico em compartilhar suas bênçãos reflete um coração desconectado do propósito de Deus. Quão passageiras são as riquezas às quais nos apegamos?

    A NATUREZA PASSAGEIRA DA RIQUEZA TERENA

    A parábola expõe a brevidade da vida e a futilidade de confiar nas riquezas. Em Lucas 12:20, Deus declara: “Mas Deus lhe disse: Tolo, esta noite te será exigida a tua alma; então, de quem serão as coisas que preparaste?” A irmã White explica em Lições de Cristo (p. 258, 1900): “A riqueza que ele acumulou não pode comprar nenhum adiamento. Em um momento, tudo o que ele trabalhou durante toda a sua vida para garantir se torna sem valor para ele.” Da mesma forma, Tiago 5:1-6 adverte contra o acúmulo de riquezas nos últimos dias: “Ide agora, ó ricos, chorai e ai-vos das aflições que sobre vós hão de vir. Suas riquezas estão corrompidas, e suas vestes estão comidas pela traça.” Para expandir isso, Eclesiastes 2:18-19 afirma: “Sim, eu odiei todo o meu trabalho que fiz debaixo do sol, porque eu o deixaria para o homem que viria depois de mim. E quem sabe se ele será um homem sábio ou um tolo?” Além disso, o Salmo 39:6 adverte: “Certamente todo homem anda em vaidade; certamente se inquietam em vão; acumula riquezas e não sabe quem as recolherá.” A irmã White esclarece ainda mais em Testemunhos para a Igreja, vol. 1 (p. 536, 1867): “As riquezas não podem garantir a vida eterna. O clamor dos oprimidos e dos pobres que sofrem chega ao céu, e a retribuição logo se seguirá.” Além disso, O Grande Conflito (p. 654, 1911) afirma: “A riqueza do mundo não é suficiente para comprar a paz com Deus.” As riquezas terrenas não oferecem segurança duradoura, apenas uma falsa promessa de controle. O que significa investir na eternidade?

    INVESTIR EM TESOUROS ETERNOS

    A Bíblia chama os crentes a priorizar os tesouros eternos. Mateus 6:20 aconselha: “Mas acumulai para vós tesouros no céu, onde não corrói a traça, nem a ferrugem, e onde os ladrões não arrombam nem roubam.” A irmã White afirma em Parábolas de Jesus (p. 259, 1900): “Viver para si mesmo é perecer. A cobiça, o desejo de benefício para si mesmo, separa a alma da vida.” A verdadeira riqueza está na generosidade e na fidelidade aos propósitos de Deus. Para apoiar isso, Colossenses 3:2 instrui: “Pusam o seu afeto nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra.” Além disso, 1 Pedro 1:4 promete: “Para uma herança incorruptível, imaculada e que não se desaparia, reservada nos céus para vocês.” A irmã White explica em Atos dos Apóstolos (p. 345, 1911): “Os tesouros do céu são imperecíveis. Busquem as coisas que são do alto. O tesouro mais rico que qualquer mortal pode ter é Cristo formado dentro de si, a esperança da glória.” Além disso, Conselhos sobre Mordomia (p. 112, 1940) afirma: “O único investimento seguro é aquele feito no banco do céu, onde nem a traça nem a ferrugem corrompem.” Investir na eternidade significa viver para a glória de Deus e o bem dos outros. Como essa parábola reflete o amor infinito de Deus?

    O AMOR DE DEUS EM AÇÃO

    Os conceitos desta parábola refletem o amor de Deus, enfatizando Seu desejo de que a humanidade viva de forma altruísta e se prepare para a vida eterna. Mateus 6:20 instrui os crentes a priorizar os tesouros celestiais: “Mas acumulem para si tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem corrompem, e onde os ladrões não arrombam nem roubam.” A irmã White comenta em Lições de Cristo (p. 259, 1900): “Viver para si mesmo é perecer. A cobiça, o desejo de benefício para si mesmo, separa a alma da vida”. O amor de Deus é demonstrado em Seu chamado à generosidade, ecoando 1 Timóteo 6:17-19: “Exorta aos ricos deste mundo…que façam o bem, que sejam ricos em boas obras, prontos para distribuir, dispostos a comunicar.” Para reforçar isso, João 3:16 declara: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” Além disso, 2 Coríntios 8:9 afirma: “Porque já conheceis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, se tornou pobre por amor de vós, para que pela sua pobreza enriquecêsseis.” A irmã White acrescenta em Atos dos Apóstolos (p. 345, 1911): “Os tesouros do céu são imperecíveis. Buscai as coisas que são de cima.” Além disso, O Desejado de Todas as Nações (p. 638, 1898) observa: “O amor de Deus é revelado em Sua provisão para a felicidade do homem e na dádiva de Seu Filho.” O amor de Deus nos chama a viver generosamente, refletindo Sua natureza altruísta. Que responsabilidades temos para com nosso Criador?

    ADMINISTRAÇÃO PARA A GLÓRIA DE DEUS

    Os conceitos desta parábola destacam nossa responsabilidade de sermos administradores fiéis das bênçãos que Deus nos concede. Mateus 6:33 ensina: “Buscai, pois, em primeiro lugar, o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas.” A irmã White afirma em Parábolas de Jesus (p. 351, 1900): “Todos nós somos administradores de Deus. Ele nos colocou no comando de Seus recursos para serem usados para Sua glória e para o bem da humanidade.” Essa administração requer generosidade, conforme instruído em 1 Timóteo 6:18: “Que pratiquem o bem, que sejam ricos em boas obras, prontos a distribuir, dispostos a comunicar.” Para reforçar isso, Lucas 16:10 afirma: “Quem é fiel no mínimo, também é fiel no muito; e quem é injusto no mínimo, também é injusto no muito.” Além disso, 1 Coríntios 4:2 declara: “Além disso, é necessário que os administradores sejam encontrados fiéis.” A irmã White enfatiza ainda mais em Conselhos sobre a Administração (p. 15, 1940): “Deus deseja que sejamos canais de bênçãos para os outros, compartilhando o que Ele nos confiou.” Além disso, Testemunhos para a Igreja, vol. 2 (p. 654, 1871) observa: “Deus nos deu talentos para usar para Sua glória, e somos responsáveis por aprimorá-los.” A mordomia fiel honra a Deus ao usar Suas bênçãos para Seus propósitos. Como estendemos essa mordomia aos nossos vizinhos?

    AMAR O PRÓXIMO

    A parábola também enfatiza nossa responsabilidade de cuidar dos outros, refletindo o mandamento de Deus de amar o próximo. Levítico 19:18 ensina: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Eu sou o Senhor.” A irmã White escreve em O Ministério da Cura (p. 147, 1905): “O mundo precisa hoje do que precisava há mil e novecentos anos: uma revelação de Cristo. É necessária uma grande obra de reforma, e somente pela graça de Cristo a obra de restauração — física, mental e espiritual — pode ser realizada.” Demonstramos amor pelo próximo ao suprir suas necessidades físicas e espirituais, conforme destacado em Isaías 58:7: “Não é dar o teu pão ao faminto e trazer para a tua casa os pobres que estão abandonados?” Para apoiar isso, Gálatas 6:2 instrui: “Levai as cargas uns dos outros e assim cumprireis a lei de Cristo.” Além disso, Tiago 2:15-16 adverte: “Se um irmão ou irmã estiver nu e sem o alimento diário, e um de vós lhes disser: Vai em paz, aquece-te e sacia-te, e não lhes derdes do que é necessário para o corpo, de que adianta?” A irmã White esclarece ainda mais em Lições de Cristo (p. 259, 1900): “Viver para si mesmo é perecer. É o espírito de Cristo dar, sacrificar-se pelo bem dos outros.” Além disso, O Desejado de Todas as Nações (p. 504, 1898) afirma: “Em cada ato de misericórdia, devemos refletir o amor de Cristo para com aqueles que nos rodeiam.” Ao servir aos outros, refletimos o amor de Deus e cumprimos nosso dever como Seus mordomos.

    A parábola demonstra a futilidade de priorizar as riquezas terrenas em detrimento dos valores eternos. Ela ressalta o perigo de ver as bênçãos como propriedade pessoal, em vez de ferramentas para o serviço, e reforça a transitoriedade dos bens terrenos e a necessidade de investir em tesouros eternos. Esse ensinamento revela que o amor de Deus nos convida a um relacionamento mais profundo com Ele, baseado na fé, na mordomia e no serviço. Essas responsabilidades chamam os crentes a honrar a Deus, priorizando o serviço, a fé e os valores eternos em vez dos ganhos terrenos. Amar o próximo expressa nossa fé e obediência aos mandamentos de Deus. Para resumir esse conceito, 1 Timóteo 6:19 afirma: “Acumulando para si mesmos um bom fundamento para o futuro, a fim de que possam alcançar a vida eterna”. Este tema da confiança equivocada nas riquezas transita perfeitamente para a história do “Homem Rico e Lázaro”, que ilustra ainda mais as consequências eternas de uma vida egoísta em comparação com a doação altruísta.

    Se você tem algum pedido de oração, por favor, deixe-o nos comentários abaixo. As reuniões de oração são realizadas às terças, quartas, sextas e sábados. Para participar, insira seu endereço de e-mail na seção de comentários.


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  • 2 Timóteo 2:24 “E o servo do Senhor não deve contender, mas ser manso para com todos, apto para ensinar, paciente.”

    O VALOR ESPIRITUAL DA PACIÊNCIA

    A paciência é mais do que resistência; é um reflexo da maturidade espiritual e da fé. Para os crentes de diversas tradições, a paciência representa a confiança no tempo de Deus e no alinhamento com o Seu propósito. Eclesiastes 7:8 afirma: “Melhor é o fim de uma coisa do que o seu começo; e melhor é o espírito paciente do que o espírito orgulhoso.” Este blog explora o papel da paciência no crescimento espiritual, refletindo o amor de Deus e cumprindo nossas responsabilidades para com Ele e para com os outros. Gálatas 5:22-23 declara: “Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança; contra essas coisas não há lei”. Romanos 15:5 afirma: “Ora, o Deus da paciência e da consolação vos conceda ter o mesmo sentimento uns para com os outros, segundo Cristo Jesus”. A irmã White escreve: “A paciência, assim como a coragem, tem suas vitórias” (Os Atos dos Apóstolos, p. 324, 1911). Ela observa ainda: “A graça da paciência deve ser cultivada como um tesouro precioso” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 344, 1885). Esses versículos e insights nos lembram que a paciência é um dom divino, que molda nosso caráter para a glória de Deus. Como as provações em sua vida moldaram sua fé?

    PROVAÇÕES FORJADAS NO FOGO DIVINO!

    As provações são oportunidades de crescimento, que nos ensinam paciência e confiança. Tiago 1:3 nos lembra: “Sabendo que a prova da vossa fé produz paciência”. A irmã White enfatiza: “As provações bem suportadas desenvolverão firmeza de caráter e graças espirituais preciosas” (Christ’s Object Lessons, p. 61, 1900). A vida muitas vezes parece um fogo refinador, muito parecido com o ouro sendo purificado. Durante minha luta contra a falta de moradia, duvidei da presença de Deus, mas depois vi Sua provisão de maneiras inesperadas, como uma refeição fornecida por um parente. Esses momentos revelaram que as provações aprofundam nossa confiança e nos preparam para bênçãos maiores. 1 Pedro 1:7 afirma: “Para que a prova da vossa fé, sendo muito mais preciosa do que o ouro que perece, mesmo que provado pelo fogo, seja achada em louvor, honra e glória, na revelação de Jesus Cristo”. Romanos 5:3-4 acrescenta: “E, não só isso, mas também nos gloriamos nas tribulações, sabendo que a tribulação produz paciência; e a paciência, experiência; e a experiência, esperança”. A irmã White aconselha: “Por meio das provações e perseguições, a glória — o caráter — de Deus é revelada em Seus escolhidos” (Pensamentos do Monte das Bem-Aventuranças, p. 31, 1896). Ela também escreve: “As provações da vida são os obreiros de Deus, para remover as impurezas e asperezas do nosso caráter” (O Ministério da Cura, p. 471, 1905). Essas verdades afirmam que as provações são ferramentas de Deus para refinar nossa fé e paciência. Elas revelaram a fidelidade de Deus de maneiras inesperadas?

    PACIÊNCIA VERSUS A TOLICE DA PRESSÃO!

    Paciência e impaciência representam abordagens contrastantes aos desafios. Provérbios 14:29 adverte: “O que é lento para irar-se tem grande entendimento, mas o que é precipitado exalta a loucura”. A impaciência reflete orgulho e perturba a paz, enquanto a paciência nos permite fazer uma pausa, buscar sabedoria e agir com amor. A irmã White aconselha: “Muitas vezes, quando oramos pelas graças do Espírito, Deus trabalha para responder às nossas orações, colocando-nos em circunstâncias que nos permitem desenvolver esses frutos” (Christ’s Object Lessons, p. 61, 1900). Os pais muitas vezes experimentam isso ao orientar os filhos, aprendendo a corrigi-los com amor, em vez de severidade. Esses momentos nos lembram que a paciência reflete a própria gentileza de Deus. Colossenses 3:12 instrui: “Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de misericórdia, de benignidade, de humildade, de mansidão, de longanimidade”. Efésios 4:2 acrescenta: “Com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor”. A irmã White aconselha: “A paciência deve ser cultivada se quisermos ser perfeitos em caráter” (Testemunhos para a Igreja, vol. 4, p. 559, 1876). Ela observa ainda: “O espírito de paciência e tolerância trará paz e descanso à alma” (Os Sinais dos Tempos, p. 123, 1902). Esses ensinamentos destacam a paciência como um reflexo da sabedoria divina. Respondemos com paciência quando enfrentamos desafios, ou a pressa nos leva a agir de maneira imprudente?

    A TEMPERANÇA ALIMENTA A PERSEVERANÇA PACIENTE!

    A temperança fortalece a paciência ao promover a autodisciplina. 2 Pedro 1:6 relaciona as duas: “E à temperança, o conhecimento; e à temperança, a paciência”. A irmã White escreve: “A temperança em comer e beber deve ser praticada antes que você possa ser um homem paciente” (Testemunhos para a Igreja, vol. 2, p. 405, 1868). Refletindo sobre minha jornada em direção a hábitos mais saudáveis, como adotar uma vida vegetariana, percebi que a temperança aumentou meu foco e minha calma. Com a ajuda de Deus, cresci em paciência, o que me permitiu responder aos outros com graça. 1 Coríntios 9:25 afirma: “E todo aquele que luta pela vitória é temperante em todas as coisas. Agora, eles fazem isso para obter uma coroa corruptível, mas nós, uma incorruptível”. Gálatas 6:9 encoraja: “E não nos cansemos de fazer o bem, pois, se não desfalecermos, colheremos no tempo certo”. A irmã White explica: “A verdadeira temperança nos ensina a dispensar inteiramente tudo o que é prejudicial e a usar judiciosamente o que é saudável” (Patriarcas e Profetas, p. 562, 1890). Ela também afirma: “A prática do autocontrole fortalecerá a vontade e dará poder para vencer” (O Ministério da Cura, p. 131, 1905). Esses princípios mostram que a temperança constrói o alicerce para a perseverança paciente. Existem áreas em sua vida em que o autocontrole poderia nutrir a paciência?

    REFLETINDO O AMOR DE DEUS ATRAVÉS DA PACIÊNCIA!

    A paciência reflete o amor duradouro de Deus. Salmos 103:8 declara: “O Senhor é misericordioso e compassivo, lento para irar-se e abundante em misericórdia”. A irmã White escreve: “Precisamos valorizar a paciência e a gentileza e mostrar, por meio de nossas palavras e ações, que o Espírito de Cristo habita em nossos corações” (O Ministério da Cura, p. 489, 1905). A paciência de Deus com a humanidade é evidente em toda a Escritura. Ao praticarmos a paciência, testemunhamos o Seu amor transformador. A irmã White nos encoraja: “Lide com eles com determinação, mas com paciência, amor e compaixão, como Jesus lidou com você” (Testemunhos para a Igreja, vol. 2, p. 405, 1868). Lamentações 3:22-23 proclama: “É pela misericórdia do Senhor que não somos consumidos, porque as suas compaixões não falham. Elas se renovam a cada manhã; grande é a tua fidelidade”. Miquéias 7:18 acrescenta: “Quem é Deus como tu, que perdoa a iniquidade e passa por cima da transgressão do remanescente da sua herança? Ele não retém a sua ira para sempre, porque se deleita na misericórdia”. A irmã White afirma: “A paciência de Deus para com os pecadores é o argumento mais poderoso a favor de Sua misericórdia” (O Desejado de Todas as Nações, p. 764, 1898). Ela também observa: “Vamos refletir a paciência e a bondade de Jesus em todas as nossas relações” (Testemunhos para a Igreja, vol. 7, p. 266, 1902). Essas verdades nos inspiram a incorporar o amor de Deus por meio da paciência. Como sua paciência reflete o amor de Deus para com os outros?

    PERSEVERANÇA NA CORRIDA CELESTIAL!

    A perseverança requer deixar de lado as distrações e focar em Cristo. Hebreus 12:1-2 nos exorta a “correr com paciência a corrida que nos é proposta, olhando para Jesus, autor e consumador da nossa fé”. A irmã White adverte: “Um único pecado acalentado é suficiente para causar a degradação do caráter” (Os Atos dos Apóstolos, p. 312, 1911). Durante meu divórcio, a perseverança parecia impossível. No entanto, ao me render a Cristo, encontrei forças para seguir em frente. A perseverança nos capacita a perseverar nas provações da vida, agarrando-nos à esperança da vida eterna. 2 Timóteo 4:7 declara: “Combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé”. Filipenses 3:13-14 acrescenta: “Irmãos, não penso que já o tenha alcançado, mas uma coisa faço: esquecendo o que fica para trás e avançando para o que está à frente, prossigo para o alvo, para ganhar o prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus”. A irmã White escreve: “A vida cristã é uma corrida, e devemos correr com paciência para ganhar a coroa” (Testemunhos para a Igreja, vol. 8, p. 47, 1904). Ela aconselha ainda: “Deixemos de lado todo peso e avancemos para a meta” (O Desejado de Todas as Nações, p. 331, 1898). Esses incentivos nos fortalecem para perseverar com Cristo como nosso foco. Que pecados ou hábitos podem impedir sua corrida espiritual?

    A PACIÊNCIA PREPARA PARA A ETERNIDADE!

    A paciência refina nossa fé, nos alinha com o propósito de Deus e nos prepara para a volta de Cristo. Tiago 5:7-8 nos exorta a “Sede, pois, irmãos, pacientes até que venha o Senhor”. A irmã White nos lembra: “A paciência, a fé e o amor a Deus e uns aos outros produzirão frutos preciosos na vida do povo de Deus” (O Ministério da Cura, p. 455, 1905). Vamos nos esforçar para refletir a paciência de Deus em nossas ações, confiando que Ele faz todas as coisas para o nosso bem. Como promete Isaías 25:9: “Eis que este é o nosso Deus; nós esperamos por ele, e ele nos salvará”. 1 Tessalonicenses 5:14 instrui: “Agora, irmãos, exortamos-vos a advertir os indisciplinados, consolar os desanimados, sustentar os fracos, ser pacientes para com todos”. Tito 2:13 acrescenta: “Aguardando a bendita esperança e a gloriosa aparição do grande Deus e nosso Salvador Jesus Cristo”. A irmã White afirma: “Os que esperam com paciência serão coroados com a imortalidade” (Testemunhos para a Igreja, vol. 1, p. 347, 1855). Ela também afirma: “Com paciência e perseverança, ganharemos o prêmio eterno” (Os Sinais dos Tempos, p. 89, 1899). Essas promessas nos asseguram que a paciência nos prepara para a eternidade. Que passos você pode dar hoje para cultivar a paciência em sua vida?

    A paciência não é apenas uma virtude, mas uma prova de fé e amor, que nos guia a refletir o caráter de Cristo e nos prepara para a eternidade. 2 Timóteo 2:24 resume esse conceito: “E o servo do Senhor não deve contender, mas ser manso para com todos, apto para ensinar, paciente.”

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  • “Que as palavras da minha boca e a meditação do meu coração sejam aceitáveis aos teus olhos, ó Senhor, minha força e meu redentor” (Salmos 19:14, KJV).

    INTRODUÇÃO À SANTIFICAÇÃO DA PALAVRA

    Quantas vezes consideramos o peso das nossas palavras e o seu poder de refletir o amor de Deus? As palavras podem curar, elevar e inspirar, ou podem ferir e destruir. Em todas as tradições religiosas, somos lembrados de usar a nossa palavra com sabedoria. A Bíblia enfatiza a santificação da língua como um passo vital na reforma pessoal e comunitária. Este blog explorará o poder transformador das palavras, extraindo insights das Escrituras e dos escritos da Irmã White, e refletirá sobre como elas revelam o amor de Deus. A afirmação é clara: nossa fala reflete a condição do nosso coração, e o amor de Deus nos guia para refiná-la. Evidências das Escrituras apoiam isso, como afirma Tiago 1:26 (KJV): “Se alguém entre vós parece ser religioso e não refreia a sua língua, mas engana o seu próprio coração, a religião desse homem é vã.” Da mesma forma, Provérbios 12:18 (KJV) declara: “Há quem fala como as pontadas de uma espada, mas a língua dos sábios é saúde.” A Irmã White reforça isso, escrevendo: “A língua é um pequeno membro, mas as palavras que ela forma têm grande poder” (Testemunhos para a Igreja, vol. 2, p. 304, 1870). Ela observa ainda: “Por meio de nossas palavras, podemos influenciar os outros a fazer o bem ou o mal” (O Ministério da Cura, p. 114, 1905). Essas verdades destacam a necessidade de uma linguagem santificada para refletir o amor de Deus. Como podemos usar esse poder para edificar os outros?

    O PODER TRANSFORMADOR DAS PALAVRAS: A LÍNGUA: UMA FORÇA PARA O BEM OU PARA O MAL

    Tiago 3:6 (KJV) descreve a língua como “um fogo, um mundo de iniquidade”, capaz de grande destruição se não for controlada. No entanto, ela também tem o potencial de trazer vida. Provérbios 18:21 (KJV) ensina: “A morte e a vida estão no poder da língua”. A irmã White ressalta essa ideia, escrevendo: “Uma palavra bem dita é como maçãs de ouro em quadros de prata” (Ministério da Cura, p. 491, 1905). Quando penso na minha jornada pessoal, lembro-me de momentos em que minhas palavras romperam relacionamentos. A percepção do mal que causei me levou a buscar a ajuda de Deus para guardar minha língua, assim como instrui o Salmo 39:1 (KJV): “Cuidarei dos meus caminhos, para não pecar com a minha língua”. Para reforçar isso, o Salmo 141:3 (KJV) ora: “Põe, Senhor, uma guarda diante da minha boca; guarda a porta dos meus lábios”. Da mesma forma, Provérbios 21:23 (KJV) aconselha: “Quem guarda a sua boca e a sua língua guarda a sua alma das angústias”. A irmã White acrescenta: “O dom da palavra é um presente precioso, que deve ser usado para a glória de Deus” (Christ’s Object Lessons, p. 335, 1900). Ela também escreve: “Palavras de bondade são tão bem-vindas quanto o sorriso dos anjos” (The Adventist Home, p. 434, 1952). O amor de Deus é revelado por meio de Sua disposição em refinar nossos corações, capacitando-nos a falar palavras de graça e verdade. Podemos alcançar a vitória sobre nossa fala por meio da força divina?

    VITÓRIA SOBRE A LÍNGUA ATRAVÉS DE CRISTO: CONQUISTANDO A FALA ATRAVÉS DA GRAÇA DE DEUS

    É possível conquistar os impulsos da língua? Filipenses 4:13 (KJV) nos assegura: “Tudo posso naquele que me fortalece”. A irmã White afirma: “A obra de transformação da impureza para a santidade é contínua” (Testemunhos para a Igreja, vol. 8, p. 312, 1904). A vitória requer rendição diária ao processo de refinamento de Deus. Eu experimentei isso em minha própria vida. Por meio da oração e do estudo, ganhei força para abandonar a raiva e cultivar o autocontrole. Ela escreve: “A oração é a abertura do coração a Deus como a um amigo” (Steps to Christ, p. 93, 1892). Outras passagens das Escrituras apoiam essa transformação, como Colossenses 3:8 (KJV) instrui: “Mas agora, despojai-vos também de todas estas coisas: ira, ira, malícia, blasfêmia, e conversação obscena da vossa boca”. Da mesma forma, Efésios 4:29 (KJV) exorta: “Nenhuma palavra corrompida saia da vossa boca, mas apenas a que for boa para a edificação”. A irmã White afirma ainda: “Com a ajuda de Cristo, podemos formar hábitos de esforço sincero para fazer a Sua vontade” (Testemunhos para a Igreja, vol. 4, p. 452, 1876). Ela também observa: “A graça de Cristo na alma será revelada nas palavras que falamos” (Pensamentos do Monte das Bem-Aventuranças, p. 135, 1896). Essa conexão com Deus não apenas transforma nossa fala, mas reflete Seu amor, tornando-nos instrumentos de graça para os outros. Como nossa fala reflete o amor de Deus em nossas interações diárias?

    ESPELHANDO O AMOR DIVINO EM NOSSA FALA

    Os princípios da reforma revelam o amor de Deus ao demonstrar Seu desejo de nos santificar. A irmã White explica: “Cristo era a personificação da pureza… Se refletimos Sua imagem, devemos buscar diariamente ter Seu espírito habitando em nós” (O Desejo das Eras, p. 330, 1898). Por exemplo, o poder transformador de Deus me ajudou a substituir palavras duras por encorajamento. Seu amor é evidente em Sua paciência e graça, que nos inspiram a estender o mesmo aos outros. Como nos lembra Provérbios 15:1 (KJV): “A resposta branda desvia a ira”. Além disso, Eclesiastes 10:12 (KJV) afirma: “As palavras da boca do sábio são graciosas, mas os lábios do tolo o devoram”. O Salmo 19:14 (KJV) ora: “Que as palavras da minha boca e a meditação do meu coração sejam aceitáveis aos teus olhos, ó Senhor”. A irmã White escreve: “Quando Cristo reina na alma, há pureza e liberdade do pecado” (Christ’s Object Lessons, p. 419, 1900). Ela também afirma: “O amor de Cristo no coração será expresso em palavras de amor” (O Ministério da Cura, p. 470, 1905). Essa mudança reflete o amor de Deus em ação, ajudando-nos a construir pontes e restaurar relacionamentos. Que responsabilidade temos de usar nossas palavras para o bem dos outros?

    EDIFICANDO O PRÓXIMO COM AS NOSSAS PALAVRAS

    As palavras não são apenas pessoais; elas têm impacto comunitário. Romanos 13:10 (KJV) afirma: “O amor não faz mal ao próximo; portanto, o amor é o cumprimento da lei”. A irmã White escreve: “Nossas palavras e ações afetam os outros para o bem ou para o mal” (The Adventist Home, p. 16, 1952). Em nossas comunidades, devemos usar nossas palavras para elevar, encorajar e apoiar uns aos outros. Seja por meio de atos de bondade ou compartilhando as Escrituras, nossa fala pode aproximar os outros de Deus. As Escrituras reforçam esse dever, conforme Efésios 4:32 (KJV) ordena: “E sede bondosos uns para com os outros, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, por amor de Cristo, vos perdoou”. Da mesma forma, Colossenses 4:6 (KJV) aconselha: “Que a vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para que saibais como deveis responder a cada um”. A irmã White observa: “Palavras gentis, olhares agradáveis e uma disposição alegre alegrarão a vida dos outros” (Testemunhos para a Igreja, vol. 3, p. 532, 1875). Ela afirma ainda: “Nossa influência sobre os outros depende do nosso próprio exemplo cristão” (O Desejado de Todas as Nações, p. 83, 1898). Essa responsabilidade ressalta nosso papel como administradores do Seu amor, demonstrando-o de maneiras tangíveis. Como nossas palavras moldam o testemunho da igreja para o mundo?

    A LÍNGUA E O TESTEMUNHO DA IGREJA: MOLDANDO NOSSO TESTEMUNHO COLETIVO

    Como igreja, nossas palavras coletivas moldam nosso testemunho para o mundo. Gálatas 6:1 (KJV) aconselha: “Irmãos, se alguém for surpreendido em falta, vós, que sois espirituais, restaurai-o com espírito de mansidão”. A irmã White enfatiza: “Que cada palavra que falarmos seja cuidadosamente considerada, para que não digamos nada que seja pedra de tropeço” (Conselhos sobre Dieta e Alimentos, p. 52, 1938). Já vi situações em que palavras descuidadas dentro de uma igreja causaram divisão. Refletindo sobre esses momentos, lembro-me da importância da unidade e da graça. Além disso, 1 Pedro 3:10 (KJV) declara: “Porque aquele que quiser amar a vida e ver dias bons, refreie a sua língua do mal e os seus lábios de falar enganosamente.” Tiago 1:19 (KJV) instrui: “Portanto, meus amados irmãos, seja cada um rápido para ouvir, lento para falar, lento para se irar.” A irmã White escreve: “As palavras que proferimos devem ser cuidadosamente escolhidas, pois podem determinar o destino das almas” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 180, 1882). Ela também observa: “A fala de um cristão deve ser um sermão em si mesma” (O Ministério da Cura, p. 156, 1905). Ao alinhar nossa fala com os princípios de Deus, fortalecemos a capacidade de nossa igreja de servir como uma luz no mundo. Como podemos garantir que nossas palavras reflitam o amor transformador de Deus?

    O AMOR DE DEUS: O FUNDAMENTO DA FALA REFORMADA

    O amor de Deus é o fundamento para a reforma de nossas palavras. Seu desejo de nos refinar revela Seu compromisso em nos moldar como vasos de graça. A irmã White captura isso lindamente ao escrever: “Nossas palavras são uma indicação do que está no coração” (Mente, Caráter e Personalidade, vol. 2, p. 579, 1977). Ao nos comprometermos com essa jornada de transformação, perguntemo-nos: como usaremos nossas palavras hoje para refletir o amor de Deus? Por meio da oração, da intencionalidade e da confiança em Sua força, podemos alinhar nossa fala com Seu caráter, tornando-nos instrumentos de cura e esperança em um mundo fragmentado. Juntos, vamos nos esforçar pela reforma, confiando na graça duradoura de Deus.

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  • “E sede bondosos uns para com os outros, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou” (Efésios 4:32, KJV).

    GRÁCIA: O CAMINHO DIVINO DO PERDÃO

    O perdão é uma jornada profunda que traz restauração e cura para vidas e relacionamentos quebrados. Enraizado nos princípios da humildade, da graça e da reconciliação, o perdão reflete o amor de Deus e nos convida a refletir Seu caráter em nossa vida cotidiana. Este blog explorará o perdão por meio da confissão, da defesa, da comunidade e da restauração, com base em verdades bíblicas e escritos inspirados. “Quem encobre as suas transgressões não prosperará, mas quem as confessa e abandona alcançará misericórdia” (Provérbios 28:13, KJV). “Bem-aventurado aquele cuja transgressão é perdoada, cujo pecado é coberto” (Salmos 32:1, KJV). Como está escrito: “A confissão do pecado, seja pública ou privada, deve ser sincera e expressa livremente” (O Desejo das Eras, p. 811, 1898). “A verdadeira confissão é sempre de caráter específico e reconhece pecados particulares” (Mensagens Escolhidas, Livro 1, p. 326, 1958). A confissão abre o coração para a misericórdia de Deus, preparando o terreno para a cura. Como podemos abraçar o amor imutável de Deus através do ato da confissão?

    A ADVOCACIA DE CRISTO: O ESCUDO DA GRAÇA

    Jesus, nosso Advogado, está entre nós e o peso do pecado. “E, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo” (1 João 2:1, KJV). Seu sacrifício demonstra o amor de Deus, oferecendo redenção para todos. Está escrito: “Não é degradação para o homem curvar-se diante do seu Criador e confessar os seus pecados por meio dos méritos de um Salvador crucificado e ressuscitado” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 638, 1889). Encontrei consolo na advocacia de Cristo quando a culpa pelos erros do passado obscureceu minhas orações. Saber que Ele intercede por mim me deu coragem para me aproximar de Deus, confiando em Sua graça. “Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. E, se alguém pecar, temos um Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o justo” (1 João 2:1, KJV). “Mas, se andarmos na luz, como ele está na luz, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado” (1 João 1:7, KJV). “Cristo está intercedendo pela igreja nos tribunais celestiais, intercedendo por aqueles por quem Ele pagou o preço da redenção com o Seu próprio sangue” (O Desejado, p. 343, 1898). “O sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado” (Mensagens Escolhidas, Livro 1, p. 367, 1958). A intercessão de Cristo nos assegura da graça infinita de Deus. Como o papel de Cristo como nosso Advogado nos capacita a vencer a vergonha?

    CONFISSÃO COMUNITÁRIA: A PONTE PARA A UNIDADE

    A confissão vai além do nosso relacionamento com Deus; ela exige reconciliação com os outros. “Confessai as vossas faltas uns aos outros e orai uns pelos outros, para que sejais curados” (Tiago 5:16, KJV). É aconselhado: “Se você ofendeu alguém, reconheça seu erro, e é dever dele perdoá-lo de bom grado” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 639, 1889). Quando pedi desculpas a um amigo de infância, sua raiva inicial me desafiou. No entanto, a persistência na humildade abriu a porta para a cura. Atos de restituição aprofundam esse processo: “Se prejudicamos outras pessoas, devemos confessar nosso erro e fazer restituição” (Steps to Christ, p. 39, 1892). “Irmãos, se alguém for surpreendido em falta, vós que sois espirituais, restaurai-o com espírito de mansidão” (Gálatas 6:1, KJV). “E sede bondosos uns para com os outros, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou” (Efésios 4:32, KJV). “Se você ofendeu seu irmão, vá até ele e confesse sua falta” (Testemunhos para a Igreja, vol. 7, p. 185, 1902). “A confissão dos pecados uns aos outros, quando inspirada pelo Espírito de Deus, traz paz e cura” (O Ministério da Cura, p. 228, 1905). A confissão promove a responsabilidade, a confiança e a unidade, refletindo a visão de Deus para o Seu povo. Como a confissão mútua pode fortalecer nossas comunidades?

    PERDÃO E ORAÇÃO: O CAMINHO PARA A PAZ

    A falta de perdão pode impedir nossas orações, como Jesus ensinou: “E, quando estiverdes orando, perdoai, se tiverdes alguma coisa contra alguém, para que também vosso Pai, que está nos céus, vos perdoe as vossas ofensas” (Marcos 11:25, KJV). Está escrito: “Não somos perdoados porque perdoamos, mas porque perdoamos” (Christ’s Object Lessons, p. 247, 1900). Durante anos, a amargura de um casamento fracassado pesou em meu coração. Para liberar essa raiva, precisei entregar minha dor a Deus. A paz que se seguiu me lembrou das bênçãos que o perdão traz — não apenas para quem é perdoado, mas também para quem perdoa. “Mas eu vos digo: Amai os vossos inimigos, bendizei aqueles que vos maldizem, fazei bem àqueles que vos odeiam e orai pelaqueles que vos maltratam e perseguem” (Mateus 5:44, KJV). “Portanto, se trouxeres a tua oferta ao altar e ali te lembrares de que teu irmão tem algo contra ti, deixa a tua oferta ali, diante do altar, e vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; depois volta e apresenta a tua oferta” (Mateus 5:23-24, KJV). “Aquele que não perdoa corta o único canal através do qual pode receber misericórdia de Deus” (Pensamentos do Monte das Bem-Aventuranças, p. 113, 1896). “O perdão, a reconciliação com Deus e com o homem, traz paz à alma” (O Ministério da Cura, p. 250, 1905). O perdão transforma nossos corações, alinhando-nos com a vontade de Deus. Qual é o papel da oração persistente no cultivo de um espírito perdoador?

    O AMOR DE DEUS NO PERDÃO: O ESPELHO DA MISERICÓRDIA

    O perdão é o reflexo mais claro do amor de Deus. “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito” (João 3:16, KJV). O ato supremo de perdão de Cristo — “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lucas 23:34, KJV) — nos inspira a perdoar até mesmo as ofensas mais graves. Está escrito: “Nada pode justificar um espírito implacável. A ira é uma raiz de amargura que deve ser arrancada” (Christ’s Object Lessons, p. 251, 1900). Ao perdoar os outros, refletimos a misericórdia de Deus, tornando visível o Seu amor. Minhas lutas com o perdão me ensinaram que a graça de Deus não está limitada às falhas humanas, mas atua para restaurar até mesmo os relacionamentos mais fraturados. “Sede misericordiosos, como também vosso Pai é misericordioso” (Lucas 6:36, KJV). “Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade” (Colossenses 3:12, KJV). “O espírito do amor altruísta deve ser cultivado, pois é o espírito do céu” (O Ministério da Cura, p. 204, 1905). “Devemos perdoar como esperamos ser perdoados” (Testemunhos para a Igreja, vol. 6, p. 363, 1901). O perdão reflete o amor infinito de Deus. Como perdoar os outros reflete o amor de Deus em nossas vidas?

    O PERDÃO COMO CURA: A JORNADA PARA A RESTAURAÇÃO

    O perdão é uma jornada que nos une a Deus e uns aos outros. Requer humildade para confessar, coragem para se reconciliar e fé na intercessão de Cristo. Como está escrito: “Um espírito terno pode salvar os que erram e esconder uma multidão de pecados” (O Ministério da Cura, p. 166, 1905). O amor de Deus é evidente em Seu chamado para perdoar — um convite para viver em harmonia com Ele e com o próximo. “E, acima de tudo, tenhais fervorosa caridade uns para com os outros, porque a caridade cobre uma multidão de pecados” (1 Pedro 4:8, KJV). “Finalmente, sede todos de um mesmo sentimento, tendo compaixão uns dos outros, amando-vos como irmãos, sendo misericordiosos e corteses” (1 Pedro 3:8, KJV). “A obra de restauração deve ser levada adiante com ternura e amor” (O Ministério da Cura, p. 492, 1905). “Pela graça de Cristo, podemos realizar tudo o que Deus exige” (As Alegorias de Jesus, p. 301, 1900). Ao praticar o perdão, não apenas experimentamos a cura, mas nos tornamos instrumentos da graça de Deus.

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  • “A oração fervorosa do justo tem grande poder” (Tiago 5:16, KJV).

    COMPREENDENDO AS ORAÇÕES DE ELIAS

    A história de Elias demonstra como a oração reflete o amor e o poder de Deus, oferecendo lições para a renovação e restauração espiritual. Este blog explora as orações intercessórias de Elias durante o declínio espiritual de Israel, usando exemplos da Bíblia e escritos para revelar como Deus disciplina, restaura e transforma vidas. O que a fé de Elias pode nos ensinar sobre a disciplina de Deus?

    A DISCIPLINA DE DEUS ATRAVÉS DA RETENÇÃO DA CHUVA

    Elias orou para que Deus retivesse a chuva, significando a disciplina divina pela idolatria de Israel (1 Reis 17:1). A seca simbolizava a retirada das bênçãos devido à desobediência, exortando Israel a se arrepender e confiar em Deus como a verdadeira fonte da vida. enfatiza em Profetas e Reis: “Os julgamentos de Deus têm o objetivo de despertar o mundo de seu letargo, para que os pecadores possam voltar para Ele” (Profetas e Reis, p. 120, 1917). Mesmo na disciplina, o propósito de Deus era redentor. A Bíblia afirma: “A todos quantos amo, repreendo e castigo; portanto, sede zelosos e arrependei-vos” (Apocalipse 3:19, KJV). Ela também declara: “Filho meu, não desprezes a correção do Senhor, nem desmaies quando por ele fores repreendido” (Hebreus 12:5, KJV). Além disso, “O Senhor não retarda o cumprimento da sua promessa, como alguns pensam, mas é longânimo para conosco, não querendo que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento” (2 Pedro 3:9, KJV). Adicionalmente, “Os julgamentos de Deus são temperados com misericórdia” (O Grande Conflito, p. 627, 1911). Com que frequência consideramos os desafios como oportunidades para o crescimento espiritual? O amor de Deus brilha através do Seu desejo de nos corrigir e guiar de volta para Ele.

    Como Deus nos restaura quando voltamos para Ele?

    RENOVAÇÃO ATRAVÉS DO RECONHECIMENTO DA SOBERANIA DE DEUS

    Depois que Israel reconheceu Jeová como o Deus verdadeiro, Elias orou por chuva, simbolizando a restauração espiritual e física (1 Reis 18:42-45). descreve a fé de Elias em Passos para Cristo: “A oração é a chave na mão da fé para abrir o celeiro do céu” (Passos para Cristo, p. 94, 1892). A humildade e persistência de Elias levaram a uma chuva torrencial sobre a terra, mostrando que o amor de Deus restaura abundantemente quando nos voltamos para Ele. A Bíblia confirma: “Se o meu povo, que é chamado pelo meu nome, se humilhar, orar, buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei do céu, perdoarei os seus pecados e curarei a sua terra” (2 Crônicas 7:14, KJV). Ela também declara: “O Senhor está perto dos que têm o coração quebrantado e salva os que têm o espírito contrito” (Salmos 34:18, KJV). Além disso, “Quando oramos por bênçãos terrenas, a resposta à nossa oração pode demorar, mas podemos ter certeza de que a bênção virá quando for mais necessária” (Obreiros Evangélicos, p. 258, 1915). Além disso, “As promessas de Deus são certas, e Suas bênçãos seguirão aqueles que O buscam de todo o coração” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 170, 1882). Este momento nos convida a refletir: Somos persistentes em buscar o favor de Deus e confiar em Suas promessas?

    O que o amor de Deus revela por meio de Suas ações?

    O AMOR DE DEUS REFLETIDO EM SUAS AÇÕES

    A disciplina e a restauração de Deus por meio das orações de Elias revelam Seu amor sem limites. Apesar da rebelião de Israel, Deus permaneceu paciente, usando Elias para chamá-los de volta. escreve: “Seus pensamentos são pensamentos de misericórdia, amor e da mais terna compaixão” (Steps to Christ, p. 52, 1892). As ações de Deus demonstram que Ele busca a reconciliação, não a condenação. A Bíblia afirma: “O Senhor é misericordioso e clemente, lento para irar-se e abundante em misericórdia” (Salmos 103:8, KJV). Ela também afirma: “Como um pai se compadece de seus filhos, assim o Senhor se compadece dos que o temem” (Salmos 103:13, KJV). Além disso, “O Senhor não aflige de boa vontade nem entristece os filhos dos homens” (O Grande Conflito, p. 477, 1911). Adicionalmente, “O amor de Deus é revelado em todas as Suas relações com o Seu povo” (Patriarcas e Profetas, p. 33, 1890). O amor de Deus nos convida a abraçar o arrependimento e a renovação, transformando nossos corações e vidas. Qual é o nosso papel em refletir o amor de Deus por meio da oração?

    A história de Elias destaca o papel do crente na oração intercessória. Em Lições Objetivas de Cristo, afirma-se: “Os servos de Deus devem proclamar Sua misericórdia e verdade e chamar os pecadores ao arrependimento” (Lições Objetivas de Cristo, p. 174, 1900). Somos chamados a orar pelos outros, confiando que Deus agirá em suas vidas. A Bíblia instrui: “Confessai as vossas faltas uns aos outros e orai uns pelos outros, para que sejais curados. A oração fervorosa do justo tem grande poder” (Tiago 5:16, KJV). Também declara: “Exorto, pois, que, antes de tudo, se façam súplicas, orações, intercessões e ações de graças por todos os homens” (1 Timóteo 2:1, KJV). Além disso, “Por meio da oração intercessória, nos tornamos canais da bênção de Deus para os outros” (Testemunhos para a Igreja, vol. 7, p. 44, 1902). Além disso, “A oração é o fôlego da alma, o canal por meio do qual fluem as bênçãos de Deus” (Mensagens Escolhidas, livro 1, p. 117, 1958). Assim como Elias orou persistentemente por Israel, devemos interceder por nossas comunidades e pelo mundo, refletindo o amor de Deus por meio de nossas ações.

    Como o exemplo de Elias pode inspirar a igreja de hoje?

    APLICANDO O EXEMPLO DE ELIAS À IGREJA DE HOJE

    Os desafios espirituais de hoje refletem a idolatria de Israel. O materialismo, a apatia e a divisão impedem a fé. As orações de Elias nos lembram de buscar a orientação e a restauração de Deus. escreve em O Desejado de Todas as Nações: “O amor de Cristo, manifestado no ministério altruísta, atrairá os homens a Ele” (O Desejado de Todas as Nações, p. 640, 1898). Ao imitar o amor de Cristo, podemos inspirar uma renovação espiritual em nossas igrejas e na sociedade. A Bíblia afirma: “Não nos cansemos de fazer o bem, pois, se não desanimarmos, colheremos no tempo certo” (Gálatas 6:9, KJV). Ela também diz: “E consideremo-nos uns aos outros para nos estimularmos ao amor e às boas obras” (Hebreus 10:24, KJV). Além disso, “A igreja é a agência designada por Deus para a salvação dos homens” (Os Atos dos Apóstolos, p. 9, 1911). Além disso, “A obra de Deus na Terra deve ser realizada por meio da cooperação entre os agentes humanos e divinos” (Testemunhos para a Igreja, vol. 6, p. 13, 1900). A oração e a fé continuam sendo ferramentas poderosas para lidar com o declínio espiritual e promover a reconciliação.

    Qual é o propósito final da oração em nossas vidas?

    A ORAÇÃO COMO CAMINHO PARA A RENOVAÇÃO

    As orações de Elias demonstram que a oração cheia de fé transforma vidas. Seja buscando arrependimento ou restauração, seu exemplo nos ensina a nos alinharmos com a vontade de Deus e confiar em Seu tempo. conclui em O Ministério da Cura: “A oração e a fé farão o que nenhum poder na Terra pode realizar” (O Ministério da Cura, p. 509, 1905). Por meio da oração, experimentamos o amor de Deus e nos tornamos instrumentos de Seu poder transformador. A Bíblia declara: “Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á” (Mateus 7:7, KJV). Ela também afirma: “O Senhor é bom para com aqueles que esperam por Ele, para com a alma que O busca” (Lamentações 3:25, KJV). Além disso, “A oração é a chave que abre os tesouros da misericórdia de Deus” (Testemunhos para a Igreja, vol. 4, p. 531, 1876). E mais: “Por meio da oração, somos levados à harmonia com a vontade divina” (Parábolas de Jesus, p. 143, 1900). Vamos abraçar a oração como um caminho para a renovação, intercedendo pelos outros e testemunhando as bênçãos de Deus se revelarem.

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  • Salmo 23:1-3: “O Senhor é meu pastor; nada me faltará. Ele me faz repousar em pastos verdes; ele me conduz ao lado de águas tranquilas. Ele restaura minha alma; ele me guia nos caminhos da justiça, por amor do seu nome.”

    INTRODUZINDO O PODER DO EVANGELHO

    O evangelho tem poder transformador para todos, como Paulo afirma em Romanos 1:16: “Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê.” Esse poder remodela vidas, concedendo paz, renovação e propósito. “Em Seus ensinamentos, Ele insistiu nos princípios imutáveis da palavra de Deus” (Testemunhos para a Igreja, vol. 8, p. 201, 1904). A influência do evangelho é evidente em sua capacidade de renovar corações e nos guiar para a santidade. Por exemplo, inúmeras pessoas encontraram propósito ao se renderem ao chamado de Cristo. Esse efeito transformador está enraizado na palavra imutável de Deus, conforme afirmado em Isaías 55:11: “Assim será da minha palavra que sai da minha boca: ela não voltará para mim vazia, mas fará o que me agrada”. Além disso, Salmos 119:105 afirma: “A tua palavra é lâmpada para os meus pés e luz para o meu caminho”. Além disso, “As verdades da Bíblia, quando recebidas, elevam a mente e a alma” (Lições de Cristos, p. 112, 1900), e “A palavra de Deus é viva e poderosa, e mais afiada do que qualquer espada de dois gumes” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 171, 1882). Juntos, vamos explorar como a graça, a transformação e o desenvolvimento do caráter guiam nossa jornada para refletir o amor de Deus. Como a graça de Deus se multiplica em nossas vidas à medida que nos aproximamos Dele?

    GRACE AND PEACE MULTIPLIED

    A graça e a paz são dádivas que crescem à medida que aprofundamos nosso relacionamento com Cristo. Em 2 Pedro 1:2, lemos: “Graça e paz vos sejam multiplicadas pela conhecimento de Deus e de Jesus, nosso Senhor”. Essa promessa mostra que as bênçãos de Deus são infinitas e cada vez maiores. “O conhecimento experimental de Deus… transforma o homem à imagem de Deus” (Christ Object Lessons, p. 114, 1900). As lutas pessoais, como provações de saúde ou financeiras, muitas vezes nos levam a depender mais profundamente de Deus. Quando confiei em Suas promessas, encontrei uma paz que transcendeu minhas circunstâncias. A Bíblia reforça isso em João 16:33: “No mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo”. Além disso, Filipenses 4:7 afirma: “E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e mentes em Cristo Jesus”. Além disso, “À medida que aprendemos sobre Cristo, teremos paz e alegria” (O Ministério da Cura, p. 115, 1905) e “A paz vem com a dependência do poder divino” (Testemunhos para a Igreja, vol. 9, p. 185, 1909). Juntos, podemos encorajar uns aos outros a nos aproximarmos de Cristo e experimentarmos Sua graça abundante. O que significa participar da natureza divina de Deus?

    PARTICIPANTES DA NATUREZA DIVINA

    O evangelho nos convida a participar da natureza de Deus, escapando da corrupção do mundo. Pedro escreve: “Pelas quais nos são dadas preciosas promessas” (2 Pedro 1:4). “Quando a alma se rende a Cristo, um novo poder toma posse” (O Desejo dos Séculos, p. 324, 1898). Essa transformação não é superficial, mas alcança o coração, renovando pensamentos e desejos. Em minha vida, testemunhei Deus me ajudando a superar hábitos prejudiciais. Isso está de acordo com Romanos 12:2: “Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente”. Além disso, Tito 3:5 afirma: “Não por obras de justiça que tivéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia, ele nos salvou pela lavagem da regeneração”. Além disso, “A graça de Cristo purifica enquanto perdoa” (Mensagens Escolhidas, Livro 3, p. 198, 1980), e “Cristo implanta no coração novos desejos” (Caminho a Cristo, p. 47, 1892). Por meio do Seu poder, podemos experimentar a verdadeira regeneração, alinhando-nos com o Seu caráter. Como podemos desenvolver um caráter cristão que reflita Cristo?

    DESENVOLVENDO O CARÁTER CRISTÃO

    O crescimento cristão envolve subir a escada das virtudes descritas em 2 Pedro 1:5-7: fé, virtude, conhecimento, temperança, paciência, piedade, benignidade e caridade. “A santificação é… o crescimento contínuo na graça” (Testemunhos para a Igreja, vol. 1, p. 340, 1855). Esse processo requer diligência e oração. A paciência era uma virtude com a qual eu lutava, mas momentos de rendição revelaram a capacidade de Deus de fortalecer minhas fraquezas. Tiago 1:4 afirma: “Que a paciência tenha a sua obra perfeita, para que sejais perfeitos e completos, sem falta alguma”. Além disso, Colossenses 3:12 instrui: “Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de misericórdia, de benignidade, de humildade”. Além disso, “A formação de um caráter nobre é obra de toda uma vida” (Lições de Cristos, p. 331, 1900), e “O caráter é construído pela perseverança paciente no bem” (O Ministério da Cura, p. 136, 1905). Ao construir sobre a fé, podemos desenvolver um caráter que reflete o amor de Cristo e serve aos outros fielmente. Como o amor de Deus fortalece nosso crescimento espiritual?

    REFLETINDO O AMOR DE DEUS ATRAVÉS DO CRESCIMENTO

    A jornada espiritual é uma evidência do amor de Deus. Como nos lembra 1 João 4:8, “Deus é amor”. Seu amor nos equipa com ferramentas para o crescimento: graça, renovação e formação do caráter. “É o primeiro e mais elevado dever de todo ser racional aprender das Escrituras o que é a verdade” (O Grande Conflito, p. 598, 1888). Por meio de Suas promessas, como 2 Pedro 1:3 — “O seu divino poder nos concedeu tudo o que diz respeito à vida e à piedade” —, vemos que Deus não deixa nada por fazer para nos guiar à santidade. Pessoalmente, experimentei o amor de Deus em Seu perdão, provisão e orientação. Isso é apoiado por Efésios 3:19: “Para conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus”. Além disso, Salmos 86:5 afirma: “Porque tu, Senhor, és bom e pronto a perdoar, e abundante em misericórdia para com todos os que te invocam”. Além disso, “O amor de Deus é revelado em todas as Suas relações com o Seu povo” (Patriarcas e Profetas, p. 33, 1890), e “O amor é a base da piedade” (Lições de Cristo, p. 416, 1900). Por meio do Seu amor, crescemos em graça e refletimos o Seu amor para com os outros. Quais são as nossas responsabilidades em resposta ao amor de Deus?

    O amor de Deus nos chama a responder com obediência e serviço. Romanos 12:1 nos exorta a nos apresentarmos como “sacrifício vivo, santo e agradável a Deus”. “Amar a Deus e obedecer aos Seus mandamentos é o primeiro dever de todo ser racional” (Steps to Christ, p. 19, 1892). Esse dever se estende aos nossos vizinhos, conforme Gálatas 5:13 nos instrui a “servir uns aos outros”. Refletir o amor de Cristo significa atender às necessidades dos outros, carregar os fardos uns dos outros (Gálatas 6:2) e compartilhar a Sua verdade. Em minha jornada, servir aos outros por meio da oração, do apoio e da bondade fortaleceu minha fé. Mateus 22:39 ordena: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo”. Além disso, 1 Pedro 4:10 afirma: “Cada um exerça o dom que recebeu, em benefício de todos”. Além disso, “A obediência é o fruto da fé” (Caminho a Cristo, p. 61, 1892), e “O serviço aos outros eleva a alma” (O Desejado de Todas as Nações, p. 225, 1898). Juntos, cumprimos nosso chamado amando a Deus e ao próximo. Qual é a promessa final para aqueles que crescem na graça?

    A PROMESSA ABENÇOADA

    Deus promete que aqueles que crescem na graça “nunca tropeçarão” (2 Pedro 1:10). “Converse com Deus… transforme a alma à semelhança de Cristo” (Testemunhos para a Igreja, vol. 2, p. 145, 1868). Esse reflexo da natureza de Deus traz esperança e força nas provações. Ao confessar os pecados, perdoar os outros e buscar Sua orientação, nos tornamos testemunhos vivos de Sua graça. Hebreus 12:28 afirma: “Portanto, recebendo um reino que não pode ser abalado, tenhamos graça, para que possamos servir a Deus aceitavelmente”. Além disso, Judas 1:24 afirma: “Agora, àquele que é capaz de vos guardar de tropeçar e de vos apresentar irrepreensíveis diante da sua glória”. Além disso, “Aqueles que confiam em Deus nunca serão confundidos” (Patriarcas e Profetas, p. 151, 1890), e “A graça preservará a alma da queda” (Testemunhos para a Igreja, vol. 3, p. 193, 1872). Essa jornada transformadora reflete o amor de Deus por meio de Sua orientação paciente e proposital, equipando-nos para crescer espiritualmente e compartilhar Sua verdade.

    João 3:16: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”

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  • Apocalipse 14:12 resume: “Aqui está a paciência dos santos; aqui estão aqueles que guardam os mandamentos de Deus e a fé de Jesus” (KJV).

    UM APELO UNIVERSAL

    O reavivamento e a reforma transcendem as fronteiras religiosas, tocando o coração de judeus, cristãos, católicos, muçulmanos, budistas e muitos outros. Esses conceitos são um chamado divino para examinar a fé, aprofundar as conexões espirituais e abraçar a transformação. Seja enraizado em textos antigos ou na sabedoria compartilhada, a busca pelo reavivamento reflete o anseio da humanidade por um relacionamento mais próximo com o divino. Como declara o Salmo 85:6: “Não nos reviverás outra vez, para que o teu povo se alegre em ti?” (KJV), este artigo explora o poder transformador do reavivamento e da reforma, uma jornada que convida todos a atender ao chamado de Deus.

    A LUTA CONTRA A APATIA E A FÉ

    A apatia espiritual é um desvio sutil da devoção para a complacência. Apocalipse 3:19 nos lembra: “A todos quantos amo, repreendo e castigo; portanto, sê zeloso e arrepende-te” (KJV). Refletindo sobre minha própria vida, houve um tempo em que a igreja parecia uma rotina vazia. A desconexão social me fez questionar os fundamentos da minha fé. Por meio da oração e da autoavaliação, percebi que minha fé estava ligada à conveniência, e não a um compromisso verdadeiro. Essa jornada reflete o chamado para a reforma: “O poder convertedor de Deus deve entrar na igreja” (Testemunhos para Ministros, p. 443, 1923). Para apoiar isso, o Salmo 51:10 afirma: “Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito reto” (KJV), e Isaías 55:7 afirma: “Que o ímpio abandone o seu caminho, e o homem injusto, os seus pensamentos; e que ele volte para o Senhor” (KJV). Além disso, “Um reavivamento e uma reforma devem ocorrer sob a ministração do Espírito Santo” (Mensagens Escolhidas, Livro 1, p. 128, 1958), e “A obra de Deus no coração é renovar o homem inteiro” (O Desejado de Todas as Nações, p. 172, 1898). Esse despertar pessoal ressalta a necessidade de arrependimento sincero e renovação para restaurar a verdadeira fé.

    Vamos agora explorar como a oração serve como a pedra angular dessa jornada transformadora.

    O PAPEL DA ORAÇÃO NA REFORMAÇÃO

    A oração é a pedra angular da reforma. Jeremias 6:16 afirma: “Perguntem dos caminhos antigos… andem por eles, e encontrareis descanso para as vossas almas” (KJV). Durante um período de oração em toda a igreja, testemunhei transformações notáveis. As atitudes se suavizaram, a unidade floresceu e o fervor espiritual cresceu. Essa experiência está alinhada com a verdade de que “Um reavivamento da verdadeira piedade entre nós é a maior e mais urgente de todas as nossas necessidades” (Mensagens Escolhidas, Livro 1, p. 121, 1958). Além disso, Salmos 145:18 declara: “O Senhor está perto de todos os que o invocam, de todos os que o invocam em verdade” (KJV), e 1 Tessalonicenses 5:17 instrui: “Orai sem cessar” (KJV). Além disso, “A oração é a chave na mão da fé para abrir o tesouro do céu” (Steps to Christ, p. 94, 1892), e “Um reavivamento só deve ser esperado em resposta à oração” (Mensagens Escolhidas, Livro 1, p. 121, 1958). Essa experiência reafirmou que o reavivamento começa de joelhos, preparando-nos para agir com propósito e fé.

    A próxima seção esclarecerá como as provações refinam nossa fé, forjando uma conexão mais forte com Deus.

    A AGITAÇÃO: UM TESTE DE FÉ

    A verdadeira reforma traz provações. Joel 2:32 nos assegura: “Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (KJV). A saída de um amigo próximo da igreja desafiou minha fé. Esse período me forçou a refletir profundamente, perguntando: minha fé está enraizada em Cristo ou em circunstâncias externas? Essa introspecção me levou a abraçar Sofonias 3:13: “O remanescente de Israel não cometerá iniquidade, nem falará mentiras” (KJV). Isso se alinha com a percepção de que “O testemunho reto… aos laodicenses” causa essa sacudida (Early Writings, p. 270, 1882). Além disso, Tiago 1:3-4 afirma: “Sabendo isto, que a prova da vossa fé produz paciência. Mas tenha a paciência a sua obra perfeita, para que sejais perfeitos e inteiros, sem que vos falte coisa alguma” (KJV), e 1 Pedro 1:7 acrescenta: “Para que a prova da vossa fé… seja achada em louvor, honra e glória, na revelação de Jesus Cristo” (KJV). Além disso, “A obra de Deus no coração é purificar e refinar” (Christ’s Object Lessons, p. 159, 1900), e “Provações e obstáculos são os métodos escolhidos pelo Senhor para disciplinar” (The Ministry of Healing, p. 471, 1905). A fé, provada e refinada, torna-se um farol do amor de Deus.

    Vamos agora considerar como a reforma reflete o amor infinito de Deus por Seu povo.

    REFLETINDO O AMOR DE DEUS ATRAVÉS DA REFORMA

    A reforma é uma prova do amor de Deus. Apocalipse 3:20 diz: “Eis que estou à porta e bato” (KJV). As repreensões de Deus são atos de amor, que nos atraem de volta para Ele. Esse amor ficou claro para mim quando deixei a complacência e passei a ter uma fé ativa. Sua disciplina reflete a orientação dos pais, que visa proteger e restaurar. Isso se reflete na verdade de que “Com amor ansioso, Ele espera receber o penitente” (Steps to Christ, p. 54, 1892). Além disso, Hebreus 12:6 afirma: “Porque o Senhor corrige aquele que ama, e açoita todo filho que recebe” (KJV), e João 16:27 afirma: “Porque o próprio Pai vos ama, porque vós me amais” (KJV). Além disso, “O amor de Deus se revela tanto em Sua disciplina quanto em Sua misericórdia” (O Desejado de Todas as Nações, p. 824, 1898), e “A disciplina do Senhor é para preparar a alma para a vida eterna” (Patriarcas e Profetas, p. 332, 1890). O reavivamento nos lembra do Seu desejo de ter comunhão conosco, oferecendo graça e transformação.

    A reforma requer ação. Apocalipse 18:4 nos chama a nos separarmos do compromisso espiritual: “Sai dela, povo meu” (KJV). Na prática, isso significa aprofundar nosso relacionamento com Deus por meio da oração, do estudo e do serviço. O voluntariado e a liderança de estudos bíblicos me ajudaram a cumprir essa responsabilidade. Além disso, Filipenses 2:4 nos desafia a priorizar os outros: “Considerai também as coisas dos outros” (KJV). Isso é reforçado pelo chamado de que “o povo de Deus deve ser representante do Seu caráter” (Testemunhos para a Igreja, vol. 9, p. 28, 1909). Além disso, 2 Coríntios 6:17 afirma: “Portanto, saiam do meio deles e separem-se, diz o Senhor” (KJV), e Tiago 2:17 declara: “Assim também a fé, se não tiver obras, está morta, sendo só” (KJV). Além disso, “Os seguidores de Cristo devem ser a luz do mundo” (O Desejado de Todas as Nações, p. 152, 1898), e “A verdadeira obediência é a manifestação de um princípio interior” (As Alegorias de Cristo, p. 97, 1900). Servir aos outros reflete o amor de Deus, atraindo-os para a Sua verdade.

    ACEITANDO O CONVITE DE DEUS

    O reavivamento e a reforma revelam o amor duradouro de Deus e o chamado para a transformação. Nossa responsabilidade é dupla: aprofundar nossa fé e compartilhar o amor de Deus por meio do serviço abnegado. Responderemos ao Seu chamado? Isso é exortado no chamado para “Que a obra da reforma comece imediatamente” (Mensagens Escolhidas, Livro 1, p. 128, 1958). Além disso, Isaías 1:16-17 afirma: “Lavai-vos, purificai-vos; tirai a maldade das vossas ações diante dos meus olhos; cessai de fazer o mal; aprendei a fazer o bem” (KJV), e Mateus 5:16 ordena: “Brilhe assim a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (KJV). Além disso, “A obra da reforma é transformar o coração e a vida” (O Grande Conflito, p. 467, 1888), e “Deus clama por um reavivamento que prepare Seu povo para a eternidade” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 717, 1889). Juntos, busquemos o reavivamento, refletindo Sua graça e verdade em nossas vidas e comunidades.

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  • Salmo 23:1–3: “O Senhor é meu pastor; nada me faltará. Ele me faz repousar em pastos verdes; ele me conduz ao lado de águas tranquilas. Ele restaura minha alma; ele me guia nos caminhos da justiça, por amor do seu nome.”

    UM CONTO EMOCIONANTE SOBRE A BUSCA DIVINA E A RESTAURAÇÃO!

    Você já se sentiu perdido, em busca de significado ou direção? As parábolas da ovelha perdida e da moeda perdida em Lucas 15:1–10 oferecem um vislumbre profundo do amor incondicional de Deus e do Seu desejo de restauração. Essas parábolas ressoam com emoções humanas universais — desconexão espiritual, culpa e o desejo de ser encontrado. Por meio das Escrituras e de escritos inspirados, exploramos temas como a busca divina, a restauração e o valor de cada alma, enquanto refletimos sobre nossas responsabilidades para com Deus, nosso próximo e a igreja. O Salmo 23:1-3 resume esse conceito: “O Senhor é meu pastor; nada terei falta. Ele me faz repousar em pastos verdes; ele me conduz ao lado de águas tranquilas. Ele restaura minha alma; ele me guia nos caminhos da justiça, por amor do seu nome.”

    A BUSCA INTRANQUILIZÁVEL DE DEUS PELOS PERDIDOS

    A parábola da ovelha perdida (Lucas 15:4) destaca a busca incansável de Deus por cada alma. O pastor enfrenta o perigo, a escuridão e o terreno acidentado para resgatar a ovelha que se desviou. As ações de Jesus refletem isso, pois Ele deixou a segurança do céu para nos buscar. Os escritos inspirados enfatizam essa determinação: “Quanto mais escura e tempestuosa é a noite, e quanto mais perigoso é o caminho, maior é a ansiedade do pastor e mais fervorosa é sua busca” (Lições de Cristos, p. 188, 1900). Lembro-me de me sentir espiritualmente à deriva, como uma ovelha separada do rebanho. Mas a busca de Deus tornou-se evidente por meio das pessoas que Ele colocou em minha vida — meu tio, que me ensinou sobre a mensagem do segundo anjo, e amigos que encorajaram minha fé. Não foram coincidências; foram intervenções divinas. Isaías 53:5 nos lembra: “Todos nós, como ovelhas, nos desviamos”. A busca de Cristo por nós, mesmo com grande custo pessoal, ilustra o valor imensurável que Ele dá a cada alma. Salmos 34:18 declara: “O Senhor está perto dos que têm o coração quebrantado e salva os que têm o espírito contrito”. Da mesma forma, Jeremias 31:3 afirma: “O Senhor apareceu-me há muito tempo, dizendo: Sim, eu te amei com um amor eterno; por isso, com benignidade te atraí”. Os escritos inspirados enfatizam ainda mais essa busca: “O Pastor de Israel não abandona o Seu rebanho, mas segue as ovelhas perdidas até encontrá-las” (Patriarcas e Profetas, p. 191, 1890). Além disso, está escrito: “O Senhor não rejeitará o seu povo, nem abandonará a sua herança” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 475, 1889). O amor incondicional de Deus garante que nenhuma alma está além do seu alcance.

    A JUBILANTE RESTAURAÇÃO DO CÉU

    Quando o pastor encontra a ovelha perdida, ele se alegra e a leva para casa com terno cuidado (Lucas 15:5–6). Essa imagem terna mostra a graça de Deus, que busca restaurar, não condenar. Os escritos inspirados descrevem a alegria do céu: “Com alegria, ele a leva de volta ao redil. Sua gratidão se expressa em canções melodiosas de alegria” (Christ’s Object Lessons, p. 189, 1900). Como igreja, estamos celebrando a restauração como o céu faz? Práticas como a desassociação muitas vezes levantam questões sobre se estamos refletindo o amor de Cristo. Meu retorno à igreja após 15 anos longe, após um divórcio, foi recebido com a segurança de Deus e o apoio da comunidade da igreja. Lucas 15:7 declara: “Da mesma forma, haverá mais alegria no céu por um pecador que se arrepende”. Essa alegria celestial nos desafia a abraçar a restauração como uma celebração comunitária. Sofonias 3:17 afirma: “O Senhor, teu Deus, está no meio de ti, é poderoso; ele salvará, se alegrará sobre ti com alegria; descansará no seu amor, se alegrará sobre ti com cânticos”. Da mesma forma, Isaías 62:5 proclama: “Como o noivo se alegra com a noiva, assim se alegrará o teu Deus contigo”. Os escritos inspirados observam ainda: “Os anjos de Deus estão observando com intenso interesse para ver como o homem lidará com seu próximo” (Testemunhos para a Igreja, vol. 7, p. 264, 1902). Além disso, está escrito: “Há alegria na presença dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende” (O Desejado de Todas as Nações, p. 693, 1898). A alegria do céu pelas almas restauradas nos chama a refletir essa celebração em nossas comunidades.

    O VALOR INFINITO DE CADA ALMA

    A parábola da moeda perdida (Lucas 15:8–9) demonstra o cuidado meticuloso com que Deus nos busca. A busca diligente da mulher reflete o valor de uma única alma. Os escritos inspirados chamam a atenção para esta verdade: “Se houvesse apenas uma alma perdida, Cristo teria morrido por ela” (Christ’s Object Lessons, p. 187, 1900). Em minhas lutas pessoais contra a ansiedade, encontrei paz nas Escrituras. A Palavra de Deus me lembrou do meu valor e, por meio do estudo, experimentei Seu amor restaurador. Isaías 8:18 declara: “Eis que eu e os filhos que o Senhor me deu somos para sinais e maravilhas”. Esse versículo afirma que cada pessoa é um reflexo da obra de Deus, e Sua busca por nós é uma prova de Seu amor infinito. Salmos 139:14 afirma: “Eu te louvarei, pois fui formado de maneira admirável e maravilhosa; maravilhosas são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem”. Da mesma forma, Mateus 10:31 assegura: “Não temais, pois; mais valereis vós do que muitos pardais”. Os escritos inspirados afirmam ainda: “Toda alma é preciosa aos olhos de Deus, porque foi comprada pelo precioso sangue de Jesus Cristo” (Testemunhos para a Igreja, vol. 6, p. 280, 1900). Além disso, está escrito: “Quem pode estimar o valor de uma alma? Se você quisesse saber o seu valor, vá até a cruz e lá aprenda o seu preço” (O Ministério da Cura, p. 163, 1905). O cuidado meticuloso de Deus ressalta o valor infinito de cada indivíduo.

    REFLETINDO O AMOR SACRIFICIAL DE DEUS

    Os conceitos dessas parábolas ilustram o amor sacrificial de Deus. João 3:16 nos lembra: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito”. Os escritos inspirados nos pedem para considerar o sofrimento de Cristo para compreender o valor de uma alma: “Se você quiser saber o seu valor, vá ao Getsêmani e lá vigie com Cristo durante aquelas horas de angústia” (As Alegorias do Senhor, p. 196, 1900). Refletindo sobre minhas experiências, vi o amor de Deus através das provações e da restauração. Quando ministrei a um amigo que lutava contra o vício, não foi meu esforço, mas a obra de Deus através de mim que o levou para mais perto Dele. Somos chamados a ser instrumentos do Seu amor, carregando os fardos uns dos outros (Gálatas 6:2) e celebrando sua recuperação espiritual. 1 João 4:11 declara: “Amados, se Deus assim nos amou, também devemos amar uns aos outros”. Da mesma forma, Romanos 5:8 afirma: “Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que, enquanto éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós”. Os escritos inspirados observam: “O amor de Cristo nos constrange a amar uns aos outros como Ele nos amou” (O Desejo das Eras, p. 815, 1898). Além disso, está escrito: “Devemos ser canais através dos quais o amor de Cristo possa fluir para os outros” (Testemunhos para a Igreja, vol. 9, p. 31, 1909). Ao refletir o amor de Deus, nos tornamos vasos de Sua graça para os outros.

    UM CHAMADO EMOCIONANTE À AÇÃO

    As parábolas da ovelha perdida e da moeda perdida nos desafiam a refletir o amor incondicional de Deus em nossas vidas. Estamos buscando os perdidos? Estamos celebrando a restauração como o céu celebra? Os escritos inspirados nos lembram: “Devemos suportar com paciência a ignorância, a perversidade e a rebeldia dos outros” (Parábolas de Jesus, p. 197, 1900). Como igreja e como indivíduos, devemos incorporar o coração do Pastor, trabalhando pela restauração de cada alma. Ao buscar, apoiar e nos alegrar pelos perdidos, cumprimos nosso chamado de demonstrar o amor de Deus em ação. Mateus 5:16 ordena: “Assim brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus”. Da mesma forma, Tiago 2:17 declara: “Assim também a fé, se não tiver obras, está morta, sendo só.” Os escritos inspirados exortam ainda mais: “Devemos ser cooperadores de Deus na busca dos perdidos” (Testemunhos para a Igreja, vol. 8, p. 18, 1904). Além disso, está escrito: “Toda oportunidade de ajudar um irmão necessitado ou de auxiliar a causa de Deus é uma pérola de grande valor” (O Ministério da Cura, p. 205, 1905). Nosso chamado é refletir ativamente o amor de Deus por meio do serviço e da restauração.

    MARAVILHOSA CONCLUSÃO DA GRAÇA

    Através das parábolas, vemos um Deus que nos persegue com amor infinito e nos restaura com alegria ao Seu rebanho. Os escritos inspirados proclamam: “O próprio céu foi colocado em perigo para a nossa redenção” (Christ’s Object Lessons, p. 196, 1900). Esta verdade nos convida a refletir o Seu exemplo, buscando os perdidos, celebrando a sua restauração e carregando os fardos uns dos outros. Comprometamo-nos a ser instrumentos de Sua graça, para que todos possam experimentar a alegria de ser encontrados. 1 Pedro 2:9 afirma: “Mas vós sois uma geração eleita, um sacerdócio real, uma nação santa, um povo peculiar, para que anuncieis as grandezas daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz”. Da mesma forma, 2 Coríntios 5:18 afirma: “E todas as coisas são de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Jesus Cristo e nos deu o ministério da reconciliação”. Os escritos inspirados observam: “A obra de Deus na Terra é refletir Seu caráter de amor e misericórdia” (O Desejado, p. 20, 1898). Além disso, está escrito: “A restauração da imagem de Deus no homem é a obra da redenção” (Educação, p. 15, 1903). Vamos abraçar nosso papel como embaixadores do amor restaurador de Deus.

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