• 2 Timóteo 2:2 “E o que você ouviu de mim entre muitas testemunhas, transmita a homens fiéis, que sejam capazes de ensinar também a outros.”

    RESUMO

    O serviço ativo da comunidade na divulgação do evangelho reflete nossa administração da verdade de Deus, garantindo vitalidade e crescimento espiritual. Ao vivermos vidas piedosas e trabalharmos pela salvação dos outros, removemos a reprovação da igreja, revigoramos nossa fé e cumprimos a comissão de Cristo. Este artigo explora como a dedicação pessoal ao evangelismo fortalece a igreja, promove a saúde espiritual e nos alinha com o plano eterno de Deus, exortando-nos a permanecer vigilantes em nossa missão.

    O CHAMADO DE DEUS PARA O SERVIÇO ATIVO

    O serviço ativo define nosso dever para com Deus, fortalecendo o testemunho da igreja. A reprovação sobre a igreja só pode ser removida por meio do envolvimento ativo de seus membros em exaltar a Cristo, vivendo uma vida piedosa e trabalhando pela salvação dos outros. A Sra. White afirma que, quando o povo de Deus se converter verdadeiramente e cumprir sua obrigação de trabalhar por aqueles que estão ao seu alcance, a igreja experimentará a remoção de sua reprovação (Testemunhos para a Igreja, vol. 7, p. 11, 1902). Esse chamado à ação destaca o papel crítico que o envolvimento pessoal e a dedicação desempenham na saúde espiritual da igreja. “Porque somos obra sua, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas” (Efésios 2:10, KJV). “Assim brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (Mateus 5:16, KJV). A Sra. White enfatiza: “A obra de Deus na Terra é a implantação nos corações dos homens dos princípios do céu” (Testemunhos para a Igreja, vol. 6, p. 14, 1900). Ela afirma ainda: “A igreja é a agência designada por Deus para a salvação dos homens” (Os Atos dos Apóstolos, p. 9, 1911). A vitalidade da igreja depende de nossa participação ativa no evangelismo e no serviço, prosperando por meio de nosso compromisso com a missão de Deus. Como nosso compromisso de compartilhar o evangelho molda a força espiritual da igreja?

    COMPARTILHANDO A VERDADE COMO LEI DE DEUS

    A lei eterna de Deus nos compele a compartilhar Sua verdade com urgência. A obrigação de compartilhar a verdade não é meramente uma sugestão, mas uma lei eterna de Deus, de acordo com a irmã White. Ela lamenta a relutância de muitos cristãos professos em servir a Deus com a urgência e dedicação necessárias para alcançar os pecadores que estão perecendo (Testemunhos para a Igreja, vol. 6, p. 13, 1900). A condição atual da igreja reflete uma falta de disposição para se envolver totalmente nessa obra solene, resultando em estagnação espiritual. A Sra. White enfatiza que Cristo, como Cabeça da igreja, chama todos os crentes a seguirem Seu exemplo de abnegação e sacrifício para salvar aqueles que estão sob a influência de Satanás (Testemunhos para a Igreja, vol. 7, p. 30, 1902). “Ide, portanto, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mateus 28:19, KJV). “Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que estava perdido” (Lucas 19:10, KJV). A irmã White declara: “Cada alma deve ser uma luz no mundo” (Testemunhos para a Igreja, vol. 8, p. 18, 1904). Ela também observa: “Os seguidores de Cristo devem ser a luz do mundo; mas Deus não lhes pede que façam um esforço para brilhar” (Pensamentos do Monte das Bem-Aventuranças, p. 42, 1896). Nossa eficácia nessa missão depende de cada um de nós assumir seus deveres, avançando com alegria e sucesso na obra do Senhor. Qual é o papel da abnegação no cumprimento de nosso dever de compartilhar a verdade de Deus?

    O EVANGELISMO ALIMENTA A VITALIDADE ESPIRITUAL

    O evangelismo ativo previne a decadência espiritual e promove uma igreja vibrante. Negligenciar o trabalho de evangelismo e serviço traz decadência espiritual dentro da igreja. A irmã White enfatiza que a vitalidade da igreja depende de sua fidelidade à comissão de Cristo de ensinar todas as nações (Testemunhos para a Igreja, vol. 7, p. 825, 1902). Deixar de se envolver em trabalho ativo para os outros convida à fraqueza espiritual, fazendo com que o amor diminua e a fé enfraqueça. Os ministros, como educadores da igreja na obra do evangelho, devem incutir em suas congregações a necessidade do esforço individual no campo missionário (O Desejado de Todas as Nações, p. 825, 1898). “E não nos cansemos de fazer o bem, pois, se não desfalecermos, colheremos no tempo próprio” (Gálatas 6:9, KJV). “Servi-vos uns aos outros pelo amor” (Gálatas 5:13, KJV). A Sra. White escreve: “A obra de Deus requer abnegação e sacrifício de Seu povo” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 204, 1882). Ela também afirma: “A igreja de Cristo é organizada para fins missionários” (Testemunhos para a Igreja, vol. 6, p. 29, 1900). Uma igreja florescente surge quando todos contribuímos para a missão, unindo-nos aos ministros para salvar almas, garantindo um testemunho vibrante para o mundo. Como nosso serviço ativo impede o declínio espiritual na igreja?

    O SERVIÇO IGNITA O CRESCIMENTO ESPIRITUAL

    Servir aos outros desperta o crescimento espiritual dentro de nós. Uma igreja ativa é uma igreja em crescimento, pois o serviço ativo estimula o crescimento espiritual entre seus membros. A irmã White ilustra essa verdade por meio da história de um homem que, ao resgatar um companheiro de viagem da neve, inadvertidamente salvou a si mesmo (Gospel Workers, pp. 198-199, 1915). Essa metáfora ressalta a natureza recíproca do serviço cristão — ao ajudar os outros, revigoramos nossa própria vida espiritual. A irmã White aconselha que esse princípio seja ensinado continuamente aos jovens crentes, para que sua experiência cristã se torne mais vibrante e devota (Gospel Workers, p. 199, 1915). “E quem quiser ser o primeiro entre vós, seja vosso servo” (Mateus 20:27, KJV). “Carregai as cargas uns dos outros e assim cumprirei a lei de Cristo” (Gálatas 6:2, KJV). A irmã White observa: “Ao trabalhar para os outros, somos levados a nos conectar com a Fonte de todo o poder” (The Ministry of Healing, p. 148, 1905). Ela afirma ainda: “ A única maneira de crescer na graça é fazer desinteressadamente o trabalho que Cristo nos deu para fazer” (Mensagens Escolhidas, Livro 1, p. 138, 1958). A igreja deve promover um ambiente onde sejamos encorajados a servir, pois nossa saúde espiritual e o crescimento da igreja dependem desses atos altruístas. Como servir aos outros fortalece nossa fé pessoal?

    VIGILÂNCIA EM NOSSA MISSÃO

    Permanecer vigilantes em nossa missão evita a complacência e garante o crescimento espiritual. À medida que a igreja avança em sua missão, é essencial prestar atenção à advertência dada a cada membro sobre os perigos da complacência e da negligência espiritual. A irmã White nos adverte para permanecermos vigilantes e diligentes em nossos esforços para ganhar almas, pois os riscos são altos e o tempo é curto (Obreiros Evangélicos, p. 199, 1915) . “Vigiai, pois, e orai sempre, para que sejais considerados dignos de escapar de todas estas coisas que hão de acontecer, e de estar diante do Filho do homem” (Lucas 21:36, KJV). “Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor” (1 Coríntios 15:58, KJV). A irmã White adverte: “A igreja que não trabalha morrerá” (Testemunhos para a Igreja, vol. 6, p. 426, 1900). Ela também exorta: “Que todo aquele que ama a Deus considere que agora é o tempo de trabalhar” (Testemunhos para a Igreja, vol. 9, p. 117, 1909). Essas advertências nos lembram da natureza crítica do trabalho confiado à igreja e da necessidade de cada um de nós levar a sério nossa responsabilidade, moldando nossa abordagem ao evangelismo e ao crescimento pessoal. Como podemos permanecer diligentes em nossa missão de ganhar almas para Cristo?

    “E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura” (Marcos 16:15, KJV).

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  • Efésios 4:12 “Para o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para a edificação do corpo de Cristo.”

    RESUMO

    A missão da comunidade prospera quando compartilhamos ativamente o evangelho, capacitando cada membro a servir de forma independente e vibrante na obra de Deus.

    EQUIPANDO A COMUNIDADE PARA O SERVIÇO

    Deus nos chama para equipar a comunidade para o serviço ativo, não apenas para manter rotinas espirituais. A irmã White afirma: “Deus não deu aos Seus ministros a tarefa de corrigir as igrejas. Assim que esse trabalho é feito, aparentemente, ele precisa ser feito novamente” (Testemunhos para a Igreja, vol. 7, p. 18, 1902). Esse ciclo repetitivo faz com que os membros da igreja se tornem “fracos religiosos”, porque dependem demais dos ministros para orientação espiritual, em vez de buscar a direção de Deus de forma independente. Se os ministros dedicassem seu tempo a alcançar os não convertidos, em vez de ministrar continuamente àqueles que já estão familiarizados com a verdade, haveria um avanço muito maior na obra de Deus. As Escrituras revelam: “E ele deu alguns como apóstolos, outros como profetas, outros como evangelistas, outros como pastores e mestres, para o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para a edificação do corpo de Cristo” (Efésios 4:11-12, KJV). Da mesma forma, “Ide, portanto, e ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mateus 28:19, KJV). A irmã White enfatiza ainda mais: “A obra de Deus nesta terra nunca poderá ser concluída até que os homens e mulheres que compõem nossa igreja se unam à obra e unam seus esforços aos dos ministros e oficiais da igreja” (Gospel Workers, p. 352, 1915). Ela também escreve: “Cada alma que Cristo resgatou é chamada a trabalhar em Seu nome para salvar os perdidos” (Christ’s Object Lessons, p. 191, 1900). Capacitar a comunidade para servir de forma independente fortalece nossa missão coletiva. Como podemos promover uma fé vibrante que se envolva ativamente na obra de Deus?

    PREVENINDO A FRAQUEZA ESPIRITUAL

    Focar-se excessivamente em nutrir a comunidade pode enfraquecer nossa vitalidade espiritual. A Sra. White observa: “Enfraquece aqueles que conhecem a verdade quando nossos ministros gastam com eles o tempo e o talento que deveriam ser dedicados aos não convertidos” (Testemunhos para a Igreja, vol. 7, p. 18-19, 1902). O foco contínuo em nutrir aqueles que já estão na fé resulta em uma falta de motivação para se envolver ativamente na divulgação do evangelho. Os membros da igreja muitas vezes vêm aos cultos sem nada para compartilhar sobre as bênçãos recebidas na semana anterior, porque não têm sido ativos em testemunhar ou compartilhar sua fé. Essa estagnação espiritual é uma consequência direta da dependência da igreja dos ministros para o crescimento espiritual, em vez de se envolverem na obra de Deus. As Escrituras afirmam: “Cada um, segundo o dom que recebeu, ministre-o aos outros, como bons administradores da multiforme graça de Deus” (1 Pedro 4:10, KJV). Da mesma forma, “Assim brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus” (Mateus 5:16, KJV). A irmã White observa: “A ideia de que os ministros devem dedicar seu tempo a fazer o trabalho que Deus designou a outros é um erro” (Review and Herald, 22 de março de 1887, par. 10). Ela também afirma: “A maior ajuda que pode ser dada ao nosso povo é ensiná-lo a trabalhar para Deus e a depender Dele, não dos ministros” (Testemunhos para a Igreja, vol. 7, p. 19, 1902). Ensinar a comunidade a servir ativamente evita a estagnação espiritual e constrói uma igreja mais forte. Como podemos inspirar uns aos outros a compartilhar nossa fé com ousadia?

    LIDERANDO NA EVANGELIZAÇÃO

    Nosso dever principal é liderar a comunidade na evangelização, não apenas manter aqueles que já estão na fé. A irmã White enfatiza que os ministros “não devem gastar seu tempo trabalhando para aqueles que já aceitaram a verdade” (Testemunhos para a Igreja, vol. 7, p. 19, 1902). Em vez disso, seus esforços devem ser direcionados para ganhar novas almas para Cristo, plantar novas igrejas e, então, seguir para outros campos onde o evangelho ainda não foi pregado. Essa abordagem incentiva os membros da igreja a assumirem a responsabilidade por seu crescimento espiritual e a trabalharem juntos na divulgação do evangelho. Ela também evita o desenvolvimento de uma dependência dos ministros, garantindo que a igreja permaneça forte e ativa mesmo na ausência do ministro. As Escrituras apoiam isso, afirmando: “E como ouvirão sem quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados?” (Romanos 10:14-15, KJV). Além disso, “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos” (Mateus 9:37, KJV). A Sra. White escreve: “Os ministros não devem fazer o trabalho que pertence à igreja, cansando-se assim e impedindo outros de cumprir seu dever” (The Southern Watchman, 10 de abril de 1906, par. 8). Ela ainda aconselha: “Que as igrejas sejam organizadas em grupos de trabalho e que levem adiante a obra que lhes foi designada” (Testemunhos para a Igreja, vol. 6, p. 29, 1900). Liderar o evangelismo promove uma comunidade autossustentável e motivada pela missão. Como podemos expandir nossos esforços para alcançar aqueles que ainda não ouviram o evangelho?

    PARTICIPAÇÃO ATIVA NO MINISTÉRIO

    Não devemos esperar pregação constante, mas devemos compartilhar ativamente o evangelho por conta própria. A Sra. White aconselha que, embora seja apropriado que os ministros ocasionalmente preguem sermões cheios da vida e do amor de Cristo, a igreja não deve esperar um sermão todo sábado (Testemunhos para a Igreja, vol. 7, p. 19, 1902). Em vez disso, os membros devem ser ensinados a trabalhar para Deus, compartilhar o conhecimento que receberam e confiar em Cristo para orientação, em vez de depender do ministro. Essa abordagem garante que a igreja permaneça espiritualmente vibrante e ativa, com membros equipados para realizar eles mesmos o trabalho do ministério. As Escrituras declaram: “E não nos cansemos de fazer o bem, pois, se não desfalecermos, colheremos no tempo próprio” (Gálatas 6:9, KJV). Da mesma forma, “Mas recebereis poder, depois que o Espírito Santo vier sobre vós, e sereis minhas testemunhas” (Atos 1:8, KJV). A Sra. White observa: “Todo verdadeiro discípulo nasce no reino de Deus como missionário” (O Desejado de Todas as Nações, p. 195, 1898). Ela também afirma: “A obra de Deus deve ser realizada por aqueles que estão dispostos a ser usados por Ele em qualquer função” (Testemunhos para a Igreja, vol. 9, p. 117, 1909). Incentivar a participação ativa fortalece nossa fé e nossa missão. Como podemos cultivar uma igreja onde cada membro é um missionário?

    CAPACITANDO UMA IGREJA ORIENTADA PARA A MISSÃO

    Capacitar a comunidade para divulgar o evangelho é o cerne do ministério, não o cuidado constante daqueles que já estão na fé. Os ministros são chamados a equipar a igreja para o serviço, promovendo uma congregação autossuficiente e orientada para a missão, capaz de continuar a obra de Deus mesmo na ausência do ministro. Ao ensinar os membros da igreja a depender de Deus e a se envolverem no trabalho ministerial, os ministros ajudam a construir uma igreja forte e espiritualmente vibrante, focada no evangelismo e no crescimento, em vez de apenas na manutenção. As Escrituras afirmam: “Assim, sendo muitos, somos um só corpo em Cristo, e todos membros uns dos outros” (Romanos 12:5, KJV). Além disso, “E ele lhes disse: A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos; rogai, pois, ao Senhor da colheita, que envie trabalhadores para a sua colheita” (Lucas 10:2, KJV). A Sra. White escreve: “A igreja é a agência designada por Deus para a salvação dos homens” (Os Atos dos Apóstolos, p. 9, 1911). Ela afirma ainda: “Cada membro da igreja deve sentir que é individualmente responsável pelo avanço da causa de Cristo” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 114, 1882). Esse modelo de empoderamento está alinhado com os princípios bíblicos, garantindo uma igreja vibrante e orientada para a missão. Como podemos remover as barreiras para abraçar plenamente nosso papel na missão de Deus?

    REMOVENDO A REPROVAÇÃO ATRAVÉS DA AÇÃO

    Envolver-se ativamente na obra de Deus remove a reprovação da comunidade e cumpre nosso chamado divino. Apenas ensinar ou instruir os membros não é suficiente; há um aspecto crucial que deve ser abordado para realmente remover a reprovação da igreja. Quando participamos ativamente da divulgação do evangelho, demonstramos nosso compromisso com a missão de Deus, fortalecendo nossa fé e nosso testemunho. As Escrituras declaram: “Não amemos com palavras, nem com a língua, mas com ações e em verdade” (1 João 3:18, KJV). Da mesma forma, “A religião pura e imaculada diante de Deus, o Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas aflições e conservar-se imaculado do mundo” (Tiago 1:27, KJV). A irmã White observa: “A igreja que não trabalha pelos outros logo deixará de ser uma igreja viva” (Review and Herald, 14 de agosto de 1900, par. 12). Ela também afirma: “Deus espera serviço pessoal de todos a quem Ele confiou o conhecimento da verdade para este tempo” (Testemunhos para a Igreja, vol. 9, p. 19, 1909). O envolvimento ativo transforma a comunidade em um farol de verdade e esperança.

    “E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura” (Marcos 16:15, KJV).

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  • “Porque há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem” (1 Timóteo 2:5, KJV).

    RESUMO

    A grande narrativa da Bíblia tece a redenção por meio de símbolos, sacrifícios e leis que apontam para Cristo como o cumprimento definitivo do plano de Deus. Este artigo explora como o sistema cerimonial prenunciava o sacrifício de Cristo, a mudança da igreja primitiva do ritual para a fé e o chamado pessoal e comunitário para abraçar Sua graça transformadora.

    O PROPÓSITO DA HUMANIDADE E A NECESSIDADE DE REDENÇÃO

    As Escrituras revelam que a humanidade foi criada para refletir a imagem de Deus e administrar a criação, mas o pecado fraturou esse propósito divino. Gênesis 1:26-28 nos lembra do propósito da humanidade, criada à imagem de Deus para administrar a criação. No entanto, o sistema cerimonial do Antigo Testamento enfatizou uma necessidade mais profunda: a restauração de um relacionamento quebrado com Deus por meio do sacrifício definitivo, Cristo. O desígnio de Deus nos colocou como administradores, mas nossa queda exigiu um plano redentor. “E Deus disse: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre os animais, e sobre toda a terra” (Gênesis 1:26, KJV). “Do Senhor é a terra e tudo o que nela existe, o mundo e os que nele habitam” (Salmo 24:1, KJV). A irmã White escreve: “O homem deveria refletir a imagem de Deus, tanto na aparência externa quanto no caráter” (Patriarcas e Profetas, p. 45, 1890). Ela observa ainda: “O pecado manchou a obra perfeita de Deus, mas essa escrita permanece” (Educação, p. 15, 1903). O sacrifício de Cristo trata dessa fratura, restaurando nossa conexão com Deus. Como o papel de Cristo como o sacrifício supremo cumpre as sombras do Antigo Testamento?

    CRISTO COMO O CUMPRIMENTO DAS LEIS CERIMONIAIS

    Cristo é o cumprimento do sistema cerimonial, que apontava para Sua obra redentora. O sistema cerimonial judaico, concebido como um prenúncio do ministério de Cristo, destacava a necessidade da humanidade por um Salvador. Os sacrifícios simbolizavam a oferta definitiva que estava por vir. A irmã White observou: “Cristo, com sua divindade revestida de humanidade, estava entre eles… mas não foi reconhecido” (Review and Herald, 24 de novembro de 1896, p. 6). Essa incapacidade de ver o Messias enfatizou a lacuna entre o ritual e a fé. O véu rasgado na crucificação de Cristo marcou o fim de uma era. Ela observa ainda: “Nosso Salvador, em Sua vida e morte, cumpriu todas as profecias que apontavam para Ele” (Mensagens Escolhidas, vol. 1, p. 231, 1958). “Purificai, pois, o fermento velho, para que sejais uma nova massa, como sois sem fermento. Porque também Cristo, nossa Páscoa, foi sacrificado por nós” (1 Coríntios 5:7, KJV). “Porque a lei, tendo a sombra das coisas boas que hão de vir, e não a imagem mesma das coisas, nunca pode, com os sacrifícios que se oferecem continuamente ano a ano, tornar perfeitos os que se aproximam” (Hebreus 10:1, KJV). A irmã White afirma: “A lei cerimonial foi dada por Cristo. Mesmo depois que ela deixou de ser observada, Paulo a apresentou aos judeus em sua verdadeira posição e valor, mostrando seu lugar no plano da redenção” (Patriarcas e Profetas, p. 365, 1890). Ela também afirma: “A cruz de Cristo testifica a imutabilidade da lei de Deus” (Signs of the Times, 19 de maio de 1881, p. 3). Os símbolos do sistema cerimonial encontraram sua realidade em Cristo, preenchendo a lacuna entre Deus e nós. O que a igreja primitiva decidiu sobre a aplicação desses rituais aos novos crentes?

    O CONSELHO APOSTÓLICO E SUA DECISÃO

    A igreja primitiva esclareceu que é a fé, e não o ritual, que define nosso relacionamento com Deus. A igreja primitiva enfrentou uma questão crítica: os crentes gentios deveriam observar a lei cerimonial? Atos 15 relata a controvérsia em torno da circuncisão, uma prática central para a identidade judaica. Pedro testificou: “Deus, que conhece os corações, lhes deu testemunho, concedendo-lhes o Espírito Santo, assim como fez conosco” (Sketches from the Life of Paul, p. 67, 1883). Sua visão e o derramamento do Espírito sobre Cornélio confirmaram a aceitação de Deus dos gentios sem a adesão aos rituais. Tiago afirmou: “Deus planejou trazer os gentios para desfrutar de todos os privilégios dos judeus” (Sketches from the Life of Paul, p. 68, 1883). “E não fez diferença entre nós e eles, purificando os seus corações pela fé” (Atos 15:9, KJV). “Pois todos quantos fostes batizados em Cristo já vos revestistes de Cristo” (Gálatas 3:27, KJV). A irmã White explica: “O Espírito Santo foi derramado sobre os gentios, mostrando que Deus os havia aceitado sem a observância da lei cerimonial” (Os Atos dos Apóstolos, p. 193, 1911). Ela acrescenta: “A questão da circuncisão foi resolvida pelo concílio em Jerusalém, e os gentios foram libertos do jugo pesado da lei cerimonial” (A História da Redenção, p. 297, 1947). Essa decisão unificou a comunidade por meio da fé em Cristo. Como essa mudança do ritual para a fé remodelou a adoração da igreja?

    A MUDANÇA ESPIRITUAL: DA SOMBRA À SUBSTÂNCIA

    Com o sacrifício de Cristo, a comunidade passou de rituais físicos para um culto espiritual centrado Nele. Com a morte de Cristo, a igreja mudou de rituais físicos para sacrifícios espirituais. O sistema cerimonial, um “jugo” pesado demais para suportar, foi removido. Pedro explicou: “Este jugo não era a lei dos dez mandamentos… mas a lei das cerimônias” (Sketches from the Life of Paul, p. 68, 1883). O sacrifício de Cristo tornou essas práticas obsoletas, levando-nos a abraçar a salvação somente pela fé. A irmã White escreveu: “O culto típico e as cerimônias a ele relacionadas foram abolidos na cruz” (SDA Bible Commentary, Vol. 6, p. 1061, 1957). “ O que era uma figura para o tempo então presente, no qual eram oferecidos tanto dons como sacrifícios, que não podiam tornar perfeito aquele que prestava o serviço, no que diz respeito à consciência” (Hebreus 9:9, KJV). “Por ele, portanto, ofereçamos continuamente a Deus sacrifício de louvor, isto é, o fruto dos nossos lábios, dando graças ao seu nome” (Hebreus 13:15, KJV). A irmã White observa: “O sistema cerimonial era composto de símbolos que apontavam para Cristo, para o Seu sacrifício e Seu sacerdócio” (O Desejado de Todas as Nações, p. 165, 1898). Ela afirma ainda: “Todo o sistema de tipos e símbolos era uma profecia compactada do evangelho, uma apresentação na qual estavam ligadas as promessas de redenção” (Os Atos dos Apóstolos, p. 14, 1911). O sacerdócio de Cristo tornou-se o foco de nossa fé, substituindo as sombras terrenas. Como essa transição reflete o amor de Deus por nós?

    O AMOR DE DEUS REFLETIDO NA TRANSIÇÃO

    O amor de Deus brilha através de Sua provisão de Cristo como o sacrifício supremo, abrindo um caminho direto para a salvação. O sistema cerimonial reflete o amor de Deus ao apontar para Seu plano definitivo de salvação. Deus não deixou a humanidade em sacrifícios perpétuos, mas providenciou Cristo como o Cordeiro de Deus. A irmã White afirma: “O sacrifício de Cristo é o glorioso cumprimento de toda a economia judaica” (SDA Bible Commentary, vol. 7, p. 932, 1957). O véu rasgado do templo simboliza um caminho aberto para Deus, quebrando as barreiras do pecado. Esse cumprimento revela um Deus que busca um relacionamento direto com a humanidade. “No dia seguinte, João viu Jesus vindo em sua direção e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (João 1:29, KJV). “E, tendo feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele reconciliar consigo todas as coisas, tanto as que estão na terra como as que estão nos céus” (Colossenses 1:20, KJV). A irmã White escreve: “Por meio de Cristo, o caminho para o Santo dos Santos foi aberto a todos os que O aceitassem como seu Salvador pessoal” (O Grande Conflito, p. 489, 1911). Ela também afirma: “A morte de Cristo na cruz garantiu a destruição daquele que tem o poder da morte, que foi o originador do pecado” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 470, 1889). O sacrifício de Cristo nos oferece uma conexão pessoal com Deus. Como podemos aplicar esse amor em nossas vidas pessoais e comunitárias?

    APLICAÇÃO PESSOAL E COMUNITÁRIA

    Somos chamados a viver o sacrifício de Cristo por meio de uma fé vibrante que transforma nossos corações e nossas comunidades. Devemos examinar nossa dependência de rituais em comparação com uma fé viva. Pessoalmente, reflito se realmente compreendo a profundidade do sacrifício de Cristo. Estou permitindo que Sua expiação transforme meu coração? Comunitariamente, devemos questionar se nossas igrejas são inclusivas, como a igreja primitiva aprendeu a ser. Estamos criando barreiras que Cristo já removeu? A irmã White nos desafia: “Deus não deu liberdade para restaurar esses ritos, ou para substituir qualquer coisa para lembrar os antigos sacrifícios literais” (Review and Herald, 25 de fevereiro de 1896, p. 8). “Porque todos vós sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus” (Gálatas 3:26, KJV). “Aproximemo-nos com coração sincero, em plena certeza de fé, tendo os nossos corações purificados de má consciência e os nossos corpos lavados com água pura” (Hebreus 10:22, KJV). A irmã White declara: “ A religião de Cristo significa mais do que o perdão dos pecados; significa tirar nossos pecados e preencher o vazio com as graças do Espírito Santo” (Christ’s Object Lessons, p. 419, 1900). Ela observa ainda: “A igreja é o agente por meio do qual Deus trabalha para a elevação da humanidade” (The Ministry of Healing, p. 148, 1905). Vamos abraçar a graça de Cristo para promover comunidades inclusivas e movidas pela fé. Como o papel de Cristo como nosso Sumo Sacerdote nos guia para a vida eterna?

    O SUMO SACERDOTE ETERNO

    O sacerdócio de Cristo ancora nossa fé, guiando-nos para a vida eterna por meio de Sua intercessão. A lei cerimonial cumpriu seu propósito, preparando a humanidade para a expiação final. O sacrifício de Cristo cumpriu todas as sombras e tipos, chamando-nos para uma fé ancorada em Seu amor e graça. Somos lembrados de nossa responsabilidade de defender a verdade do ministério de Cristo. Ao olharmos para Ele, encontramos nosso Sumo Sacerdote, que intercede por nós, guiando-nos para a vida eterna. “Por isso, ele pode salvar totalmente aqueles que por ele se aproximam de Deus, visto que vive para sempre para interceder por eles” (Hebreus 7:25, KJV). “Mas este homem, porque permanece para sempre, tem um sacerdócio imutável” (Hebreus 7:24, KJV). A Sra. White afirma: “Cristo é nosso advogado, intercedendo por nós nos tribunais celestiais” (Testemunhos para a Igreja, vol. 4, p. 568, 1881). Ela também escreve: “Por meio de Seu sacrifício, Cristo tornou possível que nos aproximássemos com ousadia do trono da graça” (O Desejado de Todas as Nações, p. 352, 1898). Vamos refletir esse amor transformador em nossas vidas e igrejas, apontando todos para o Cordeiro que tira o pecado do mundo.

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  • Efésios 4:12 “Para o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para a edificação do corpo de Cristo.”

    RESUMO

    A missão da igreja de divulgar o evangelho prospera quando participamos ativamente, compartilhando responsabilidades para fortalecer nossos esforços coletivos. Este artigo explora a necessidade crítica de nosso envolvimento no ministério, a importância da liderança compartilhada e o papel multifacetado do ministério na promoção do crescimento espiritual e do sucesso evangelístico.

    ENVOLVENDO-SE NA OBRA DE DEUS

    Nosso envolvimento na obra de Deus aumenta significativamente a missão da igreja. A irmã White observa que uma barreira significativa para o sucesso da verdade é a atitude passiva dos membros da igreja quando são feitos esforços para apresentar sua fé a outras pessoas. Em vez de sermos participantes ativos no ministério, muitas vezes ficamos à margem, permitindo que o fardo recaia inteiramente sobre o ministro. Essa falta de envolvimento diminui o impacto até mesmo dos sermões mais poderosos, levando a uma situação em que, apesar da mensagem ser exatamente o que é necessário, nenhuma alma é ganha para Cristo (Gospel Workers, p. 196, 1915). As Escrituras apoiam isso, pois somos chamados a ser ativos no serviço: “Assim brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (Mateus 5:16, KJV). Da mesma forma, “Cada um, segundo o dom que recebeu, ministre-o aos outros, como bons administradores da multiforme graça de Deus” (1 Pedro 4:10, KJV). A irmã White enfatiza ainda mais: “Cada alma deve ministrar. Ele deve usar todo o seu poder físico, moral e mental, por meio da santificação do Espírito, para fazer o bem aos outros” (Testemunhos para a Igreja, Volume 9, p. 246, 1909). Ela também observa: “A obra de Deus não deve ser feita por um ou dois, mas por todos os membros da igreja” (Serviço Cristão, p. 10, 1925). Nossa participação ativa garante que o evangelho alcance outras pessoas de maneira eficaz. Como podemos apoiar melhor nossos ministros por meio do envolvimento ativo?

    COMPARTILHANDO RESPONSABILIDADES DE LIDERANÇA

    Distribuir as responsabilidades de liderança fortalece a missão da igreja. Refletindo sobre seus primeiros anos de ministério, a Sra. White reconhece que ela e seu marido cometeram erros ao assumir encargos que deveriam ter sido compartilhados com outras pessoas. Inicialmente, um indivíduo desempenhou um papel crucial no estabelecimento e na liderança do movimento inicial, muitas vezes suportando o peso dos desafios e da oposição enfrentados. No entanto, à medida que o movimento crescia e mais indivíduos eram escolhidos para assumir funções de liderança, tornou-se evidente que esses fardos deveriam ter sido distribuídos entre os novos líderes (Testemunhos para a Igreja, Volume 3, pp. 500-501, 1875). As Escrituras reforçam esse princípio: “E ele deu alguns como apóstolos, outros como profetas, outros como evangelistas, outros como pastores e mestres, para o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para a edificação do corpo de Cristo” (Efésios 4:11-12, KJV). Além disso, “Levai as cargas uns dos outros, e assim cumprirei a lei de Cristo” (Gálatas 6:2, KJV). A Sra. White escreve: “O julgamento e as ideias de nenhum homem devem controlar o trabalho; mas muitas mentes e muitas mãos devem ser empregadas” (Manuscript Releases, Volume 13, p. 279, 1990). Ela também afirma: “A obra de Deus não deve ser levada adiante por um único homem, mas por um esforço conjunto” (Review and Herald, 26 de julho de 1892). A liderança compartilhada evita influências indevidas e promove a força coletiva. Qual é o propósito mais amplo do ministério na formação da igreja?

    O PAPEL MULTIFACETADO DO MINISTÉRIO

    O ministério abrange tanto a pregação quanto o cultivo de nosso crescimento espiritual. Os escritos da Sra. White enfatizam que os ministros não são chamados apenas para evangelizar, mas também para edificar a igreja, promovendo o crescimento espiritual entre seus membros e preparando-os para participar plenamente da obra de Deus (Testemunhos para a Igreja, Volume 3, p. 500, 1875). As Escrituras afirmam esse papel duplo: “E perseveravam na doutrina dos apóstolos, na comunhão, no partir do pão e nas orações” (Atos 2:42, KJV). Da mesma forma, “Apascentai o rebanho de Deus que está entre vós, tendo cuidado dele, não por constrangimento, mas voluntariamente; não por ganância, mas de boa vontade” (1 Pedro 5:2, KJV). A irmã White explica ainda: “Os ministros não devem fazer o trabalho que pertence aos membros da igreja, mas devem ensiná-los a trabalhar para o Mestre” (Testemunhos para a Igreja, Volume 7, p. 19, 1902). Ela também observa: “O trabalho do ministro é educar, treinar e disciplinar a igreja para o serviço” (Obreiros Evangélicos, p. 197, 1915). Essa abordagem holística nos equipa para o serviço ativo. Como nosso esforço coletivo aprimora a missão da igreja?

    O PODER DO ESFORÇO COLETIVO

    Nosso esforço coletivo impacta diretamente o sucesso evangelístico da igreja. A passividade dos membros da igreja e a sobrecarga dos líderes individuais são barreiras significativas para o sucesso nos esforços evangelísticos. Ao abordar essas questões, como aconselha a Sra. White, a igreja pode cumprir melhor sua missão, com cada membro desempenhando um papel ativo no avanço da obra de Deus. O ministério, portanto, não se resume apenas ao trabalho dos ministros, mas envolve o esforço coletivo de toda a igreja, trabalhando em conjunto para levar almas a Cristo. As Escrituras apoiam essa unidade: “ De quem todo o corpo, bem ajustado e unido por todas as juntas que o sustentam, segundo a justa operação de cada parte, recebe o seu crescimento, para a edificação de si mesmo em amor” (Efésios 4:16, KJV). Além disso, “Melhor são dois do que um, porque têm boa recompensa pelo seu trabalho” (Eclesiastes 4:9, KJV). A irmã White escreve: “A força da igreja reside na ação unida de seus membros” (Testemunhos para a Igreja, Volume 5, p. 535, 1889). Ela também afirma: “Quando todos trabalham juntos, a causa de Deus avança com poder” (Serviço Cristão, p. 75, 1925). Nossos esforços unidos amplificam o alcance do evangelho.

    “E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura” (Marcos 16:15, KJV).

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  • Salmo 25:5 (ASV): “Guia-me na tua verdade e ensina-me; pois tu és o Deus da minha salvação; por ti espero todo o dia.”

    RESUMO

    A jornada de Israel pelo deserto reflete nosso caminho espiritual, revelando o amor de Deus por meio da disciplina, da misericórdia e da libertação. Da perda e rebelião à fé e vitória, a história deles ressalta a necessidade de confiança e obediência ao plano de Deus. Por meio de provações, Deus nos refina, oferecendo cura e segundas chances, com a serpente elevada simbolizando o poder redentor de Cristo. Este artigo explora como nós, assim como Israel, devemos agir com fé, evitar murmurações e abraçar a orientação de Deus para cumprir Seu propósito.

    LIÇÕES DO DESERTO: FÉ EM MEIO ÀS PROVAÇÕES

    A jornada de Israel no deserto reflete nossas lutas com a fé e a obediência. Em Cades, a tristeza tomou conta de Israel com a morte de Miriam (Números 20:1, KJV). Pouco depois, Arão também faleceu no Monte Hor (Números 20:28, KJV). Essas mortes simbolizaram a transição e o fim de uma geração que resistiu à orientação de Deus. A comunidade chorou, mas seus corações permaneceram endurecidos. Ellen G. White escreve: “As provações da vida são os instrumentos de Deus para remover as impurezas e asperezas de nosso caráter” (O Desejado de Todas as Nações, p. 301, 1898). As Escrituras afirmam isso em Salmos 119:71: “Foi bom para mim ter sido afligido, para que eu aprendesse os teus estatutos”, e Hebreus 12:10, KJV: “Pois eles, na verdade, nos castigaram por alguns dias, segundo o seu próprio prazer; mas ele, para o nosso proveito, para que pudéssemos participar da sua santidade”. A irmã White afirma ainda: “Deus leva os homens a águas profundas, não para afogá-los, mas para purificá-los” (Mensagens para os Jovens, p. 102, 1930), e “As provações e os obstáculos são os métodos escolhidos pelo Senhor para disciplinar e as condições que Ele estabeleceu para o sucesso” (O Ministério da Cura, p. 471, 1905). Essas perdas tinham o objetivo de nos aproximar de Deus, mas muitas vezes resistimos à Sua obra de refinamento. Como reagimos quando as provações testam nossa fé no plano de Deus?

    DESVIOS DA DÚVIDA: OBEDIÊNCIA ATRASADA

    Deus pretendia um caminho direto para Canaã, mas nossas escolhas muitas vezes nos levam a desvios. Edom negou a passagem (Números 20:17-21, KJV), forçando Israel a seguir em direção ao Mar Vermelho. Esse desvio resultou de sua falta de fé anterior. A irmã White observa: “Não era Seu propósito que eles conquistassem a terra pela guerra, mas pela estrita obediência aos Seus mandamentos” (Patriarcas e Profetas, p. 392, 1890). Deuteronômio 1:2, KJV, afirma: “São onze dias de viagem desde Horebe, pelo caminho do monte Seir, até Cades-Barnéia”, mostrando a brevidade do caminho pretendido por Deus, enquanto Josué 5:6, KJV, revela: “Porque os filhos de Israel andaram quarenta anos no deserto, até que todo o povo que era homem de guerra, que saíra do Egito, se consumisse, por não terem obedecido à voz do Senhor”. A irmã White acrescenta: “Sua incredulidade os fez voltar a vagar no deserto” (The Story of Redemption, p. 158, 1947), e “Deus testa a fé de Seu povo colocando diante deles dificuldades que eles devem superar” (Testemunhos para a Igreja, vol. 4, p. 116, 1876). Nossa hesitação prolonga nossas provações, mas a fé nos leva adiante. O que atrasa nossa obediência ao claro chamado de Deus?

    VITÓRIA ATRAVÉS DA RENDICÃO

    A rendição completa traz vitória. Quando Israel enfrentou o rei de Arad, Deus concedeu sucesso depois que eles obedeceram plenamente (Números 21:1-3, KJV). Ao contrário da vacilação anterior, seu compromisso garantiu o triunfo. A irmã White explica: “A vitória é garantida quando a alma se rende totalmente a Cristo. Não é a nossa força, mas a Sua que vence” (Caminho a Cristo, p. 43, 1892). Números 14:24, KJV, afirma: “Mas meu servo Calebe, porque tinha outro espírito com ele e me seguiu plenamente, eu o levarei à terra”, e Deuteronômio 28:1, KJV, promete: “Se ouvires atentamente a voz do Senhor teu Deus, para guardares e cumprires todos os seus mandamentos que eu te ordeno hoje, o Senhor teu Deus te exaltará acima de todas as nações da terra”. A irmã White afirma ainda: “Aqueles que entregam sua vontade a Deus verão Sua mão em todas as circunstâncias” (Christ’s Object Lessons, p. 333, 1900), e “A verdadeira obediência é a manifestação de um princípio interior” (The Desire of Ages, p. 466, 1898). A rendição garante que o poder de Deus atue através de nós. Estamos totalmente comprometidos com a vontade de Deus em nossas vidas?

    MURMURAR: UMA BARREIRA ÀS BÊNÇÃOS

    Murmurar convida o sofrimento. Apesar da vitória, Israel reclamou, trazendo serpentes ardentes quando Deus retirou Sua proteção (Números 21:4-6, KJV). A Sra. White afirma: “Os efeitos fatais do pecado só podem ser removidos pela provisão que Deus fez” (Patriarcas e Profetas, p. 431, 1890). O Salmo 106:24-25, KJV, relata: “Sim, eles desprezaram a terra agradável, não creram em sua palavra; mas murmuraram em suas tendas e não deram ouvidos à voz do Senhor”, e 1 Coríntios 10:10, KJV, adverte: “Não murmureis, como alguns deles murmuraram e foram destruídos pelo destruidor”. A irmã White acrescenta: “Murmurações e reclamações impedem as bênçãos de Deus” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 87, 1882) e “Ao murmurar, desonramos a Deus e entristecemos o Seu Espírito Santo” (Mensagens Escolhidas, livro 1, p. 111, 1958). As reclamações nos cegam para a provisão de Deus, mas a confiança abre nossos olhos. Como podemos nos proteger contra a murmuração em nossas provações?

    FÉ EM CRISTO: A SERPENTE ELEVADA

    A misericórdia de Deus proporciona salvação por meio da fé. A serpente elevada exigia apenas um olhar para viver (Números 21:7-9, KJV). Jesus declarou: “E como Moisés levantou a serpente no deserto, assim também é necessário que o Filho do homem seja levantado” (João 3:14, KJV). A irmã White escreve: “Para que o pecador possa olhar para Cristo e viver” (Patriarcas e Profetas, p. 431, 1890). Isaías 45:22, KJV, exorta: “Olhai para mim, e sereis salvos, todos os confins da terra, porque eu sou Deus, e não há outro”, e Hebreus 12:2, KJV, exorta: “Olhando para Jesus, autor e consumador da nossa fé”. A irmã White acrescenta: “É contemplando-O que nos transformamos” (O Ministério da Cura, p. 419, 1905) e “Ao olhar para Jesus, recebemos perdão e paz” (Caminho a Cristo, p. 50, 1892). A fé simples em Cristo traz cura. Por que complicamos a salvação quando Deus pede apenas confiança?

    SEGUNDAS CHANCES: O PODER PERMANENTE DE DEUS

    Deus permanece fiel, concedendo segundas chances. Na fronteira de Canaã, Israel enfrentou oposição, mas triunfou através do poder de Deus (Números 21:10-13, 21-25, 32-35, KJV). A irmã White observa: “Quando o Senhor trouxe Seu povo pela segunda vez às fronteiras de Canaã, uma evidência adicional de Seu poder foi concedida” (Patriarcas e Profetas, p. 434, 1890). Lamentações 3:22-23, KJV, assegura: “É pela misericórdia do Senhor que não somos consumidos, porque as suas compaixões não falham. Elas se renovam a cada manhã”, e Salmos 136:1, KJV, declara: “Dai graças ao Senhor, porque ele é bom, porque a sua misericórdia dura para sempre”. A irmã White afirma: “A misericórdia de Deus se estende sempre àqueles que O buscam” (O Grande Conflito, p. 519, 1888) e “O Senhor nunca abandona aqueles que confiam Nele” (Testemunhos para a Igreja, vol. 7, p. 214, 1902). O poder de Deus nos sustenta apesar de nossas falhas. Confiamos em Sua misericórdia quando nos é oferecida outra chance?

    AMOR ATRAVÉS DA DISCIPLINA

    O amor de Deus refina por meio da disciplina. A jornada de Israel mostra o amor como um fogo purificador. Hebreus 12:6, KJV, afirma: “O Senhor corrige aquele que ama”. A irmã White afirma: “Deus permite que as provações venham, para que sejamos purificados, enobrecidos e tornados aptos para o céu” (O Ministério da Cura, p. 471, 1905). Provérbios 3:11-12, KJV, acrescenta: “Meu filho, não desprezes a correção do Senhor, nem te canses da sua repreensão; porque o Senhor corrige aquele que ama”, e Apocalipse 3:19, KJV, confirma: “A todos aqueles que amo, repreendo e castigo; portanto, sê zeloso e arrepende-te”. A irmã White escreve ainda: “O amor de Deus é demonstrado em Sua disciplina, preparando-nos para a eternidade” (Testemunhos para a Igreja, vol. 3, p. 365, 1875) e “Por meio da aflição, Deus nos revela as manchas em nosso caráter” (Pensamentos do Monte da Bênção, p. 117, 1896). A disciplina nos fortalece para a eternidade. Como podemos abraçar o amor corretivo de Deus?

    AGIR COM FÉ

    A obediência imediata reflete a verdadeira fé. A irmã White adverte: “Os anjos malignos estão prontos para contestar cada passo adiante” (Patriarcas e Profetas, p. 423, 1890). Tiago 2:26, KJV, declara: “A fé sem obras é morta”, e Hebreus 11:6, KJV, afirma: “Sem fé é impossível agradar a Deus, pois quem se aproxima dele precisa acreditar que ele existe e que recompensa aqueles que o buscam diligentemente”. A Sra. White acrescenta: “A obediência é o teste do discipulado” (Christ’s Object Lessons, p. 282, 1900), e “A fé é aperfeiçoada pelas obras” (Testimonies for the Church, Vol. 1, p. 620, 1867). Devemos agir quando Deus chama, confiando em Seu plano. Como avançamos na fé sem hesitação?

    UNIDADE EM VEZ DE DISCÓRDIA

    A murmuração destrói a unidade. A irmã White afirma: “Satanás procura acender um espírito de contenda ou despertar murmuração ou incredulidade” (Patriarcas e Profetas, p. 423, 1890). Gálatas 6:2, KJV, exorta: “Levai as cargas uns dos outros e, assim, cumpri a lei de Cristo”, e Efésios 4:3, KJV, exorta: “Esforçando-vos por manter a unidade do Espírito no vínculo da paz”. A irmã White escreve: “A unidade é a força da igreja” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 236, 1882) e “O amor é o cumprimento da lei” (O Desejado de Todas as Nações, p. 607, 1898). Fortalecemos a comunidade promovendo o amor e a confiança. Como promovemos a unidade em nossa comunidade?

    LIÇÕES PARA HOJE

    A jornada de Israel nos oferece lições. Seus fracassos destacam o perigo da murmuração, enquanto suas vitórias mostram o poder da fé. A serpente simbolizava Cristo, nosso Curador. A irmã White escreve: “A história da vida de Israel no deserto foi registrada para o benefício do Israel de Deus até o fim dos tempos” (The Signs of the Times, 26 de maio de 1881) . 1 Coríntios 10:11, KJV, confirma: “Agora, todas essas coisas lhes aconteceram como exemplos e foram escritas para nossa admoestação”, e Romanos 15:4, KJV, acrescenta: “Porque tudo o que foi escrito anteriormente foi escrito para nosso aprendizado”. A Sra. White afirma: “As experiências de Israel estão registradas para nossa instrução” (Testemunhos para a Igreja, vol. 6, p. 11, 1900), e “Devemos aprender com os erros do passado” (Review and Herald, 7 de julho de 1904). Devemos confiar e obedecer à orientação de Deus. Como aplicamos essas lições à nossa caminhada com Deus?

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  • Lucas 9:62 “E Jesus lhe disse: Ninguém, tendo posto a mão no arado e olhando para trás, é apto para o reino de Deus.”

    RESUMO

    Este artigo explora a necessidade de compromisso inabalável e prontidão no cumprimento da missão de Deus, enfatizando que as preocupações e hesitações pessoais não devem impedir o serviço divino. Com base nas Escrituras e nos escritos de Ellen G. White, ele destaca a importância de priorizar a obra de Deus acima dos laços terrenos, superar as barreiras autoimpostas e valorizar o tempo como um recurso sagrado para o avanço do Seu reino.

    COMPROMISSO COM A MISSÃO DE DEUS

    Nosso compromisso com a missão de Deus exige dedicação inabalável, sem obstáculos de laços terrenos ou preocupações pessoais. Ellen G. White enfatiza a importância da pontualidade e da determinação no serviço a Deus, afirmando que atrasos na execução de Sua obra são equivalentes a derrotas, muitas vezes decorrentes da priorização do conforto pessoal ou da evitação de tarefas desagradáveis (Testemunhos para a Igreja, vol. 3, pp. 499-500, 1875). Esse ensinamento ressalta que as preocupações terrenas, mesmo os deveres familiares, devem permanecer secundárias à missão divina. As Escrituras apoiam essa prioridade com as palavras de Jesus: “Quem ama mais o pai ou a mãe do que a mim não é digno de mim” (Mateus 10:37, KJV). Da mesma forma, somos chamados a um serviço diligente: “Tudo o que a tua mão encontrar para fazer, faze-o com toda a tua força” (Eclesiastes 9:10, KJV). A irmã White esclarece ainda mais esse dever: “A obra de Deus requer todas as energias da alma, e nada deve interferir nela” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 456, 1889). Ela também adverte: “Não deixe que nada, por mais querido que seja, por mais amado que seja, absorva seu tempo e seus talentos e o impeça de se dedicar totalmente ao serviço de Deus” (Mensagens para os Jovens, p. 315, 1930). Esses ensinamentos afirmam que a missão de Deus requer prontidão e dedicação total, mesmo à custa do conforto pessoal. Como podemos imitar o exemplo de consagração completa de Cristo em nosso serviço a Deus?

    O EXEMPLO DE SACRIFÍCIO DE CRISTO

    A vida de Jesus Cristo exemplifica a consagração completa exigida no serviço a Deus, rompendo todas as conexões terrenas para cumprir a missão de salvação. A irmã White escreve que Jesus exige de nós um nível semelhante de compromisso total, em que sacrifícios pessoais e emocionais são essenciais para o avanço da obra de Deus (Testemunhos para a Igreja, vol. 3, p. 500, 1875). Esse sacrifício se reflete nas Escrituras: “Pois quem quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas quem perder a sua vida por minha causa, achá-la-á” (Mateus 16:25, KJV). Além disso, a dedicação de Cristo é evidente em Suas palavras: “Devo fazer as obras daquele que me enviou, enquanto é dia” (João 9:4, KJV). A irmã White reforça esse princípio: “Cristo renunciou a tudo, até mesmo à Sua vida, para que o homem pudesse ser redimido” (O Desejado de Todas as Nações, p. 417, 1898). Ela afirma ainda: “Aqueles que desejam seguir a Cristo devem estar dispostos a renunciar a tudo por Sua causa” (Parábolas de Jesus, p. 116, 1900). Esses ensinamentos destacam que o desconforto pessoal é um pequeno preço a pagar pelo privilégio de servir à causa de Deus. Que barreiras nos impedem de alinhar totalmente nossas prioridades com a vontade de Deus?

    SUPERANDO OBSTÁCULOS AUTOIMPOSTOS

    Os obstáculos autoimpostos, como priorizar o conforto pessoal, muitas vezes retardam a obra de Deus. A irmã White explica que muitos consideram louvável sua abordagem cautelosa e hesitante em relação a tarefas difíceis, quando, na realidade, isso impede grandemente a missão divina (Testemunhos para a Igreja, vol. 3, p. 500, 1875). As Escrituras advertem contra tal hesitação: “Quem observa o vento não semeará, e quem observa as nuvens não ceifará” (Eclesiastes 11:4, KJV). Da mesma forma, somos exortados a agir prontamente: “Ide agora, vós que dizeis: Hoje ou amanhã iremos a tal cidade… Vós, porém, não sabeis o que será amanhã” (Tiago 4:13-14, KJV). A irmã White adverte ainda: “Muitos não estão dispostos a envidar esforços altruístas e, assim, impedem o avanço da causa de Deus” (Testemunhos para a Igreja, vol. 6, p. 424, 1901). Ela também observa: “A procrastinação é a ladra do tempo na obra de Deus” (Mensagens Escolhidas, Livro 1, p. 117, 1958). Esses ensinamentos revelam que, ao evitar tarefas desafiadoras, inadvertidamente atrasamos a missão de Deus. Como podemos identificar e eliminar essas barreiras autoimpostas para servir a Deus de maneira eficaz?

    VALORIZANDO O TEMPO A SERVIÇO DE DEUS

    Cada momento perdido devido à hesitação em cumprir as ordens de Deus diminui as oportunidades de avançar Seu reino. A irmã White adverte que os atrasos, muitas vezes enraizados na relutância em enfrentar tarefas difíceis, resultam em oportunidades perdidas para o crescimento espiritual e o evangelismo (Testemunhos para a Igreja, vol. 3, p. 500, 1875). As Escrituras enfatizam o valor do tempo: “Para tudo há um tempo, e um tempo para todo propósito debaixo do céu” (Eclesiastes 3:1, KJV). Também somos lembrados de agir com urgência: “Eis que agora é o tempo aceitável, eis que agora é o dia da salvação” (2 Coríntios 6:2, KJV). A irmã White ressalta essa urgência: “O tempo é curto, e o que deve ser feito deve ser feito rapidamente” (Testemunhos para a Igreja, vol. 9, p. 154, 1909). Ela afirma ainda: “Cada momento tem um valor infinito na obra de Deus” (O Ministério da Cura, p. 509, 1905). Priorizar tarefas essenciais em detrimento das triviais garante que a obra de Deus progrida sem contratempos. Como podemos administrar melhor nosso tempo para maximizar o impacto da missão de Deus?

    AVANÇANDO O REINO DE DEUS

    A prontidão e o sacrifício no serviço de Deus nos permitem avançar Seu reino de forma eficaz, livres de atrasos autoimpostos. Os escritos da irmã White em Testemunhos para a Igreja fornecem uma orientação clara de que nada, especialmente preocupações pessoais ou familiares, deve impedir essa obra (Testemunhos para a Igreja, vol. 3, pp. 499-500, 1875). As Escrituras reforçam esse chamado à ação: “Não nos cansemos de fazer o bem, pois, se não desfalecermos, colheremos no tempo certo” (Gálatas 6:9, KJV). Também somos encorajados a permanecer firmes: “Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis, sempre abundantes na obra do Senhor” (1 Coríntios 15:58, KJV). A irmã White afirma: “A obra de Deus deve ser levada adiante com intensidade e zelo” (Obreiros Evangélicos, p. 93, 1915). Ela também declara: “Aqueles que estão engajados na obra do Senhor não devem demorar, mas avançar com fé e coragem” (Testemunhos para a Igreja, vol. 7, p. 19, 1902). Esses ensinamentos enfatizam que eliminar os obstáculos garante que nossos esforços estejam alinhados com o tempo e o propósito divinos. Como podemos cultivar um coração totalmente dedicado à missão de Deus?

    “Vede, pois, que andeis com circunspecção, não como insensatos, mas como sábios, resgatando o tempo, porque os dias são maus” (Efésios 5:15-16, KJV).

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  • Atos 5:42 “E todos os dias, no templo e em todas as casas, não cessavam de ensinar e pregar a Jesus Cristo.”

    RESUMO

    A comunidade encontra inspiração na paixão fervorosa dos primeiros discípulos por divulgar o evangelho, conforme descrito neste artigo. Seu zelo, enraizado em profunda comunhão com Cristo e fortalecido pelo Espírito Santo, serve de modelo para cultivarmos uma dedicação semelhante à missão de Deus por meio da oração, da rendição e do serviço ativo.

    ZEALO ARDENTE DOS PRIMEIROS DISCÍPULOS

    Os primeiros discípulos de Cristo eram movidos por uma paixão intensa e fervorosa que os impulsionava a espalhar o evangelho até os confins da terra. Esse zelo ardente, descrito em Testemunhos para a Igreja (Vol. 7, pp. 31-32, 1902), não era uma mera emoção passageira, mas uma benevolência profunda e abrangente que consumia seus corações e mentes. Seu desejo de glorificar a Deus por meio da cruz de Cristo era tão profundo que ofuscava todas as outras ambições. Esse intenso anseio de salvar almas e aumentar a igreja refletia um compromisso com o cumprimento da Grande Comissão, que Cristo lhes havia confiado. A dedicação dos discípulos serve como um poderoso exemplo do poder transformador do Espírito Santo quando os indivíduos se rendem totalmente à vontade de Deus. As Escrituras afirmam isso em Atos 1:8, KJV: “Mas recebereis poder, depois que o Espírito Santo vier sobre vós, e sereis minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra.” Da mesma forma, Romanos 12:11, KJV, afirma: “Não sejais preguiçosos no trabalho; sede fervorosos no espírito; servi ao Senhor.” A irmã White enfatiza ainda mais: “Os discípulos deveriam ser colaboradores do seu Redentor na obra de salvar almas” (O Desejado de Todas as Nações, p. 297, 1898). Ela acrescenta: “O Espírito de Cristo, agindo no coração, torna-o um coração missionário” (Obreiros Evangelísticos, p. 470, 1915). A paixão dos discípulos nos desafia a priorizar a missão de Deus em nossas vidas. Como podemos cultivar esse zelo fervoroso em nossa caminhada diária com Cristo?

    COMUNHÃO COM CRISTO

    A devoção inabalável dos discípulos a Cristo não era uma qualidade inerente, mas sim o resultado de uma comunhão sincera e humilde com Ele. A irmã White destaca esse processo, enfatizando que “pela graça de Cristo, os apóstolos se tornaram o que eram” (Testemunhos para a Igreja, vol. 7, p. 32, 1902). Isso ressalta a importância de uma vida de oração consistente e sincera no cultivo de um relacionamento íntimo com Cristo. As experiências dos apóstolos revelam que sua capacidade de cumprir sua missão derivava diretamente de sua dependência de Deus em oração. Seu compromisso com a oração e a comunhão com Cristo levou ao dom do Espírito Santo, que os capacitou a pregar o evangelho com ousadia e eficácia, resultando, em última análise, na salvação de muitas almas e no estabelecimento de inúmeras igrejas. Filipenses 4:6, KJV, instrui: “Não andeis ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, com ação de graças, sejam os vossos pedidos conhecidos diante de Deus”. Da mesma forma, Colossenses 4:2, KJV, exorta: “Perseverai na oração, e vigiai nela com ação de graças”. A irmã White escreve: “A oração é a chave na mão da fé para abrir o tesouro do céu” (Steps to Christ, p. 94, 1892). Ela também observa: “Por meio da oração sincera, somos levados a nos conectar com a mente do Infinito” (O Ministério da Cura, p. 509, 1905). Essa comunhão nos capacita a cumprir a missão de Deus com poder. Qual é o papel da oração em nos capacitar para o serviço de Deus?

    IMPACTO DO MINISTÉRIO DOS APÓSTOLOS

    O sucesso dos apóstolos na divulgação do evangelho reside no profundo impacto de seu ministério. Como observa a Sra. White (1902), os discípulos “saíram, carregados com o fardo de salvar almas, cheios de zelo para estender os triunfos da cruz” (Testemunhos para a Igreja, vol. 7, p. 32, 1902). Essa declaração reflete a profunda responsabilidade que sentiam em relação à sua missão e sua determinação em garantir que a mensagem da salvação chegasse a todos os cantos da Terra. Seu zelo não era motivado por ambição pessoal, mas por uma preocupação genuína com o destino eterno dos outros. O ministério dos apóstolos serve como um testemunho do poder transformador do Espírito Santo e da eficácia de uma vida totalmente dedicada ao serviço de Deus. O sucesso deles em trazer muitos das trevas para a luz e em estabelecer igrejas em várias regiões é resultado direto de seu compromisso inabalável com o evangelho. Atos 4:31, KJV, relata: “E, tendo eles orado, abalou-se o lugar em que estavam reunidos; e todos ficaram cheios do Espírito Santo e anunciavam com ousadia a palavra de Deus”. Da mesma forma, 2 Timóteo 1:7, KJV, declara: “Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de poder, e de amor, e de moderação”. A irmã White afirma: “A obra de Deus nesta terra nunca poderá ser concluída, exceto pelo poder do Espírito Santo” (Os Atos dos Apóstolos, p. 50, 1911). Ela acrescenta: “Aqueles que consagram suas vidas ao serviço de Deus serão dotados de poder do alto” (Christ’s Object Lessons, p. 327, 1900). O exemplo deles nos inspira a servir com dedicação semelhante. Como podemos garantir que nossas ações reflitam o mesmo fardo pelas almas?

    MODELO DE ZELO PARA NÓS

    O zelo ardente que encheu o coração dos discípulos é um modelo para nós. Seu intenso desejo de glorificar a Deus e espalhar a mensagem da cruz nasceu da devoção sincera, da oração humilde e da comunhão íntima com Cristo. O sucesso dos apóstolos em sua missão foi uma prova do poder do Espírito Santo agindo por meio de indivíduos que se entregaram totalmente a Deus. Ao refletirmos sobre o exemplo deles, somos lembrados da importância de cultivar um relacionamento profundo e sincero com Cristo, permitindo que o Espírito Santo encha nossos corações com o mesmo zelo e paixão que motivaram os primeiros discípulos. Precisamos considerar o que a lealdade a Cristo exige de cada membro da igreja. É essencial reconhecer que esse zelo ardente deve ser acompanhado de um compromisso inabalável de viver os princípios do evangelho em nossa vida diária. 1 Coríntios 15:58, KJV, encoraja: “Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis, sempre abundantes na obra do Senhor”. Da mesma forma, Gálatas 6:9, KJV, afirma: “E não nos cansemos de fazer o bem, pois, se não desfalecermos, colheremos no tempo certo”. A irmã White escreve: “Um reavivamento da verdadeira piedade entre nós é a maior e mais urgente de todas as nossas necessidades” (Mensagens Escolhidas, Livro 1, p. 121, 1958). Ela observa ainda: “A vida do verdadeiro crente revela um Salvador que habita nele” (Testemunhos para a Igreja, vol. 6, p. 443, 1901). Esse zelo nos chama à fé e ao serviço ativos. Como podemos incorporar o evangelho em nossas interações diárias?

    VIVER O EVANGELHO ATRAVÉS DA AÇÃO

    Esse compromisso exige que não apenas proclamemos a mensagem de Cristo, mas também a incorporemos através de nossas ações e interações com os outros. Viver o evangelho requer que reflitamos o amor e o caráter de Cristo em todos os aspectos de nossas vidas, desde nossas palavras até nossas ações. Os apóstolos demonstraram isso por meio de seu serviço abnegado e dedicação inabalável à missão de Deus. João 13:35, KJV, afirma: “Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros”. Da mesma forma, Tiago 2:17, KJV, afirma: “Assim também a fé, se não tiver obras, é morta, sendo só”. A irmã White enfatiza: “O argumento mais forte a favor do evangelho é um cristão amoroso e amável” (O Ministério da Cura, p. 470, 1905). Ela também escreve: “A vida de Cristo na alma é uma fonte de amor, que flui em boas obras” (Parábolas de Jesus, p. 416, 1900). Ao viver o evangelho, nos tornamos faróis da verdade e do amor de Deus, atraindo outros a Ele. Como nossas vidas podem refletir o poder transformador do evangelho para aqueles ao nosso redor?

    “Ide, portanto, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mateus 28:19, KJV).

    Para mais artigos, acesse www.faithfundamentals.blog ou nosso podcast em: https://rss.com/podcasts/the-lamb.

    Se você tiver um pedido de oração, deixe-o nos comentários abaixo. As reuniões de oração são realizadas às terças, quartas, sextas e sábados. Para participar, insira seu endereço de e-mail na seção de comentários.

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  • Atos 5:42 “E todos os dias, no templo e em todas as casas, não cessavam de ensinar e pregar a Jesus Cristo.”

    RESUMO

    A comunidade encontra inspiração na paixão fervorosa dos primeiros discípulos por divulgar o evangelho, conforme descrito neste artigo. Seu zelo, enraizado na profunda comunhão com Cristo e fortalecido pelo Espírito Santo, serve de modelo para cultivarmos uma dedicação semelhante à missão de Deus por meio da oração, da rendição e do serviço ativo.

    O ZELO ARDENTE DOS PRIMEIROS DISCÍPULOS

    Os primeiros discípulos de Cristo eram movidos por uma paixão intensa e fervorosa que os impulsionava a espalhar o evangelho até os confins da terra. Esse zelo ardente, descrito em Testemunhos para a Igreja (Vol. 7, pp. 31-32, 1902), não era uma mera emoção passageira, mas uma benevolência profunda e abrangente que consumia seus corações e mentes. Seu desejo de glorificar a Deus por meio da cruz de Cristo era tão profundo que ofuscava todas as outras ambições. Esse intenso anseio de salvar almas e aumentar a igreja refletia um compromisso com o cumprimento da Grande Comissão, que Cristo lhes havia confiado. A dedicação dos discípulos serve como um poderoso exemplo do poder transformador do Espírito Santo quando os indivíduos se rendem totalmente à vontade de Deus. As Escrituras afirmam isso em Atos 1:8, KJV: “Mas recebereis poder, depois que o Espírito Santo vier sobre vós, e sereis minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra.” Da mesma forma, Romanos 12:11, KJV, afirma: “Não sejais preguiçosos no trabalho; sede fervorosos no espírito; servi ao Senhor.” A irmã White enfatiza ainda mais: “Os discípulos deveriam ser colaboradores do seu Redentor na obra de salvar almas” (O Desejado de Todas as Nações, p. 297, 1898). Ela acrescenta: “O Espírito de Cristo, agindo no coração, torna-o um coração missionário” (Obreiros Evangelísticos, p. 470, 1915). A paixão dos discípulos nos desafia a priorizar a missão de Deus em nossas vidas. Como podemos cultivar esse zelo fervoroso em nossa caminhada diária com Cristo?

    COMUNHÃO COM CRISTO

    A devoção inabalável dos discípulos a Cristo não era uma qualidade inerente, mas sim o resultado de uma comunhão sincera e humilde com Ele. A irmã White destaca esse processo, enfatizando que “pela graça de Cristo, os apóstolos se tornaram o que eram” (Testemunhos para a Igreja, vol. 7, p. 32, 1902). Isso ressalta a importância de uma vida de oração consistente e sincera no cultivo de um relacionamento íntimo com Cristo. As experiências dos apóstolos revelam que sua capacidade de cumprir sua missão derivava diretamente de sua dependência de Deus em oração. Seu compromisso com a oração e a comunhão com Cristo levou ao dom do Espírito Santo, que os capacitou a pregar o evangelho com ousadia e eficácia, resultando, em última análise, na salvação de muitas almas e no estabelecimento de inúmeras igrejas. Filipenses 4:6, KJV, instrui: “Não andeis ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, com ação de graças, sejam os vossos pedidos conhecidos diante de Deus”. Da mesma forma, Colossenses 4:2, KJV, exorta: “Perseverai na oração, e vigiai nela com ação de graças”. A irmã White escreve: “A oração é a chave na mão da fé para abrir o tesouro do céu” (Steps to Christ, p. 94, 1892). Ela também observa: “Por meio da oração sincera, somos levados a nos conectar com a mente do Infinito” (O Ministério da Cura, p. 509, 1905). Essa comunhão nos capacita a cumprir a missão de Deus com poder. Qual é o papel da oração em nos capacitar para o serviço de Deus?

    IMPACTO DO MINISTÉRIO DOS APÓSTOLOS

    O sucesso dos apóstolos na divulgação do evangelho reside no profundo impacto de seu ministério. Como observa a Sra. White (1902), os discípulos “saíram, carregados com o fardo de salvar almas, cheios de zelo para estender os triunfos da cruz” (Testemunhos para a Igreja, vol. 7, p. 32, 1902). Essa declaração reflete a profunda responsabilidade que sentiam em relação à sua missão e sua determinação em garantir que a mensagem da salvação chegasse a todos os cantos da Terra. Seu zelo não era motivado por ambição pessoal, mas por uma preocupação genuína com o destino eterno dos outros. O ministério dos apóstolos serve como um testemunho do poder transformador do Espírito Santo e da eficácia de uma vida totalmente dedicada ao serviço de Deus. O sucesso deles em trazer muitos das trevas para a luz e em estabelecer igrejas em várias regiões é resultado direto de seu compromisso inabalável com o evangelho. Atos 4:31, KJV, relata: “E, tendo eles orado, abalou-se o lugar em que estavam reunidos; e todos ficaram cheios do Espírito Santo e anunciavam com ousadia a palavra de Deus”. Da mesma forma, 2 Timóteo 1:7, KJV, declara: “Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de poder, e de amor, e de moderação”. A irmã White afirma: “A obra de Deus nesta terra nunca poderá ser concluída, exceto pelo poder do Espírito Santo” (Os Atos dos Apóstolos, p. 50, 1911). Ela acrescenta: “Aqueles que consagram suas vidas ao serviço de Deus serão dotados de poder do alto” (Christ’s Object Lessons, p. 327, 1900). O exemplo deles nos inspira a servir com dedicação semelhante. Como podemos garantir que nossas ações reflitam o mesmo fardo pelas almas?

    MODELO DE ZELO PARA NÓS

    O zelo ardente que enchia o coração dos discípulos é um modelo para nós. Seu intenso desejo de glorificar a Deus e espalhar a mensagem da cruz nasceu de uma devoção sincera, oração humilde e comunhão íntima com Cristo. O sucesso dos apóstolos em sua missão foi uma prova do poder do Espírito Santo agindo por meio de indivíduos que se entregaram totalmente a Deus. Ao refletirmos sobre o exemplo deles, somos lembrados da importância de cultivar um relacionamento profundo e sincero com Cristo, permitindo que o Espírito Santo encha nossos corações com o mesmo zelo e paixão que motivaram os primeiros discípulos. Precisamos considerar o que a lealdade a Cristo exige de cada membro da igreja. É essencial reconhecer que esse zelo ardente deve ser acompanhado de um compromisso inabalável de viver os princípios do evangelho em nossa vida diária. 1 Coríntios 15:58, KJV, encoraja: “Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis, sempre abundantes na obra do Senhor”. Da mesma forma, Gálatas 6:9, KJV, afirma: “E não nos cansemos de fazer o bem, pois, se não desfalecermos, colheremos no tempo certo”. A irmã White escreve: “Um reavivamento da verdadeira piedade entre nós é a maior e mais urgente de todas as nossas necessidades” (Mensagens Escolhidas, Livro 1, p. 121, 1958). Ela observa ainda: “A vida do verdadeiro crente revela um Salvador que habita nele” (Testemunhos para a Igreja, vol. 6, p. 443, 1901). Esse zelo nos chama à fé e ao serviço ativos. Como podemos incorporar o evangelho em nossas interações diárias?

    VIVER O EVANGELHO ATRAVÉS DA AÇÃO

    Esse compromisso exige que não apenas proclamemos a mensagem de Cristo, mas também a incorporemos através de nossas ações e interações com os outros. Viver o evangelho requer que reflitamos o amor e o caráter de Cristo em todos os aspectos de nossas vidas, desde nossas palavras até nossas ações. Os apóstolos demonstraram isso por meio de seu serviço abnegado e dedicação inabalável à missão de Deus. João 13:35, KJV, afirma: “Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros”. Da mesma forma, Tiago 2:17, KJV, afirma: “Assim também a fé, se não tiver obras, é morta, sendo só”. A irmã White enfatiza: “O argumento mais forte a favor do evangelho é um cristão amoroso e amável” (O Ministério da Cura, p. 470, 1905). Ela também escreve: “A vida de Cristo na alma é uma fonte de amor, que flui em boas obras” (Parábolas de Jesus, p. 416, 1900). Ao viver o evangelho, nos tornamos faróis da verdade e do amor de Deus, atraindo outros a Ele. Como nossas vidas podem refletir o poder transformador do evangelho para aqueles ao nosso redor?

    “Ide, portanto, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mateus 28:19, KJV).

    Para mais artigos, acesse www.faithfundamentals.blog ou nosso podcast em: https://rss.com/podcasts/the-lamb.

    Se você tiver um pedido de oração, deixe-o nos comentários abaixo. As reuniões de oração são realizadas às terças, quartas, sextas e sábados. Para participar, insira seu endereço de e-mail na seção de comentários.

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  • Atos 4:31 “E, tendo orado, abanou-se o lugar em que estavam reunidos; e todos ficaram cheios do Espírito Santo e anunciavam com ousadia a palavra de Deus.”

    RESUMO

    A lealdade a Cristo nos chama à participação ativa na missão da igreja, onde cada membro desempenha um papel vital no serviço, nutrindo novos crentes e promovendo o Evangelho. Por meio do envolvimento diligente, cumprimos uma aliança sagrada de usar os dons que Deus nos deu, promovendo o crescimento espiritual e o sucesso coletivo ao compartilhar a verdade com o mundo.

    LEALDADE A CRISTO POR MEIO DO SERVIÇO ATIVO

    A lealdade a Cristo exige mais do que uma mera profissão verbal de fé; requer participação ativa na vida e na missão da igreja. Ellen G. White, em Educação, destaca que a igreja é organizada principalmente para o serviço, enfatizando que uma vida de serviço a Cristo começa com uma conexão com a igreja (Educação, p. 268-269, 1903). Essa conexão não é passiva, mas envolve o desempenho fiel dos deveres da igreja, que servem tanto como parte crítica do treinamento espiritual quanto como um caminho direto para ministrar ao mundo em geral. Em uma igreja verdadeiramente imbuída da vida de Cristo, espera-se que contribuamos ativamente para a missão da igreja, cumprindo assim nosso chamado para servir aos outros. Outras escrituras afirmam isso: “E consideremo-nos uns aos outros para nos estimular ao amor e às boas obras” (Hebreus 10:24, KJV). “Porque somos obra sua, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas” (Efésios 2:10, KJV). A irmã White acrescenta: “A igreja é a agência designada por Deus para a salvação dos homens” (Os Atos dos Apóstolos, p. 9, 1911). Ela também afirma: “Todo verdadeiro discípulo nasce no reino de Deus como missionário” (O Desejado de Todas as Nações, p. 195, 1898). Essa expectativa é fundamental para a vida cristã, pois a lealdade a Cristo está intimamente ligada ao cumprimento diligente e fiel das responsabilidades dentro da comunidade. Como, então, a pregação se encaixa nessa missão mais ampla de serviço?

    CULTIVANDO ATRAVÉS DO ESFORÇO COLETIVO

    A pregação, muitas vezes vista como a tarefa central do ministério da igreja, é apenas uma pequena parte do trabalho necessário para a salvação das almas. A irmã White enfatiza em Testemunhos para a Igreja, Volume Quatro, que embora os ministros desempenhem um papel vital na transmissão da verdade, a responsabilidade mais ampla de nutrir os novos crentes recai sobre nós (Testemunhos para a Igreja, Volume Quatro, p. 69, 1876). O Espírito de Deus convence os indivíduos da verdade e os coloca sob os cuidados da comunidade, onde devem ser nutridos e apoiados espiritualmente. Esse processo de nutrição envolve muito mais do que apenas pregar; exige que nos envolvamos com os novos crentes por meio da oração e de conversas significativas e encorajadoras. As Escrituras reforçam esse dever: “Carregai as cargas uns dos outros e assim cumprirei a lei de Cristo” (Gálatas 6:2, KJV). “E sede bondosos uns para com os outros, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, assim como Deus, por amor de Cristo, vos perdoou” (Efésios 4:32, KJV). A irmã White escreve: “A obra de Deus deve ser realizada pela cooperação de agentes humanos e divinos” (Testemunhos para a Igreja, Volume Cinco, p. 203, 1882). Ela observa ainda: “A igreja deve ser uma agência ativa e viva, cooperando com as inteligências celestiais” (Testemunhos para a Igreja, Volume Seis, p. 29, 1900). Essa responsabilidade é uma confiança sagrada, indicando que cada um de nós é chamado a se envolver ativamente no crescimento espiritual dos outros, refletindo a natureza comunitária da fé cristã. O que isso significa para a responsabilidade coletiva que todos nós compartilhamos?

    ALIANÇA COMPARTILHADA NA MISSÃO DE CRISTO

    O trabalho da igreja não pode ser deixado apenas para alguns poucos selecionados. A irmã White, em Gospel Workers, afirma que, quando Cristo ascendeu, Ele confiou a igreja e todos os seus interesses aos Seus seguidores, o que significa que cada um de nós faz parte de uma aliança solene para promover a causa de Cristo (Gospel Workers, p. 200, 1915). Este pacto envolve reconhecer que cada um de nós tem um papel específico a desempenhar e um fardo a carregar na vida e na missão da igreja. Se todos nós sentíssemos essa responsabilidade individual, haveria um crescimento e um avanço espiritual significativos. Outras escrituras apoiam isso: “Cada um examine a sua própria obra, e então terá motivo de se regozijar somente em si mesmo, e não em outro” (Gálatas 6:4, KJV). “Portanto, enquanto temos oportunidade, façamos o bem a todos, especialmente aos da família da fé” (Gálatas 6:10, KJV). A irmã White afirma: “Toda alma deve ministrar” (O Ministério da Cura, p. 148, 1905). Ela também declara: “Deus espera serviço pessoal de todos aqueles a quem Ele confiou o conhecimento da verdade” (Testemunhos para a Igreja, Volume Nove, p. 19, 1909). A consciência dessa responsabilidade deve nos levar a buscar continuamente a Deus pela força e graça necessárias para cumprir nossos papéis, resultando em uma comunidade mais vibrante e espiritualmente saudável. Como podemos garantir que as atividades da nossa igreja realizem plenamente seu potencial?

    ENVOLVENDO-SE TOTALMENTE NA MISSÃO DA IGREJA

    Muitas vezes, as reuniões e atividades da igreja ficam aquém de seu potencial quando deixamos de reconhecer nossa responsabilidade de levar as almas à verdade. A irmã White aconselha que os ministros não devem permitir que nos tornemos dependentes deles; em vez disso, devem nos encorajar a usar nossos talentos para o benefício dos outros (Testemunhos para a Igreja, Volume Quatro, p. 200, 1876). Ao nos envolvermos ativamente no trabalho da igreja, ganhamos experiência valiosa, aumentamos nossa fé e fortalecemos nosso relacionamento com Deus. As Escrituras afirmam esse chamado: “Não negligencies o dom que há em ti, que te foi dado por profecia, com a imposição das mãos do presbitério” (1 Timóteo 4:14, KJV). “ Por isso te lembro que desperte o dom de Deus, que está em ti pela imposição das minhas mãos” (2 Timóteo 1:6, KJV). A irmã White observa: “O trabalhador mais humilde, movido pelo Espírito Santo, tocará cordas invisíveis, cujas vibrações ressoarão até os confins da terra” (O Desejado de Todas as Nações, p. 822, 1898). Ela também afirma: “Cada ato de auto sacrifício pelo bem dos outros fortalece o espírito de beneficência no coração do doador” (Os Atos dos Apóstolos, p. 344, 1911). Esse esforço colaborativo, com o apoio dos anjos celestiais, garante que a comunidade cumpra sua missão de forma eficaz, pois cada um de nós tem um papel a desempenhar em seu crescimento e sucesso. Como podemos garantir que todos os membros estejam contribuindo ativamente para essa missão?

    RECONHECENDO DONS ÚNICOS PARA O SERVIÇO

    Cada um de nós tem um papel na missão da igreja, levantando a questão de se todos estamos envolvidos no trabalho que precisa ser feito. Compreender os dons e talentos únicos que Deus concedeu a cada um de nós é essencial para garantir que a comunidade funcione de forma eficaz e cumpra seu chamado divino. As Escrituras enfatizam essa verdade: “Tendo, então, dons diferentes, segundo a graça que nos foi dada, seja profecia, profetizemos na proporção da fé” (Romanos 12:6, KJV). “Mas cada um tem o seu próprio dom de Deus, um de uma maneira, outro de outra” (1 Coríntios 7:7, KJV). A irmã White escreve: “A cada um é dada a sua obra” (Testemunhos para a Igreja, Volume Oito, p. 16, 1904). Ela afirma ainda: “Deus deu a cada um a sua obra, e Ele espera que cada um a faça” (Testemunhos para a Igreja, Volume Sete, p. 19, 1902). Ao reconhecer e utilizar as habilidades que Deus nos deu, contribuímos para a missão da comunidade e a salvação das almas, garantindo que a igreja prospere como um farol vibrante da verdade. Como podemos aplicar esses princípios à nossa vida pessoal e comunitária?

    “Cada um, segundo o dom que recebeu, ministre-o aos outros, como bons administradores da multiforme graça de Deus” (1 Pedro 4:10, KJV).

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  • “Estou crucificado com Cristo; contudo, vivo, mas não eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a pela fé no Filho de Deus, que me amou e se entregou por mim” (Gálatas 2:20, KJV).

    RESUMO

    A cruz representa uma aliança sagrada que transforma nossas vidas por meio da fé no sacrifício de Cristo, chamando-nos a participar ativamente de Sua missão redentora. Essa aliança exige uma mente renovada, abnegação e um compromisso inabalável de glorificar a Deus e salvar almas, conforme exemplificado pelo amor e sacrifício de Cristo.

    PODER TRANSFORMADOR DA CRUZ

    Quando aceitamos Cristo e nos aproximamos da cruz, entramos em uma aliança solene que transforma nossas vidas. Essa transformação começa com a renovação de nossas mentes, como o apóstolo Paulo exorta em Romanos 12:2: “Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que possam discernir qual é a vontade de Deus, boa, agradável e perfeita”. A cruz não é meramente um símbolo de salvação; é a pedra angular de uma vida comprometida com Cristo. A irmã White enfatiza que esse compromisso envolve um profundo senso de responsabilidade: “Cristo morreu na cruz para salvar o mundo da perdição no pecado. Ele pede sua cooperação nessa obra. Você deve ser Sua mão amiga” (Testemunhos para a Igreja, vol. 7, p. 9, 1902). As Escrituras afirmam esse chamado em 2 Coríntios 5:17: “Portanto, se alguém está em Cristo, é nova criatura. As coisas antigas já passaram; eis que tudo se fez novo” (KJV), e em Efésios 2:10: “Porque somos obra sua, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas” (KJV). A irmã White afirma ainda: “A obra de Deus na Terra deve ser levada adiante por aqueles que estão ligados ao Redentor” (O Ministério da Cura, p. 148, 1905) e “Pela graça de Cristo, devemos ser transformados à Sua imagem” (Parábolas de Jesus, p. 67, 1900). A cruz estabelece uma aliança que remodela nosso propósito, alinhando nossas vidas com o plano redentor de Deus. Como essa transformação se manifesta em uma vida de abnegação e sacrifício?

    VIDA DE ABANDONO DE SI MESMO E SACRIFÍCIO

    A cruz nos leva a uma vida de abandono de si mesmo e sacrifício. A irmã White afirma que “o poder transformador da graça de Cristo molda aquele que se entrega ao serviço de Deus” (Testemunhos para a Igreja, vol. 7, pp. 9-10, 1902). Essa transformação é evidente na disposição de negar a si mesmo e fazer qualquer sacrifício pelo Mestre. Uma vez imbuídos do Espírito de Cristo, não podemos mais ser indiferentes às almas sofredoras ao nosso redor. A cruz acende um intenso desejo de salvar os outros, refletindo o mesmo fervor que marcou a vida de Jesus. A irmã White nos desafia com uma pergunta perspicaz: “Você tem uma apreciação tão profunda do sacrifício feito no Calvário que está disposto a subordinar todos os outros interesses à obra de salvar almas?” (Testemunhos para a Igreja, vol. 7, p. 10, 1902). As Escrituras apoiam isso em Mateus 16:24: “Então Jesus disse aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me” (KJV), e em Lucas 9:23: “E ele disse a todos: Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz diariamente e siga-me” (KJV). A irmã White acrescenta: “O verdadeiro seguidor de Cristo não se contentará com uma mera profissão de fé” (O Desejado de Todas as Nações, p. 315, 1898) e “Aqueles que têm uma verdadeira apreciação do sacrifício de Cristo o revelarão em sua vida diária” (Caminho a Cristo, p. 45, 1892). Essa vida sacrificial reflete o amor de Cristo e promove Sua missão. O que significa medir nosso compromisso por meio do sacrifício?

    MEDINDO O COMPROMISSO POR MEIO DO SACRIFÍCIO

    O grau em que estamos dispostos a nos sacrificar por Cristo mede nosso compromisso com a aliança feita na cruz. A irmã White pergunta de forma comovente: “Como posso glorificá-Lo melhor, a quem pertenço pela criação e pela redenção?” (Testemunhos para a Igreja, vol. 7, p. 10, 1902). Essa pergunta ressalta nossa responsabilidade de viver uma vida que honre a Cristo. O indivíduo verdadeiramente convertido é caracterizado por uma profunda preocupação com aqueles que ainda estão presos por Satanás. Essa preocupação começa em casa, onde nos esforçamos para garantir que nossos filhos estejam alinhados com o lado do Senhor. A irmã White explica que tal pessoa “se esforça pacientemente e incansavelmente para educar seus filhos de modo que nunca sejam hostis ao Salvador” (Testemunhos para a Igreja, vol. 7, p. 10, 1902). As Escrituras reforçam isso em Provérbios 22:6: “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e mesmo quando envelhecer, não se desviará dele” (KJV), e em Deuteronômio 6:7: “Ensina-os diligentemente a teus filhos, e fala deles quando estiveres sentado em tua casa, quando andares pelo caminho, quando te deitares e quando te levantares” (KJV). A Sra. White observa ainda: “A obra de salvar almas começa no lar” (O Lar Adventista, p. 318, 1952), e “Cada ato da vida deve ser um meio de glorificar a Deus” (Parábolas de Jesus, p. 360, 1900). Essa entrega total molda todos os aspectos de nossas vidas para a glória de Deus. Como essa aliança orienta nossas decisões e ações diárias?

    VIVENDO A ALIANÇA DIARIAMENTE

    A aliança que firmamos na cruz é um compromisso profundo e transformador que exige todo o nosso ser. Não se trata apenas de aceitar a salvação, mas de participar ativamente da obra da redenção. Essa aliança requer uma transformação da mente e do coração, levando a uma vida de abnegação, sacrifício e dedicação inabalável à missão de Cristo. Os escritos da Irmã White nos lembram que esse compromisso é sério e envolve uma decisão diária de viver para Cristo e para os outros. A cruz é um privilégio e uma responsabilidade, chamando-nos a incorporar o amor e o sacrifício de Jesus em todos os aspectos de nossas vidas. É essencial entender que essa responsabilidade não é um fardo, mas uma consequência natural de nossa aliança com Cristo. As Escrituras afirmam isso em Filipenses 2:13: “Porque Deus é quem opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade” (KJV), e em Colossenses 3:17: “E tudo o que fizerdes, seja em palavras ou em obras, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando graças a Deus e ao Pai por ele” (KJV). A irmã White afirma: “A vida do verdadeiro cristão é uma vida de oração e consagração constantes” (Steps to Christ, p. 70, 1892), e “A cruz do Calvário deve ser levantada diante do povo” (The Desire of Ages, p. 341, 1898). Essa aliança molda nossas ações e decisões, guiando-nos a glorificar a Deus e salvar almas. Como podemos viver essa aliança de maneira prática?

    Para mais artigos, acesse www.faithfundamentals.blog ou nosso podcast em: https://rss.com/podcasts/the-lamb.

    Se você tiver um pedido de oração, deixe-o nos comentários abaixo. As reuniões de oração são realizadas às terças, quartas, sextas e sábados. Para participar, insira seu endereço de e-mail na seção de comentários.

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