• Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna (João 3:16, KJV).

    RESUMO

    Este resumo explora a profunda revelação do amor de Deus através da missão de Cristo como o Cordeiro de Deus, destacada pelo testemunho de João Batista e pelo sistema sacrificial. Ele investiga o cumprimento da profecia, a jornada dos discípulos, os sacrifícios de João e o chamado para imitar a humildade e o serviço de Cristo na vida pessoal e comunitária, exortando uma resposta contracultural de amor e gratidão.

    O PODEROSO RUGIDO DA PROFECIA!

    A missão de Cristo, revelada através do Seu batismo e do testemunho de João Batista, serve como um profundo reflexo do amor de Deus.

    Em João 1:29, João declara: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”. Essa declaração conecta o sistema sacrificial do Antigo Testamento ao sacrifício supremo de Cristo. A unidade depende de uma conexão vital com Cristo. Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que, enquanto ainda éramos pecadores, Cristo morreu por nós (Romanos 5:8, KJV). Porque conheceis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, se tornou pobre por amor de vós, para que vós, com a sua pobreza, vos tornásseis ricos (2 Coríntios 8:9, KJV). “O sangue derramado nas ofertas sacrificiais apontava para o sacrifício do Cordeiro de Deus. Todas as ofertas típicas foram cumpridas nele” (Christ’s Object Lessons, p. 126, 1900). “Em cada vítima sangrenta estava tipificado ‘o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo’” (Patriarcas e Profetas, p. 365, 1890). Para aqueles que reverenciam o sacrifício como um tema central na espiritualidade, a comunidade é convidada a contemplar o que essa missão significa para a humanidade. Como ela desafia a comunidade a viver? Como ela reflete o amor imutável de Deus?

    O ESTOURO DO CUMPRIMENTO!

    Quando João identificou Jesus como o Cordeiro de Deus, ele O conectou à profecia de Isaías sobre o servo sofredor: “Ele foi ferido pelas nossas transgressões, foi moído pelas nossas iniquidades” (Isaías 53:5, KJV). Ellen G. White esclarece essa conexão, afirmando: “O sangue derramado quando os sacrifícios eram oferecidos apontava para o sacrifício do Cordeiro de Deus. Todas as ofertas típicas foram cumpridas nele” (Lições de Cristo, p. 126). Esse cumprimento demonstra que a missão de Cristo não foi uma ideia tardia, mas parte do plano eterno de Deus para a redenção. Cristo demonstra a autoabnegação suprema. Mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro sem mancha e sem defeito (1 Pedro 1:19, KJV). Ele é desprezado e rejeitado pelos homens; um homem de dores e que sabe o que é sofrer; e nós escondemos dele o nosso rosto; ele foi desprezado, e nós não o estimamos (Isaías 53:3, KJV). “Os tipos que se referem à segunda vinda devem ser cumpridos no tempo indicado no serviço simbólico” (O Grande Conflito, p. 399, 1911). “Cristo era o Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo” (Patriarcas e Profetas, p. 63, 1890). Assim como as ofertas sacrificiais exigiam pureza e abnegação, o sacrifício de Cristo revela a profundidade do amor divino — um amor que carregaria o fardo do pecado pela humanidade. Essa verdade chama a comunidade à gratidão e à humildade. Com que frequência a comunidade pára para considerar o custo de tal amor?

    A JORNADA ÉPICA DOS DISCÍPULOS!

    A proclamação de João, “Eis o Cordeiro de Deus”, impactou profundamente seus discípulos. Embora não compreendessem totalmente o seu significado, eles foram movidos a buscar Jesus (João 1:35–37). A irmã White reflete: “As palavras emocionaram o coração dos discípulos. Eles não as compreendiam totalmente… Deixando João, foram em busca de Jesus” (O Desejo das Eras, p. 138). Este momento de transição é crucial. A comunidade abraça a orientação altruísta. E Jesus, respondendo, disse-lhes: Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus. E eles se maravilharam dele (Marcos 12:17, KJV). Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me (Mateus 16:24, KJV). “João separou-se dos amigos e dos luxos da vida. A simplicidade de suas vestes, tecidas de pêlo de camelo, era uma repreensão constante à extravagância e ostentação dos sacerdotes judeus e do povo em geral” (O Desejo das Eras, p. 102, 1898). “Sua dieta, puramente vegetal, composta de gafanhotos e mel silvestre, era uma repreensão à indulgência do apetite e à gula que prevalecia em toda parte” (O Desejo das Eras, p. 102, 1898). A humildade de João em direcionar seus seguidores a Cristo exemplifica a abnegação exigida de todos os que servem a Deus. Como comunidade, somos chamados a encorajar uns aos outros a buscar a Cristo, não apenas confiar em líderes humanos. A comunidade tem a humildade de apontar os outros para Jesus, mesmo que isso tenha um custo pessoal?

    O SACRIFÍCIO SELVAGEM DE JOÃO!

    A vida de João foi marcada pelo sacrifício e pela solidão. A irmã White descreve sua missão: “Sua vida foi triste e abnegada… Quando Jesus se estabeleceria como mestre, João sabia que ele próprio deveria morrer” (Primeiros Escritos, p. 154). Sua voz, frequentemente ouvida no deserto, preparou o caminho para Cristo, mas desapareceu à medida que o ministério de Jesus crescia. O sacrifício molda a verdadeira devoção. Rogo-vos, pois, irmãos, pela misericórdia de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional (Romanos 12:1, KJV). E disse a todos: Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz, e siga-me (Lucas 9:23, KJV). “João Batista saiu com o espírito e o poder de Elias para preparar o caminho do Senhor e converter o povo à sabedoria dos justos” (O Desejo das Eras, p. 104, 1898). “João separou-se dos amigos e dos luxos da vida” (O Desejo das Eras, p. 102, 1898). O exemplo de João desafia a comunidade a considerar o que está disposta a sacrificar pela missão de Deus. A comunidade deve perguntar: A comunidade está disposta a priorizar a obra de Deus em vez de nossas próprias ambições? O sacrifício de João lembra à comunidade que a verdadeira grandeza está em servir a um propósito maior.

    O REFLEXO ARDENTE DO AMOR!

    Os conceitos de sacrifício e redenção refletem o amor infinito de Deus. O sistema de sacrifício instituído pelo próprio Cristo (Christ’s Object Lessons, p. 126) apontava para o Seu sacrifício final. Este plano divino revela que o amor de Deus é proativo, buscando a humanidade mesmo quando a comunidade falha. Como escreve o apóstolo João: “Nisto consiste o amor: não em que a comunidade amou a Deus, mas em que Ele amou a comunidade e enviou o Seu Filho para ser a propiciação pelos nossos pecados” (1 João 4:10, KJV). Esse amor não é abstrato, mas profundamente pessoal e sacrificial. O Cordeiro de Deus levou os pecados do mundo, oferecendo um caminho para a reconciliação. Nisto consiste o nosso amor, em que somos corajosos no dia do juízo, porque, como ele é, assim somos nós neste mundo (1 João 4:17, KJV). O Senhor apareceu-me há muito tempo, dizendo: Sim, eu te amei com um amor eterno; por isso, com benignidade te atraí (Jeremias 31:3, KJV). “Tão grande era o Seu amor pelo mundo, que Ele prometeu dar o Seu Filho unigênito, ‘para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna’” (O Desejo das Eras, p. 22, 1898). “A obra redentora de Cristo justifica o governo de Deus. O Onipotente é revelado como o Deus do amor” (O Desejo das Eras, p. 26, 1898). Quando a comunidade reflete sobre isso, ela é movida a responder com gratidão e um compromisso renovado de viver de forma altruísta. Como comunidade, devemos nos esforçar para imitar esse amor em nossos relacionamentos e no serviço aos outros.

    O DESAFIO OUSADO DA SOCIEDADE!

    No mundo de hoje, onde o individualismo muitas vezes ofusca a abnegação, a mensagem do sacrifício de Cristo é contracultural. A humildade de João e a oferta final de Cristo desafiam a comunidade a refletir sobre nossas prioridades. A comunidade vive para Deus e para os outros. Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé (Gálatas 5:22, KJV). Pois nada trouxemos para este mundo, e é certo que nada podemos levar dele (1 Timóteo 6:7, KJV). “A obra da redenção estará completa. Onde abundou o pecado, superou-se em muito a graça de Deus” (O Desejado, p. 26, 1898). “Pelo sacrifício do amor, os habitantes da Terra e do céu estão ligados ao seu Criador por laços de união indissolúvel” (O Desejado, p. 26, 1898). Isso significa promover uma cultura de serviço em vez de competição. Na sociedade, significa combater a injustiça com amor sacrificial. Por exemplo, apoiar os marginalizados exige que a comunidade sacrifique tempo, recursos e conforto. A comunidade é chamada a viver os princípios da missão de Cristo de maneiras tangíveis, demonstrando Seu amor a um mundo necessitado.

    GRANDE CHAMADO À AÇÃO!

    A missão de Cristo, revelada através do testemunho de João e do sistema sacrificial, é um chamado à humildade, ao serviço e ao amor. Como a Irmã White lembra à comunidade: “Todas as ofertas típicas foram cumpridas Nele” (Lições de Cristo, p. 126). Esse cumprimento é tanto uma promessa quanto um desafio. O amor de Deus, expresso através do sacrifício de Cristo, convida a comunidade a viver uma vida de gratidão e propósito. Que a comunidade, como indivíduos e como comunidade, reflita esse amor em nossas ações, apontando os outros para o Cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo. Juntos, que a comunidade cumpra nossa missão com fé e humildade.

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  • “E esta é a confiança que temos nele: que, se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade, ele nos ouve” (1 João 5:14, KJV).

    RESUMO

    Este artigo explora as orações de Elias, destacando suas lições sobre fé, humildade e o amor de Deus pelos crentes de todas as religiões. Por meio de suas orações persistentes durante a seca em Israel, Elias exemplifica a confiança no tempo de Deus e o alinhamento com a vontade divina. A narrativa examina como sua humildade e obediência refletem a misericórdia de Deus e o chamado à responsabilidade comunitária. Com base em versículos da Bíblia KJV e nos escritos da Irmã White, cada seção destaca a jornada de Elias como um modelo de crescimento espiritual e intercessão. O artigo incentiva os leitores a abraçar a fé, a humildade e o amor, tornando-se instrumentos de restauração em suas comunidades. O que a fé inabalável de Elias pode nos ensinar sobre confiar em Deus hoje?

    LIÇÕES EMOCIONANTES DA ORAÇÃO DE ELIAS!

    As orações de Elias oferecem uma lição atemporal sobre fé, humildade e perseverança para os crentes de várias religiões. Suas experiências nos lembram da necessidade de confiar no tempo de Deus e alinhar nossas petições com a Sua vontade. Este blog explora a jornada de Elias, suas implicações para as comunidades religiosas e como ela reflete o amor de Deus e clama por responsabilidade comunitária. Outras passagens bíblicas afirmam isso: “Mas peça com fé, sem duvidar, pois quem duvida é semelhante a uma onda do mar, levada pelo vento e lançada de um lado para outro” (Tiago 1:6, NVI). “A oração fervorosa do justo tem grande eficácia” (Tiago 5:16, KJV). A irmã White afirma: “A oração da fé é a grande força do cristão e certamente prevalecerá contra Satanás” (Testemunhos para a Igreja, vol. 1, p. 346, 1865). Ela também escreve: “Deus nem sempre responde às nossas orações na primeira vez que O invocamos; pois devemos buscá-Lo de todo o coração” (Patriarcas e Profetas, p. 202, 1890). Essas verdades nos desafiam: Estamos confiando no plano de Deus quando oramos, ou vacilamos quando as respostas parecem demorar? Que insights a fé inabalável de Elias pode proporcionar para nossa jornada espiritual?

    FÉ ATRAVÉS DA PERSEVERANÇA!

    As orações fervorosas de Elias durante uma seca prolongada são um exemplo de fé inabalável. Em Tiago 5:18 (KJV), lemos: “E ele orou novamente, e o céu deu chuva, e a terra produziu seus frutos”. Apesar de seis tentativas fracassadas, Elias persistiu em oração, confiando no plano de Deus. Sua determinação ilustra que a perseverança na fé produz resultados divinos. Outras escrituras afirmam isso: “Espera no Senhor; sê forte, e ele fortalecerá o teu coração; espera, eu te digo, no Senhor” (Salmos 27:14, KJV). “Mas aqueles que esperam no Senhor renovarão as suas forças” (Isaías 40:31, KJV). A irmã White explica: “Devemos orar mais e devemos orar com mais fé” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 200, 1889). Ela também observa: “Por meio de muita oração, podemos obter a vitória” (O Ministério da Cura, p. 131, 1905). Essas percepções mostram que as demoras de Deus não são negações, mas oportunidades para crescermos em confiança e dependência Dele. Temos orado persistentemente por uma solução, apenas para duvidar quando ela parece demorar? Como a fé persistente de Elias pode nos inspirar a confiar no tempo de Deus?

    HUMILDADE NA ORAÇÃO!

    A humildade de Elias na oração demonstra um coração alinhado com o propósito de Deus. Tiago 5:17 (KJV) diz: “Elias era um homem sujeito às mesmas paixões que nós, e orava fervorosamente para que não chovesse”. Este versículo destaca sua humanidade e dependência de Deus. Sua abordagem humilde nos ensina a buscar a Deus com sinceridade. Versículos adicionais reforçam isso: “O Senhor está perto dos que têm o coração quebrantado e salva os que têm o espírito contrito” (Salmos 34:18, KJV). “Humilhai-vos diante do Senhor, e ele vos exaltará” (Tiago 4:10, KJV). A irmã White nos lembra: “A verdadeira oração se apega à Onipotência e obtém a vitória” (Mensagens Escolhidas, livro 1, p. 121, 1958). Ela afirma ainda: “Um coração humilde sempre encontrará graça aos olhos de Deus” (O Desejo das Eras, p. 301, 1898). Sua humildade ressoa com a pergunta: Nós nos aproximamos de Deus com o coração sincero ou deixamos o orgulho impedir nossas orações? Como o exemplo de Elias pode nos guiar a orar com humildade genuína?

    REFLETINDO O AMOR DE DEUS!

    A história de Elias reflete o amor de Deus por meio de Sua paciência e fidelidade. Deus ouviu as orações de Elias e enviou chuva em resposta ao arrependimento de Israel. Esse ato mostra Sua misericórdia mesmo em meio à desobediência. Outras escrituras afirmam isso: “O Senhor é misericordioso e clemente, lento para irar-se e abundante em misericórdia” (Salmos 103:8, KJV). “Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que, enquanto ainda éramos pecadores, Cristo morreu por nós” (Romanos 5:8, KJV). A irmã White afirma: “O amor de Deus pela raça caída é um amor peculiar e maravilhoso” (Testemunhos para a Igreja, vol. 2, p. 200, 1870). Ela também escreve: “Seu amor é mais forte que a morte” (O Desejado de Todas as Nações, p. 259, 1898). O amor de Deus é demonstrado por Sua disposição em perdoar e nos guiar. Quando oramos, podemos nos perguntar: Como esse processo revela o cuidado de Deus pelo nosso crescimento? Como a misericórdia de Deus nos encoraja a confiar mais profundamente Nele?

    NOSSA RESPONSABILIDADE PARA COM DEUS!

    Miquéias 6:8 (KJV) nos lembra: “O que o Senhor requer de ti, senão que pratiques a justiça, e ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus?” O exemplo de Elias nos desafia a agir com humildade e fé, alinhando nossas ações com a vontade de Deus. Sua vida mostra que a obediência e a confiança honram a Deus. Versículos adicionais reforçam isso: “Se vocês me amam, guardem os meus mandamentos” (João 14:15, KJV). “Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apóie em seu próprio entendimento” (Provérbios 3:5, KJV). A irmã White enfatiza: “A obediência é o verdadeiro sinal do discipulado” (Testemunhos para a Igreja, vol. 3, p. 255, 1875). Ela também observa: “Deus exige obediência pronta e implícita às Suas exigências” (Mensagens Escolhidas, livro 1, p. 204, 1958). Como comunidade, devemos refletir: Estamos nos esforçando para honrar a Deus, vivendo com retidão e fé? Como a obediência de Elias pode nos inspirar a alinhar nossas vidas com a vontade de Deus?

    NOSSO DEVER UNS PARA COM OS OUTROS!

    As ações de Elias beneficiaram uma nação inteira, lembrando-nos de nossa responsabilidade para com os outros. Gálatas 6:2 (KJV) afirma: “Levai as umas dos outros os fardos e assim cumprireis a lei de Cristo.” Suas orações trouxeram restauração, mostrando o poder da intercessão. Outras escrituras afirmam isso: “E consideremo-nos uns aos outros para nos estimularmos ao amor e às boas obras” (Hebreus 10:24, KJV). “Portanto, enquanto temos oportunidade, façamos o bem a todos” (Gálatas 6:10, KJV). A irmã White acrescenta: “Devemos ser canais de bênçãos para os outros” (Christ’s Object Lessons, p. 339, 1900). Ela também afirma: “O amor ao homem é a manifestação terrena do amor de Deus” (The Desire of Ages, p. 641, 1898). Por meio da oração e da ação, podemos elevar os outros, incentivando o arrependimento e a fé. Estamos carregando os fardos uns dos outros como ordenado, ou somos rápidos em julgar e desanimar? Como a intercessão de Elias pode nos motivar a apoiar nossa comunidade?

    O AMOR DE DEUS EM AÇÃO!

    A resposta de Deus às orações de Elias reflete Seu amor e misericórdia. Mesmo após a rebelião de Israel, o perdão de Deus trouxe chuva e restauração. Isso demonstra Sua disposição em abençoar aqueles que se voltam para Ele. O Salmo 100:4 (KJV) exorta: “Entrai pelas suas portas com ações de graças e em seus átrios com louvor”. Versículos adicionais reforçam isso: “O Senhor é bom; a sua misericórdia dura para sempre; e a sua verdade permanece por todas as gerações” (Salmo 100:5, KJV). “Porque o Senhor é bom, e a sua misericórdia dura para sempre” (Salmo 107:1, KJV). A irmã White escreve: “A misericórdia de Deus é oferecida gratuitamente a todos os que a aceitam” (Testemunhos para a Igreja, vol. 4, p. 294, 1880). Ela também observa: “O amor de Deus ainda anseia por aquele que escolheu se separar Dele” (Mensagens Escolhidas, livro 1, p. 341, 1958). Quando experimentamos o amor de Deus, estamos compartilhando-o com os outros? Como a história de Elias pode nos inspirar a refletir o amor de Deus através de nossas ações?

    FÉ E AMOR EM RESUMO!

    As orações de Elias revelam a essência da fé, da humildade e do amor eterno de Deus. Seguindo seu exemplo, os crentes de todas as tradições podem aprofundar sua vida espiritual. Confiar no tempo de Deus, alinhar-se com a Sua vontade e agir com fé e humildade nos permite experimentar Suas bênçãos e compartilhar Sua graça. Ao refletirmos sobre a história de Elias, vamos abraçar nossa responsabilidade para com Deus e uns para com os outros, tornando-nos instrumentos de restauração em um mundo espiritualmente árido. Juntos, podemos testemunhar o amor de Deus por meio da perseverança, da humildade e da oração.

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  • “Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que Ele nos amou e enviou Seu Filho para ser a propiciação pelos nossos pecados” (1 João 4:10, KJV).

    RESUMO

    Jesus Cristo, como Criador, Sustentador e Redentor, revela o amor infinito de Deus, convidando a humanidade a um relacionamento transformador com o Divino. Este artigo examina Seus papéis através das Escrituras e dos escritos inspirados, enfatizando Sua unidade eterna com o Pai, Seu poder criador, Sua graça sustentadora e Seu sacrifício redentor. Cada papel ressalta o amor de Deus, chamando-nos a responder com adoração, serviço e compaixão, refletindo Seu caráter em nossas vidas e comunidades.

    CRISTO: A PALAVRA ETERNA

    Jesus Cristo é a pedra angular da fé, incorporando o amor eterno, a misericórdia e o propósito divino de Deus. A Bíblia declara: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” (João 1:1–2, KJV). Essa unidade eterna entre Jesus e o Pai revela verdades profundas sobre Sua divindade e missão. A irmã White reforça isso, afirmando: “Desde toda a eternidade, Cristo estava unido ao Pai… Ele ainda era um com Deus” (Mensagens Escolhidas, livro 1, p. 228, 1958). Essa unidade afirma a natureza divina de Cristo, estabelecendo-O como o fundamento da nossa fé. Além disso, as Escrituras confirmam: “O mesmo estava no princípio com Deus” (João 1:2, KJV) e “Ele, que é o resplendor da sua glória e a expressão da sua pessoa” (Hebreus 1:3, KJV). A irmã White acrescenta: “Cristo é o Filho de Deus pré-existente e autoexistente” (Signs of the Times, p. 3, 1898). Ela também escreve: “Em Cristo está a vida, original, não emprestada, não derivada” (O Desejado de Todas as Nações, p. 530, 1898). Como podemos compreender a profundidade dessa conexão divina? Essa verdade nos convida a explorar os papéis de Cristo, revelando o amor de Deus em ação.

    JESUS: O PODEROSO CRIADOR

    Jesus, como Criador, reflete a perfeição e o amor de Deus. As Escrituras proclamam: “Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez” (João 1:3, KJV). Paulo acrescenta em Colossenses 1:16–17: “Todas as coisas foram criadas por ele e para ele… e por ele todas as coisas subsistem”. A irmã White ecoa essa verdade: “Ele encheu a terra de beleza” (O Desejado de Todas as Nações, p. 20, 1898). A criação reflete o amor de Deus e convida à adoração por meio do temor e da gratidão. A Bíblia afirma ainda: “Tu, Senhor, me alegraste com as tuas obras; eu me regozijarei nas obras das tuas mãos” (Salmos 92:4, KJV) e “Os céus proclamam a glória de Deus; e o firmamento anuncia a obra das suas mãos” (Salmos 19:1, KJV). A irmã White afirma: “A mão que sustenta os mundos no espaço… é a mão que foi pregada na cruz” (Education, p. 132, 1903). Ela também observa: “A natureza fala aos seus sentidos, declarando que existe um Deus vivo, o Criador” (Patriarcas e Profetas, p. 116, 1890). Quantas vezes paramos para nos maravilhar com a complexidade da natureza, o ritmo das estações ou o delicado equilíbrio da vida? Cada detalhe testemunha o cuidado e a criatividade de Deus, lembrando-nos que somos amados por um Criador que nos fez à Sua imagem.

    CRISTO: O SUSTENTADOR DE TUDO

    Além da criação, Jesus sustenta o universo com Seu poder. O salmista declara: “Porque ele falou, e tudo foi feito; ele ordenou, e tudo ficou firme” (Salmo 33:9, KJV). Da mesma forma, Hebreus 1:3 afirma: “Ele sustenta todas as coisas com a palavra do seu poder”. A irmã White afirma: “Foi Cristo quem estendeu os céus” (O Desejado de Todas as Nações, p. 20, 1898). Esse poder sustentador garante a continuidade da vida e fornece um fundamento para nossa fé. As Escrituras também confirmam: “Pela palavra do Senhor foram feitos os céus, e todo o exército deles pelo sopro da sua boca” (Salmos 33:6, KJV) e “O Senhor preparou o seu trono nos céus, e o seu reino domina sobre tudo” (Salmos 103:19, KJV). A irmã White escreve: “Todas as coisas, materiais ou espirituais, estão sob a supervisão de Deus” (O Ministério da Cura, p. 417, 1905). Ela afirma ainda: “O mesmo poder que sustenta a natureza também está operando no homem” (Educação, p. 99, 1903). Quando a vida parece incerta, lembramo-nos de que Cristo sustenta todas as coisas? Sua graça sustentadora nos dá força, mesmo no caos, guiando-nos para a paz e um propósito.

    JESUS: NOSSO REDENTOR E SALVADOR

    A missão de Jesus como Redentor ressalta o ato supremo de amor de Deus. João 3:16 afirma: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito”. A irmã White amplia: “Cristo foi tratado como nós merecíamos, para que pudéssemos ser tratados como Ele merece” (O Desejado de Todas as Nações, p. 25, 1898). Seu sacrifício preenche a lacuna criada pelo pecado, oferecendo perdão e restauração. Isaías 9:6 O chama de “Maravilhoso, Conselheiro, Deus Poderoso”. Essa promessa se cumpre na encarnação de Cristo, conforme declara Mateus 1:23: “E lhe porão o nome de Emanuel, que significa Deus conosco”. A Bíblia também afirma: “Ele foi ferido pelas nossas transgressões, foi moído pelas nossas iniquidades” (Isaías 53:5, KJV) e “O Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de todos nós” (Isaías 53:6, KJV). A irmã White observa: “O Filho de Deus tomou sobre Si a nossa natureza” (Mensagens Escolhidas, livro 1, p. 252, 1958). Ela também escreve: “A morte de Cristo seria o argumento convincente e eterno de que Deus nos ama” (Review and Herald, p. 4, 1894). Como podemos responder a tal sacrifício? Através de Sua vida, morte e ressurreição, Jesus demonstra a busca incansável de Deus pela humanidade, mesmo em nossa fragilidade.

    REFLETINDO O AMOR DE DEUS NA VIDA

    O amor de Deus brilha através dos papéis de Jesus, chamando-nos a refletir Sua graça. Como escreve a Irmã White: “Ele veio a esta terra obscurecida pelo pecado para revelar a luz do amor de Deus” (O Desejado de Todas as Nações, p. 19, 1898). Essa revelação nos exorta a responder com humildade e obediência. Por exemplo, o amor de Cristo nos motiva a compartilhar a luz em um mundo obscurecido. Atos 17:28 nos lembra: “Nele vivemos, nos movemos e existimos”. A Bíblia declara ainda: “Brilhe assim a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai” (Mateus 5:16, KJV) e “Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros” (João 13:35, KJV). A irmã White afirma: “O amor de Cristo nos compele a viver para Ele” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 87, 1882). Ela também afirma: “Todo verdadeiro discípulo nasce no reino de Deus como um missionário” (O Desejado de Todas as Nações, p. 195, 1898). Como podemos incorporar esse amor em nossas ações diárias? Ao amar uns aos outros, refletimos Seu caráter divino, espalhando esperança e compaixão.

    ADORAR: HONRAR O DIVINO

    A verdadeira adoração vem do reconhecimento dos papéis de Cristo como Criador, Sustentador e Redentor. O Salmo 95:6 nos convida: “Vinde, adoremos e prostremo-nos; ajoelhemo-nos diante do Senhor, nosso Criador”. A irmã White enfatiza: “A verdadeira adoração alinha nossas vidas com o propósito de Deus, chamando-nos a nos aproximarmos Dele com humildade e gratidão” (Testemunhos para a Igreja, vol. 2, p. 664, 1871). A adoração não é apenas um ato de louvor, mas um estilo de vida de devoção. As Escrituras também afirmam: “Dai ao Senhor a glória devida ao seu nome; adorai o Senhor na beleza da santidade” (Salmo 29:2, KJV) e “Exaltai o Senhor, nosso Deus, e adorai diante do seu escabelo, porque ele é santo” (Salmo 99:5, KJV). A irmã White escreve: “Adorem aquele que fez o céu e a terra” (Patriarcas e Profetas, p. 336, 1890). Ela observa ainda: “A verdadeira reverência a Deus é inspirada por um sentimento de Sua infinita grandeza” (Educação, p. 28, 1903). Em nossas comunidades, estamos promovendo ambientes de reverência e unidade? Ao abraçar o exemplo de Cristo, honramos a Deus e inspiramos outros a buscá-Lo.

    ABRAÇANDO O CHAMADO DE CRISTO À FÉ

    Jesus, o Criador, Sustentador e Redentor, encarna o amor e a misericórdia infinitos de Deus. Por meio de Sua vida e sacrifício, Ele revela a profundidade do compromisso de Deus em restaurar a humanidade. Como indivíduos e comunidades, somos chamados a responder com adoração, serviço e amor, refletindo Seu caráter. A irmã White nos lembra: “Manifeste fé em nosso Senhor Jesus Cristo” (Testemunhos para a Igreja, vol. 2, p. 664, 1871). A Bíblia resume essa verdade: “Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que Ele nos amou e enviou Seu Filho para ser a propiciação pelos nossos pecados” (1 João 4:10, KJV). Juntos, podemos brilhar como luzes em um mundo que anseia por esperança e restauração.

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  • João 4:16, KJV: “E nós conhecemos e cremos no amor que Deus tem por nós. Deus é amor; e aquele que permanece no amor permanece em Deus, e Deus nele.”

    RESUMO

    O amor de Deus, radiante na criação, na redenção e nas misericórdias diárias, transforma vidas e nos estimula à ação. Esta jornada bíblica liga verdades bíblicas a propósitos pessoais e comunitários, incentivando laços mais profundos com Deus e com os outros.

    CRIAÇÃO: O CORAÇÃO DE DEUS EM CADA FOLHA

    O amor de Deus brilha na beleza e no cuidado da criação. 1 João 4:16 declara: “Deus é amor; e aquele que permanece no amor permanece em Deus, e Deus nele”. A harmonia da natureza testemunha um Criador que se deleita na alegria de Seus filhos. Cada nascer do sol, canto dos pássaros e flor desabrochando refletem Seu cuidado incessante. A irmã White reflete: “Deus é amor, está escrito em cada botão que se abre, em cada ponta da grama que brota” (Steps to Christ, p. 10, 1893). Essa evidência nos chama a nos maravilhar com o amor intrincado de Deus tecido no mundo. Considere Gênesis 1:31: “E Deus viu tudo o que havia feito, e eis que era muito bom”, e Salmos 19:1: “Os céus declaram a glória de Deus; e o firmamento mostra a obra das suas mãos”. A irmã White observa ainda: “A natureza e a revelação testificam igualmente do amor de Deus” (Steps to Christ, p. 9, 1893). Ela acrescenta: “As belezas da natureza têm uma língua que fala aos nossos sentidos sem cessar” (Testemunhos para a Igreja, vol. 3, p. 333, 1875). Como não parar para agradecer por um projeto tão amoroso? Que profundezas do coração de Deus a redenção revela?

    REDEEMPTION: O SACRIFÍCIO SUPREMO DO AMOR

    Apesar da ruptura causada pelo pecado, a resposta de Deus foi a redenção. João 3:16 proclama: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito”. Esse sacrifício revela um amor além da compreensão humana. A irmã White se maravilha: “O plano da redenção revela o amor de Deus em um grau tão infinito que o seu mistério será estudado por toda a eternidade” (Patriarcas e Profetas, pp. 63-64, 1890). A morte de Cristo oferece salvação, provando que Seu amor supera a condenação do pecado. Romanos 5:8 afirma: “Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que, enquanto éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós”. Efésios 2:4-5 afirma: “Mas Deus, que é rico em misericórdia, pelo seu grande amor com que nos amou, mesmo quando estávamos mortos em nossos pecados, nos vivificou juntamente com Cristo”. A irmã White escreve: “O sacrifício de Cristo como expiação pelo pecado é a grande verdade em torno da qual todas as outras verdades se agrupam” (Obreiros do Evangelho, p. 315, 1915). Ela acrescenta: “Na cruz de Cristo, o amor do céu é revelado” (O Ministério da Cura, p. 423, 1905). Como podemos refletir esse amor sacrificial em nossas vidas? Como a misericórdia de Deus nos renova diariamente?

    MERCÓRIAS DIÁRIAS: O AMOR DE DEUS SEMPRE RENOVADO

    O amor de Deus se renova diariamente por meio de Sua misericórdia. Lamentações 3:22-23 assegura: “É pelas misericórdias do Senhor que não somos consumidos, porque as suas compaixões não falham. Elas se renovam a cada manhã”. Como o orvalho fresco, o amor de Deus nos revigora, oferecendo esperança em meio ao desespero. A irmã White escreve: “Quanto mais estudamos o caráter divino à luz da cruz, mais vemos misericórdia, ternura e perdão misturados com equidade e justiça” (Caminho a Cristo, p. 13, 1893). O Salmo 86:15 declara: “Mas tu, ó Senhor, és um Deus cheio de compaixão, e misericordioso, longânimo e abundante em misericórdia e verdade”. 2 Coríntios 4:16 acrescenta: “Por isso não desanimamos; mas, mesmo que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, no entanto, se renova de dia em dia”. A irmã White observa: “O amor de Deus pela raça caída é uma manifestação peculiar de Sua misericórdia” (Testemunhos para a Igreja, vol. 4, p. 180, 1876). Ela afirma ainda: “Suas misericórdias não falham; elas se renovam a cada manhã” (O Ministério da Cura, p. 233, 1905). Essa misericórdia inspira gratidão e confiança em Sua fidelidade. Como o amor de Deus molda nossa resposta a Ele e aos outros?

    O CHAMADO DO AMOR: REFLETINDO O CORAÇÃO DE DEUS

    A criação, a redenção e a misericórdia revelam o amor de Deus como uma força ativa. Através da criação, vemos Sua alegria em nossa felicidade. A redenção mostra Seu sacrifício por nossa salvação. A irmã White afirma: “A cruz é uma revelação aos nossos sentidos embotados da dor que, desde o seu início, o pecado trouxe ao coração de Deus” (O Desejado de Todas as Nações, p. 755, 1898). Sua misericórdia nos sustenta diariamente, provando o alcance do amor nos detalhes da vida. João 15:9 afirma: “Como o Pai me amou, assim também eu amei vocês; permaneçam no meu amor”. 1 João 4:11 acrescenta: “Amados, se Deus nos amou assim, também devemos amar uns aos outros”. A irmã White escreve: “O amor de Deus, acalentado no coração, será expresso em atos de amor para com os outros” (Pensamentos do Monte das Bem-Aventuranças, p. 58, 1896). Ela também observa: “O amor de Deus é o fundamento de todo o verdadeiro serviço” (As Coisas da Vida, p. 416, 1900). Essas verdades confirmam o amor de Deus como nosso fundamento eterno. Como respondemos a esse amor sem limites?

    DEVER NASCIDO DO AMOR: DEUS E O PRÓXIMO

    Reconhecer o amor de Deus exige ação. Mateus 22:37-39 ordena: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento… Amarás o teu próximo como a ti mesmo”. Essa humildade alimenta a devoção a Deus e a compaixão pelos outros. A irmã White escreve: “Quanto mais você se aproxima de Jesus, mais imperfeito você parecerá aos seus próprios olhos” (Steps to Christ, p. 68, 1893). Atos de bondade e serviço refletem o amor de Deus, trazendo luz a um mundo sombrio. Deuteronômio 6:5 ecoa: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todas as tuas forças”. Levítico 19:18 acrescenta: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo: Eu sou o Senhor”. A Irmã White afirma: “O amor a Deus purifica e enobrece todas as ações” (Testemunhos para a Igreja, vol. 2, p. 135, 1870). Ela observa ainda: “O verdadeiro amor a Deus sempre levará ao amor ao próximo” (Os Atos dos Apóstolos, p. 551, 1911). Nosso dever reflete o amor de Deus em ação. Como esse amor inspira esperança eterna?

    O LEGADO DO AMOR: VIVER PARA A ETERNIDADE

    O amor de Deus, revelado na criação, na redenção e na misericórdia, nos transforma para a fé e a ação. A irmã White afirma: “Jesus nos conhece individualmente e é tocado pelo sentimento de nossas fraquezas” (O Desejado de Todas as Nações, p. 479, 1898). Esse amor pessoal inspira adoração sincera e amor altruísta pelos outros. Romanos 8:38-39 assegura: “Porque estou persuadido de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem as coisas presentes, nem as coisas futuras, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá nos separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor”. Isso resume o amor inabalável de Deus. 1 Coríntios 13:13 acrescenta: “Agora, porém, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior deles é o amor”. A irmã White escreve: “O amor de Cristo nos compele a viver para Ele” (O Ministério da Cura, p. 490, 1905). Ela também afirma: “O amor de Deus no coração é a fonte de toda verdadeira reforma” (Christ’s Object Lessons, p. 126, 1900). Ao abraçar o Seu amor, vivemos com propósito, compartilhando-o com um mundo necessitado.

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  • “E esta é a confiança que temos nele: que, se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade, ele nos ouve” (1 João 5:14, KJV).

    RESUMO

    A oração, um fio sagrado que une a humanidade a Deus, transcende o ritual para forjar um relacionamento transformador. Este artigo explora o papel da oração como uma tábua de salvação da fé, um teste de perseverança, um caminho para a vitória, um reflexo do amor divino e um unificador dos crentes, com base nas Escrituras e nas percepções da Irmã White.

    ORAÇÃO: O CLAMOR DO CORAÇÃO A DEUS

    A oração é uma prática universal que conecta a humanidade com o Divino, transcendendo o ritual para se tornar um relacionamento vital com Deus. Salmos 142:1 declara: “Clamei ao Senhor com a minha voz; com a minha voz clamei ao Senhor”. A irmã White acrescenta: “A oração é a abertura do coração a Deus como a um amigo” (Steps to Christ, p. 93, 1892). A oração promove a intimidade com Deus, alinhando nossos corações com a Sua vontade. Versículos adicionais da KJV afirmam isso: “Clama a mim, e eu te responderei, e te mostrarei coisas grandes e poderosas, que tu não sabes” (Jeremias 33:3). “Pede, e te será dado; busca, e encontrarás; bate, e te abrirão” (Mateus 7:7). A irmã White afirma ainda: “Por meio da oração sincera, somos levados a nos conectar com a mente do Infinito” (O Desejo dos Séculos, p. 112, 1898). Ela também observa: “A oração é o fôlego da alma” (O Evangelista, p. 254, 1915). Esse diálogo divino transforma vidas, oferecendo paz e força. Como a oração molda nossa conexão com o propósito eterno de Deus?

    ORAÇÃO: UM ESTILO DE VIDA DE FÉ

    A oração não é uma mera recitação de palavras, mas uma conexão sagrada com Deus. A Bíblia ordena: “Orai sem cessar” (1 Tessalonicenses 5:17), enfatizando a oração como um estilo de vida. A irmã White descreve-a como “a chave na mão da fé para abrir o tesouro do céu” (Steps to Christ, p. 99, 1892). A oração nutre a fé e a dependência, alinhando-nos com a vontade de Deus, proporcionando clareza na confusão e força nas provações. A Bíblia reforça isso: “Não andem em ansiedade por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, com ação de graças, sejam os seus pedidos conhecidos diante de Deus” (Filipenses 4:6). “Perseverem na oração e vigiem nela com ação de graças” (Colossenses 4:2). A irmã White escreve: “A oração é uma necessidade, pois é a vida da alma” (Testemunhos para a Igreja, vol. 8, p. 12, 1904). Ela também afirma: “A alma que se volta para Deus em busca de ajuda… é levada a entrar em contato direto com a Fonte de todo o poder” (O Ministério da Cura, p. 226, 1905). Essa prática sagrada reflete o amor de Deus em todos os aspectos da vida. Como a oração persistente fortalece nossa fé no tempo de Deus?

    ORAÇÃO: PERSEVERANDO ATRAVÉS DAS PROVAÇÕES

    A persistência na oração é um teste de fé, como enfatizam a Bíblia e a irmã White. Lucas 21:36 exorta: “Vigiai, pois, e orai sempre, para que sejais considerados dignos de escapar de todas estas coisas”. A irmã White ecoa: “Sem oração incessante e vigilância diligente, corremos o risco de nos tornarmos descuidados” (Steps to Christ, p. 101, 1892). A luta de Jacó com Deus (Gênesis 32:24-29) mostra perseverança, pois ele declarou: “Não te deixarei ir, a menos que me abençoes”. A irmã White reflete: “A verdadeira fé e a verdadeira oração — quão fortes são! São como dois braços pelos quais o suplicante humano se agarra ao poder do Amor Infinito” (Gospel Workers, p. 259, 1915). Outras escrituras afirmam isso: “A oração fervorosa do justo tem grande eficácia” (Tiago 5:16). “E ele lhes contou uma parábola para que sempre orassem e não desfalecessem” (Lucas 18:1). A irmã White acrescenta: “Devemos orar muito se quisermos progredir na vida divina” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 161, 1882). Ela também observa: “A oração é o meio pelo qual podemos aperfeiçoar nosso caráter” (Mensagens para os Jovens, p. 247, 1930). A perseverança aprofunda a confiança no tempo de Deus, mesmo em silêncio. Como o exemplo de Cristo em oração nos guia à vitória?

    ORAÇÃO: O CAMINHO DE CRISTO PARA A VITÓRIA

    Cristo exemplifica o poder da oração, levantando-se cedo (Marcos 1:35) e orando fervorosamente no Getsêmani (Lucas 22:44). Hebreus 5:7 descreve: “Quem, nos dias da sua carne… ofereceu orações e súplicas com forte clamor e lágrimas”. A irmã White afirma: “Foi nas horas de oração solitária que Jesus ganhou sabedoria e força” (O Desejado de Todas as Nações, p. 362, 1898). Sua confiança em Deus inspira sinceridade e submissão em nossas orações, transformando lutas em vitórias. A Bíblia confirma isso: “E aconteceu que, enquanto ele orava num certo lugar, quando terminou, um dos seus discípulos lhe disse: Senhor, ensina-nos a orar” (Lucas 11:1). “Está alguém entre vós aflito? Ore” (Tiago 5:13). A irmã White escreve: “Na oração, Jesus encontrou força para enfrentar as provações da vida” (Lições de Cristo, p. 172, 1900). Ela também afirma: “Por meio da oração, Jesus comungava com Seu Pai, recebendo poder para Sua missão” (O Ministério da Cura, p. 85, 1905). Seguir Seu exemplo aprofunda nossa dependência de Deus. Como a oração reflete o amor de Deus em nossas vidas?

    A ORAÇÃO: UM ESPELHO DO AMOR DE DEUS

    A oração reflete o amor de Deus, convidando-nos a um relacionamento íntimo. Jesus assegurou: “Vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes” (Mateus 6:8). A irmã White explica: “O caminho para a libertação do pecado é através da crucificação do eu… mas a vitória é certa” (O Desejado de Todas as Nações, p. 311, 1898). A oração proporciona paz, orientação e vitória sobre o pecado, mostrando a disposição de Deus para ouvir e responder. A Bíblia afirma: “Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós” (1 Pedro 5:7). “O Senhor está perto de todos os que o invocam, de todos os que o invocam em verdade” (Salmos 145:18). A irmã White afirma: “A oração nos leva à harmonia com a vontade divina” (Testemunhos para a Igreja, vol. 6, p. 251, 1901). Ela também observa: “Por meio da oração, recebemos a graça que nos capacita a vencer” (Patriarcas e Profetas, p. 567, 1890). A oração alinha nossos corações com a vontade de Deus, revelando Sua graça. Como a oração comunitária une os crentes na fé?

    ORAÇÃO: UNINDO CORAÇÕES NA FÉ

    A oração promove a unidade entre os crentes, como Jesus declarou: “Se dois de vós concordarem na terra acerca de qualquer coisa… será feito” (Mateus 18:19). A irmã White destaca a oração comunitária, exortando os crentes a “se curvarem juntos” em adoração (Gospel Workers, pp. 178, 175, 1915). Orar com outras pessoas fortalece a comunidade, intercedendo e apoiando uns aos outros. A Bíblia reforça isso: “Confessai as vossas faltas uns aos outros e orai uns pelos outros, para que sejais curados” (Tiago 5:16). “E, tendo orado, o lugar em que estavam reunidos foi abalado” (Atos 4:31). A irmã White escreve: “Há grande necessidade de oração secreta, mas também de oração unida” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 293, 1885). Ela também afirma: “Quando o povo de Deus ora com fervor, vê o poder de Deus se manifestar” (Mensagens Escolhidas, vol. 1, p. 116, 1958). A oração unida nos aproxima de Deus e reflete o Seu amor. Como a oração ancora nossa vida espiritual?

    ORAÇÃO: O FUNDAMENTO DA ALMA

    A oração é o fundamento da vida espiritual, moldando nossas interações com Deus e com os outros. Ela reflete o Seu amor, fortalece a fé e nos alinha com a Sua vontade. A irmã White conclui: “A comunhão com Deus transmite à alma uma paz e uma força duradouras” (Steps to Christ, p. 98, 1892). A Bíblia afirma: “Aproximemo-nos, portanto, com confiança ao trono da graça, para que recebamos misericórdia e achemos graça para socorro em tempo oportuno” (Hebreus 4:16). “Mas vós, amados, edificando-vos sobre a vossa santíssima fé, orando no Espírito Santo” (Judas 1:20). A irmã White afirma: “A oração é o canal através do qual a graça divina flui” (Os Atos dos Apóstolos, p. 565, 1911). Ela também observa: “Pela oração constante, mantemos nossos corações abertos à orientação de Deus” (Testemunhos para a Igreja, vol. 7, p. 44, 1902). Através da oração sincera, descobrimos o amor de Deus e a graça transformadora.

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  • Mateus 10:7-8 (KJV): “O reino dos céus está próximo… de graça recebestes, de graça dai.”

    RESUMO

    Este artigo explora como o amor de Deus é revelado através do serviço cristão, da preparação espiritual e da reforma da saúde. Baseando-se na Bíblia King James Version e nos escritos do Espírito de Profecia, ele enfatiza o chamado para pregar, curar e viver com moderação, refletindo o cuidado divino pelo corpo e pela alma. Cada seção destaca as responsabilidades práticas que os crentes assumem para demonstrar o amor transformador de Deus e se preparar para a volta de Cristo.

    O AMOR DE DEUS BRILHA ATRAVÉS DO SERVIÇO

    A ordem de Jesus em Mateus 10:7-8 (KJV), “O reino dos céus está próximo… de graça recebestes, de graça dai”, revela o coração do serviço cristão. Ela chama os crentes a pregar e curar, atendendo às necessidades espirituais e físicas. A irmã White nos lembra: “Os servos de Cristo são administradores da Sua graça. O trabalho deles é revelar Sua glória e dar a conhecer Seu amor” (Testemunhos para a Igreja, vol. 6, p. 13, 1901). Proclamar o evangelho e suprir as necessidades físicas é uma necessidade. Quando servimos aos outros, refletimos o amor de Deus de maneira tangível. Aliviar o fardo de um vizinho em dificuldades ou oferecer encorajamento aos desanimados ecoa o cuidado de Cristo. Versículos adicionais da KJV afirmam isso: “Levai as cargas uns dos outros e assim cumprireis a lei de Cristo” (Gálatas 6:2, KJV). “Brilhe assim a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (Mateus 5:16, KJV). A irmã White afirma ainda: “A obra de Deus… deve ser levada adiante por atos de amor e misericórdia” (Os Atos dos Apóstolos, p. 551, 1911). Ela também escreve: “O amor ao homem é a manifestação terrena do amor de Deus” (O Desejado de Todas as Nações, p. 641, 1898). Por meio do serviço, como podemos declarar que a fé é um estilo de vida, e não apenas palavras?

    PREPAREM O CAMINHO PARA CRISTO

    As mensagens proféticas em Isaías 40:3-5 (KJV) e Malaquias 4:5-6 (KJV) exortam os crentes a prepararem o caminho para a volta de Cristo. João Batista cumpriu esse papel, chamando ao arrependimento e à santidade. A irmã White enfatiza: “Assim como João preparou o caminho para a primeira vinda de Cristo, devemos nos preparar para a Sua segunda vinda” (Testemunhos para a Igreja, vol. 3, p. 62, 1872). Por meio do autoexame, do arrependimento e da reforma, refletimos o amor de Deus, que pacientemente convida todos a voltarem para Ele. As Escrituras reforçam isso: “Preparai o caminho do Senhor, endireitai no deserto uma estrada para o nosso Deus” (Isaías 40:3, KJV). “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados” (Atos 3:19, KJV). A irmã White acrescenta: “A obra de preparação é uma obra individual” (O Grande Conflito, p. 622, 1888). Ela também observa: “Deus clama por um reavivamento espiritual e uma reforma espiritual” (Mensagens Escolhidas, Livro 1, p. 128, 1958). Com que frequência equilibramos a advertência contra o pecado com a oferta de esperança, demonstrando a misericórdia divina?

    REFORMA DA SAÚDE: O CUIDADO DE DEUS POR TODOS

    A reforma da saúde é parte integrante da preparação espiritual. Deuteronômio 8:3 (KJV) ensina que o homem não vive só de pão, mas da palavra de Deus. A irmã White destaca: “A reforma da saúde… é essencial para a preparação para a vinda de Cristo” (Testemunhos para a Igreja, vol. 3, p. 62, 1872). Negligenciar a saúde enfraquece tanto o corpo quanto o espírito, deixando-nos vulneráveis à tentação. A irmã White adverte: “O poder controlador do apetite será a ruína de milhares” (Conselhos sobre Dieta e Alimentos, p. 163, 1938). Versículos que apoiam essa ideia incluem: “Portanto, quer comais, quer bebais, ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (1 Coríntios 10:31, KJV). “Não sabeis que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?” (1 Coríntios 3:16, KJV). A irmã White afirma ainda: “O corpo deve ser submetido” (O Ministério da Cura, p. 127, 1905). Ela também escreve: “Uma vida pura e saudável é mais favorável para o aperfeiçoamento do caráter cristão” (Conselhos sobre Saúde, p. 41, 1923). Ao praticar a temperança, como honramos o cuidado de Deus por todos os aspectos da vida?

    EDUCAÇÃO PARA UMA VIDA PIEDOSA

    Romanos 12:1 (KJV) exorta os crentes a apresentarem seus corpos como “sacrifício vivo”. A educação prática em saúde e temperança capacita as famílias e as igrejas a viverem em harmonia com as leis de Deus. A irmã White escreve: “Toda igreja… precisa de instrução em temperança cristã” (Gospel Workers, p. 347, 1915). Ensinar a abnegação e a reforma mostra que os princípios de Deus são libertadores. A irmã White afirma: “Por preceito e exemplo, devemos ensinar… que as leis da saúde são as leis de Deus” (O Ministério da Cura, p. 146, 1905). As escrituras que apoiam isso incluem: “Rogo-vos, pois, irmãos, pela misericórdia de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus” (Romanos 12:1, KJV). “Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para obedecerdes às suas concupiscências” (Romanos 6:12, KJV). A irmã White acrescenta: “A verdadeira educação… prepara o aluno para a alegria do serviço neste mundo e para a alegria ainda maior de um serviço mais amplo no mundo vindouro” (Educação, p. 13, 1903). Ela também observa: “As leis da natureza são as leis de Deus” (Testemunhos para a Igreja, vol. 6, p. 141, 1901). Como seu exemplo pode inspirar outras pessoas a abraçar essas verdades?

    O AMOR DE DEUS GUIA O NOSSO DEVER

    Os princípios de Deus refletem Seu amor, mostrando cuidado pelo corpo e pela alma, relacionamentos restaurados e vida eterna. A irmã White escreve: “A reforma da saúde… prepara as pessoas para a vinda do Senhor” (Testemunhos para a Igreja, vol. 6, p. 112, 1901). A reforma da saúde demonstra o amor de Deus ao nos guiar à autodisciplina. Considere 1 Coríntios 10:6, 11 (KJV): “Estas coisas… foram escritas para nossa admoestação.” Versículos de apoio incluem: “Porque Deus não nos chamou para a impureza, mas para a santidade” (1 Tessalonicenses 4:7, KJV). “Mas o fim de todas as coisas está próximo; portanto, sede sóbrios e vigilantes em oração” (1 Pedro 4:7, KJV). A irmã White afirma: “O povo de Deus deve ser um canal para a manifestação da influência mais elevada do universo” (Testemunhos para a Igreja, vol. 9, p. 259, 1909). Ela também escreve: “O Senhor deseja que Seu povo seja saudável no corpo e na mente” (Conselhos sobre a Saúde, p. 506, 1923). Ao obedecer aos princípios de Deus, como nos tornamos vasos do Seu amor transformador?

    ABRAÇE O CHAMADO DE DEUS PARA A AÇÃO!

    O amor de Deus nos chama ao serviço, à prontidão e à reforma. Seus princípios nos guiam a cuidar de nós mesmos e dos outros enquanto nos preparamos para a volta de Cristo. A irmã White observa: “O Senhor fez de Seu povo o depositário de Sua lei… para demonstrar seu poder de transformar o caráter” (Testemunhos para a Igreja, vol. 9, p. 19, 1909). Um versículo resume isso: “E o próprio Deus da paz vos santifique totalmente; e rogo a Deus que todo o vosso espírito, alma e corpo sejam preservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo” (1 Tessalonicenses 5:23, KJV). Vamos abraçar essas responsabilidades, refletindo o amor de Deus em todos os aspectos da vida. Juntos, podemos inspirar outras pessoas a buscá-Lo, preparando-nos para uma eternidade gloriosa.

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  • 1 Coríntios 15:58 “Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor” (KJV).

    RESUMO

    Em um mundo repleto de provações, a Palavra de Deus e os escritos inspirados revelam o caminho para a vitória espiritual. Este artigo explora a responsabilidade, os perigos do pecado e o poder transformador do amor de Deus, guiando-nos a viver como testemunhas fiéis. Por meio das Escrituras e das percepções da irmã White, descobrimos como a responsabilidade pessoal e comunitária reflete o amor divino, preparando-nos para a eternidade. Como essas verdades podem moldar nossas vidas e comunidades? Vamos mergulhar nessa jornada de fé!

    REVELADO: A LUTA OCULTA DO CORAÇÃO

    A tentação não é desculpa para o pecado. Adventist Home nos lembra: “A tentação mais forte não é desculpa para o pecado… A sede da dificuldade é o coração não renovado” (p. 331, 1952). O pecado não vem de pressões externas, mas de uma luta interna. A história de Acã em Josué 7:1-12 ilustra isso vividamente. O pecado de Acã — tomar espólios proibidos — não afetou apenas a ele, mas trouxe derrota sobre Israel. Da mesma forma, nossos pecados ocultos enfraquecem a força espiritual de nossas comunidades. As Escrituras afirmam isso em Salmos 51:10: “Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito reto” (KJV), e em Ezequiel 36:26: “Eu vos darei um coração novo e porei dentro de vós um espírito novo”. A irmã White afirma ainda: “O coração deve ser renovado pela graça divina, ou será em vão buscar a pureza de vida” (O Desejado, p. 172, 1898). Ela também escreve: “Um coração puro é aquele que está em harmonia com a vontade de Deus” (Pensamentos do Monte das Bem-Aventuranças, p. 28, 1896). Para vencer, devemos buscar um coração renovado por meio da fé em Deus, permitindo que Ele nos transforme. Como a verdadeira fé pode purificar nossos corações e ações?

    A FÉ QUE BRILHA COM O PODER DO AMOR

    A fé deve ir além da crença intelectual. A irmã White adverte: “Você ouvirá o clamor: ‘Apenas acredite’. Satanás acreditou e tremeu. Precisamos ter uma fé que opera pelo amor e purifica o coração” (Mensagens Escolhidas, vol. 3, p. 153, 1980). Embora a graça seja um dom, ela não nos isenta da obediência. Entender isso de maneira errada leva ao que ela chama de “o maior engano que o inimigo já concebeu”. A verdadeira fé produz obediência amorosa à lei de Deus. Gálatas 5:6 declara: “Porque, em Jesus Cristo, nem a circuncisão vale nada, nem a incircuncisão, mas a fé que opera pelo amor” (KJV), e Tiago 2:17 afirma: “Assim também a fé, se não tiver obras, está morta, sendo só” (KJV). A irmã White acrescenta: “A fé sem obras está morta, porque não é uma fé viva” (O Grande Conflito, p. 472, 1888). Ela também observa: “A verdadeira fé se manifestará pela obediência a todas as exigências de Deus” (Testemunhos para a Igreja, vol. 1, p. 704, 1868). Estamos refletindo esse tipo de fé em nossas vidas ou estamos caindo na complacência? Como a fé ativa molda nossa obediência a Deus?

    A PODEROSA ONDA DE NOSSA INFLUÊNCIA

    Nossas palavras, ações e atitudes têm consequências eternas. Patriarcas e Profetas nos lembra: “Somos responsáveis pelo efeito que nossa influência, palavras, ações e impressões têm sobre os outros” (p. 556, 1890). Considere o efeito cascata do pecado de Acã. Sua desobediência levou uma nação inteira à derrota. Na sociedade atual, podemos influenciar os outros de maneira positiva ou negativa, seja por meio das redes sociais, de nossas conversas ou do nosso exemplo na vida cotidiana. Provérbios 12:18 afirma: “Há quem fala como as pontadas de uma espada, mas a língua dos sábios é a saúde” (KJV), e Mateus 5:16 exorta: “Brilhe assim a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (KJV). A irmã White escreve: “Cada ato de nossa vida afeta os outros para melhor ou para pior” (O Ministério da Cura, p. 417, 1905). Ela também afirma: “Nossa influência é um poder para o bem ou para o mal” (Lições de Cristo, p. 340, 1900). Estamos levando os outros para Deus ou afastando-os Dele? Vamos levar essa responsabilidade a sério, apoiando-nos no Espírito Santo para nos guiar. Como nossa influência reflete o amor de Deus para com os outros?

    PERMANECENDO FIRMES NOS ÚLTIMOS DIAS

    Viver nos últimos dias traz desafios únicos. A irmã White escreve: “Todos são responsabilizados pelo Espírito Santo por sua posição pessoal diante da igreja e do mundo” (Materiais de 1888, p. 453, 1987). Assim como Israel enfrentou julgamento por desobediência, nós também somos julgados pelo nosso compromisso com a verdade de Deus. As pressões da vida moderna podem nos levar a comprometer nossos princípios. No entanto, Judas 1:24 nos assegura que Deus é “capaz de vos guardar de tropeçar e de vos apresentar irrepreensíveis” (KJV). Da mesma forma, 2 Timóteo 1:7 nos encoraja: “Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de poder, de amor e de moderação” (KJV). A irmã White observa: “Deus chama homens e mulheres de estabilidade, que permanecerão firmes nos últimos dias” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 80, 1882). Ela também afirma: “O Espírito Santo fortalecerá aqueles que permanecerem em Cristo” (Steps to Christ, p. 69, 1892). Essa promessa nos lembra que, embora a responsabilidade seja essencial, o amor de Deus nos dá força para permanecer firmes. Como podemos permanecer firmes em meio às provações de hoje?

    O AMOR DE DEUS MANIFESTADO ATRAVÉS DO DEVER

    O amor de Deus nos chama à responsabilidade, refletindo Seu desejo pelo nosso crescimento espiritual. Em Josué 7:11, Deus disse: “Israel pecou… por isso não puderam resistir diante dos seus inimigos” (KJV). Isso ressalta que o pecado nos separa Dele. No entanto, por meio da graça, podemos ser reconciliados. Romanos 5:8 declara: “Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que, enquanto éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós” (KJV), e 1 João 1:9 assegura: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (KJV). A irmã White escreve: “O amor de Deus é revelado na disciplina que Ele exerce sobre Seus filhos” (O Desejado, p. 35, 1898). Ela também afirma: “Pela graça de Cristo, podemos ser restaurados à Sua imagem” (Educação, p. 16, 1903). O amor de Deus é evidente em Seus esforços para nos disciplinar e restaurar, permitindo-nos refletir Seu caráter em nossas vidas e relacionamentos. Sua misericórdia nos chama a um padrão mais elevado, moldando-nos para a eternidade. Como a responsabilidade reflete o amor de Deus em nossas vidas?

    VIVENDO O AMOR DE DEUS JUNTOS

    Individualmente, devo examinar meu coração e render minha vontade a Deus. É fácil focar nas pressões externas, mas, como ensina Adventist Home, a questão fundamental é o coração não renovado. Juntos, também devemos promover um ambiente de responsabilidade e amor. Isso significa lidar com o pecado não com julgamento, mas com restauração, refletindo a compaixão de Cristo. Em um mundo que muitas vezes distorce a verdade, devemos permanecer como faróis de luz, sustentando uns aos outros na fé e no amor. Filipenses 2:4 instrui: “Ninguém busque o seu próprio interesse, mas o dos outros” (KJV), e Hebreus 10:24 exorta: “E consideremos uns aos outros para nos estimularmos ao amor e às boas obras” (KJV). A irmã White escreve: “Devemos ajudar uns aos outros a crescer na graça” (Testemunhos para a Igreja, vol. 7, p. 31, 1902). Ela também observa: “O amor uns pelos outros é a manifestação da presença de Cristo” (Os Atos dos Apóstolos, p. 560, 1911). Como podemos construir uma comunidade que reflita o amor de Cristo?

    MARAVILHOSA PROMESSA DE VITÓRIA

    A responsabilidade não é um fardo, mas um reflexo do amor de Deus. Por meio da fé que opera pelo amor, alinhamos nossos corações com a vontade de Deus e inspiramos outros a fazer o mesmo. Ao nos esforçarmos para viver sem culpa diante de Deus, lembremo-nos da Sua promessa de nos guardar para que não caiamos. Juntos, podemos permanecer firmes nos perigos destes últimos dias, refletindo Sua graça para um mundo que precisa de esperança.

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  • “Porque nela se revela a justiça de Deus, de fé em fé, como está escrito: O justo viverá pela fé.” (Romanos 1:17, KJV)

    ARTIGO

    Este artigo investiga o papel profundo da fé em nutrir uma conexão profunda com Deus, com base em verdades bíblicas e insights inspiradores. Ele examina como a fé serve como âncora nas incertezas da vida, se baseia no terreno sólido das Escrituras, se expressa por meio de ações obedientes, garante a vitória sobre os desafios, reflete o amor divino, fortalece os laços comunitários e exige uma vida persistente alinhada com a vontade de Deus.

    O BATIMENTO INCRÍVEL DA FÉ!

    A fé é o batimento cardíaco de nosso relacionamento com Deus, unindo-nos em diversas tradições religiosas. Hebreus 11:1 define fé como “a substância das coisas esperadas, a evidência das coisas que não se veem”. Essa confiança segura transforma a incerteza em confiança e nos fortalece nas provações da vida. nos lembra que fé é “confiar em Deus — acreditar que Ele nos ama e sabe o que é melhor para nós” (Educação, p. 253). “Porque andamos por fé, não por vista” (2 Coríntios 5:7, KJV), enfatizando a confiança na orientação divina em meio às dúvidas. “Mas sem fé é impossível agradar a Deus, pois quem se aproxima dele precisa acreditar que Ele existe e que recompensa aqueles que O buscam diligentemente” (Hebreus 11:6, KJV), destacando a fé como essencial para uma conexão agradável com Deus. A irmã White explica ainda: “Fé é confiar em Deus — acreditar que Ele nos ama e sabe o que é melhor para nós” (Educação, p. 253, 1903). Ela também afirma: “Os grandes poderes morais da alma são a fé, a esperança e o amor” (Sinais dos Tempos, p. 789, 1904). Como sua fé o mantém firme durante as tempestades da vida?

    CONSTRUINDO O FUNDAMENTO DA FÉ!

    A fé é construída sobre a Palavra de Deus. Romanos 10:17 declara: “Assim, a fé vem pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus”. Mergulhar nas Escrituras fornece um fundamento para uma crença inabalável. A irmã White adverte: “Não tendo recebido o amor da verdade, serão levados pelas ilusões do inimigo” (Testemunhos para a Igreja, vol. 6, pp. 400–401). Isso nos chama a estudar a Bíblia diligentemente, comparando as Escrituras com as Escrituras para discernir a verdade de Deus (Educação, p. 190). Sem essa prática, nossa fé pode vacilar, deixando-nos vulneráveis ao erro. Pessoalmente, encontrei consolo nas promessas de Deus durante desafios financeiros. Malaquias 3:10 me encorajou a “trazer todos os dízimos ao depósito”, confiando que Deus “abriria as janelas do céu”. Ao obedecer a essa ordem, testemunhei bênçãos se manifestarem, fortalecendo minha fé. “Guardei a tua palavra no meu coração, para não pecar contra ti” (Salmos 119:11, KJV), ressaltando o poder protetor das Escrituras internalizadas. “A tua palavra é lâmpada para os meus pés e luz para o meu caminho” (Salmos 119:105, KJV), guiando os crentes através da incerteza. A irmã White explica: “Devemos ter aquela fé que opera pelo amor e purifica a alma” (Testemunhos para a Igreja, vol. 1, p. 167, 1862). Ela acrescenta: “A fé genuína tem seu fundamento nas promessas e provisões das Escrituras” (Obreiros Evangélicos, p. 260, 1915). Sua vida reflete confiança nas promessas de Deus?

    FÉ EM AÇÃO!

    Tiago 2:20 adverte: “A fé sem obras é morta”. A verdadeira fé se manifesta na obediência, como demonstrou a disposição de Abraão em sacrificar Isaque (Tiago 2:22). A irmã White ressalta essa verdade: “A verdadeira fé repousa nas promessas contidas na Palavra de Deus, e somente aqueles que obedecem a essa Palavra podem reivindicar suas gloriosas promessas” (Patriarcas e Profetas, p. 626). A fé requer atos visíveis de devoção, alinhando a crença com a ação. Quando meu pai faleceu, o amor sustentador de Deus me lembrou de Seu conforto e presença. Essa experiência aprofundou minha confiança Nele, transformando a dor em esperança. “Mas sede cumpridores da palavra, e não apenas ouvintes, enganando a vós mesmos” (Tiago 1:22, KJV), exigindo a aplicação ativa da verdade. “Assim também a fé, se não tiver obras, está morta, estando só” (Tiago 2:17, KJV), reforçando que a crença genuína produz ações. A irmã White observa: “A fé reivindica as promessas de Deus e produz frutos em obediência” (O Desejado de Todas as Nações, p. 126, 1898). Ela continua: “A fé que nos permite receber os dons de Deus é ela própria um dom, do qual uma medida é concedida a todos os seres humanos” (Education, p. 253, 1903). Como podemos refletir nossa fé por meio de ações significativas, mostrando o amor de Deus aos outros?

    VITÓRIA ATRAVÉS DO PODER DA FÉ!

    A fé concede vitória sobre as provações e o pecado. 1 João 5:4 proclama: “Esta é a vitória que vence o mundo, a nossa fé”. A irmã White ecoa: “A fé reivindica as promessas de Deus e produz frutos em obediência” (Educação, p. 257). A vitória não é apenas superar desafios externos, mas conquistar lutas internas, como a dúvida e o medo. A fé me levou a confiar em Deus durante um desafio médico, abandonando a dependência diária de medicamentos. Por meio da oração e da orientação divina, experimentei a cura, provando o poder de Deus. “Tudo posso naquele que me fortalece” (Filipenses 4:13, KJV), afirmando a força para as vitórias. “Combate o bom combate da fé, agarra-te à vida eterna, para a qual também foste chamado” (1 Timóteo 6:12, KJV), exortando à batalha persistente. A irmã White declara: “Somente aquele que tem fé verdadeira está seguro contra a presunção, pois a presunção é a falsificação da fé por Satanás” (Gospel Workers, p. 260, 1915). Ela observa ainda: “Permanecer na fé é deixar de lado os sentimentos e os desejos egoístas, andar humildemente com o Senhor, apropriar-se de Suas promessas e aplicá-las em todas as ocasiões” (Fundamentos da Educação Cristã, p. 341, 1923). Sua fé permite que você supere desafios pessoais e reivindique a vitória por meio de Cristo?

    O AMOR DE DEUS NO ESPELHO DA FÉ!

    A fé revela o amor de Deus por meio de Sua fidelidade às Suas promessas. Hebreus 11:1 nos assegura de Sua orientação. A irmã White enfatiza: “A fé que nos permite receber os dons de Deus é, em si mesma, um dom” (Education, p. 253). Isso ilustra que o amor de Deus proporciona graça em meio às provações e esperança para a salvação eterna. Considere o seguinte: o amor de Deus transforma nossas fraquezas em força. Sua promessa de “nunca te desamparar, nem te desleixar” (Hebreus 13:5) nos assegura que, mesmo nos momentos mais sombrios, Seu amor permanece. A fé se torna o canal através do qual experimentamos essa graça sustentadora. “Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que, enquanto éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós” (Romanos 5:8, KJV), mostrando a natureza sacrificial do amor. “Nós o amamos porque ele nos amou primeiro” (1 João 4:19, KJV), revelando o amor como resposta à iniciativa divina. A irmã White ensina: “Deus é amor, e Sua lei é amor. Seus dois grandes princípios são o amor a Deus e o amor ao homem” (Patriarcas e Profetas, p. 33, 1890). Ela explica: “O amor gera amor; e assim, o amor de Cristo demonstrado na cruz atrai e conquista o pecador” (O Desejado de Todas as Nações, p. 519, 1898). Como a fé pode aprofundar nossa experiência do amor duradouro de Deus?

    O VÍNCULO COMUNITÁRIO DA FÉ!

    A fé promove um vínculo comunitário com Deus e com os outros. Gálatas 3:26 declara: “Todos vocês são filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus”. Essa unidade nos leva a servir uns aos outros, refletindo o amor de Deus. A irmã White exorta: “Devemos amar os outros como Cristo nos amou” (O Desejo das Eras, p. 641). Atos de bondade, como atender às necessidades de um vizinho ou apoiar um amigo em luto, exemplificam a fé em ação. Essas ações constroem confiança e unidade, incorporando o mandamento de Cristo de amar uns aos outros. “Levai as cargas uns dos outros e assim cumprireis a lei de Cristo” (Gálatas 6:2, KJV), promovendo uma comunhão solidária. “E consideremo-nos uns aos outros para nos estimularmos ao amor e às boas obras” (Hebreus 10:24, KJV), incentivando a inspiração mútua. A irmã White escreve: “Estamos todos entrelaçados na grande teia da humanidade, e tudo o que pudermos fazer para beneficiar e elevar os outros se refletirá em bênçãos sobre nós mesmos” (Patriarcas e Profetas, p. 534, 1890). Ela acrescenta: “Não é a posição social, nem a origem, nem a nacionalidade, nem os privilégios religiosos que provam que somos membros da família de Deus; é o amor, um amor que abraça toda a humanidade” (Pensamentos do Monte das Bênçãos, p. 75, 1896). Como podemos, como comunidade, refletir o amor de Deus para com aqueles que nos rodeiam?

    CHAMADO PARA VIVER PELA FÉ!

    A fé não é passiva; ela exige perseverança e oração. Tiago 1:6 nos chama a pedir “com fé, sem vacilar”. A irmã White compara a oração persistente à viúva importuna, cujos pedidos foram atendidos por causa de sua firmeza (Testemunhos para a Igreja, vol. 2, p. 131). A fé alinha nossas orações com a vontade de Deus, transformando lutas em testemunhos de Sua graça. Em um mundo repleto de desafios, a fé continua sendo nosso alicerce e nossa vitória. Estamos dispostos a reivindicar as promessas de Deus, viver nossa fé diariamente e compartilhar Seu amor com os outros? Vamos abraçar essa jornada, refletindo Seu caráter por meio de nossas ações e confiança. A fé nos conecta a Deus, nos impele a servir e nos aponta para a esperança eterna. “Alegres na esperança, pacientes na tribulação, perseverantes na oração” (Romanos 12:12, KJV), incorporando a resistência inabalável. “Orai sem cessar” (1 Tessalonicenses 5:17, KJV), enfatizando a comunhão contínua. A irmã White afirma: “A fé reivindica as promessas de Deus e produz frutos em obediência” (O Desejado, p. 126, 1898). Ela conclui: “A vida que agora vivo na carne, vivo-a pela fé do Filho de Deus, que me amou e se entregou por mim” (O Operário Evangelista, p. 259, 1915).

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  • “Mas o caminho dos justos é como a luz brilhante, que brilha cada vez mais até o dia perfeito” (Provérbios 4:18, KJV)

    RESUMO

    A Palavra de Deus é um guia eterno, iluminando o caminho dos crentes por meio das Escrituras, profecias, paciência e restauração. Este artigo explora como esses princípios divinos revelam o amor infinito de Deus, oferecendo sabedoria, esperança e força para os desafios da vida, ao mesmo tempo em que chamam os crentes a andar em obediência e unidade.

    A BÍBLIA: UMA LÂMPADA BRILHANTE PARA O NOSSO CAMINHO

    A Palavra de Deus é mais do que um texto antigo; é um guia vivo para os desafios da vida e uma fonte de esperança para todos os crentes. Como Paulo escreve em Romanos 15:4: “Porque tudo o que foi escrito anteriormente foi escrito para nosso aprendizado, para que, pela paciência e consolo das Escrituras, tenhamos esperança”. A Bíblia é descrita como “lâmpada para os meus pés e luz para o meu caminho” (Salmo 119:105), simbolizando seu poder de nos guiar através das trevas. As Escrituras oferecem instrução, correção e inspiração para uma vida justa (2 Timóteo 3:16). A irmã White afirma: “A Bíblia é a história mais abrangente e instrutiva que os homens possuem” (Educação, p. 173, 1903). Quando enfrentei a falta de moradia, o Salmo 119:105 me ancorou, lembrando-me que a orientação de Deus nunca se apaga. Da mesma forma, como comunidade, devemos confiar nas Escrituras para navegar pela confusão espiritual e moral, agarrando-nos às suas verdades para iluminar o nosso caminho. A Bíblia declara ainda: “Guardei a tua palavra no meu coração, para não pecar contra ti” (Salmo 119:11, KJV), enfatizando o poder protetor da Palavra de Deus. Além disso, “A entrada das tuas palavras dá luz; dá entendimento aos simples” (Salmo 119:130, KJV), destacando o papel das Escrituras em trazer clareza. A irmã White afirma: “A Bíblia é um guia no caminho para o céu, revelando o plano da salvação” (Fundamentos da Educação Cristã, p. 123, 1923). Ela também escreve: “As Escrituras são o grande agente na transformação do caráter” (Lições de Cristo, p. 100, 1900). A Palavra de Deus continua sendo nossa luz constante, guiando-nos em todas as provações. Como podemos aprofundar nossa confiança nessa luz divina para guiar nossos passos?

    PROFECIA: O PLANO DE DEUS REVELADO

    A profecia revela a soberania de Deus e Seus planos para a humanidade. Pedro enfatiza sua origem divina: “Porque a profecia não veio nos tempos antigos pela vontade do homem, mas homens santos de Deus falaram movidos pelo Espírito Santo” (2 Pedro 1:21). Amós 3:7 nos assegura: “Certamente que o Senhor Deus não faz nada sem revelar o seu segredo aos seus servos, os profetas”. A irmã White ressalta: “A luz que Daniel recebeu de Deus foi dada especialmente para estes últimos dias” (Testemunhos para Ministros, p. 114, 1923). Essas percepções nos lembram que a profecia não apenas fortalece a fé, mas também nos prepara para o que está por vir. Muitas vezes encontrei conforto nas visões de Daniel, especialmente quando a vida parecia incerta. Suas mensagens de libertação me asseguravam do controle de Deus. A Bíblia também afirma: “A visão ainda é para o tempo determinado, mas no fim falará, e não mentirá” (Habacuque 2:3, KJV), afirmando a certeza da palavra profética de Deus. Além disso, “Temos também a palavra profética mais segura, à qual bem fazeis em prestar atenção” (2 Pedro 1:19, KJV), exortando-nos a dar ouvidos às revelações divinas. A irmã White escreve: “As profecias apresentam uma sucessão de eventos que conduzem à abertura do julgamento” (O Desejado de Todas as Nações, p. 234, 1898). Ela também observa: “Deus nos deu Sua palavra para que possamos nos familiarizar com Seus ensinamentos e saber por nós mesmos o que Ele exige de nós” (O Grande Conflito, p. 595, 1888). Como comunidade, devemos permanecer vigilantes para discernir a orientação profética de Deus. Estamos preparados para alinhar nossas vidas com os planos revelados por Ele?

    PACIÊNCIA: O PROCESSO DE REFINAMENTO DE DEUS

    As provações são oportunidades de crescimento. Tiago escreve: “A prova da vossa fé produz paciência” (Tiago 1:3). A irmã White explica: “As provações da vida são os obreiros de Deus para remover as impurezas e asperezas do nosso caráter” (O Ministério da Cura, p. 471, 1905). Por meio da paciência, Deus nos refina, preparando-nos para o Seu reino. Tive dificuldade em perdoar a mim mesma após uma traição. Refletir sobre o exemplo de Cristo — “Pai, perdoa-lhes” (Lucas 23:34) — me ajudou a liberar a amargura. Como igreja, somos chamados a estender a paciência e a graça aos necessitados. A Bíblia ensina: “Mas a paciência faça a sua obra perfeita, para que sejais perfeitos e completos, sem falta alguma” (Tiago 1:4, KJV), mostrando o papel da paciência na maturidade espiritual. Além disso, “Descansa no Senhor e espera pacientemente por ele” (Salmos 37:7, KJV) incentiva a confiança no tempo de Deus. A irmã White afirma: “A paciência nas provações nos impedirá de dizer e fazer coisas que ferirão nossa alma e a alma dos outros” (Testemunhos para a Igreja, vol. 3, p. 111, 1872). Ela escreve ainda: “O povo de Deus deve aprender a perseverar, a esperar pacientemente pelo cumprimento de Suas promessas” (Patriarcas e Profetas, p. 674, 1890). A paciência nos molda para sermos vasos adequados para o serviço de Deus. Como podemos abraçar as provações como oportunidades para o refinamento divino?

    RESTAURAÇÃO: CONSERTANDO O QUE ESTÁ QUEBRADO

    Deus promete restauração: “E os que forem teus construirão as ruínas antigas” (Isaías 58:12). A restauração envolve reconstruir relacionamentos, fé e comunidade. A irmã White escreve: “A restauração é um processo que requer perseverança e orientação divina” (Steps to Christ, p. 57, 1892). Quando passei por uma fase de falta de moradia, amigos compartilharam refeições e orações, incorporando o amor de Deus. A bondade deles restaurou minha esperança e fé. A Bíblia declara: “Ele restaura a minha alma; ele me guia por caminhos de justiça, por amor do seu nome” (Salmos 23:3, KJV), ilustrando o poder restaurador de Deus. Além disso, “Voltem, filhos rebeldes, diz o Senhor, pois eu sou casado com vocês” (Jeremias 3:14, KJV) revela o desejo de Deus de restaurar Seu povo. A irmã White observa: “O amor de Deus é revelado em cada ato de restauração e redenção” (O Desejo das Eras, p. 824, 1898). Ela também escreve: “A obra da restauração é trazer o homem de volta à sua perfeição original” (Christ’s Object Lessons, p. 166, 1900). Como comunidade, somos chamados a ser restauradores, alcançando os quebrantados de coração. Como podemos participar ativamente da obra de restauração de Deus?

    O AMOR DE DEUS REVELADO ATRAVÉS DAS ESCRITURAS

    Os conceitos das Escrituras, da profecia e da paciência refletem o amor de Deus, mostrando Seu desejo de nos guiar, ensinar e redimir. 2 Timóteo 3:16 afirma que as Escrituras fornecem correção e instrução na justiça. A irmã White escreve: “A Bíblia revela a verdade com simplicidade e adaptação às necessidades e anseios do coração humano” (Steps to Christ, p. 91, 1892). A profecia demonstra o amor de Deus ao oferecer advertências e garantias: “Certamente que o Senhor Deus não faz nada sem revelar o seu segredo aos seus servos, os profetas” (Amós 3:7). A irmã White afirma: “A obra do profeta não é revelar algo novo, mas chamar a atenção para o que foi esquecido e inspirar uma fé renovada” (Profetas e Reis, p. 22, 1917). A paciência reflete o amor duradouro de Deus, pois Tiago 1:3-4 descreve as provações como ferramentas para aperfeiçoar a fé. Ela escreve: “As provações da vida são os obreiros de Deus, removendo impurezas e fortalecendo o caráter” (O Ministério da Cura, p. 471, 1905). A Bíblia afirma ainda: “O Senhor é bom para todos, e a sua misericórdia se estende sobre todas as suas obras” (Salmos 145:9, KJV), afirmando o amor universal de Deus. Além disso, “Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que Ele nos amou” (1 João 4:10, KJV) ressalta Sua graça iniciadora. A irmã White observa: “A Bíblia é uma revelação do amor de Deus pelo homem” (Pensamentos do Monte das Bem-Aventuranças, p. 19, 1896). Ela também escreve: “O amor de Deus é o fundamento de todas as Suas relações com as Suas criaturas” (Os Atos dos Apóstolos, p. 12, 1911). Essas verdades revelam um Deus que nos guia e purifica pacientemente. Como podemos refletir esse amor divino em nossa vida diária?

    UNIDOS NA LUZ DE DEUS

    A Palavra de Deus nos orienta, a profecia revela os Seus planos e a paciência nos refina. A irmã White nos lembra: “Não há nada mais eficaz para energizar a mente e fortalecer o intelecto do que estudar a palavra de Deus” (O Grande Conflito, p. 69, 1888). Individualmente, aprendi a confiar nas promessas de Deus em momentos de desespero. Como comunidade, somos chamados a ser restauradores, refletindo o amor de Deus em um mundo fragmentado. A Bíblia declara: “A tua palavra é verdadeira desde o princípio, e todos os teus juízos justos permanecem para sempre” (Salmos 119:160, KJV), afirmando a confiabilidade eterna das Escrituras. Além disso, “Andai em amor, como também Cristo nos amou” (Efésios 5:2, KJV) nos chama a imitar o amor divino. A irmã White escreve: “O estudo da Bíblia enobrece todos os pensamentos, sentimentos e aspirações” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 24, 1882). Ela também observa: “Pelo estudo das Escrituras, somos levados a um relacionamento íntimo com Cristo” (Fundamentos da Educação Cristã, p. 126, 1923). O caminho estreito pode nos desafiar, mas a Palavra de Deus garante que nunca o percorreremos sozinhos.

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  • Salmo 23:1: “O Senhor é meu pastor; nada me faltará.”

    MARAVILHOSA INTRODUÇÃO AO PLANO DE DEUS

    A jornada de Davi como rei oferece lições eternas sobre liderança, adoração e providência divina. Sua história revela como a confiança em Deus, a obediência e a integridade espiritual refletem o amor e o propósito divinos. Ao examinar a narrativa de Davi através dos princípios bíblicos, podemos descobrir insights que orientam o crescimento pessoal e comunitário. Que lições maravilhosas podemos aprender com as parcerias de Davi que refletem a provisão de Deus?

    PROVISÃO FABULOSA ATRAVÉS DE PARCERIAS DIVINAS

    O rei Hiram de Tiro forneceu recursos e trabalhadores qualificados para ajudar Davi a construir sua casa. Essa aliança era mais do que política; era uma prova da providência de Deus. Como nos lembra o Salmo 24:1, “Do Senhor é a terra e tudo o que nela existe”. A irmã White afirma: “Cada libertação na história do povo de Deus é uma evidência de Seu poder e fidelidade” (Profetas e Reis, p. 374, 1917). Por exemplo, eu experimentei essa provisão divina quando Deus me deu um apoio inesperado durante uma crise financeira. O Salmo 34:10 afirma: “Os leões jovens sofrem fome, mas aqueles que buscam o Senhor não terão falta de nenhum bem”. Provérbios 3:9-10 declara: “Honra ao Senhor com os teus bens e com as primícias de toda a tua renda; assim os teus celeiros se encherão de abundância e os teus lagares transbordarão de vinho novo”. A irmã White observa ainda: “A providência de Deus nos precede, e Ele abriu um caminho para o Seu povo avançar” (Testemunhos para a Igreja, vol. 3, p. 433, 1875). Ela também escreve: “O Senhor proverá as necessidades do Seu povo, se ele confiar Nele” (O Ministério da Cura, p. 200, 1905). Isso nos lembra de ver a mão de Deus nas parcerias, seja entre igrejas ou comunidades.

    HUMILDADE ESTUPENDA NA LIDERANÇA PIEDOSA

    Davi reconheceu que Deus estabeleceu seu reino não para glória pessoal, mas para o benefício de Israel (1 Crônicas 14:2). A liderança, como mostrado aqui, é uma responsabilidade confiada por Deus. Salmos 75:6-7 declara: “Porque a promoção não vem do leste, nem do oeste… mas Deus é o juiz”. A irmã White adverte: “A autoexaltação é a armadilha pela qual Satanás procura levar os homens a desconsiderar a Deus” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 738, 1889). Em minha própria vida, os momentos de orgulho foram temperados pela compreensão de que todo sucesso vem de Deus. Além disso, 1 Pedro 5:6 aconselha: “Humilhai-vos, portanto, sob a poderosa mão de Deus, para que ele vos exalte no tempo oportuno”. Tiago 4:10 ecoa: “Humilhai-vos diante do Senhor, e ele vos exaltará”. A irmã White acrescenta: “A verdadeira humildade é a evidência de que Deus está trabalhando no coração” (O Desejado de Todas as Nações, p. 650, 1898). Ela também afirma: “Deus não tem uso para um coração orgulhoso, mas Ele abençoará os humildes” (Parábolas de Jesus, p. 158, 1900). Os líderes em todas as esferas devem abraçar a humildade, garantindo que suas ações reflitam a vontade de Deus, e não a ambição pessoal. Como podemos modelar essa dependência tão impressionante de Deus em nossos desafios diários?

    INCRÍVEL DEPENDÊNCIA DA ORIENTAÇÃO DE DEUS

    A pergunta de Davi antes de lutar contra os filisteus ilustra sua confiança na orientação de Deus. “Devo subir contra os filisteus?”, ele perguntou, e Deus respondeu: “Suba, pois eu os entregarei nas suas mãos” (1 Crônicas 14:10). Essa dependência da oração está alinhada com o ensinamento da irmã White: “A oração é a chave na mão da fé para abrir o tesouro do céu” (Caminho a Cristo, p. 95, 1892). Refletindo sobre minha vida, lembro-me de decisões tomadas sem buscar a orientação de Deus, muitas vezes levando a dificuldades que poderiam ter sido evitadas. Além disso, Filipenses 4:6 instrui: “Não andem em ansiedade por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, com ação de graças, sejam os seus pedidos conhecidos diante de Deus”. 1 Tessalonicenses 5:17 exorta: “Orem sem cessar”. A irmã White enfatiza: “Devemos nos aproximar de Deus com fé e derramar nossas súplicas diante dele” (Mensagens Escolhidas, Livro 1, p. 121, 1958). Ela também escreve: “A oração é o fôlego da alma” (Obreiros Evangélicos, p. 254, 1915). Esta história nos encoraja a fazer uma pausa e buscar a sabedoria de Deus nas decisões pessoais e comunitárias. Que pureza surpreendente devemos buscar em nossa adoração para honrar a Deus?

    PUREZA SURPREENDENTE NA VERDADEIRA ADORAÇÃO

    A destruição dos ídolos dos filisteus por Davi (1 Crônicas 14:12) significa seu compromisso com a santidade. Êxodo 20:3 ordena: “Não terás outros deuses diante de mim”. A irmã White escreve: “Idolatria é a adoração de qualquer coisa que toma o lugar de Deus no coração” (Patriarcas e Profetas, p. 305, 1890). Hoje, a idolatria pode se manifestar como materialismo, ambição ou distrações que comprometem nossa devoção a Deus. Em minha caminhada espiritual, aprendi que renunciar a esses “ídolos” traz paz e clareza. Além disso, 1 João 5:21 adverte: “Filhinhos, guardai-vos dos ídolos”. Salmos 96:9 exorta: “Adorai ao Senhor na beleza da santidade; temei diante dele, toda a terra”. A irmã White observa: “A verdadeira adoração consiste em trabalhar em conjunto com Cristo” (O Ministério da Cura, p. 477, 1905). Ela também afirma: “Deus exige um sacrifício vivo, não uma oferta morta” (Testemunhos para a Igreja, vol. 6, p. 447, 1901). A reforma na adoração requer um alinhamento intencional com os padrões de Deus, livre de concessões. Como podemos demonstrar uma obediência incrível a Deus, mesmo na incerteza?

    OBEDIÊNCIA INCRÍVEL NO TEMPO DIVINO

    A instrução de Deus para Davi esperar pelo som de movimento nas amoreiras antes de atacar (1 Crônicas 14:15) destaca a importância da obediência. A irmã White reflete: “O caminho que Deus nos mostra pode passar pelo deserto ou pelo mar, mas é um caminho seguro” (Patriarcas e Profetas, p. 290, 1890). Eu experimentei o desafio de confiar na orientação não convencional de Deus, como decisões de carreira que pareciam ilógicas, mas levaram a bênçãos profundas. Além disso, Isaías 55:8-9 declara: “Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos são os meus caminhos, diz o Senhor. Pois como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos”. Eclesiastes 3:1 afirma: “Para tudo há um tempo, e para todo propósito debaixo do céu há um tempo”. A irmã White escreve: “A obediência é o teste do discipulado” (Pensamentos do Monte das Bênçãos, p. 117, 1896). Ela também observa: “Os planos de Deus são sempre para o nosso bem, embora nem sempre possamos ver isso” (O Ministério da Cura, p. 473, 1905). A obediência requer fé, especialmente quando os métodos de Deus desafiam a lógica humana. Como refletimos a glória sensacional de Deus por meio de nossas vitórias?

    GLÓRIA SENSACIONAL NAS VITÓRIAS DE DEUS

    As vitórias de Davi espalharam o temor de Deus entre as nações, e ele atribuiu seu sucesso ao poder divino. “Não a nós, ó Senhor, não a nós, mas ao teu nome dá glória” (Salmos 115:1). A irmã White enfatiza: “A Deus seja toda a glória pelas vitórias conquistadas” (Profetas e Reis, p. 569, 1917). Em minha vida, as conquistas profissionais têm sido oportunidades de testemunhar a fidelidade de Deus. Além disso, Deuteronômio 8:18 nos lembra: “Mas lembra-te do Senhor, teu Deus, porque é ele quem te dá o poder para adquirir riquezas”. Salmos 44:3 declara: “Porque não conquistaram a terra com a sua espada, nem o seu braço os salvou; mas a tua destra e o teu braço, e a luz da tua face, porque te compasseste deles.” A irmã White escreve: “Toda vitória deve ser usada para promover o Seu reino” (Testemunhos para a Igreja, vol. 7, p. 138, 1902). Ela também afirma: “O Senhor se deleita em honrar aqueles que O honram” (O Desejado de Todas as Nações, p. 668, 1898). Como igrejas, nossos sucessos no ministério devem inspirar admiração por Deus, não autopromoção. Como a história de Davi revela o magnífico amor de Deus?

    MAGNÍFICA DEMONSTRAÇÃO DO AMOR DE DEUS

    A história de Davi demonstra o amor de Deus por meio da orientação, provisão e vitória. Como afirma Naum 1:7, “O Senhor é bom, refúgio no dia da angústia; e conhece aqueles que confiam nele”. A irmã White reforça: “Deus é amor” (Steps to Christ, p. 10, 1892). Cada ato de intervenção divina mostra o desejo de Deus de abençoar e proteger Seu povo. Pessoalmente, senti esse amor em momentos de provisão inesperada, revelando que o cuidado de Deus é imutável e abundante. Além disso, 1 João 4:16 afirma: “E nós conhecemos e cremos no amor que Deus tem para conosco. Deus é amor; e aquele que permanece no amor permanece em Deus, e Deus nele.” Salmos 136:1 proclama: “Dai graças ao Senhor, porque ele é bom; porque a sua misericórdia dura para sempre.” A irmã White escreve: “O amor de Deus é muito maior do que a língua ou a pena podem expressar” (Steps to Christ, p. 15, 1892). Ela também observa: “O amor de Deus é revelado em cada ato de misericórdia” (O Ministério da Cura, p. 26, 1905). A vida de Davi nos lembra de confiar em Deus, praticar a obediência e buscar a pureza espiritual.

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