Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna (João 3:16, KJV).
RESUMO
Este resumo explora a profunda revelação do amor de Deus através da missão de Cristo como o Cordeiro de Deus, destacada pelo testemunho de João Batista e pelo sistema sacrificial. Ele investiga o cumprimento da profecia, a jornada dos discípulos, os sacrifícios de João e o chamado para imitar a humildade e o serviço de Cristo na vida pessoal e comunitária, exortando uma resposta contracultural de amor e gratidão.
O PODEROSO RUGIDO DA PROFECIA!
A missão de Cristo, revelada através do Seu batismo e do testemunho de João Batista, serve como um profundo reflexo do amor de Deus.
Em João 1:29, João declara: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”. Essa declaração conecta o sistema sacrificial do Antigo Testamento ao sacrifício supremo de Cristo. A unidade depende de uma conexão vital com Cristo. Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que, enquanto ainda éramos pecadores, Cristo morreu por nós (Romanos 5:8, KJV). Porque conheceis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, se tornou pobre por amor de vós, para que vós, com a sua pobreza, vos tornásseis ricos (2 Coríntios 8:9, KJV). “O sangue derramado nas ofertas sacrificiais apontava para o sacrifício do Cordeiro de Deus. Todas as ofertas típicas foram cumpridas nele” (Christ’s Object Lessons, p. 126, 1900). “Em cada vítima sangrenta estava tipificado ‘o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo’” (Patriarcas e Profetas, p. 365, 1890). Para aqueles que reverenciam o sacrifício como um tema central na espiritualidade, a comunidade é convidada a contemplar o que essa missão significa para a humanidade. Como ela desafia a comunidade a viver? Como ela reflete o amor imutável de Deus?
O ESTOURO DO CUMPRIMENTO!
Quando João identificou Jesus como o Cordeiro de Deus, ele O conectou à profecia de Isaías sobre o servo sofredor: “Ele foi ferido pelas nossas transgressões, foi moído pelas nossas iniquidades” (Isaías 53:5, KJV). Ellen G. White esclarece essa conexão, afirmando: “O sangue derramado quando os sacrifícios eram oferecidos apontava para o sacrifício do Cordeiro de Deus. Todas as ofertas típicas foram cumpridas nele” (Lições de Cristo, p. 126). Esse cumprimento demonstra que a missão de Cristo não foi uma ideia tardia, mas parte do plano eterno de Deus para a redenção. Cristo demonstra a autoabnegação suprema. Mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro sem mancha e sem defeito (1 Pedro 1:19, KJV). Ele é desprezado e rejeitado pelos homens; um homem de dores e que sabe o que é sofrer; e nós escondemos dele o nosso rosto; ele foi desprezado, e nós não o estimamos (Isaías 53:3, KJV). “Os tipos que se referem à segunda vinda devem ser cumpridos no tempo indicado no serviço simbólico” (O Grande Conflito, p. 399, 1911). “Cristo era o Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo” (Patriarcas e Profetas, p. 63, 1890). Assim como as ofertas sacrificiais exigiam pureza e abnegação, o sacrifício de Cristo revela a profundidade do amor divino — um amor que carregaria o fardo do pecado pela humanidade. Essa verdade chama a comunidade à gratidão e à humildade. Com que frequência a comunidade pára para considerar o custo de tal amor?
A JORNADA ÉPICA DOS DISCÍPULOS!
A proclamação de João, “Eis o Cordeiro de Deus”, impactou profundamente seus discípulos. Embora não compreendessem totalmente o seu significado, eles foram movidos a buscar Jesus (João 1:35–37). A irmã White reflete: “As palavras emocionaram o coração dos discípulos. Eles não as compreendiam totalmente… Deixando João, foram em busca de Jesus” (O Desejo das Eras, p. 138). Este momento de transição é crucial. A comunidade abraça a orientação altruísta. E Jesus, respondendo, disse-lhes: Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus. E eles se maravilharam dele (Marcos 12:17, KJV). Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me (Mateus 16:24, KJV). “João separou-se dos amigos e dos luxos da vida. A simplicidade de suas vestes, tecidas de pêlo de camelo, era uma repreensão constante à extravagância e ostentação dos sacerdotes judeus e do povo em geral” (O Desejo das Eras, p. 102, 1898). “Sua dieta, puramente vegetal, composta de gafanhotos e mel silvestre, era uma repreensão à indulgência do apetite e à gula que prevalecia em toda parte” (O Desejo das Eras, p. 102, 1898). A humildade de João em direcionar seus seguidores a Cristo exemplifica a abnegação exigida de todos os que servem a Deus. Como comunidade, somos chamados a encorajar uns aos outros a buscar a Cristo, não apenas confiar em líderes humanos. A comunidade tem a humildade de apontar os outros para Jesus, mesmo que isso tenha um custo pessoal?
O SACRIFÍCIO SELVAGEM DE JOÃO!
A vida de João foi marcada pelo sacrifício e pela solidão. A irmã White descreve sua missão: “Sua vida foi triste e abnegada… Quando Jesus se estabeleceria como mestre, João sabia que ele próprio deveria morrer” (Primeiros Escritos, p. 154). Sua voz, frequentemente ouvida no deserto, preparou o caminho para Cristo, mas desapareceu à medida que o ministério de Jesus crescia. O sacrifício molda a verdadeira devoção. Rogo-vos, pois, irmãos, pela misericórdia de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional (Romanos 12:1, KJV). E disse a todos: Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz, e siga-me (Lucas 9:23, KJV). “João Batista saiu com o espírito e o poder de Elias para preparar o caminho do Senhor e converter o povo à sabedoria dos justos” (O Desejo das Eras, p. 104, 1898). “João separou-se dos amigos e dos luxos da vida” (O Desejo das Eras, p. 102, 1898). O exemplo de João desafia a comunidade a considerar o que está disposta a sacrificar pela missão de Deus. A comunidade deve perguntar: A comunidade está disposta a priorizar a obra de Deus em vez de nossas próprias ambições? O sacrifício de João lembra à comunidade que a verdadeira grandeza está em servir a um propósito maior.
O REFLEXO ARDENTE DO AMOR!
Os conceitos de sacrifício e redenção refletem o amor infinito de Deus. O sistema de sacrifício instituído pelo próprio Cristo (Christ’s Object Lessons, p. 126) apontava para o Seu sacrifício final. Este plano divino revela que o amor de Deus é proativo, buscando a humanidade mesmo quando a comunidade falha. Como escreve o apóstolo João: “Nisto consiste o amor: não em que a comunidade amou a Deus, mas em que Ele amou a comunidade e enviou o Seu Filho para ser a propiciação pelos nossos pecados” (1 João 4:10, KJV). Esse amor não é abstrato, mas profundamente pessoal e sacrificial. O Cordeiro de Deus levou os pecados do mundo, oferecendo um caminho para a reconciliação. Nisto consiste o nosso amor, em que somos corajosos no dia do juízo, porque, como ele é, assim somos nós neste mundo (1 João 4:17, KJV). O Senhor apareceu-me há muito tempo, dizendo: Sim, eu te amei com um amor eterno; por isso, com benignidade te atraí (Jeremias 31:3, KJV). “Tão grande era o Seu amor pelo mundo, que Ele prometeu dar o Seu Filho unigênito, ‘para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna’” (O Desejo das Eras, p. 22, 1898). “A obra redentora de Cristo justifica o governo de Deus. O Onipotente é revelado como o Deus do amor” (O Desejo das Eras, p. 26, 1898). Quando a comunidade reflete sobre isso, ela é movida a responder com gratidão e um compromisso renovado de viver de forma altruísta. Como comunidade, devemos nos esforçar para imitar esse amor em nossos relacionamentos e no serviço aos outros.
O DESAFIO OUSADO DA SOCIEDADE!
No mundo de hoje, onde o individualismo muitas vezes ofusca a abnegação, a mensagem do sacrifício de Cristo é contracultural. A humildade de João e a oferta final de Cristo desafiam a comunidade a refletir sobre nossas prioridades. A comunidade vive para Deus e para os outros. Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé (Gálatas 5:22, KJV). Pois nada trouxemos para este mundo, e é certo que nada podemos levar dele (1 Timóteo 6:7, KJV). “A obra da redenção estará completa. Onde abundou o pecado, superou-se em muito a graça de Deus” (O Desejado, p. 26, 1898). “Pelo sacrifício do amor, os habitantes da Terra e do céu estão ligados ao seu Criador por laços de união indissolúvel” (O Desejado, p. 26, 1898). Isso significa promover uma cultura de serviço em vez de competição. Na sociedade, significa combater a injustiça com amor sacrificial. Por exemplo, apoiar os marginalizados exige que a comunidade sacrifique tempo, recursos e conforto. A comunidade é chamada a viver os princípios da missão de Cristo de maneiras tangíveis, demonstrando Seu amor a um mundo necessitado.
GRANDE CHAMADO À AÇÃO!
A missão de Cristo, revelada através do testemunho de João e do sistema sacrificial, é um chamado à humildade, ao serviço e ao amor. Como a Irmã White lembra à comunidade: “Todas as ofertas típicas foram cumpridas Nele” (Lições de Cristo, p. 126). Esse cumprimento é tanto uma promessa quanto um desafio. O amor de Deus, expresso através do sacrifício de Cristo, convida a comunidade a viver uma vida de gratidão e propósito. Que a comunidade, como indivíduos e como comunidade, reflita esse amor em nossas ações, apontando os outros para o Cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo. Juntos, que a comunidade cumpra nossa missão com fé e humildade.
Para mais artigos, acesse: FaithFundamentals.blog.
Se você tem um pedido de oração, por favor, deixe-o nos comentários abaixo. As reuniões de oração são realizadas às terças, quartas, sextas e sábados. Para participar, insira seu endereço de e-mail na seção de comentários.
Leave a comment