• *“Porque Cristo é o fim da lei para justiça a todo aquele que crê” (Romanos 10:4, KJV).

    Jesus Cristo cumpre a lei cerimonial por meio de Seu sacrifício perfeito, tornando suas sombras obsoletas, ao mesmo tempo em que mantém a lei moral como um guia eterno que reflete o caráter de Deus, revelando assim o amor divino na história da salvação e chamando a comunidade a responder com gratidão, obediência e encarnação ativa da graça na vida pessoal e comunitária.

    **A GRANDE DECLARAÇÃO DA LEI!**

    Jesus declarou em Mateus 5:17: “Não pensem que vim para destruir a lei ou os profetas; não vim para destruir, mas para cumprir” (KJV). Cristo cumpre a lei cerimonial, apontando para o seu papel em direcionar a humanidade para a redenção. A lei serve como um tutor que leva à fé Nele. As Escrituras revelam que “Porque a lei, tendo a sombra das coisas boas que hão de vir, e não a imagem mesma das coisas, nunca pode, com os mesmos sacrifícios que continuamente oferecem de ano em ano, aperfeiçoar os que se aproximam” (Hebreus 10:1, KJV). Claramente, “Ninguém, pois, vos julgue pelo que comerdes ou beberdes, ou por causa de dias de festa, ou de lua nova, ou de sábados, que são sombra das coisas que hão de vir, mas o corpo é de Cristo” (Colossenses 2:16-17, KJV). Ellen G. White explica: “O sistema cerimonial era composto de símbolos que apontavam para Cristo, para Seu sacrifício e Seu sacerdócio. Essa lei ritualística, com seus sacrifícios e ordenanças, deveria ser cumprida pelos hebreus até que o tipo encontrasse o antitipo na morte de Cristo, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Então, todas as ofertas sacrificiais deveriam cessar” (Patriarcas e Profetas, p. 365, 1890). Ela observa ainda: “A lei cerimonial foi dada por Cristo. Mesmo depois que ela deixou de ser observada, Paulo a apresentou aos judeus em sua verdadeira posição e valor, mostrando seu lugar no plano de redenção e sua relação com a obra de Cristo; e o grande apóstolo declara essa lei gloriosa, digna de seu Divino Autor. O serviço solene do santuário simbolizava as grandes verdades que seriam reveladas através das gerações sucessivas. A nuvem de incenso que ascendia com as orações de Israel representa sua justiça, que é a única coisa que pode tornar a oração do pecador aceitável a Deus; a vítima sangrando no altar do sacrifício testemunhava a vinda de um Redentor; e do santo dos santos brilhava o sinal visível da presença de Jeová. Assim, através de eras de escuridão e apostasia, a fé foi mantida viva nos corações dos homens até que chegasse o tempo do advento do Messias prometido” (Patriarcas e Profetas, p. 367, 1890). Esta profunda declaração nos convida a explorar o cumprimento da lei cerimonial em Cristo, seu propósito na história da salvação e como ela reflete o amor de Deus, mas como a lei cerimonial funciona como uma sombra que aponta diretamente para o Messias?

    **SOMBRAS APONTAM PARA O SALVADOR!**

    A lei cerimonial do antigo Israel, com seus ritos e sacrifícios intricados, servia como uma sombra que apontava para o Messias. Esses rituais simbolizavam a necessidade de expiação da humanidade. Em Review and Herald (6 de maio de 1875), explica-se que esse sistema foi projetado para ensinar sobre o pecado e a redenção. Os sacrifícios não eram o meio definitivo de salvação, mas prenunciavam Cristo, a verdadeira oferta. Isso significa que seu significado terminou quando Jesus, o Cordeiro de Deus, morreu pela humanidade. Cristo demonstra essa unidade ao ligar o Antigo e o Novo Testamento em Sua missão. Revelando claramente seu papel, Cristo serve como o cumprimento onde as sombras encontram a realidade. As Escrituras afirmam que “servem como exemplo e sombra das coisas celestiais, como Moisés foi admoestado por Deus quando estava prestes a construir o tabernáculo: pois, veja, diz ele, que você faça todas as coisas de acordo com o modelo que lhe foi mostrado no monte” (Hebreus 8:5, KJV). No santuário, “Mas Cristo, tendo vindo como sumo sacerdote das boas coisas que estão por vir, por um tabernáculo maior e mais perfeito, não feito por mãos, isto é, não deste edifício; nem pelo sangue de bodes e bezerros, mas pelo seu próprio sangue, entrou uma vez no lugar santo, tendo obtido eterna redenção para nós” (Hebreus 9:11-12, KJV). A irmã White afirma: “A lei cerimonial tinha um propósito específico no plano de Cristo para a salvação da raça humana. O sistema típico de sacrifícios e ofertas foi estabelecido para que, por meio desses serviços, o pecador pudesse discernir a grande oferta, Cristo… Mas os judeus perderam a visão espiritual que lhes permitiria ver o propósito de Deus” (A Fé Pela Qual Vivo, p. 106, 1973). Ela acrescenta: “A lei cerimonial era gloriosa; era a provisão feita por Jesus Cristo em conselho com Seu Pai, para ajudar na salvação da raça. Todo o arranjo do sistema típico foi fundado em Cristo. Adão viu Cristo prefigurado na vítima inocente oferecida sobre o altar do sacrifício” (Review and Herald, 22 de abril de 1902). Ao cumprir a lei cerimonial, Jesus demonstrou a continuidade do plano de Deus. Ele não destruiu a lei, mas completou seu propósito, unindo as sombras do Antigo Testamento com a realidade do Novo Testamento. Então, como a crucificação de Cristo marca a transição desses símbolos para a realidade definitiva do amor divino?

    **O SACRIFÍCIO DO AMOR DIVINO!**

    A transição dos símbolos para a realidade veio com a crucificação de Cristo. O livro O Desejado de Todas as Nações (p. 165) captura isso lindamente: “O sacrifício de Cristo foi perfeito; ele aboliu a necessidade das cerimônias simbólicas do passado”. Esse ato de amor não apenas redimiu a humanidade, mas também confirmou a aliança da graça de Deus. Deus demonstra Seu profundo compromisso ao oferecer Seu Filho por um mundo caído. Revelando a profundidade do sacrifício, Cristo se entrega totalmente para nos restaurar. As Escrituras declaram que “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16, KJV). Claramente, “Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que, enquanto ainda éramos pecadores, Cristo morreu por nós” (Romanos 5:8, KJV). A irmã White observa: “O sacrifício de Cristo como expiação pelo pecado é a grande verdade em torno da qual todas as outras verdades se agrupam. Para ser corretamente compreendida e apreciada, toda verdade na palavra de Deus, de Gênesis a Apocalipse, deve ser estudada à luz que emana da cruz do Calvário” (O Grande Conflito, p. 347, 1911). Ela enfatiza: “Ao contemplarmos a santidade e a glória do Deus do universo, ficamos aterrorizados, pois sabemos que Sua justiça não perdoará o transgressor. Mas contemplem o amor do Pai ao dar Jesus para morrer como oferta pelo pecado, para que o homem pudesse ter outra oportunidade e encontrar graça em vez de justiça, amor em vez de ira” (Signs of the Times, 13 de abril de 1888). Imagine a profundidade do amor necessário para tal sacrifício — entregar Seu Filho para salvar um mundo corrompido. Para mim, essa verdade é uma fonte de esperança. Ela me lembra que o amor de Deus é imutável, constante e presente em todos os planos que Ele revela. Quando a vida parece insuportável, encontro consolo em saber que o sacrifício supremo de Deus foi para minha redenção e a sua, mas como a lei moral persiste como uma luz orientadora em meio a essa realização?

    **A LEI MORAL É UM GUIA ETERNO!**

    Embora a lei cerimonial tenha terminado, a lei moral permanece. Os Dez Mandamentos são um reflexo do caráter de Deus, chamando-nos ao amor e à obediência. Jesus resumiu esses mandamentos em Mateus 22:37-39: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração… e ao teu próximo como a ti mesmo” (KJV). Essa lei moral não é um fardo, mas um guia para uma vida santa, uma resposta à graça que recebemos. Deus mantém a lei por meio da fé, estabelecendo seus princípios eternos. Revelando sua natureza imutável, a lei perdura como a vontade de Deus. As Escrituras confirmam que “Anulamos, então, a lei pela fé? De modo nenhum; antes, confirmamos a lei” (Romanos 3:31, KJV). Claramente, “Porque qualquer que guardar toda a lei, e tropeçar em um só ponto, é culpado de todos” (Tiago 2:10, KJV). A irmã White afirma: “A lei moral nunca foi um tipo ou uma sombra. Ela existia antes da criação do homem e permanecerá enquanto o trono de Deus permanecer” (Mensagens Escolhidas, vol. 1, p. 229, 1958). Ela declara: “A lei de Deus, por sua própria natureza, é imutável. É uma revelação da vontade e do caráter de seu Autor. Deus é amor, e Sua lei é amor. Seus dois grandes princípios são o amor a Deus e o amor ao homem” (O Grande Conflito, p. 583, 1911). Como comunidade, somos chamados a incorporar essa lei, a amar uns aos outros como Cristo nos amou. Quando agimos com justiça, amamos a misericórdia e andamos humildemente com Deus, refletimos Seu amor para o mundo. Então, como esse cumprimento revela o amor imensurável de Deus em nossas vidas?

    **AMOR REVELADO NO CUMPRIMENTO!**

    Os conceitos de cumprimento e continuidade em Cristo refletem o amor imensurável de Deus. Cristo não destruiu a lei, mas a cumpriu (Mateus 5:17, KJV), mostrando Seu respeito pela lei divina e seu propósito. Cristo faz uma transição perfeita da sombra para a substância, permitindo que os sacrifícios cedam lugar à Sua expiação. Isso nos ensina que os planos de Deus são precisos e motivados pelo amor. O amor de Deus é evidente no papel da lei cerimonial de nos apontar para Cristo. A irmã White nos lembra em O Desejado de Todas as Nações (p. 165) que Seu sacrifício foi suficiente para nos reconciliar com Deus. Revelando compaixão divina, Deus orquestra a história com propósito. As Escrituras ilustram que “Nisto se manifestou o amor de Deus para conosco, em que Deus enviou o seu Filho unigênito ao mundo, para que por meio dele vivamos” (1 João 4:9, KJV). Claramente, “Tendo abolido em sua carne a inimizade, mesmo a lei dos mandamentos contida nas ordenanças; para fazer em si mesmo dos dois um novo homem, fazendo assim a paz” (Efésios 2:15, KJV). A irmã White destaca: “O amor de Deus foi derramado em Sua dádiva de Cristo, Seu único Filho, para ser o Redentor do mundo. O sacrifício de Cristo como expiação pelo pecado é a grande verdade em torno da qual todas as outras verdades se agrupam” (Pensamentos do Monte das Bem-Aventuranças, p. 77, 1896). Ela explica: “A lei exige justiça — uma vida justa, um caráter perfeito; e isso o homem não tem para oferecer. Ele não pode satisfazer as exigências da santa lei de Deus. Mas Cristo, vindo à Terra como homem, viveu uma vida santa e desenvolveu um caráter perfeito. Ele oferece isso como um dom gratuito a todos os que o receberem” (O Desejado de Todas as Nações, p. 175, 1898). A continuidade entre o Antigo e o Novo Testamento mostra um Deus que orquestra a história com compaixão e propósito. Vamos responder com gratidão, abraçando o amor que nos foi revelado, mas como podemos aplicar esse entendimento pessoalmente e dentro de nossa comunidade?

    **FÉ EM AÇÃO AGORA!**

    Para mim, compreender esse cumprimento aprofunda minha fé. Isso me tranquiliza quanto à consistência de Deus e Seu papel ativo em minha vida. Quando enfrento incertezas, confio em Seu plano, sabendo que o mesmo Deus que cumpriu Suas promessas por meio de Cristo está trabalhando em minha vida hoje. A comunidade compartilha essa esperança por meio do apoio mútuo e da missão. Revelando passos práticos, vivemos o amor como cumprimento da lei. As Escrituras orientam que “Ele te mostrou, ó homem, o que é bom; e o que o Senhor requer de ti, senão que pratiques a justiça, e ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus?” (Miquéias 6:8, KJV). Claramente, “O amor não faz mal ao próximo; portanto, o amor é o cumprimento da lei” (Romanos 13:10, KJV). A irmã White observa: “Em todo verdadeiro discípulo, esse amor é demonstrado. É esse amor que Cristo impôs aos Seus discípulos. “Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros” (Lições Objetivas de Cristo, p. 391, 1900). Ela enfatiza: “A lei de Deus é o padrão pelo qual o caráter e a vida dos homens serão julgados no dia do juízo” (Os Atos dos Apóstolos, p. 551, 1911). Como comunidade, compartilhamos essa esperança. Estamos unidos em uma missão de refletir o amor e a verdade de Deus. Vamos defender Sua lei moral, não como uma exigência legalista, mas como um testemunho de nossa gratidão por Sua graça, para que possamos nos comprometer a ser exemplos vivos de Seu amor, oferecendo esperança a um mundo necessitado?

    **REFLITA E AJA COM OUSADIA!**

    Para encerrar, desafio você a refletir sobre o plano de salvação de Deus. Como ele o inspira a viver com amor, humildade e fé? Estamos, como indivíduos e comunidades, incorporando a graça que nos foi concedida? Cristo transforma vidas por meio de Sua realização, renovando o que é velho. Revelando renovação, revestimo-nos de justiça Nele. As Escrituras proclamam que “Se alguém está em Cristo, é nova criatura. As coisas antigas já passaram; eis que tudo se fez novo” (2 Coríntios 5:17, KJV). Claramente, “Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, mesmo nesta: Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Gálatas 5:14, KJV). A irmã White ensina: “A lei é uma expressão do desejo de Deus; quando recebida em Cristo, torna-se nosso desejo. Ela nos eleva acima do poder dos desejos e tendências naturais, acima das tentações que levam ao pecado” (Caminho a Cristo, p. 60, 1892). Ela exorta: “A lei de Deus é a regra do caráter. Devemos moldar nosso caráter segundo o modelo divino, buscando constantemente nos conformar aos princípios do evangelho” (Testemunhos para Ministros e Obreiros Evangélicos, p. 92, 1923). Vamos honrar o cumprimento da lei por Cristo, vivendo vidas que refletem Seu sacrifício e amor. Por meio de Cristo, o amor de Deus é revelado em sua plenitude — um amor que redime, restaura e nos convida a andar em harmonia com Seu plano divino.

    Se você tiver um pedido de oração, deixe-o nos comentários abaixo. As reuniões de oração são realizadas às terças, quartas, sextas e sábados. Para participar, insira seu endereço de e-mail na seção de comentários.

  • “Mas o Senhor está em seu santo templo: toda a terra se cale diante dele.” (Habacuque 2:20, KJV)

    RESUMO

    O artigo investiga o profundo significado de reverenciar o nome de Deus, conforme descrito nas Escrituras, enfatizando sua santidade e o mandamento contra o uso vão, explorando como ele reflete Seu caráter santo e Seu amor, detalhando nossas responsabilidades de honrá-Lo e tratar os outros com integridade, destacando a reverência na adoração e na oração, e concluindo com um chamado para viver em obediência que glorifica Seu nome e prepara para as promessas eternas.

    REVERÊNCIA NECESSÁRIA!

    A Bíblia enfatiza a santidade do nome de Deus, exigindo reverência e respeito em seu uso. Êxodo 20:7 (KJV) declara: “Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão.” Este mandamento adverte contra juramentos descuidados, linguagem casual ou uso trivial do nome de Deus, exortando-nos a reconhecer Sua santidade. Ellen G. White apoia isso em Testemunhos para a Igreja (Vol. 5, p. 298, 1889), afirmando: “O nome do Senhor é santo, e Ele exige que seja pronunciado com reverência”. Deus ordena ainda em Levítico 19:12 (KJV): “E não jurareis falsamente pelo meu nome, nem profanareis o nome do vosso Deus: Eu sou o Senhor.” As Escrituras também proclamam em Salmos 99:3 (KJV): “Que louvem o teu nome grande e terrível, pois ele é santo.” A irmã White explica em (Educação, p. 243, 1903): “Também se deve mostrar reverência pelo nome de Deus. Esse nome nunca deve ser pronunciado de forma leviana ou descuidada. Mesmo na oração, deve-se evitar sua repetição frequente ou desnecessária”. Ela também escreve em (Profetas e Reis, p. 48, 1917): “Todas as crianças devem ser ensinadas a mostrar verdadeira reverência por Deus. Seu nome nunca deve ser pronunciado de forma leviana ou descuidada. Os anjos, ao pronunciá-lo, cobrem seus rostos. Com que reverência nós, que somos pecadores e caídos, devemos pronunciá-lo!” A reverência pelo nome de Deus promove uma consciência mais profunda de Sua presença em nossas vidas. Mas como o nome de Deus incorpora Seu caráter?

    CRÔNICA DO CARÁTER!

    O nome de Deus incorpora Seu caráter — santo, justo e misericordioso. Salmos 111:9 (KJV) diz: “Santo e reverendo é o Seu nome”. Quando usamos o nome de Deus indevidamente, desonramos Seu caráter. A irmã White explica: “Ao obedecermos aos mandamentos de Deus, reconhecemos Sua autoridade” (Patriarcas e Profetas, p. 307, 1890). Essa reverência deve inspirar humildade e admiração, lembrando-nos de nossa responsabilidade de refletir Sua santidade em palavras e ações. As Escrituras destacam isso no Salmo 9:10 (KJV): “E aqueles que conhecem o teu nome confiarão em ti, pois tu, Senhor, não abandonaste aqueles que te buscam”. A Bíblia também ensina no Salmo 113:3 (KJV): “Desde o nascer do sol até o seu ocaso, o nome do Senhor deve ser louvado”. A irmã White enfatiza em (O Grande Conflito, p. 436, 1911): “O nome de Deus, o Criador, o Sustentador e o Governante do universo, deve ser honrado e reverenciado”. Ela observa ainda em (The Signs of the Times, 15 de abril de 1886): “Seu nome deve ser santificado, reverenciado, exaltado”. Honrar o nome de Deus por meio de nossa conduta fortalece nossa conexão com Seus atributos divinos. Mas de que maneiras o amor de Deus se manifesta por meio dessa reverência?

    LEGADO DE AMOR!

    O amor de Deus é evidente nesse chamado à reverência. Seu nome, que representa Seu caráter, nos convida a conhecê-Lo intimamente. Como Jesus disse: “Eu manifestei o teu nome aos homens que me deste” (João 17:6, KJV). Essa manifestação revela Sua misericórdia e justiça, aproximando-nos do Seu amor. Deus revela Sua compaixão no Salmo 103:8 (KJV): “O Senhor é misericordioso e clemente, lento para irar-se e abundante em misericórdia”. As Escrituras também afirmam em Jeremias 9:24 (KJV): “Mas aquele que se gloriar, glorie-se nisto: que ele me compreende e me conhece, que eu sou o Senhor, que exerço benignidade, juízo e justiça na terra; porque nestas coisas me deleito, diz o Senhor”. A irmã White descreve em (Steps to Christ, p. 10, 1892): “O Senhor está cheio de amor terno e compassivo por nós, e Ele anseia por nós com um amor que é mais forte do que a morte”. Ela também afirma em (The Desire of Ages, p. 19, 1898): “Seu nome será chamado Emanuel… Deus conosco. A luz do conhecimento da glória de Deus é vista no rosto de Jesus Cristo.” Abraçar esse amor transforma nossa abordagem ao Seu nome sagrado. Mas como honrar o nome de Deus reflete nossas responsabilidades para com Ele?

    DEVER DASH!

    Honrar o nome de Deus é um reflexo de nossas responsabilidades para com Ele. Isso inclui adorá-Lo sinceramente, obedecer aos Seus mandamentos e representá-Lo fielmente. Romanos 2:24 (KJV) adverte: “Porque o nome de Deus é blasfemado entre os gentios por causa de vós”. Isso nos lembra que nossas ações podem glorificar ou desonrar o nome Dele. A irmã White acrescenta: “Devemos refletir o caráter de Cristo, guardando os Seus mandamentos e glorificando o Seu nome” (Steps to Christ, p. 68, 1892). Deus instrui em Malaquias 1:6 (KJV): “O filho honra o pai, e o servo, o seu senhor; se eu sou pai, onde está a minha honra? Se eu sou senhor, onde está o meu temor? diz o Senhor dos Exércitos a vós”. A Bíblia também declara em Provérbios 30:9 (KJV): “Para que, quando estiver satisfeito, não te negue e diga: Quem é o Senhor? Ou para que, quando estiver pobre, não roube e tome o nome do meu Deus em vão”. A irmã White ensina em Testemunhos para a Igreja, vol. 1, p. 410, 1868: “Aqueles que honram a Deus obedecendo a todos os Seus mandamentos são livres para comer da árvore da vida.” Ela escreve ainda em (Patriarcas e Profetas, p. 373, 1890): “A obediência a Deus é a maior evidência do nosso amor por Ele.” Cumprir esses deveres traz harmonia à nossa vida espiritual. Mas o que acontece quando alinhamos nossa vida com a vontade de Deus dessa maneira?

    Quando honramos o nome de Deus, alinhamos nossas vidas com a Sua vontade, salvaguardando nosso relacionamento com Ele. A obediência torna-se um testemunho de gratidão pela Sua misericórdia, inspirando outros a buscar a Sua verdade. As Escrituras ilustram isso em 1 Pedro 3:15 (KJV): “Mas santificai o Senhor Deus em vossos corações e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a todo aquele que vos pedir a razão da esperança que há em vós.” A Bíblia também apoia isso em Isaías 43:7 (KJV): “Todos aqueles que são chamados pelo meu nome, pois eu os criei para a minha glória, eu os formei, sim, eu os fiz”. A irmã White observa em (Christ’s Object Lessons, p. 300, 1900): “Honrar a Cristo, tornar-se como Ele, trabalhar para Ele, é a maior ambição da vida e sua maior alegria”. Ela também afirma em (Pensamentos do Monte das Bênçãos, p. 79, 1896): “A honra de Deus, a honra de Cristo, está envolvida na perfeição do caráter de Seu povo”. Esse alinhamento fortalece nossa fé e nosso testemunho. Mas como o respeito ao nome de Deus se estende ao nosso tratamento aos outros?

    NEXO COM O PRÓXIMO!

    Respeitar o nome de Deus se estende à forma como tratamos os outros. Romanos 13:10 (KJV) declara: “O amor não faz mal ao próximo; portanto, o amor é o cumprimento da lei.” Tratar os outros com bondade e integridade reflete a santidade do nome de Deus. A irmã White afirma: “O mundo saberá que somos discípulos de Cristo se tivermos amor uns pelos outros” (O Desejado de Todas as Nações, p. 505, 1898). Deus ordena em Levítico 19:18 (KJV): “Não te vingarás, nem guardarás rancor contra os filhos do teu povo, mas amarás o teu próximo como a ti mesmo: Eu sou o Senhor”. A Escritura também enfatiza em Tiago 3:10 (KJV): “Da mesma boca procedem bênçãos e maldições. Meus irmãos, estas coisas não devem ser assim”. A irmã White destaca em (O Ministério da Cura, p. 490, 1905): “A verdadeira cortesia não é meramente uma observância de formas; é a bondade do coração expressando-se em palavras e atos”. Ela explica ainda em (Testemunhos para a Igreja, vol. 2, p. 535, 1871): “O amor a Deus e o amor ao próximo constituem todo o dever do homem”. Demonstrar esse respeito fortalece os laços comunitários. Mas qual é o papel da fala em refletir o amor de Deus para com os outros?

    Quando falamos com sinceridade, evitamos a calúnia e edificamos os outros, demonstramos o amor de Deus. Efésios 4:29 (KJV) instrui: “Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas somente a que for boa para a edificação”. Esse princípio promove a unidade e a paz, refletindo o caráter de Deus em nossos relacionamentos. A Bíblia adverte em Provérbios 18:21 (KJV): “A morte e a vida estão no poder da língua; e aqueles que a amam comerão do seu fruto”. As Escrituras também instruem em Colossenses 4:6 (KJV): “Que a vossa palavra seja sempre com graça, temperada com sal, para que saibais como deveis responder a cada um”. A irmã White observa em (Educação, p. 235, 1903): “As palavras que falamos devem ser palavras de verdade e amor, palavras que ajudem e abençoem”. Ela também escreve em (O Lar Adventista, p. 435, 1952): “Que a lei da bondade esteja em seus lábios”. Tais práticas aumentam o respeito mútuo e a harmonia. Mas como a reverência pelo nome de Deus é fundamental para a adoração e a oração?

    ADORAÇÃO TURBULENTA!

    A reverência pelo nome de Deus é fundamental para a adoração e a oração. Jesus nos ensinou a orar: “Santificado seja o teu nome” (Mateus 6:9, KJV). Essa atitude reconhece a autoridade de Deus e convida Sua presença. A irmã White explica: “Para santificar o nome do Senhor, é necessário que as palavras que usamos em referência a Ele sejam ditas com reverência” (Pensamentos do Monte da Bênção, p. 106, 1896). Deus ordena no Salmo 96:9 (KJV): “Adorai ao Senhor na beleza da santidade; temei diante dele, toda a terra”. A Bíblia também declara no Salmo 29:2 (KJV): “Dai ao Senhor a glória devida ao seu nome; adorai o Senhor na beleza da santidade”. A irmã White ensina em (Prayer, p. 176, 2002): “Em nossas devoções, devemos nos apresentar diante de Deus com um espírito humilde e receptivo, pedindo a orientação do Seu Espírito Santo”. Ela afirma ainda em (Testemunhos para a Igreja, vol. 6, p. 383, 1901): “Deve-se mostrar reverência pelo santo nome de Deus”. Passagens bíblicas como Êxodo 3:5 (KJV), onde Moisés é instruído a tirar os sapatos em solo sagrado, ilustram a necessidade de humildade na adoração. Essa reverência nos aproxima de Deus, transformando nossos corações e alinhando-nos com Sua vontade. Mas de que maneira o amor de Deus brilha através da reverência por Seu nome?

    NOME AMOR NOVA!

    O amor de Deus brilha através da reverência que Ele exige por Seu nome. Seu nome representa Sua misericórdia, justiça e amor constante. Por exemplo, Êxodo 34:6-7 (KJV) descreve Deus como “misericordioso e gracioso, longânimo e abundante em bondade e verdade”. A irmã White afirma: “Conhecer a Deus é vida eterna. Aqueles que honram o Seu nome e caráter através de suas vidas receberão o selo da Sua aprovação” (Christ’s Object Lessons, p. 114, 1900). As Escrituras revelam em Salmos 145:8-9 (KJV): “O Senhor é gracioso e cheio de compaixão; lento para irar-se e de grande misericórdia. O Senhor é bom para com todos, e as suas ternas misericórdias estão sobre todas as suas obras”. A Bíblia também proclama em Lamentações 3:22-23 (KJV): “É pela misericórdia do Senhor que não somos consumidos, porque as suas compaixões não falham. Elas se renovam a cada manhã; grande é a tua fidelidade.” A irmã White descreve em (O Grande Conflito, p. 477, 1911): “O amor de Deus por Seus filhos durante o período de suas provações mais severas é tão forte e terno quanto nos dias de sua prosperidade mais radiante.” Ela também observa em (Patriarcas e Profetas, p. 129, 1890): “Seu amor e compaixão não conhecem limites”. A reverência pelo nome de Deus reflete Seu desejo de que vivamos em harmonia com Ele. Quando honramos Seu nome, expressamos nossa confiança em Suas promessas e abraçamos Seu poder transformador. Mas como podemos viver essa reverência na vida cotidiana?

    LENDA VIVA!

    Honrar o nome de Deus é mais do que evitar palavras descuidadas; é um estilo de vida de reverência, amor e obediência. Como promete Apocalipse 3:12 (KJV): “Ao que vencer, eu o farei coluna no templo do meu Deus… e escreverei sobre ele o nome do meu Deus”. Ao respeitar Seu nome, declaramos Sua santidade, vivemos Seu amor e nos preparamos para a herança eterna que Ele promete. Comprometamo-nos a glorificar Seu nome em cada palavra e ação, refletindo Seu caráter para o mundo. Deus promete em Isaías 42:8 (KJV): “Eu sou o Senhor: esse é o meu nome; e a minha glória não darei a outro, nem o meu louvor a imagens esculpidas”. As Escrituras também asseguram em Filipenses 2:9-10 (KJV): “Por isso Deus também o exaltou soberanamente e lhe deu um nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra.” A irmã White encoraja em (O Desejado de Todas as Nações, p. 347, 1898): “Para santificar o nome de Deus, é necessário que as palavras com que nos referimos ao Ser Supremo sejam proferidas com reverência”. Ela também afirma em (Education, p. 244, 1903): “Santo e reverendo é o Seu nome. Ele deve ser reverenciado, não mencionado levianamente”. Esse compromisso molda toda a nossa existência em alinhamento com os princípios divinos.

    Para mais artigos, acesse http://www.faithfundamentals.blog ou nosso podcast em: https://rss.com/podcasts/the-lamb

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  • “É um sinal entre mim e os filhos de Israel para sempre: pois em seis dias o Senhor fez os céus e a terra, e no sétimo dia descansou e se refrescou” (Êxodo 31:17, KJV).

    RESUMO

    O sábado surge como um dom divino que incorpora o amor de Deus, proporcionando descanso essencial, renovação espiritual e harmonia comunitária, ao mesmo tempo em que ressalta as responsabilidades para com Ele e para com os outros. Deus criou o sábado na criação para nutrir o bem-estar da humanidade e o relacionamento com o Criador, como visto em seu papel como memorial de Seu poder e cuidado. As Escrituras ilustram isso por meio de mandamentos para a observância sagrada e atos de misericórdia, enquanto as percepções da irmã White reforçam seu significado na promoção da fé, da unidade familiar e da preparação para o descanso eterno. No ciclo de evidências, Deus estabelece o sábado para o benefício do homem, demonstrando por meio do ritmo da criação que o descanso honra Sua autoridade, e os comentários revelam como esse dia fortalece os laços dentro da comunidade e com a divindade. Gênesis 2:2-3 (KJV) declara: “E no sétimo dia Deus terminou a obra que havia feito; e descansou no sétimo dia de toda a obra que havia feito. E Deus abençoou o sétimo dia e o santificou, porque nele descansou de toda a obra que Deus criou e fez”. Levítico 23:3 (KJV) acrescenta: “Seis dias se trabalhará, mas o sétimo dia é o sábado de descanso, uma santa convocação; não fareis nenhum trabalho nesse dia; é o sábado do Senhor em todas as vossas habitações”. A irmã White explica: “O valor do sábado como meio de educação é inestimável. Tudo o que Deus nos pede, Ele nos devolve, enriquecido, transfigurado, com Sua própria glória” (Education, p. 250, 1903). A irmã White observa ainda: “O objetivo do sábado era que toda a humanidade fosse beneficiada. O homem não foi feito para se adequar ao sábado; pois o sábado foi criado após a criação do homem, para atender às suas necessidades” (Testemunhos para a Igreja, vol. 2, p. 582, 1871). Abraçar o sábado, portanto, convida a uma profunda transformação na vida diária. Como esse dia divino revela o cuidado de Deus por meio de atos específicos de observância?

    O SIGNIFICADO DO SÁBADO É ESPETACULAR!

    O sábado é mais do que um dia de descanso; é uma instituição sagrada estabelecida por Deus para promover a restauração física, a renovação espiritual e uma comunhão mais profunda com Ele. Observado desde a criação, o sábado é tanto um sinal do amor de Deus quanto um testemunho de Sua autoridade como Criador e Redentor. Este blog explora o significado do sábado, sua preparação e suas responsabilidades para com Deus e os outros, com base nas Escrituras e nos escritos de Ellen G. White. Deus institui o sábado para beneficiar a humanidade, evidenciado por suas origens na semana da criação, onde Ele deu o exemplo do descanso, e os comentários mostram que esse padrão promove o bem-estar holístico e a conexão divina. Isaías 58:13-14 (KJV) afirma: “Se tu desviares o teu pé do sábado, de fazer o que te agrada no meu dia santo; e chamares o sábado de deleite, o santo do Senhor, honroso; e o honrares, não seguindo os teus próprios caminhos, nem buscando o teu próprio prazer, nem falando as tuas próprias palavras: então te deleitarás no Senhor; e eu te farei cavalgar sobre as alturas da terra, e te alimentarei com a herança de Jacó, teu pai; pois a boca do Senhor o disse.” Ezequiel 20:12 (KJV) afirma: “Além disso, também lhes dei os meus sábados, para serem um sinal entre mim e eles, para que soubessem que eu sou o Senhor que os santifica.” A irmã White observa: “Para santificar o sábado, não é necessário nos fecharmos entre quatro paredes, isolando-nos das belas paisagens da natureza e do ar livre e revigorante do céu” (Testemunhos para a Igreja, vol. 2, p. 583, 1871). A irmã White explica: “O sábado foi feito para o homem, para ser uma bênção para ele, chamando sua mente do trabalho secular para contemplar a bondade e a glória de Deus” (Testemunhos para a Igreja, vol. 2, p. 583, 1871). Guardar o sábado honra o desígnio de Deus para o florescimento humano. De que maneiras o sábado demonstra o amor de Deus por nós?

    O AMOR DO SÁBADO LIBERADO!

    O sábado é um dom divino que destaca o cuidado de Deus pela humanidade. Êxodo 20:11 (KJV) afirma: “Porque em seis dias o Senhor fez os céus e a terra… e descansou no sétimo dia; por isso o Senhor abençoou o dia de sábado e o santificou”. Deus descansou não por necessidade, mas como um exemplo para a humanidade fazer uma pausa e encontrar renovação. A irmã White afirma: “Porque Ele descansou no sábado, ‘Deus abençoou o sétimo dia e o santificou’… Era uma lembrança da obra da criação e, portanto, um sinal do poder e do amor de Deus” (O Desejado de Todas as Nações, p. 281). Este ato de descanso divino sublinha o desejo de Deus de ter uma relação com a humanidade. O sábado convida-nos a desligar-nos das distrações mundanas e a experimentar o Seu amor através da reflexão e da adoração. “O sábado chama os nossos pensamentos para a natureza e leva-nos à comunhão com o Criador”, escreve a Irmã White, enfatizando o propósito do dia de promover a proximidade com Deus (O Desejado de Todas as Nações, p. 281). Deus demonstra amor por meio da provisão repousante do sábado, evidenciada por Seu exemplo criativo, e o comentário destaca como isso promove laços íntimos com o Criador. Ezequiel 20:20 (KJV) ordena: “Santificai os meus sábados; e eles serão um sinal entre mim e vós, para que saibais que eu sou o Senhor, vosso Deus”. Neemias 9:13-14 (KJV) relata: “Tu também desces sobre o monte Sinai, e falaste com eles do céu, e lhes deste juízos justos, e leis verdadeiras, bons estatutos e mandamentos; e lhes fizeste saber o teu santo sábado, e lhes ordenaste preceitos, estatutos e leis, pela mão de Moisés, teu servo”. A irmã White descreve: “Durante uma parte do dia, todos deveriam ter a oportunidade de estar ao ar livre. Como as crianças podem receber um conhecimento mais correto de Deus e suas mentes serem mais bem impressionadas do que passando uma parte do tempo ao ar livre, não brincando, mas na companhia de seus pais?” (Testemunhos para a Igreja, vol. 2, p. 583, 1871). A irmã White acrescenta: “Elas não correrão o risco de associar o caráter de Deus com tudo o que é severo e rigoroso; mas, ao verem as coisas belas que Ele criou para a felicidade do homem, serão levadas a considerá-Lo um Pai terno e amoroso” (Testemunhos para a Igreja, vol. 2, p. 583, 1871). Ao reservar o sábado, Deus nos lembra de Seu amor inabalável e compromisso de nutrir tanto nossos corpos quanto nossos espíritos. Como cumprimos nossos deveres para com Deus durante este tempo sagrado?

    O DEVER DE DEUS!

    Observar o sábado reflete fidelidade a Deus. O quarto mandamento ordena: “Lembre-se do dia do sábado, para o santificar… o sétimo dia é o sábado do Senhor, seu Deus; nesse dia, você não fará nenhum trabalho” (Êxodo 20:8-10, KJV). Essa instrução exige reverência e preparação. A irmã White aconselha: “Na sexta-feira, conclua os preparativos para o sábado. Certifique-se de que todas as roupas estejam prontas e que toda a comida esteja preparada” (Testemunhos para a Igreja, vol. 6, p. 353). A preparação adequada garante que o sábado não seja perturbado por preocupações mundanas, permitindo adoração e descanso sem distrações. Somos exortados a abordar o sábado com preparação interna e externa. A irmã White escreve: “Ao entrar no local de adoração, peça ao Senhor que remova todo o mal do seu coração. Traga para a casa Dele apenas aquilo que Ele pode abençoar” (Testemunhos para a Igreja, vol. 6, pp. 362–363). Tal preparação honra a Deus e fortalece a fé, refletindo gratidão por Suas bênçãos. O mandamento orienta a observância sagrada, evidenciada pelas diretrizes de preparação, e o comentário enfatiza como a preparação aprimora a adoração. Marcos 2:27 (KJV) explica: “E ele lhes disse: O sábado foi feito para o homem, e não o homem para o sábado”. Deuteronômio 5:15 (KJV) lembra: “E lembra-te de que foste servo na terra do Egito, e que o Senhor teu Deus te tirou de lá com mão forte e braço estendido; por isso o Senhor teu Deus te ordenou que guardasses o dia de sábado.” A irmã White instrui: “Pais, por que não fazer uso das preciosas lições que Deus nos deu no livro da natureza, para dar aos nossos filhos uma ideia correta do Seu caráter?” (Testemunhos para a Igreja, vol. 2, p. 583, 1871). A Sra. White exorta: “Todos os que amam a Deus devem fazer o que puderem para tornar o sábado um deleite, santo e honroso” (Testemunhos para a Igreja, vol. 2, p. 584, 1871). Observar o sábado fielmente aprofunda nossa devoção. Que papel o sábado desempenha em demonstrar amor ao próximo?

    MISERICÓRDIA AO PRÓXIMO!

    O sábado também convida a comunidade a estender a compaixão e a misericórdia aos outros. Jesus exemplificou isso quando curou no sábado, declarando: “É lícito fazer o bem nos dias de sábado” (Mateus 12:12, KJV). A irmã White enfatiza: “Ao eliminar as restrições sem sentido dos judeus, Cristo honrou o sábado… de acordo com a lei do sábado” (O Desejado de Todas as Nações, p. 285). Atos de bondade, como cuidar dos doentes ou confortar os aflitos, refletem o verdadeiro espírito do sábado. A irmã White escreve: “O objetivo da obra de Deus neste mundo é a redenção do homem; portanto, o que é necessário fazer no sábado… está de acordo com a lei do sábado” (O Desejado de Todas as Nações, p. 285). Por meio do serviço, a comunidade honra a Deus e constrói laços espirituais mais fortes. Jesus é um modelo de misericórdia no sábado, evidenciado por atos de cura, e o comentário ilustra como a bondade se alinha com a intenção divina. Lucas 4:16 (KJV) descreve: “E ele veio a Nazaré, onde havia sido criado; e, como era seu costume, entrou na sinagoga no dia de sábado e levantou-se para ler”. Atos 17:2 (KJV) observa: “E Paulo, como era seu costume, entrou entre eles e, durante três sábados, discutiu com eles a partir das Escrituras”. A irmã White afirma: “O sábado deve ser tão interessante para nossas famílias que seu retorno semanal seja saudado com alegria” (Testemunhos para a Igreja, vol. 2, p. 584, 1871). A irmã White aconselha: “Devemos dedicar tempo para interessar nossos filhos. Uma mudança terá uma influência feliz sobre eles. Podemos passear com eles ao ar livre; podemos sentar-nos com eles nos bosques e sob o sol brilhante, e dar às suas mentes inquietas algo para alimentar, conversando com eles sobre as obras de Deus” (Testemunhos para a Igreja, vol. 2, p. 584, 1871). Estender a misericórdia no sábado cumpre o mandamento de Deus para o amor. Como o sábado fortalece os laços dentro das famílias?

    FRENESI DE FÉ EM FAMÍLIA!

    O sábado promove a unidade e o crescimento espiritual dentro das famílias. Os pais são responsáveis por ensinar seus filhos a observar o sábado com reverência. Jeremias 17:21-27 (KJV) adverte: “Santificai o dia do sábado, como ordenei a vossos pais”. A irmã White acrescenta: “Em tudo o que diz respeito ao sucesso da obra de Deus, as primeiras vitórias devem ser conquistadas na vida familiar. É aqui que deve começar a preparação para o sábado” (Testemunhos para a Igreja, vol. 6, p. 354). A adoração em família — por meio da oração, do canto e do estudo da Bíblia — reforça a fé e a gratidão a Deus. A irmã White incentiva: “Não permitam que [seus filhos] violem o dia santo de Deus brincando… Vocês podem muito bem quebrar o sábado vocês mesmos, em vez de deixar seus filhos o fazerem” (Review and Herald, 19 de setembro de 1854). O sábado é um momento para as famílias se aproximarem umas das outras e de Deus, cultivando força espiritual e harmonia. As famílias cultivam a unidade por meio da observância do sábado, evidenciada pela orientação dos pais em reverência, e o comentário enfatiza como a adoração compartilhada constrói uma fé duradoura. Êxodo 31:13 (KJV) instrui: “Fale também aos filhos de Israel, dizendo: Certamente guardareis os meus sábados, pois é um sinal entre mim e vós por todas as vossas gerações, para que saibais que eu sou o Senhor que vos santifica”. Êxodo 31:16 (KJV) declara: “Portanto, os filhos de Israel guardarão o sábado, para observar o sábado por todas as suas gerações, como um pacto perpétuo”. A irmã White escreve: “Grandes bênçãos estão envolvidas na observância do sábado, e Deus deseja que o dia de sábado seja para nós um dia de alegria” (The Review and Herald, 8 de maio de 1888). A irmã White observa: “O sábado é uma promessa dada por Deus ao homem — um sinal da relação existente entre o Criador e os seres criados por Ele” (Mensagens Escolhidas, Livro 3, p. 256, 1980). Unindo as famílias, o sábado nutre laços eternos. De que maneira o sábado reflete o amor duradouro de Deus?

    MANIFESTAÇÃO DO AMOR DIVINO!

    O sábado reflete poderosamente o amor de Deus, oferecendo um tempo sagrado para renovação e conexão. Como escreve a Sra. White: “O sábado não deve ser dedicado a… ocupações mundanas”, mas é “um sinal do poder e do amor de Deus” (O Desejado de Todas as Nações, p. 281). A evidência desse amor é vista na criação de Deus e em Seu desejo de comunhão com a humanidade. As horas sagradas do sábado demonstram a misericórdia de Deus, convidando-nos a descansar em Seus cuidados. Observar o sábado fielmente afirma nossa confiança em Sua provisão e aprofunda nosso relacionamento com Ele. Deus revela o amor por meio da santidade do sábado, evidenciada pelo testemunho da criação, e o comentário ressalta o papel da renovação no crescimento espiritual. Hebreus 4:9-10 (KJV) proclama: “Resta, portanto, um descanso para o povo de Deus. Pois aquele que entrou no seu descanso, também cessou das suas próprias obras, como Deus cessou das suas.” Isaías 56:2 (KJV) afirma: “Bem-aventurado o homem que faz isso, e o filho do homem que se apega a isso; que guarda o sábado de contaminá-lo e mantém sua mão de fazer qualquer mal.” A irmã White afirma: “Ao observar o verdadeiro sábado, os cristãos devem sempre dar ao mundo testemunho fiel de seu conhecimento do Deus verdadeiro e vivo, distinto de todos os falsos deuses, pois o Senhor do sábado é o Criador dos céus e da terra, Aquele que é exaltado acima de todos os outros deuses” (Mensagens Escolhidas, Livro 3, p. 256, 1980). A irmã White explica: “O sábado era observado tão sagradamente por João em Patmos quanto quando ele pregava ao povo” (Os Atos dos Apóstolos, p. 581, 1911). O sábado, portanto, permanece como um emblema eterno do afeto divino.

    HARMONIA NO DIA SANTO!

    O sábado é uma instituição sagrada, que nos lembra da autoridade, do amor e do desejo de comunhão de Deus. Ao observá-lo com reverência e preparação, honramos a Deus, aprofundamos nossa fé e fortalecemos a comunidade. O sábado serve como um reflexo do amor divino, um chamado à obediência e uma promessa de descanso eterno com nosso Criador. Vamos abraçar este dia santo como um testemunho do cuidado e compromisso de Deus com Seu povo.

    Para mais artigos, acesse faithfundamentals.blog ou nosso podcast em https://rss.com/podcasts/the-lamb

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    SELF-REFLECTION

    Como posso, em minha vida devocional pessoal, aprofundar-me nas verdades do sábado, permitindo que elas moldem meu caráter e minhas prioridades?

    Como podemos adaptar esses temas do sábado para que sejam compreensíveis e relevantes para públicos diversos, desde membros experientes da igreja até novos buscadores ou pessoas de diferentes tradições religiosas, sem comprometer a precisão teológica?

    Quais são os equívocos mais comuns sobre o sábado em minha comunidade e como posso corrigi-los de maneira gentil, mas eficaz, usando as Escrituras e os escritos da irmã White?

    De que maneiras práticas nossas congregações locais e membros individuais podem se tornar faróis mais vibrantes de verdade e esperança, vivendo a realidade do descanso do sábado e da provisão final de Deus para a humanidade?

  • Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor, teu Deus, te dá. (Êxodo 20:12, KJV)

    RESUMO

    O artigo explora o profundo significado do quinto mandamento — “Honra teu pai e tua mãe” — como um pilar fundamental para a dinâmica familiar, enfatizando temas como respeito, disciplina e obediência que refletem o amor nutritivo de Deus e promovem a harmonia entre indivíduos, famílias e comunidades. Com base em passagens da Bíblia King James, como Êxodo 20:12, Efésios 6:1–3 e Provérbios 3:11–12, ele ilustra como honrar os pais cultiva a abnegação, a humildade e a preparação para a obediência divina, enquanto a disciplina serve como uma ferramenta amorosa para o refinamento e o crescimento espiritual. Jesus é apresentado como o modelo definitivo de piedade filial e submissão, mesmo em meio ao sofrimento, como visto em Lucas 2:40–52 e João 19:26. As ideias de Ellen G. White, incluindo citações de obras como Patriarcas e Profetas e O Desejado de Todas as Nações, enfatizam a natureza recíproca dos laços familiares, a extensão desses princípios ao amor ao próximo, conforme Levítico 19:18, e seu papel em refletir o caráter de Deus para a comunhão eterna. Por fim, o artigo afirma que abraçar essas verdades bíblicas transforma as interações diárias em expressões do cuidado celestial, promovendo a unidade, a compaixão e sociedades piedosas.

    FAMÍLIA CRISTÃ: UMA INCRÍVEL BUSCA DE HONRA!

    O quinto mandamento serve como pedra angular para a vida familiar, enfatizando o respeito, a disciplina e a obediência como reflexos do amor de Deus que moldam indivíduos, famílias e comunidades. A palavra de Deus afirma a importância desses princípios para a harmonia e o crescimento. As Escrituras revelam isso em Colossenses 3:20 (KJV): “Filhos, obedeçam a seus pais em tudo, pois isso agrada ao Senhor”. Ellen G. White explica a intenção divina: “Os requisitos de Deus devem ser levados a todos os assuntos do lar” (The Adventist Home, p. 317, 1952). Deuteronômio 5:16 (KJV) declara ainda: “Honra teu pai e tua mãe, como o Senhor teu Deus te ordenou, para que se prolonguem os teus dias e te vá bem na terra que o Senhor teu Deus te dá”. A irmã White enfatiza: “O lar deve ser o centro do afeto mais puro e elevado” (O Lar Adventista, p. 15, 1952). Esses elementos ilustram como essa obediência promove a abnegação e nos prepara para relacionamentos divinos. Em última análise, abraçar essas verdades transforma nossas interações diárias em demonstrações de cuidado celestial. Que fundamento o quinto mandamento fornece para os relacionamentos familiares?

    FUNDAMENTO DAS FORÇAS FAMILIARES!

    O quinto mandamento — “Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor, teu Deus, te dá” (Êxodo 20:12, KJV) — fornece uma base para as relações familiares, enfatizando o respeito e o cuidado. Este blog explora os temas de honrar os pais, aceitar a disciplina e demonstrar obediência, conectando esses princípios ao amor de Deus e seu papel na formação de indivíduos, famílias e comunidades. Deus estabelece este mandamento para construir laços fortes dentro do lar. Provérbios 23:22 (KJV) instrui: “Dá ouvidos a teu pai, que te gerou, e não desprezes tua mãe quando ela envelhecer”. Ellen G. White descreve a profundidade relacional: “É no lar que se estabelece a base para a prosperidade da igreja” (Child Guidance, p. 549, 1954). Além disso, Provérbios 30:17 (KJV) adverte: “O olho que zomba de seu pai e despreza obedecer a sua mãe, os corvos do vale o arrancarão, e as águias jovens o comerão”. A Sra. White enfatiza: “O laço familiar é o mais próximo, o mais terno e sagrado de todos na Terra” (O Ministério da Cura, p. 356, 1905). Esses ensinamentos destacam como o respeito fortalece os laços comunitários e reflete valores eternos. Em essência, essas diretrizes nos equipam para viver a harmonia divina na vida cotidiana. Como honrar os pais constrói uma base de amor?

    HONRAR OS HERÓIS: O LEGADO DO AMOR!

    Honrar os pais é um mandamento que vai além da mera obediência. Paulo escreve em Efésios 6:1-3 (KJV): “Filhos, obedeçam a seus pais no Senhor, pois isso é justo. Honra teu pai e tua mãe (que é o primeiro mandamento com promessa);” Ellen G. White explica: “O quinto mandamento exige que os filhos não apenas demonstrem respeito, submissão e obediência aos pais, mas também lhes dêem amor e ternura, para aliviar suas preocupações” (Patriarcas e Profetas, p. 308, 1890). As Escrituras enfatizam esse dever em 1 Timóteo 5:4 (KJV): “Mas, se alguma viúva tem filhos ou netos, que eles aprendam primeiro a mostrar piedade em casa e a retribuir aos pais, pois isso é bom e agradável diante de Deus”. A irmã White destaca a natureza recíproca: “Os filhos devem sentir que estão em dívida com seus pais, que cuidaram deles na infância e os amamentaram na doença” (Testemunhos para a Igreja, vol. 3, p. 232, 1872). Levítico 19:3 (KJV) ordena: “Cada um de vós temerá a sua mãe e ao seu pai, e guardará os meus sábados: Eu sou o Senhor, vosso Deus.” A irmã White acrescenta: “A honra devida aos pais permanece vinculativa para os filhos até o fim da vida” (The Adventist Home, p. 292, 1952). Ao cumprir essa ordem, os filhos refletem o amor de Deus, aprendendo valores como altruísmo e humildade. Essa estrutura reflete o cuidado nutritivo de Deus, preparando os indivíduos para honrá-Lo e obedecê-Lo como seu Pai celestial. Como a disciplina funciona como uma ferramenta do amor divino?

    O DESAFIO DA DISCIPLINA!

    A disciplina é uma expressão de amor, destinada a refinar e guiar. Provérbios 3:11–12 (KJV) afirma: “Meu filho, não desprezes a correção do Senhor, nem te canses da sua repreensão; porque o Senhor corrige aquele que ama”. A irmã White ecoa: “Deus nos corrige para nosso benefício, para que possamos ser participantes da Sua santidade” (Educação, p. 291, 1903). Hebreus 12:6 (KJV) afirma: “Porque o Senhor corrige aquele que ama, e açoita todo filho que recebe”. A irmã White descreve o propósito: “A verdadeira disciplina não consiste em punir a criança por seus erros, mas em corrigir o erro, ensinando à criança um caminho melhor” (Child Guidance, p. 223, 1954). Provérbios 13:24 (KJV) declara: “Quem poupa a vara odeia seu filho, mas quem o ama o castiga desde cedo”. A irmã White observa: “A disciplina deve ser mantida, mas que seja feita com espírito de amor” (The Adventist Home, p. 308, 1952). Os pais, agindo como administradores de Deus, disciplinam os filhos para desenvolver o respeito e o autocontrole. Da mesma forma, a correção de Deus nos molda para uma maior utilidade espiritual, ensinando paciência e fé. Como Jesus exemplifica o modelo perfeito de obediência?

    A ODEIJA DE OBEDIÊNCIA DE JESUS!

    A vida de Jesus exemplifica a obediência e o amor perfeitos. Quando criança, Ele demonstrou ternura e paciência, servindo aos outros com integridade (Lucas 2:40–52, KJV). Na cruz, Ele honrou Sua mãe, dizendo: “Mulher, eis o teu filho!” (João 19:26, KJV). A irmã White observa: “Em meio a toda a Sua dor física e angústia mental, Ele teve um cuidado atencioso com Sua mãe” (O Desejado de Todas as Nações, p. 151, 1898). Hebreus 5:8 (KJV) revela: “Embora fosse Filho, aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu”. A irmã White retrata Seus primeiros anos: “Jesus trabalhava com Seu pai no ofício de carpinteiro, honrando assim a relação entre filho e pai” (The Adventist Home, p. 290, 1952). Filipenses 2:8 (KJV) afirma: “E, sendo encontrado em forma de homem, humilhou-se a si mesmo, tornando-se obediente até à morte, e morte de cruz.” A Sra. White descreve: “Em Sua vida familiar, Ele era obediente e bondoso, suportando os fardos que Lhe eram impostos” (Child Guidance, p. 93, 1954). Este exemplo mostra que o amor é duradouro, mesmo no sofrimento. Ao honrar Seus pais terrenos e celestiais, Jesus refletiu o amor altruísta de Deus, servindo de modelo para nós. Como esses princípios refletem o amor de Deus por meio da obediência?

    AMOR REFLETIDO NA OBEDIÊNCIA!

    Os princípios de honrar os pais e aceitar a disciplina revelam o amor de Deus, promovendo a harmonia e o crescimento. A irmã White afirma: “O respeito pela autoridade prepara as crianças para honrar a Deus e obedecer aos Seus mandamentos” (Child Guidance, p. 87, 1954). O Salmo 119:2 (KJV) declara: “Bem-aventurados os que guardam os seus testemunhos e o buscam de todo o coração”. A irmã White enfatiza: “A obediência à autoridade parental na infância prepara a criança para prestar obediência a Deus nos anos posteriores” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 324, 1885). Tiago 1:22 (KJV) instrui: “Mas sede cumpridores da palavra, e não apenas ouvintes, enganando-vos a vós mesmos”. A irmã White acrescenta: “Os jovens que honram seus pais descobrirão que a obediência traz sua própria recompensa” (Mensagens para os Jovens, p. 244, 1930). Esse desígnio garante que as famílias se tornem centros de amor e apoio, refletindo o relacionamento de Deus com a humanidade. Ao honrar os pais, os filhos aprendem a confiar e obedecer a Deus, refletindo Seu amor em suas vidas e relacionamentos. Como nossas responsabilidades para com Deus e o próximo se estendem a partir desses princípios?

    Obedecer aos mandamentos de Deus se estende a amar o próximo. Levítico 19:18 (KJV) declara: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo”. A irmã White afirma: “O amor é a base da piedade” (Lições Objetivas de Cristo, p. 384, 1900). Mateus 22:39 (KJV) ecoa: “E o segundo é semelhante a este: Amarás o teu próximo como a ti mesmo”. A irmã White ensina: “A lei do amor exige a devoção do corpo, da mente e da alma ao serviço de Deus e de nossos semelhantes” (Education, p. 16, 1903). Romanos 13:10 (KJV) afirma: “O amor não faz mal ao próximo; portanto, o amor é o cumprimento da lei.” A Irmã White explica: “A verdadeira obediência vem do coração” (Steps to Christ, p. 60, 1892). Quando honramos nossos pais e tratamos os outros com bondade, incorporamos a graça de Deus. Esses atos criam unidade, promovendo respeito e compaixão. Ao vivermos de forma altruísta, refletimos o caráter de Deus e preparamos os outros para o Seu reino. Como o amor de Deus se manifesta em ação por meio desses ensinamentos?

    AMOR EM AÇÃO AVENTURA!

    O quinto mandamento e seus princípios relacionados nos ensinam a refletir o amor de Deus por meio do respeito, da disciplina e da obediência. Como observa a irmã White, “obedecer à lei de Deus significa entregar a Ele nossos afetos e nossa vontade” (O Desejado de Todas as Nações, p. 98, 1898). 1 João 5:3 (KJV) afirma: “Porque este é o amor de Deus, que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos não são pesados”. A irmã White declara: “A obediência a Deus é a maior evidência do nosso amor por Ele” (Testemunhos para a Igreja, vol. 2, p. 169, 1868). João 14:15 (KJV) afirma: “Se vocês me amam, guardem os meus mandamentos”. A irmã White enfatiza: “O espírito que manifestamos para com nossos irmãos declara qual é o nosso espírito para com Deus” (O Desejado de Todas as Nações, p. 505, 1898). Essa obediência fortalece nosso relacionamento com Deus e nos prepara para a comunhão eterna. Ao honrar nossos pais, aceitar a disciplina e amar nossos vizinhos, cumprimos nossas responsabilidades divinas. Esses princípios refletem o amor de Deus, transformando indivíduos e comunidades para refletir Seu caráter e graça. Por meio desses atos, não apenas honramos a Deus, mas também contribuímos para uma sociedade harmoniosa e piedosa.

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  • “Ouvistes que foi dito aos antigos: Não matarás; e quem matar será réu de juízo. Mas eu vos digo que todo aquele que, sem motivo, se encolerizar contra seu irmão, estará sujeito ao juízo; e todo aquele que disser a seu irmão: Raca, estará sujeito ao conselho; e todo aquele que lhe disser: Tolo, estará sujeito ao fogo do inferno.” (Mateus 5:21-22, KJV)

    RESUMO

    O sexto mandamento nos chama a honrar a santidade da vida, rejeitando o assassinato em todas as suas formas, desde atos físicos até atitudes internas de raiva e ódio, enquanto abraçamos o amor, o perdão e a reconciliação para refletir o caráter de Deus em nossos relacionamentos e comunidade, conforme iluminado pelas Escrituras e pelas percepções de Ellen G. White.

    O INÍCIO OUSADO DO MANDAMENTO

    O sexto mandamento, “Não matarás” (Êxodo 20:13, KJV), transcende o ato de tirar a vida e mergulha na essência do amor, do perdão e da reconciliação. Ele ressalta a santidade da vida e chama a humanidade a refletir o caráter de Deus em seus relacionamentos. Deus ordena que aquele que ferir um homem, de modo que ele morra, certamente será condenado à morte (Êxodo 21:12, KJV), enfatizando a justiça sem vingança pessoal. A humanidade não deve se vingar, nem guardar rancor contra os filhos do seu povo, mas amarás o teu próximo como a ti mesmo: Eu sou o Senhor (Levítico 19:18, KJV). Ellen G. White explicou: “Olho por olho, dente por dente era uma disposição nas leis dadas por meio de Moisés; mas era um estatuto civil. Ninguém tinha justificativa para se vingar” (Pensamentos do Monte das Bênçãos, p. 109, 1896). Deus revela por meio de Sua palavra que todo aquele que odeia seu irmão é um assassino: e vós sabeis que nenhum assassino tem a vida eterna permanecendo nele (1 João 3:15, KJV), enquanto que se perdoardes aos homens as suas ofensas, vosso Pai celestial também vos perdoará (Mateus 6:14, KJV). A irmã White explica: “As palavras do Salvador revelaram aos seus ouvintes o fato de que, enquanto condenavam os outros como transgressores, eles próprios eram igualmente culpados, pois nutriam malícia e ódio” (O Ministério da Cura, p. 212, 1905). Ela observa ainda: “Todos os atos de injustiça que tendem a encurtar a vida; o espírito de ódio e vingança, ou a indulgência de qualquer paixão que leve a atos prejudiciais para com os outros, ou nos leve a desejar-lhes mal (pois ‘quem odeia seu irmão é assassino’); o egocentrismo que leva à indiferença para com os outros — tudo isso é, em maior ou menor grau, violação do sexto mandamento” (Patriarcas e Profetas, p. 308, 1890). Esse princípio orienta a conduta pessoal e social, exortando-nos a abraçar o amor divino e rejeitar a vingança. Como o sexto mandamento reflete um fundamento enraizado no amor?

    A LIGAÇÃO LENDÁRIA DO AMOR

    O sexto mandamento reflete o profundo amor de Deus pela humanidade. Ele busca estabelecer a compaixão, a abnegação e a unidade como fundamentos das interações humanas. Romanos 13:10 declara: “O amor não faz mal ao próximo; portanto, o amor é o cumprimento da lei”. Deus instrui que, se um homem se deitar com outro homem, como se deita com uma mulher, ambos cometeram uma abominação; certamente serão mortos; o seu sangue recairá sobre eles (Levítico 20:13, KJV), mostrando os limites para uma conduta que preserva a vida. A humanidade aprende que um novo mandamento eu vos dou: que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros (João 13:34, KJV). A irmã White acrescenta: “O amor ao homem é a manifestação terrena do amor de Deus. Foi para implantar esse amor… que o Rei da glória se tornou um conosco” (O Desejado de Todas as Nações, p. 638, 1898). Deus ensina por meio de Sua palavra que vos irareis, e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira (Efésios 4:26, KJV), e que todo aquele que invoca o nome de Cristo se afaste da iniquidade (2 Timóteo 2:19, KJV). A irmã White enfatiza: “O verdadeiro amor não é uma paixão forte, ardente e impetuosa. Pelo contrário, é um elemento calmo e profundo. Ele olha além das meras aparências e é atraído apenas pelas qualidades. É sábio e discriminatório, e sua devoção é real e duradoura” (Testemunhos para a Igreja, vol. 2, p. 133, 1871). Ela também escreve: “O exercício da força é contrário aos princípios do governo de Deus; Ele deseja apenas o serviço do amor; e o amor não pode ser comandado; não pode ser conquistado pela força ou pela autoridade. Somente pelo amor o amor é despertado” (O Desejado de Todas as Nações, p. 22, 1898). Esses ensinamentos nos chamam a incorporar o amor sacrificial de Deus, valorizando cada vida e promovendo a paz. Como nossas responsabilidades para com Deus moldam esse amor em ação?

    Nosso relacionamento com Deus exige reverência, obediência e um compromisso de refletir Seu amor. “Se me amais, guardai os meus mandamentos” (João 14:15, KJV) nos lembra que o amor a Deus é demonstrado por meio de uma vida fiel. Deus declara que ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo. Mas eu vos digo: Amai os vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos maltratam e perseguem (Mateus 5:43-44, KJV). A humanidade compreende que a vingança é minha; eu retribuirei, diz o Senhor (Romanos 12:19, KJV). A irmã White enfatiza: “Amar a Ele, o infinito, o onisciente, com toda a força, mente e coração, significa o mais alto desenvolvimento de todos os poderes” (Educação, p. 18, 1903). As Escrituras mostram que, portanto, se trouxeres a tua oferta ao altar e ali te lembrares de que teu irmão tem algo contra ti, deixa a tua oferta diante do altar e vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; primeiro reconcilia-te com teu irmão, e depois vem e oferece tua oferta (Mateus 5:23-24, KJV), enquanto a morte e a vida estão no poder da língua: e aqueles que a amam comerão do seu fruto (Provérbios 18:21, KJV). A irmã White explica: “É pecado guardar rancor contra alguém” (Southern Watchman, 1º de janeiro de 1903, par. 1). Ela afirma ainda: “Cristo vê que pouca atenção é dada à sua instrução. Seu povo vem a ele em oração, pedindo-lhe favores, enquanto ao mesmo tempo guarda rancor contra seus irmãos, não apenas pensando, mas falando mal deles. Deus não pode abençoá-los, pois eles se recusam a eliminar o que causa discórdia e desavença” (Southern Watchman, 1º de janeiro de 1903, par. 7). Ao alinharmos nossas vidas com a vontade de Deus, honramos Sua soberania e refletimos Sua graça em nossos relacionamentos, atraindo outras pessoas para Ele. Como as responsabilidades para com nossos vizinhos ampliam esse compromisso?

    Cristo ensinou que o amor ao próximo é inseparável do amor a Deus. Ele disse: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mateus 22:39, KJV). Deus ordena que, se o teu inimigo tiver fome, lhe dês pão para comer; e se tiver sede, lhe dês água para beber; pois assim amontoarás brasas vivas sobre a sua cabeça, e o Senhor te recompensará (Provérbios 25:21-22, KJV). A humanidade segue o princípio de não retribuir o mal com o mal. Faça o que é honesto aos olhos de todos os homens (Romanos 12:17, KJV). A irmã White reforça: “Na obra de salvar os perdidos, somos a mão amiga de Deus” (Christ’s Object Lessons, p. 197, 1900). Deus revela que, além disso, se teu irmão pecar contra ti, vai e repreende-o entre ti e ele só; se ele te ouvir, ganhaste teu irmão (Mateus 18:15, KJV), e faze-lhe saber que aquele que converte o pecador do erro do seu caminho salvará uma alma da morte e cobrirá uma multidão de pecados (Tiago 5:20, KJV). A irmã White observa: “E somente quando amamos a Deus supremamente é possível amar nosso próximo imparcialmente” (O Desejado de Todas as Nações, p. 607, 1898). Ela também escreve: “O amor, a misericórdia e a compaixão foram revelados em cada ato de Sua vida; Seu coração se compadecia ternamente dos filhos dos homens” (Steps to Christ, p. 11, 1892). Atos de bondade e serviço, mesmo para com os inimigos, refletem o amor de Cristo. Esse espírito de compaixão cumpre a lei e transforma vidas. Como lidar com as atitudes internas aprofunda essa compaixão?

    A INTENSA PERSPECTIVA DA ATITUDE INTERIOR

    Jesus expandiu o sexto mandamento ao abordar as atitudes do coração. Em Mateus 5:21-22, Ele advertiu contra a ira e o desprezo, equiparando-os ao assassinato. Deus ensina que o homem que dá falso testemunho contra o seu próximo é um martelo, uma espada e uma flecha afiada (Provérbios 25:18, KJV). A humanidade reconhece que da abundância do coração fala a boca (Mateus 12:34, KJV). A irmã White escreveu: “O espírito de ódio e vingança teve origem em Satanás… Quem nutre malícia ou crueldade está nutrindo o mesmo espírito” (Pensamentos do Monte das Bem-Aventuranças, pp. 86, 89, 1896). As Escrituras afirmam que, se não perdoardes aos homens as suas ofensas, tampouco vosso Pai perdoará as vossas ofensas (Mateus 6:15, KJV), enquanto que eu vos digo, a vós que me ouvis: Amai os vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam (Lucas 6:27, KJV). A irmã White explica: “Aqueles que são rápidos em censurar os outros, que proferem palavras que ferem e machucam a alma já ferida, estão fazendo o trabalho de Satanás e são colaboradores do príncipe das trevas” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 611, 1889). Ela afirma ainda: “Na primeira vez que a tentação vier, enfrente-a de maneira tão decidida que ela nunca se repita” (Mensagens aos Jovens, p. 81, 1930). Esse ensinamento enfatiza a transformação interior, lembrando-nos que a verdadeira obediência começa com um coração cheio de amor e perdão, rejeitando emoções destrutivas. Como refletir o amor de Deus em ação traz isso à fruição?

    O LEGADO LUMINOSO DO AMOR

    Como o sexto mandamento reflete o amor de Deus? Ele revela Seu desejo de reconciliação e unidade, exortando-nos a estender a misericórdia em vez do julgamento. Deus declara que, portanto, se alguém está em Cristo, é uma nova criatura: as coisas antigas já passaram; eis que todas as coisas se tornaram novas (2 Coríntios 5:17, KJV). A humanidade abraça isso e todos os que habitam na terra o adorarão, cujos nomes não estão escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo (Apocalipse 13:8, KJV). A irmã White observou: “Cristo foi tratado como nós merecemos, para que pudéssemos ser tratados como Ele merece” (O Desejado de Todas as Nações, p. 25, 1898). Essa profunda verdade mostra o amor sacrificial de Deus, chamando-nos a amar os outros incondicionalmente. As Escrituras ensinam que, se perdoardes aos homens as suas ofensas, vosso Pai celestial também vos perdoará (Mateus 6:14, KJV), enquanto que sede misericordiosos, como também vosso Pai é misericordioso (Lucas 6:36, KJV). A irmã White explica: “Em todas as suas preocupações temporais, em todos os seus cuidados e ansiedades, esperem no Senhor” (Testemunhos para a Igreja, vol. 1, p. 698, 1868). Ela também escreve: “A graça, como um anjo de misericórdia, faz sua voz ser ouvida de forma doce e clara, repetindo a história da cruz, o amor incomparável de Jesus” (The Upward Look, p. 15, 1982). Ao viver este mandamento, afirmamos o valor de cada vida e nos tornamos instrumentos de Sua paz e cura em um mundo dividido. Como o sexto mandamento serve como um chamado divino à ação?

    O APELO IMPRESSIONANTE DA AÇÃO

    O sexto mandamento é um chamado divino à ação, exortando-nos a preservar a vida, promover a reconciliação e incorporar o amor de Deus. Ele nos desafia a alinhar nossos pensamentos, palavras e ações com a Sua vontade, refletindo Sua graça em tudo o que fazemos. Deus ordena que não odeies teu irmão em teu coração: repreenderás teu próximo, e não sofrerás pecado sobre ele (Levítico 19:17, KJV). A humanidade segue isso, pois se viverdes segundo a carne, morrereis; mas, se pelo Espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis (Romanos 8:13, KJV). Ao abraçarmos seus princípios, cumprimos o propósito de Deus para a humanidade, tornando-nos uma luz na escuridão e um testemunho de Seu amor infinito. As Escrituras revelam que bem-aventurados são os pacificadores, pois eles serão chamados filhos de Deus (Mateus 5:9, KJV), enquanto aquele que diz que permanece nele também deve andar como ele andou (1 João 2:6, KJV). A irmã White afirma: “É um esforço constante de Satanás deturpar o caráter de Deus, a natureza do pecado e as verdadeiras questões em jogo na grande controvérsia” (O Grande Conflito, p. 591, 1911). Ela observa ainda: “Nosso Pai celestial tem mil maneiras de prover para nós, das quais nada sabemos” (O Desejado de Todas as Nações, p. 330, 1898).

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  • “E disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; farei para ele alguém que lhe seja adequado” (Gênesis 2:18, KJV).

    O PODEROSO SIGNIFICADO DO CASAMENTO!

    O casamento ocupa um lugar central nos ensinamentos espirituais, incorporando o amor divino, a fidelidade e a pureza como plano de Deus para as relações humanas e a força social. Enraizado nas Escrituras, ele protege os laços sagrados por meio de mandamentos como o sétimo, promovendo a integridade e refletindo os princípios celestiais. A união no casamento depende do respeito mútuo e da devoção, pois Deus deseja que os casais promovam o crescimento e imitem Seu compromisso. As Escrituras revelam que os maridos devem amar suas esposas de forma sacrificial: “Maridos, amem suas esposas e não sejam amargos contra elas” (Colossenses 3:19, KJV), enquanto as esposas honram seus maridos: “No entanto, cada um de vocês, em particular, ame sua esposa como a si mesmo; e a esposa veja que reverencia seu marido” (Efésios 5:33, KJV). Ellen G. White enfatiza: “Deus celebrou o primeiro casamento. Assim, a instituição tem como seu criador o Criador do universo” (O Lar Adventista, p. 25, 1952). Ela observa ainda: “O casamento foi concebido para ser uma bênção para a humanidade” (Patriarcas e Profetas, p. 46, 1890). Ao honrar essas verdades, nos preparamos para a comunhão eterna, permitindo que o casamento nos aproxime do amor divino. Mas como o casamento reflete o amor de Deus de maneira profunda?

    O DESÍGNIO DIVINO DECODIFICADO!

    O casamento ocupa um lugar central nos ensinamentos espirituais de todas as religiões. Enraizado no plano divino de Deus, ele incorpora amor, fidelidade e pureza. O sétimo mandamento, “Não cometerás adultério” (Êxodo 20:14, KJV), protege essa instituição sagrada, preservando relacionamentos e fortalecendo a sociedade. Isso explora o propósito divino do casamento, refletindo o amor de Deus e Seu desejo pela integridade humana. A santidade do casamento depende da compreensão de seu papel na promoção da unidade e do crescimento espiritual. Deus concebeu o casamento para promover a harmonia, como visto em “Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá à sua mulher, e eles se tornarão uma só carne” (Gênesis 2:24, KJV) e “Quem encontra uma esposa encontra uma coisa boa e obtém o favor do Senhor” (Provérbios 18:22, KJV). Ellen G. White afirma: “O calor da verdadeira amizade e o amor que une os corações do marido e da esposa são um antegozo do céu” (Cartas aos Jovens Amantes, p. 10, 1983). Ela acrescenta: “Deus determinou que deveria haver amor e harmonia perfeitos entre aqueles que entram na relação matrimonial” (O Lar Adventista, p. 99, 1952). Ao abraçar esses princípios, o casamento se torna um testemunho da graça divina. Mas de que maneiras específicas o casamento reflete o amor de Deus?

    O ECO ETERNO DO AMOR!

    O casamento reflete o amor de Deus de maneiras profundas. Efésios 5:25 (KJV) exorta os maridos a “amar suas esposas, assim como Cristo amou a igreja e se entregou por ela”. Esse amor sacrificial estabelece a base para o respeito mútuo e a devoção no casamento. Ellen G. White afirma: “O casamento, aos olhos do céu, deve ser considerado sagrado e santo” (The Adventist Home, p. 70, 1952). O amor de Deus é evidente em Seu desígnio para o casamento, que é promover a unidade e o crescimento. White observa: “O evangelho restaura a pureza e a beleza” (Thoughts from the Mount of Blessing, p. 100, 1896), refletindo a graça divina. Cristo exemplifica o amor altruísta nos relacionamentos: “Vive alegremente com a mulher que amas todos os dias da tua vida, que Deus te deu sob o sol, todos os dias da tua vaidade; porque essa é a tua parte nesta vida e no teu trabalho que realizas sob o sol” (Eclesiastes 9:9, KJV), e “Seja bendita a tua fonte; e alegra-te com a mulher da tua juventude” (Provérbios 5:18, KJV). A irmã White explica: “O amor verdadeiro é um princípio elevado e santo, totalmente diferente em caráter daquele amor que é despertado por impulso e que morre repentinamente quando severamente testado” (The Adventist Home, p. 50, 1952). Ela ensina ainda: “O coração estará ligado ao coração pelos laços dourados de um amor duradouro” (The Adventist Home, p. 112, 1952). Ao honrar a pureza e a fidelidade, os casais imitam o compromisso de Deus com Sua criação, preparando-se para a comunhão eterna com Ele. Mas como a fidelidade no casamento reflete uma responsabilidade mais profunda para com Deus?

    FIDELIDADE FORJADA!

    A fidelidade no casamento reflete uma responsabilidade mais profunda para com Deus. Paulo escreve: “Não sabeis que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?” (1 Coríntios 3:16, KJV). A pureza e a santidade em pensamentos e ações honram essa habitação divina. A irmã White reforça isso, afirmando: “Os puros de coração vivem como na presença visível de Deus” (Pensamentos do Monte das Bem-Aventuranças, p. 45, 1896). Proteger o coração do pecado salvaguarda a alma e se alinha com o desígnio de Deus. Jesus ensina: “Qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, já cometeu adultério com ela em seu coração” (Mateus 5:28, KJV). Isso ressalta a importância da pureza como reflexo da santidade de Deus. As Escrituras advertem contra a impureza: “O casamento é honroso em todos os aspectos, e o leito sem mácula; mas Deus julgará os devassos e os adúlteros” (Hebreus 13:4, KJV) e “Não cobiçarás a mulher do teu próximo” (Êxodo 20:17, KJV). A irmã White declara: “Que cada passo em direção a uma aliança matrimonial seja caracterizado pela modéstia, simplicidade, sinceridade e um propósito sincero de agradar e honrar a Deus” (The Adventist Home, p. 49, 1952). Ela observa: “Os afetos juvenis devem ser contidos até que chegue o momento em que a idade e a experiência suficientes tornem honroso e seguro liberá-los” (Letters to Young Lovers, p. 63, 1983). Ao mantermos a pureza, honramos nosso Criador e fortalecemos nossa vida espiritual. Mas como o casamento exige amor e respeito pelos outros?

    NOBREZA VIZINHA!

    O casamento também exige amor e respeito pelos outros. Gálatas 5:22–23 (KJV) lista os frutos do Espírito, enfatizando o amor, a alegria e a paz. A irmã White acrescenta: “O amor é a base da piedade… Nenhum homem tem amor puro por Deus, a menos que tenha amor altruísta por seu irmão” (Christ’s Object Lessons, p. 384, 1900). No casamento, esse princípio se traduz em altruísmo e paciência. Ao refletir o caráter de Cristo nos relacionamentos, honramos a Deus e elevamos nossas comunidades. Atos de bondade e perdão no casamento servem como testemunho do poder transformador de Deus. O amor se estende além do casal, pois “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Levítico 19:18, KJV) e “Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal; em honra, preferindo-vos uns aos outros” (Romanos 12:10, KJV). A irmã White aconselha: “A esposa deve respeitar o marido. O marido deve amar e valorizar a esposa; e assim como o voto matrimonial os une como um só, sua fé em Cristo deve torná-los um nEle” (The Adventist Home, p. 114, 1952). Ela enfatiza: “Que cada um dê amor em vez de exigir. Cultivem o que há de mais nobre em vocês mesmos e sejam rápidos em reconhecer as boas qualidades um do outro” (The Adventist Home, p. 107, 1952). Por meio de tais ações, o casamento se torna um farol do amor divino na sociedade. Mas como o casamento foi estabelecido como parte do desígnio divino de Deus?

    A COROA DA CRIAÇÃO!

    Deus estabeleceu o casamento na criação, como visto em Gênesis 1:27-28. A Sra. White escreve: “Deus celebrou o primeiro casamento. O casamento é honroso; foi um dos primeiros dons de Deus ao homem” (Patriarcas e Profetas, p. 46, 1890). Essa união sagrada tinha o objetivo de abençoar a humanidade, promovendo o amor, a estabilidade e o crescimento espiritual. O casamento simboliza o relacionamento de Cristo com Sua igreja, conforme descrito em Efésios 5:22-25. A irmã White explica: “O casamento simboliza a união entre Cristo e Seu povo, refletindo o respeito mútuo e o amor divino” (Pensamentos do Monte das Bênçãos, p. 100, 1896). Apesar da corrupção do pecado, a fé e a obediência podem restaurar a pureza do casamento, tornando-o uma fonte de alegria e realização. O plano de Deus promove o compromisso para toda a vida: “Assim também os maridos devem amar suas mulheres como seus próprios corpos. Aquele que ama sua esposa ama a si mesmo” (Efésios 5:28, KJV), e “Mas vós dizeis: Por que? Porque o Senhor foi testemunha entre ti e a esposa da tua juventude, contra a qual agiste traiçoeiramente; contudo, ela é tua companheira e a esposa da tua aliança” (Malaquias 2:14, KJV). A irmã White afirma: “O casamento é um passo dado para a vida toda. Tanto o homem quanto a mulher devem considerar cuidadosamente se podem permanecer unidos um ao outro através das vicissitudes da vida” (The Adventist Home, p. 340, 1952). Ela observa: “Institucionalizado por Deus, o casamento é uma ordenança sagrada e nunca deve ser celebrado com espírito egoísta” (The Adventist Home, p. 70, 1952). Ao restaurar sua intenção original, o casamento cumpre o propósito de Deus para a humanidade. Mas como a pecaminosidade humana desafiou a santidade do casamento?

    PROVAÇÕES VENCIDAS!

    A pecaminosidade humana desafiou a santidade do casamento. Jesus explicou que o divórcio era permitido “por causa da dureza de vossos corações” (Mateus 19:8, KJV). A irmã White adverte contra uniões precipitadas, afirmando: “O casamento contraído por impulso e motivos egoístas resultará em infelicidade” (The Adventist Home, p. 49, 1952). Em vez disso, a oração e a orientação divina são essenciais para construir relacionamentos duradouros. Jesus enfatizou o compromisso radical com a pureza, dizendo: “Se o teu olho direito te ofende, arranca-o” (Mateus 5:29, KJV). A irmã White reflete: “É melhor… que o eu seja mutilado, ferido, aleijado, se assim você puder entrar na vida” (Thoughts from the Mount of Blessing, p. 96, 1896). Isso ensina que a santidade requer sacrifício e disciplina, garantindo o crescimento espiritual. O compromisso supera os desafios: “A casa e as riquezas são herança dos pais, mas a mulher prudente vem do Senhor” (Provérbios 19:14, KJV), e “Quem comete adultério com uma mulher carece de entendimento; quem faz isso destrói a sua própria alma” (Provérbios 6:32, KJV). A irmã White aconselha: “Não há um único casamento em cem que resulte feliz, que tenha a aprovação de Deus e coloque as partes em uma posição melhor para glorificá-lo” (Testemunhos para a Igreja, vol. 4, p. 504, 1881). Ela adverte: “Casamentos imaturos são produtores de uma grande quantidade dos males que existem hoje” (Mensagens para os Jovens, p. 453, 1930). Por meio da disciplina e da fé, os casais podem superar o impacto do pecado no casamento. Mas como o casamento reflete o amor de Deus em ação?

    O LEGADO VIVO DO AMOR!

    O casamento reflete o amor de Deus ao exemplificar altruísmo, respeito e crescimento espiritual. A irmã White escreve: “Quando Cristo habita no coração, há pureza e refinamento de pensamentos e maneiras” (Pensamentos do Monte das Bem-Aventuranças, p. 42, 1896). Assim como o amor de Cristo redime e restaura, o casamento fornece uma estrutura para a transformação, preparando a comunidade para a eternidade. O casamento não é apenas um contrato; é uma aliança que reflete o amor divino. Ao nos comprometermos com a pureza, a fidelidade e a abnegação, refletimos o caráter de Deus em nossas vidas e relacionamentos. Vamos nos esforçar para honrar essa instituição sagrada, permitindo que ela nos aproxime de Deus e uns dos outros. Por meio do casamento, vislumbramos a beleza do amor eterno de Deus. O amor em ação exige escolhas diárias: “E, acima de tudo, revesti-vos da caridade, que é o vínculo da perfeição” (Colossenses 3:14, KJV), e “Que o amor seja sem dissimulação. Aborrecei o mal; apegai-vos ao bem” (Romanos 12:9, KJV). A irmã White ensina: “A verdadeira união dos dois no casamento é o trabalho dos anos posteriores” (The Adventist Home, p. 105, 1952). Ela acrescenta: “Cada um tem responsabilidades individuais — os dois que unem seus interesses na vida terão características distintas e responsabilidades individuais” (The Adventist Home, p. 114, 1952). Dessa forma, o casamento se torna um testemunho vivo do amor redentor de Deus.

    “Não cometerás adultério” (Êxodo 20:14, KJV)

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  • “Mas tu, em tudo, vigia, suporta as aflições, faze a obra de evangelista, cumpre o teu ministério” (2 Timóteo 4:5, KJV).

    RESUMO

    Este artigo examina o profundo chamado à lealdade a Cristo, enfatizando que a verdadeira devoção vai além da crença pessoal e abrange o serviço ativo dentro da comunidade da igreja. Por meio de uma exploração das verdades bíblicas e dos escritos de Ellen G. White, ele aborda a administração dos dons espirituais, os deveres compartilhados da comunidade, a necessidade de ação rápida e decisiva, a capacidade de superar obstáculos e o reflexo do amor divino por meio de esforços dedicados. Os leitores são convidados a refletir sobre como tal compromisso fortalece a missão da igreja e aproxima os indivíduos do propósito de Deus.

    CHAMADO AO COMPROMISSO!

    A lealdade a Cristo exige mais do que fé pessoal; ela exige participação ativa e serviço na igreja. Este blog explora a profundidade desse compromisso, refletindo sobre princípios bíblicos, os escritos de Ellen G. White e aplicações práticas para indivíduos e comunidades. Cristo chama cada um de nós a apresentar nossos corpos como um sacrifício vivo, santo e aceitável a Deus, que é nosso serviço razoável (Romanos 12:1, KJV). Deus concede graça para que possamos servi-Lo de maneira aceitável, com reverência e temor piedoso, tendo recebido um reino que não pode ser abalado (Hebreus 12:28, KJV). A Sra. White explica: “A comissão do Salvador aos discípulos incluía todos os crentes. Ela inclui todos os crentes em Cristo até o fim dos tempos. É um erro fatal supor que a obra de salvar almas depende apenas do ministro ordenado. Todos aqueles a quem a inspiração celestial chegou são confiados com o evangelho. Todos os que recebem a vida de Cristo são ordenados a trabalhar pela salvação de seus semelhantes. Para essa obra, a igreja foi estabelecida, e todos os que assumem seus votos sagrados comprometem-se a ser cooperadores de Cristo” (O Desejado de Todas as Nações, p. 822, 1898). A Sra. White observa ainda: “Cada alma que Cristo resgatou é chamada a trabalhar em Seu nome para a salvação dos perdidos. Essa obra foi negligenciada em Israel. Não é negligenciada hoje por aqueles que professam ser seguidores de Cristo?” (Christ’s Object Lessons, p. 191, 1900). Juntos, descobriremos como o serviço nos conecta ao amor de Deus e fortalece a missão da igreja. Como esse compromisso se revela através da mordomia dos dons que nos foram confiados?

    SENSÇÃO DE MORDOMIA!

    A Bíblia ensina que cada um de nós recebeu dons destinados ao serviço: “Cada um, segundo o dom que recebeu, ministre-o aos outros, como bons administradores da multiforme graça de Deus” (1 Pedro 4:10). A irmã White ecoa isso em Educação, afirmando: “A lealdade a Cristo exige o desempenho fiel dos deveres da igreja” (Educação, pp. 268-269). Isso significa que nossa fé não é passiva — ela é expressa por meio de ações que edificam os outros. Os primeiros discípulos, “repletos de uma benevolência tão plena e profunda”, levaram sua missão até os confins da terra (Testemunhos para a Igreja, vol. 7, pp. 31-32). As Escrituras revelam que a manifestação do Espírito é dada a cada um para o proveito comum (1 Coríntios 12:7, KJV). Deus dá a cada um de nós graça segundo a medida do dom de Cristo (Efésios 4:7, KJV). A irmã White afirma: “Deus deu a cada um sua obra, e Ele espera que cada um a faça com fidelidade. Os talentos que nos foram confiados devem ser usados para a edificação do Seu reino” (Review and Herald, 1º de dezembro de 1885). A Sra. White também declara: “O Senhor nos ordena: ‘Ocupai-vos até que eu venha’. Ele nos fez Seus mordomos, e não deve ser adiantado com bens emprestados a agiotas. Ele pede Seus próprios bens, que emprestou a Seus mordomos” (Conselhos sobre Mordomia, p. 116, 1940). O exemplo deles nos lembra que servir aos outros é uma maneira tangível de refletir a graça e o amor de Deus. Como podemos estender essa mordomia aos nossos deveres coletivos dentro da igreja?

    BUSCA DA UNIDADE DA IGREJA!

    A lealdade a Cristo vai além dos esforços individuais e se estende ao papel coletivo da igreja. A irmã White observa: “A pregação é uma pequena parte do trabalho a ser feito para a salvação das almas… Os ministros podem fazer sua parte, mas nunca podem realizar o trabalho que a igreja deve fazer” (Testemunhos para a Igreja, vol. 4, p. 69). Essa declaração enfatiza a responsabilidade compartilhada de nutrir e discipular novos membros. Negligenciar esse trabalho leva à “fraqueza e decadência espiritual”, onde “o amor diminui e a fé enfraquece” (O Desejado de Todas as Nações, p. 825). Revelando a unidade do corpo, as Escrituras afirmam que, assim como temos muitos membros em um corpo, e todos os membros não têm a mesma função, assim também nós, sendo muitos, somos um só corpo em Cristo, e todos membros uns dos outros (Romanos 12:4-5, KJV). Cristo edifica a igreja para ser morada de Deus pelo Espírito, tendo abolido em sua carne a inimizade, mesmo a lei dos mandamentos contida nas ordenanças; para fazer em si mesmo dos dois um novo homem, estabelecendo assim a paz (Efésios 2:21-22, KJV). A irmã White explica: “A igreja é a agência designada por Deus para a salvação dos homens. Ela foi organizada para o serviço, e sua missão é levar o evangelho ao mundo. Desde o início, tem sido o plano de Deus que, por meio de Sua igreja, Sua plenitude e Sua suficiência sejam refletidas ao mundo” (Os Atos dos Apóstolos, p. 9, 1911). A irmã White escreve ainda: “Que todos os que crêem na verdade para este tempo deixem de lado suas diferenças e se unam na obra de Deus. Vamos perceber que o presente é um tempo de necessidade especial da graça de Deus” (Manuscript Releases, vol. 12, p. 326, 1990). Quando trabalhamos juntos, construímos uma comunidade vibrante e cheia de fé. Como podemos, como indivíduos e grupos, abraçar essa responsabilidade?

    ACÇÃO DECISIVA AVENTURA!

    O serviço a Deus requer decisões e ações oportunas. “Atrasos são praticamente derrotas. Os minutos são preciosos e devem ser aproveitados da melhor maneira possível”, escreve a irmã White (Testemunhos para a Igreja, vol. 3, pp. 499-500). Ela adverte que a letargia espiritual pode levar à perda de oportunidades, enquanto “movimentos rápidos no momento crítico muitas vezes desarmam o inimigo” (p. 498). Isso destaca a urgência de responder prontamente ao chamado de Deus. O próprio céu é descrito como cansado de atrasos, lembrando-nos que a prontidão é vital. A Bíblia exorta à diligência, pois a alma do diligente será enriquecida, mas o preguiçoso será tributado (Provérbios 13:4, KJV). As Escrituras nos ordenam a aproveitar o tempo, porque os dias são maus (Efésios 5:16, KJV). A irmã White enfatiza: “Agora é o nosso tempo de trabalhar pela salvação de nossos semelhantes. Há alguns que pensam que, se derem dinheiro para a causa de Cristo, isso é tudo o que precisam fazer; mas isso é um erro. Doações de dinheiro não podem substituir o ministério pessoal” (Christ’s Object Lessons, p. 343, 1900). A irmã White também adverte: “O valor do tempo é incalculável. Cristo considerava cada momento precioso, e é assim que devemos considerá-lo. A vida é curta demais para ser desperdiçada” (Christ’s Object Lessons, p. 343, 1900). Estamos preparados para agir quando Deus nos dá oportunidades de servir?

    VENCER AS CIRCUNSTÂNCIAS!

    Às vezes, esperamos pelas condições ideais antes de entrar em serviço. A Sra. White desafia essa mentalidade: “Há homens que se iludem pensando que poderiam fazer algo grande e bom se estivessem em circunstâncias diferentes” (Testemunhos para a Igreja, vol. 3, pp. 496-497). No entanto, Deus nos chama para dominar nossas circunstâncias e usar nossas posições atuais para Sua glória. White incentiva o desenvolvimento da “independência individual e do poder individual” (p. 497). Essa perspectiva nos convida a transformar desafios em oportunidades, confiando que Deus agirá por meio de nós, independentemente da nossa situação. Deus nos fortalece, como Paulo declara que aprendeu, em qualquer situação em que se encontre, a contentar-se, sabendo tanto como ser humilhado quanto como abundar (Filipenses 4:11-12, KJV). As Escrituras asseguram que Deus escolhe as coisas fracas do mundo para confundir as coisas poderosas (1 Coríntios 1:27, KJV). A irmã White instrui: “Não espere por grandes ocasiões nem espere habilidades extraordinárias antes de trabalhar para Deus. Os talentos que Deus lhe deu devem ser usados como são” (Patriarcas e Profetas, p. 312, 1890). A irmã White acrescenta: “Deus aceitará nossos melhores esforços, se oferecidos de boa vontade e com fé, mesmo que pareçam pequenos e insignificantes aos nossos olhos” (O Ministério da Cura, p. 484, 1905). Como podemos adotar essa abordagem proativa ao serviço?

    RAIO DE LUZ DO AMOR!

    A lealdade a Cristo é, em última análise, uma expressão do amor de Deus. “Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito” (João 3:16). Esse amor sacrificial nos chama a refletir Sua compaixão. A Sra. White afirma: “Na vida do discípulo, o amor de Cristo deve ser revelado” (Caminho a Cristo, p. 77). Por exemplo, os esforços incansáveis dos discípulos para divulgar o evangelho ilustram esse amor em ação (Testemunhos para a Igreja, vol. 7, pp. 31-32). Cristo nos ordena que deixemos nossa luz brilhar diante dos homens, para que vejam nossas boas obras e glorifiquem nosso Pai que está nos céus (Mateus 5:16, KJV). A Bíblia ensina que devemos dar a vida pelos irmãos, pois ninguém tem maior amor do que este: dar a vida pelos amigos (1 João 3:16, KJV). A irmã White revela: “O amor a Jesus se manifestará no desejo de trabalhar como Ele trabalhou para abençoar e elevar a humanidade. Isso levará ao amor, à ternura e à simpatia para com todas as criaturas sob os cuidados de nosso Pai celestial” (Steps to Christ, p. 77, 1892). A Irmã White enfatiza: “O espírito de trabalho altruísta pelos outros dá profundidade, estabilidade e beleza cristã ao caráter, e traz paz e felicidade ao seu possuidor” (Steps to Christ, p. 80, 1892). Ao servir aos outros, não apenas cumprimos nosso chamado, mas também demonstramos o amor de Deus a um mundo necessitado. Que melhor maneira de refletir Seu caráter do que através do serviço dedicado?

    MANIFESTO DA MISSÃO!

    A lealdade a Cristo requer um compromisso ativo e fiel com o serviço à igreja. Ao cumprir nossos deveres, agir com determinação e superar desafios, refletimos o amor de Deus e fortalecemos a missão da igreja. Como escreveu a Sra. White: “A igreja é organizada para o serviço” (Educação, p. 268). As Escrituras apoiam essa unidade de propósito, pois muitos membros formam um só corpo, e o olho não pode dizer à mão: Não tenho necessidade de ti; nem a cabeça aos pés: Não tenho necessidade de vós (1 Coríntios 12:20-21, KJV). A Bíblia ilustra ainda mais que somos cooperadores de Deus: vós sois a lavoura de Deus, vós sois o edifício de Deus (1 Coríntios 3:9, KJV). A irmã White declara: “Sobre todos os que crêem, Deus colocou o fardo de levantar igrejas; pois elas não são levantadas sem esforço e sem cooperação com as agências celestiais” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 381, 1885). A irmã White também afirma: “A obra de Deus nesta terra nunca poderá ser concluída até que os homens e mulheres que compõem nossa igreja se unam à obra e unam seus esforços aos dos ministros e oficiais da igreja” (Testemunhos para a Igreja, vol. 9, p. 116, 1909). Vamos nos comprometer com esse chamado, sabendo que nossos esforços, por menores que sejam, contribuem para a grande obra de Deus. Juntos, podemos garantir que a igreja continue sendo um farol de esperança e uma força para o bem no mundo.

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  • Porque Cristo não entrou em santuários feitos por mãos humanas, que são figuras do verdadeiro, mas no próprio céu, para agora aparecer na presença de Deus por nós (Hebreus 9:24, KJV).

    RESUMO

    Este artigo investiga a profunda mudança das fixações terrenas para o ministério celestial de Cristo, enfatizando a preparação espiritual e o amor divino, conforme revelado nas Escrituras e nos escritos de Ellen G. White. Ele orienta a comunidade para a preparação eterna em meio às distrações mundanas.

    O VERDADEIRO FOCO DA FÉ!

    O foco de nossa fé transcende os locais terrenos, centrando-se no ministério de Cristo no santuário celestial. Sua intercessão não apenas garante a salvação individual, mas também prepara um povo santo para a vida eterna. A unidade depende de uma conexão vital com Cristo. Cristo, como nosso Sumo Sacerdote, ministra no verdadeiro tabernáculo erguido pelo Senhor, não pelo homem, conforme declarado em Hebreus 8:2: “Ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo, que o Senhor ergueu, e não o homem”. Além disso, Ele aparece na presença de Deus por nós, de acordo com Hebreus 9:24: “Porque Cristo não entrou em santuários feitos por mãos humanas, que são figuras do verdadeiro, mas no próprio céu, para agora aparecer na presença de Deus por nós.” Ellen G. White afirma: “Cristo, nosso grande Sumo Sacerdote, é ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo, que o Senhor armou, e não o homem” (Cristo em Seu Santuário, p. 252, 1969). Além disso, ela observa: “O sacrifício de Cristo como expiação pelo pecado é a grande verdade em torno da qual todas as outras verdades se agrupam” (Obreiros Evangélicos, p. 315, 1915). Este blog explora temas como preparação espiritual, prioridades equivocadas e a obra transformadora de Cristo, baseando-se em princípios bíblicos e nos escritos de Ellen G. White para nos guiar a um relacionamento mais profundo com Deus. Mas qual é o papel específico da intercessão de Cristo no refinamento de nosso caráter?

    O SALVADOR DO SANTUÁRIO ATACA!

    A intercessão de Cristo nos prepara para a vida eterna, refinando nosso caráter. Hebreus 13:14 nos lembra: “Porque aqui não temos cidade permanente, mas buscamos a que está por vir”. Este versículo destaca nossa existência transitória na Terra e nosso chamado celestial. A irmã White explica que a santidade de Cristo se mistura com nossas orações, aproximando-nos de Deus (Review and Herald, 25 de fevereiro de 1896, p. 9). Cristo está sentado à direita de Deus, ministrando no santuário celestial, como em Colossenses 3:1: “Se, pois, ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à direita de Deus.” Além disso, Ele intercede como nosso Sumo Sacerdote que entrou no próprio céu, conforme Hebreus 4:14: “Visto que temos um grande sumo sacerdote, que passou pelos céus, Jesus, o Filho de Deus, retenhamos firmemente a nossa profissão.” A irmã White afirma: “Nosso Salvador está no santuário intercedendo por nós. Ele é nosso Sumo Sacerdote intercessor, fazendo um sacrifício expiatório por nós, intercedendo por nós com a eficácia de Seu sangue” (Fundamentos da Educação Cristã, p. 370, 1923). Ela explica ainda: “O grande sacrifício foi oferecido e aceito, e o Espírito Santo, que desceu no dia de Pentecostes, transportou a mente dos discípulos do santuário terrestre para o celestial, onde Jesus entrou com o seu próprio sangue, para derramar sobre os seus discípulos os benefícios da sua expiação” (Early Writings, p. 260, 1882). A verdadeira adoração, como Jesus disse à mulher samaritana, não está ligada ao local, mas ao “espírito e à verdade” (João 4:23-24). Ao nos concentrarmos no ministério de Cristo, somos transformados em um corpo apto para a nova criação. Mas por que alguns ainda se apegam a locais terrenos como a antiga Jerusalém?

    A MALDIÇÃO DE JERUSALÉM ABALADA!

    Alguns acreditam que visitar a antiga Jerusalém é essencial para fortalecer a fé ou acelerar o retorno de Cristo. No entanto, a Sra. White adverte contra essa distração, enfatizando a importância de nos concentrarmos no serviço atual e na preparação espiritual (The Present Truth, p. 13). A santidade de Jerusalém foi manchada por sua rejeição a Cristo e só será restaurada no fim dos tempos (Review and Herald, 1901, p. 2). A fé não cresce por meio de peregrinações, mas seguindo o exemplo de Cristo de ministrar aos outros e viver Seus ensinamentos (Review and Herald, 1896, p. 4). Os tesouros terrenos desaparecem, mas os celestiais permanecem, como em Mateus 6:19-21: “Não acumulem para vocês tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem destroem, e onde os ladrões arrombam e roubam; mas acumulem para vocês tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem destroem, e onde os ladrões não arrombam nem roubam; pois onde estiver o seu tesouro, aí também estará o seu coração”. Além disso, as mentes devem priorizar as questões celestiais em detrimento das terrenas, conforme Filipenses 3:19: “Cujo fim é a destruição, cujo deus é o ventre, e cuja glória está na sua vergonha, que pensam nas coisas terrenas.” A irmã White declara: “É obra de Satanás encher o coração dos homens de dúvidas. Ele os leva a ver Deus como um juiz severo” (Steps to Christ, p. 116, 1892). Ela acrescenta: “Não há um ponto que precise ser enfatizado com mais veemência, repetido com mais frequência ou estabelecido com mais firmeza na mente de todos do que a impossibilidade do homem caído merecer qualquer coisa por suas próprias boas obras. A salvação vem somente pela fé em Jesus Cristo” (Faith and Works, p. 19, 1979). Esse caminho leva à força espiritual e à preparação para a vida eterna. Mas como o ministério celestial de Cristo nos equipa para o novo céu e a nova terra?

    A PREPARAÇÃO ESTÁ EM ALTA!

    O ministério celestial de Cristo nos chama a nos prepararmos para o novo céu e a nova terra. Como explica Hebreus 3:19, a incredulidade impediu os israelitas de entrar na terra prometida, uma lição para nós hoje. A irmã White observa: “Deus deseja um povo santo para herdar Seu reino” (Review and Herald, 25 de fevereiro de 1896, p. 9). Isaías 60:21 declara: “O teu povo também será todo justo; eles herdarão a terra para sempre”. Preparação por meio do crescimento espiritual, como em 2 Pedro 3:13: “Contudo, nós, de acordo com a sua promessa, aguardamos novos céus e uma nova terra, nos quais habita a justiça”. A transformação à semelhança de Cristo é fundamental, conforme 1 João 3:2: “Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que havemos de ser; mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque o veremos como ele é”. A irmã White afirma: “Todo o céu está empenhado em procurar salvar o que está perdido” (Review and Herald, 29 de dezembro de 1896, par. 1). Ela afirma ainda: “As previsões não cumpridas do livro do Apocalipse estão prestes a se cumprir. Esta profecia deve agora ser estudada com diligência pelo povo de Deus e deve ser claramente compreendida” (Notebook Leaflets, 1:96, 1903). Essa transformação é vital, alinhando-nos com a justiça de Deus e preparando-nos para habitar em um mundo sem pecado. A obra de Cristo no santuário purifica Sua igreja, conforme descrito em Efésios 5:25-27. Mas como o amor de Deus se manifesta por meio dessas verdades celestiais?

    O LEGADO DO AMOR!

    O amor de Deus brilha na intercessão de Cristo, que une nossa fraqueza à graça divina. A irmã White afirma: “Por meio da santidade de Cristo, nossas orações imperfeitas tornam-se aceitáveis a Deus” (Review and Herald, 25 de fevereiro de 1896, p. 9). Isso demonstra que o amor de Deus não se limita à perfeição humana, mas se estende ao nosso sincero arrependimento e fé. Hebreus 12:2 nos exorta a “fixar os olhos em Jesus”, que amorosamente aperfeiçoa nossa fé. Aqui, a graça por meio da intercessão de Cristo é demonstrada em Romanos 8:34: “Quem é aquele que condena? É Cristo que morreu, sim, mais ainda, que ressuscitou, que está à direita de Deus, que também intercede por nós”. O amor divino nos envolve, conforme Efésios 2:4-5: “Mas Deus, que é rico em misericórdia, pelo seu grande amor com que nos amou, mesmo quando estávamos mortos em pecados, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos)”. A irmã White explica: “Na dádiva incomparável de Seu Filho, Deus envolveu o mundo inteiro com uma atmosfera de graça tão real quanto o ar que circula ao redor do globo. Todos os que escolherem respirar essa atmosfera vivificante viverão e crescerão até atingirem a estatura de homens e mulheres em Cristo Jesus” (Caminho a Cristo, p. 68, 1892). Ela acrescenta: “O verdadeiro amor não é uma paixão forte, ardente e impetuosa. É, ao contrário, um elemento calmo e profundo. Ele olha além das meras aparências e é atraído apenas pelas qualidades” (Patriarcas e Profetas, p. 130, 1890). Ao nos concentrarmos em Seu ministério, experimentamos o poder transformador de Deus, que nos prepara para a vida eterna. Na verdade, o amor de Deus nos refina e restaura, permitindo uma conexão mais profunda com Ele. Mas por que devemos priorizar Cristo em vez das tradições terrenas?

    FOCO FÚRIA DESENCADEADA!

    Em vez de nos apegarmos a locais ou tradições terrenas, somos chamados a fixar nossos olhos em Jesus. Hebreus 12:2 O descreve como “o pioneiro e consumador da fé”, enfatizando Sua obra contínua em moldar nossas vidas. A irmã White escreve: “Nossa conexão com Cristo é a fonte de nutrição espiritual” (Review and Herald, 25 de fevereiro de 1896, p. 9). A herança adiada de Abraão da terra prometida (Gênesis 15:16) e a incredulidade de Israel (Hebreus 3:19) nos lembram que a prontidão espiritual é fundamental para receber as promessas de Deus. A evidência nos exorta a manter o foco firme em Cristo, como em Colossenses 2:6-7: “Assim como recebestes a Cristo Jesus, o Senhor, assim também andai nele, arraigados e edificados nele, e confirmados na fé, como fostes ensinados, abundando nela com ação de graças”. A santidade busca a paz, conforme Hebreus 12:14: “Segui a paz com todos e a santidade, sem a qual ninguém verá o Senhor.” A irmã White declara: “Não há um ponto que precise ser enfatizado com mais veemência, repetido com mais frequência ou estabelecido com mais firmeza na mente de todos do que a impossibilidade do homem caído merecer qualquer coisa por suas próprias boas obras. A salvação é somente pela fé em Jesus Cristo” (Faith and Works, p. 19, 1979). Ela observa ainda: “O nome ‘Adventista do Sétimo Dia’ traz as verdadeiras características de nossa fé à tona e convencerá a mente inquieta. Como uma flecha da aljava do Senhor, ele ferirá os transgressores da lei de Deus e levará ao arrependimento para com Deus e à fé em nosso Senhor Jesus Cristo” (Testemunhos para a Igreja, vol. 1, p. 224, 1862). Vamos nos concentrar na intercessão de Cristo e permitir que Sua graça nos prepare para a eternidade.

    A fé cristã está centrada na obra transformadora de Cristo no santuário celestial, não em locais ou rituais terrenos. Por meio de Sua intercessão, somos atraídos para mais perto de Deus, purificados e preparados para a vida eterna. A irmã White enfatiza a necessidade de seguir o exemplo de Cristo no serviço e no ministério, refletindo a verdadeira adoração (Review and Herald, 1896, p. 4). Ao priorizar a preparação espiritual, nos alinhamos com a vontade de Deus e nos preparamos para a herança eterna que aguarda Seu povo santo. Fixemos nossos olhos em Cristo, que amorosamente aperfeiçoa nossa fé e nos conduz ao Seu reino.

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    Se você tiver um pedido de oração, deixe-o nos comentários abaixo. As reuniões de oração são realizadas às terças, quartas, sextas e sábados. Para participar, insira seu endereço de e-mail na seção de comentários.

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  • “Agora, quanto às coisas que temos falado, esta é a conclusão: temos um sumo sacerdote, que está à direita do trono da Majestade nos céus; um ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo, que o Senhor ergueu, e não o homem” (Hebreus 8:1-2).

    RESUMO

    Este artigo examina a centralidade do ministério celestial de Cristo em nossa fé, alertando contra distrações terrenas como a antiga Jerusalém e exortando à preparação espiritual por meio de Sua intercessão pela vida eterna. O ministério de Cristo centra nossa fé no céu. As Escrituras mostram isso por meio de Seu papel como Sumo Sacerdote, onde Ele intercede por nós diante de Deus. O livro de Hebreus descreve Cristo entrando no santuário celestial para expiar os pecados, cumprindo a sombra do tabernáculo terreno. Isso revela o plano de Deus para redimir a humanidade e preparar um povo santo para a eternidade. “Por isso, ele pode salvar totalmente aqueles que por ele se aproximam de Deus, visto que vive para sempre para interceder por eles” (Hebreus 7:25, KJV). “Porque Cristo não entrou em santuários feitos por mãos humanas, que são figuras do verdadeiro, mas no próprio céu, para agora aparecer na presença de Deus por nós” (Hebreus 9:24, KJV). “A Escritura, prevendo que Deus justificaria os gentios pela fé, pregou antes o evangelho a Abraão, dizendo: Em ti serão benditas todas as nações” (Gálatas 3:8, Testemunhos para a Igreja, vol. 6, p. 350, 1900). “O Senhor deseja que possuamos grandes bênçãos, grande glória de Deus, grande elevação do mundo, grande deleite na verdade e grande conforto e consolação no Espírito” (Manuscript Releases, vol. 5, p. 349, 1990). Assim, concentrar-nos na obra de Cristo nos equipa para a realidade do céu. Mas como esse foco transcende os locais terrenos?

    FOCO NA FÉ FANTÁSTICO!

    O foco de nossa fé transcende os locais terrenos, centrando-se no ministério de Cristo no santuário celestial. Sua intercessão não apenas garante a salvação individual, mas também prepara um povo santo para a vida eterna. Este blog explora temas de preparação espiritual, prioridades equivocadas e a obra transformadora de Cristo, baseando-se em princípios bíblicos e nos escritos de Ellen G. White para guiar a comunidade em direção a um relacionamento mais profundo com Deus. A fé se concentra no papel celestial de Cristo. A Bíblia enfatiza olhar além dos laços terrenos para a esperança eterna. A ascensão de Cristo marca Seu ministério sacerdotal, intercedendo pelos pecadores diante do Pai. Isso garante o perdão e o refinamento do caráter para a eternidade. “Agora, das coisas que falamos, esta é a conclusão: temos um sumo sacerdote, que está à direita do trono da Majestade nos céus; um ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo, que o Senhor armou, e não o homem” (Hebreus 8:1-2, KJV). “Quem é aquele que condena? É Cristo que morreu, sim, mais ainda, que ressuscitou, que está à direita de Deus, que também intercede por nós” (Romanos 8:34, KJV). “O santuário no céu é o centro da obra de Cristo em favor dos homens. Diz respeito a todas as almas que vivem na Terra” (O Grande Conflito, p. 488, 1911). “A intercessão de Cristo em favor do homem no santuário celestial é tão essencial ao plano da salvação quanto foi Sua morte na cruz” (O Grande Conflito, p. 489, 1911). Ao priorizar isso, aprofundamos nosso vínculo com Deus. Mas o que nos prepara por meio desse ministério?

    INTERCESSÃO INCRÍVEL!

    A intercessão de Cristo nos prepara para a vida eterna, refinando nosso caráter. Hebreus 13:14 nos lembra: “Porque aqui não temos cidade permanente, mas buscamos a que está por vir”. Este versículo destaca nossa existência transitória na Terra e nosso chamado celestial. A irmã White explica que a santidade de Cristo se mistura com nossas orações, aproximando-nos de Deus (Review and Herald, 25 de fevereiro de 1896, p. 9). A verdadeira adoração, como Jesus disse à mulher samaritana, não está ligada ao local, mas ao “espírito e à verdade” (João 4:23-24). Ao nos concentrarmos no ministério de Cristo, somos transformados em um corpo apto para a nova criação. A intercessão refina o caráter para o céu. O Novo Testamento retrata Cristo como nosso advogado, purificando-nos do pecado. Sua obra contínua aplica Seu sacrifício, possibilitando uma vida santa. “Por isso, ele é capaz de salvar totalmente aqueles que se aproximam de Deus por meio dele, visto que vive para sempre para interceder por eles” (Hebreus 7:25, KJV). “Pois Cristo não entrou em santuários feitos por mãos humanas, que são figuras do verdadeiro, mas no próprio céu, para agora aparecer na presença de Deus por nós” (Hebreus 9:24, KJV). “Cristo veio para se oferecer em sacrifício pelo pecado, revelando assim ao universo celestial que a lei é tão imutável, inalterável e eterna em seu caráter quanto o próprio Jeová” (The Review and Herald, 12 de junho de 1900). “Os pássaros encantadores que enchem o ar com seus cantos alegres, as flores delicadamente coloridas em sua perfeição perfumando o ar, as árvores imponentes da floresta com sua rica folhagem verdejante — tudo isso testemunha o cuidado terno e paternal de nosso Deus e Seu desejo de fazer Seus filhos felizes” (Steps to Christ, p. 10, 1892). Essa transformação nos prepara para a eternidade. Mas por que evitar as distrações terrenas?

    A MALDIÇÃO DE JERUSALÉM REVELADA!

    Alguns acreditam que visitar a antiga Jerusalém é essencial para fortalecer a fé ou acelerar a volta de Cristo. No entanto, a Sra. White adverte contra essa distração, enfatizando a importância de se concentrar no serviço atual e na preparação espiritual (A Verdade Presente, p. 13). A santidade de Jerusalém foi manchada por sua rejeição a Cristo e só será restaurada no fim dos tempos (Review and Herald, 1901, p. 2). A fé não cresce por meio de peregrinações, mas seguindo o exemplo de Cristo de ministrar aos outros e viver Seus ensinamentos (Review and Herald, 1896, p. 4). Esse caminho leva à força espiritual e à preparação para a vida eterna. As distrações impedem o crescimento espiritual. As Escrituras contrastam a Jerusalém terrena com a celestial. Concentrar-se em locais físicos desvia do ministério de Cristo. “Pois esta Agar é o monte Sinai, na Arábia, e corresponde à Jerusalém atual, que está em cativeiro com seus filhos. Mas a Jerusalém que está acima é livre, a qual é nossa mãe” (Gálatas 4:25-26, KJV). “Mas vós chegastes ao monte Sião, à cidade do Deus vivo, à Jerusalém celestial, e a uma companhia incontável de anjos” (Hebreus 12:22, KJV). “Também vi que a velha Jerusalém nunca seria reconstruída; e que Satanás estava fazendo o possível para desviar a mente dos filhos do Senhor para essas coisas agora, no tempo da colheita” (Early Writings, p. 75, 1882). “Ao escolher um lar, Deus quer que consideremos, em primeiro lugar, as influências morais e religiosas que nos cercarão e às nossas famílias” (Patriarcas e Profetas, p. 305, 1890). Priorizar o serviço constrói a verdadeira fé. Mas como a intercessão promove a prontidão?

    PREPARE-SE PARA O PODER DO PARAÍSO!

    O ministério celestial de Cristo nos chama a nos prepararmos para o novo céu e a nova terra. Como explica Hebreus 3:19, a incredulidade impediu os israelitas de entrar na terra prometida, uma lição para nós hoje. A Sra. White observa: “Deus deseja um povo santo para herdar Seu reino” (Review and Herald, 25 de fevereiro de 1896, p. 9). Isaías 60:21 declara: “O teu povo também será todo justo; eles herdarão a terra para sempre”. Essa transformação é vital, alinhando-nos com a justiça de Deus e preparando-nos para habitar em um mundo sem pecado. A obra de Cristo no santuário purifica Sua igreja, conforme descrito em Efésios 5:25-27. O ministério prepara para a eternidade. A Bíblia exorta a uma vida santa em antecipação ao retorno de Cristo. A preparação envolve fé, obediência e desenvolvimento de caráter. “Visto que todas estas coisas hão de ser dissolvidas, que tipo de pessoas deveis ser em santa conduta e piedade” (2 Pedro 3:11, KJV). “Põe a tua afeição nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra” (Colossenses 3:2, KJV). “Deus tem um povo na Terra, que é o Seu povo escolhido, que guarda os Seus mandamentos. Ele está liderando, não ramos dispersos, não um aqui e outro ali, mas um povo” (Testemunhos para a Igreja, vol. 2, p. 124, 1868). “Nosso Pai celestial tem mil maneiras de prover para nós, das quais nada sabemos” (O Desejado de Todas as Nações, p. 330, 1898). O alinhamento garante a herança eterna. Mas como isso reflete o amor divino?

    O AMOR É COMO UM RAIOS!

    O amor de Deus brilha na intercessão de Cristo, que une nossa fraqueza com a graça divina. A Sra. White afirma: “Por meio da santidade de Cristo, nossas orações imperfeitas tornam-se aceitáveis a Deus” (Review and Herald, 25 de fevereiro de 1896, p. 9). Isso demonstra que o amor de Deus não se limita à perfeição humana, mas se estende ao nosso sincero arrependimento e fé. Hebreus 12:2 nos exorta a “fixar os olhos em Jesus”, que amorosamente aperfeiçoa nossa fé. Ao nos concentrarmos em Seu ministério, experimentamos o poder transformador de Deus, preparando-nos para a vida eterna. Na verdade, o amor de Deus nos refina e restaura, permitindo uma conexão mais profunda com Ele. O amor é uma ponte para a graça. O Novo Testamento revela o amor de Deus por meio do sacrifício de Cristo. A intercessão dá continuidade a isso, oferecendo perdão e força. “E conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus” (Efésios 3:19, KJV). “E nós conhecemos e cremos no amor que Deus tem para conosco. Deus é amor; e aquele que permanece no amor permanece em Deus, e Deus nele” (1 João 4:16, KJV). “O amor que Cristo difunde por todo o ser é um poder vitalizador. Toda parte vital — o cérebro, o coração, os nervos — é tocada com cura” (O Ministério da Cura, p. 115, 1905). “O amor gera amor; e assim o amor de Cristo demonstrado na cruz atrai e conquista o pecador e o liga, arrependido, à cruz” (The Signs of the Times, 20 de março de 1884). A restauração aprofunda a conexão. Mas por que fixar os olhos em Jesus?

    CRISTO CHAMA À AVENTURA!

    Em vez de nos apegarmos a locais ou tradições terrenas, somos chamados a fixar nossos olhos em Jesus. Hebreus 12:2 descreve-O como “o pioneiro e consumador da fé”, enfatizando Sua obra contínua em moldar nossas vidas. A irmã White escreve: “Nossa conexão com Cristo é a fonte de nosso alimento espiritual” (Review and Herald, 25 de fevereiro de 1896, p. 9). A herança tardia de Abraão da terra prometida (Gênesis 15:16) e a incredulidade de Israel (Hebreus 3:19) nos lembram que a preparação espiritual é fundamental para receber as promessas de Deus. Vamos nos concentrar na intercessão de Cristo e permitir que Sua graça nos prepare para a eternidade. O foco aperfeiçoa a fé. As Escrituras pedem que priorizemos Cristo acima das preocupações terrenas. A preparação desbloqueia as promessas. “Buscai, pois, em primeiro lugar, o reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas” (Mateus 6:33, KJV). “Porque a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo” (Filipenses 3:20, KJV). “A vida de Cristo foi uma vida de humilde simplicidade, mas quão infinitamente exaltada foi a Sua missão. Cristo é nosso exemplo em todas as coisas” (Testemunhos para a Igreja, vol. 2, p. 127, 1868). “Um cristão revela verdadeira humildade ao mostrar a gentileza de Cristo, estando sempre pronto para ajudar os outros, falando palavras gentis e realizando atos altruístas, que elevam e enobrecem a mensagem mais sagrada que chegou ao nosso mundo” (The Signs of the Times, 15 de setembro de 1887). A graça prepara para a eternidade. Mas o que, em última análise, centra a fé?

    VISTA DA VITÓRIA ETERNA!

    A fé cristã está centrada na obra transformadora de Cristo no santuário celestial, não em locais ou rituais terrenos. Por meio de Sua intercessão, somos atraídos para mais perto de Deus, purificados e preparados para a vida eterna. A irmã White enfatiza a necessidade de seguir o exemplo de Cristo no serviço e no ministério, refletindo a verdadeira adoração (Review and Herald, 1896, p. 4). Ao priorizar a preparação espiritual, nos alinhamos com a vontade de Deus e nos preparamos para a herança eterna que aguarda Seu povo santo. Fixemos nossos olhos em Cristo, que amorosamente aperfeiçoa nossa fé e nos conduz ao Seu reino. A fé transforma por meio da obra do santuário. A Bíblia promete purificação e preparação para a herança. Priorizar está em alinhamento com a vontade de Deus. “Mas, como está escrito: ‘Olhos não viram, ouvidos não ouviram, nem entraram no coração do homem as coisas que Deus preparou para aqueles que o amam’” (1 Coríntios 2:9, KJV). “Porque o próprio Senhor descerá do céu com grande brado, com voz de arcanjo e com a trombeta de Deus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro” (1 Tessalonicenses 4:16, KJV). “Em Sua vida na Terra, Cristo levanta o véu que oculta o mundo invisível de nossa vista e revela o poder que é constantemente exercido para o nosso bem” (The Signs of the Times, 26 de junho de 1901). “Os justos serão preservados em meio a essas comoções, assim como Noé foi preservado na arca. Deus será o seu refúgio, e sob as suas asas eles confiarão” (Patriarcas e Profetas, p. 111, 1890). O alinhamento garante a herança.

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  • Jeremias 30:17 (KJV): “Porque eu te restaurarei a saúde e te curarei das tuas feridas, diz o Senhor; porque te chamaram de rejeitada, dizendo: Esta é Sião, a quem ninguém procura.”

    RESUMO

    O amor de Deus proporciona cura abrangente para as necessidades físicas, emocionais e espirituais da humanidade. A unidade depende de uma conexão vital com Cristo. A compaixão de Deus leva ao perdão e à restauração por meio da fé e da oração. Ellen G. White explica: “O Salvador, em Seus milagres, revelou o poder que está continuamente em ação em favor do homem, para sustentá-lo e curá-lo. Por meio dos agentes da natureza, Deus está trabalhando, dia após dia, hora após hora, momento após momento, para nos manter vivos, para nos edificar e restaurar” (O Ministério da Cura, p. 112, 1905). A cura de Deus se estende a todos os que O buscam, como observa a irmã White: “Era Sua missão trazer aos homens restauração completa; Ele veio para lhes dar saúde, paz e perfeição de caráter” (O Ministério da Cura, p. 17, 1905). Isaías 53:5 (KJV) afirma: “Mas ele foi ferido por nossas transgressões, foi moído por nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.” Salmos 147:3 (KJV) acrescenta: “Ele cura os quebrantados de coração e cura as suas feridas.” O plano de Deus nos convida a abraçar Sua misericórdia para obter bem-estar completo. Mas como esse anseio se realiza por meio da oração e da fé?

    O ANSEIO UNIVERSAL REVELADO

    O anseio universal pela cura — física, emocional e espiritual — une pessoas de diferentes culturas e credos. Este blog explora princípios e insights bíblicos, enfatizando o amor de Deus, o poder da oração e as responsabilidades da humanidade. Ele destaca como o amor de Deus se reflete por meio de Sua cura e cuidado com todos os aspectos da vida. O amor de Deus convida todos a experimentar a restauração. A misericórdia de Deus oferece renovação a todas as almas cansadas. A graça de Deus transforma o sofrimento em força. Ellen G. White escreve: “A doença, o sofrimento e a morte são obra de um poder antagônico. Satanás é o destruidor; Deus é o restaurador” (O Ministério da Cura, p. 113, 1905). A Sra. White acrescenta: “O desejo de Deus para cada ser humano é expresso nas palavras: ‘Amado, desejo, acima de tudo, que você prospere e tenha saúde, assim como prospera a sua alma. 3 João 2’ (O Ministério da Cura, p. 113, 1905). Malaquias 4:2 (KJV) promete: “Mas para vós, que temeis o meu nome, nascerá o Sol da justiça, trazendo cura nas suas asas; e saireis e crescerás como bezerros do curral.” 3 João 1:2 (KJV) afirma: “Amado, desejo acima de tudo que você prospere e tenha saúde, assim como prospera a sua alma.” A cura de Deus restaura a integridade de todos os que confiam Nele. Mas como a oração libera esse poder divino?

    O PODER DA ORAÇÃO LIBERADO!

    “Está algum entre vós aflito? Ore… Está algum entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e que orem por ele” (Tiago 5:13–15, KJV). Esta passagem enfatiza o poder da oração e da fé na capacidade de Deus de curar. Ela reflete um convite divino para nos aproximarmos de Deus com confiança, mesmo quando o resultado ainda não é visível. A irmã White escreve: “A oração e a fé estão intimamente ligadas e precisam ser estudadas juntas. Na oração da fé há uma ciência divina; é uma ciência que todos os que desejam ter sucesso em sua obra de vida devem compreender” (Education, p. 257, 1903). A fé requer ação — buscar a Deus por meio da oração e confiar Nele apesar da incerteza. O amor de Deus é visto em Sua promessa de responder às orações daqueles que O buscam com coração humilde, demonstrando Seu cuidado e desejo pela restauração deles. A irmã White explica: “Outro elemento da oração prevalecente é a fé. ‘Aquele que se aproxima de Deus precisa crer que Ele existe e que recompensa aqueles que O buscam diligentemente’. Hebreus 11:6” (Caminho a Cristo, p. 96, 1892). Mateus 21:22 (KJV) declara: “E tudo o que pedirdes em oração, crendo, recebereis”. Marcos 11:24 (KJV) reforça: “Portanto, eu vos digo: tudo o que desejardes, quando orardes, crede que o recebereis, e o tereis.” A oração convida a presença curativa de Deus para nossas vidas. Mas como o amor de Deus se manifesta especificamente na cura?

    A FORÇA CURATIVA DO AMOR!

    O conceito de cura divina ilustra o profundo amor de Deus. Salmos 103:3 nos lembra que Deus “perdoa todas as tuas iniquidades; que cura todas as tuas doenças”. Esse foco duplo no perdão e na cura ressalta a preocupação de Deus com o bem-estar espiritual e físico. A irmã White explica: “Em todas as provações, se O buscarmos, Cristo nos dará ajuda. Nossos olhos serão abertos para discernir as promessas de cura registradas em Sua palavra” (O Ministério da Cura, p. 226, 1905). Essa declaração destaca o cuidado abrangente de Deus, garantindo que nenhum aspecto do sofrimento humano seja negligenciado. Seu amor não se limita ao passado, mas está ativo hoje, oferecendo paz e restauração a todos os que O buscam. A irmã White observa ainda: “Os doentes precisam ser colocados em contato próximo com a natureza. Uma vida ao ar livre em meio a um ambiente natural faria maravilhas para muitos inválidos indefesos e quase sem esperança” (O Ministério da Cura, p. 262, 1905). O Salmo 41:3 (KJV) assegura: “O Senhor o fortalecerá na cama da enfermidade; tu lhe farás toda a cama na sua doença”. Êxodo 15:26 (KJV) proclama: “Se tu ouvires atentamente a voz do Senhor, teu Deus, e fizeres o que é reto aos seus olhos, e deres ouvidos aos seus mandamentos, e guardares todos os seus estatutos, não te infligirei nenhuma das doenças que infligi aos egípcios, pois eu sou o Senhor que te cura.” A cura de Deus revela Sua infinita compaixão. Mas quais são os nossos deveres para com Deus em resposta a isso?

    DEVERES PARA COM O CHAMADO DIVINO!

    Somos chamados a honrar a Deus por meio da obediência, fé e gratidão. “O teu corpo é o templo do Espírito Santo” (1 Coríntios 6:19–20, KJV), um lembrete de que cuidar da saúde física é um dever espiritual. A irmã White escreve: “O Senhor está preparando cada um para realizar a obra que lhe foi designada, e cada um deve ser respeitado e honrado como um irmão escolhido por Deus e precioso aos Seus olhos” (Christian Leadership, p. 6, 1974). Esse princípio nos chama a viver de forma saudável, refletindo reverência pelo Criador. A gratidão também aprofunda nossa conexão com Deus. O Salmo 103:1–2 nos encoraja: “Bendize, ó minha alma, ao Senhor… e não te esqueças de todos os seus benefícios”. A irmã White ecoa esse sentimento: “Na oração pelos enfermos, devemos lembrar que ‘não sabemos o que devemos pedir em oração, como convém’. Romanos 8:26” (O Ministério da Cura, p. 229, 1905). Ao expressar gratidão, honramos a provisão de Deus e afirmamos nossa confiança em Sua graça. Romanos 12:1 (KJV) exorta: “Rogo-vos, pois, irmãos, pela misericórdia de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional”. 1 Coríntios 3:16 (KJV) pergunta: “Não sabeis que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?” A obediência honra os dons de Deus. Mas como estendemos essa responsabilidade aos outros?

    SERVIÇO ÀS ALMAS SOFRENTES!

    Cuidar dos vizinhos é uma demonstração prática de fé. Tiago 5:14 nos encoraja a orar pelos enfermos, enquanto a irmã White aconselha: “O Senhor tem uma obra para as mulheres, assim como para os homens. Elas podem assumir seu lugar na obra Dele nesta crise, e Ele trabalhará por meio delas” (Welfare Ministry, p. 164, 1952). Essa responsabilidade vai além da oração e inclui atos tangíveis de serviço, refletindo o amor de Cristo em ação. A irmã White escreve ainda: “As mulheres podem ser instrumentos de justiça, prestando um serviço santo. Foi Maria quem primeiro pregou a ressurreição de Jesus. […] Se houvesse vinte mulheres onde agora há uma, que fizessem desta missão santa (ministério individual) o seu trabalho mais querido, veríamos muito mais pessoas convertidas à verdade” (Testimony Treasures, vol. 2, p. 405, 1949). Quando empatizamos e servimos aos outros, incorporamos o exemplo de Cristo, promovendo a comunidade e apontando os outros para o Doador da Vida. Gálatas 6:2 (KJV) instrui: “Carregai as cargas uns dos outros e assim cumprireis a lei de Cristo”. Mateus 25:40 (KJV) declara: “E o Rei lhes responderá: Em verdade vos digo que, quando o fizestes a um destes meus irmãos, mesmo aos mais pequeninos, a mim o fizestes.” O serviço reflete o amor de Deus. Mas como esse reflexo do amor completa a jornada de cura?

    A LUZ DO AMOR BRILHA INTENSAMENTE!

    O amor de Deus brilha através de Seu cuidado com as necessidades da humanidade. Como afirma o Salmo 103:3, Ele cura doenças e perdoa pecados, proporcionando uma restauração completa da alma e do corpo. A irmã White acrescenta: “Nosso Senhor Jesus Cristo veio a este mundo como o servo incansável das necessidades do homem. Ele ‘tomou nossas enfermidades e carregou nossas doenças’, para que pudesse ministrar a todas as necessidades da humanidade. Mateus 8:17. Ele veio para remover o fardo da doença, da miséria e do pecado” (O Ministério da Cura, p. 17, 1905). A disposição de Deus em atender às pessoas em suas necessidades exemplifica Sua compaixão e desejo pelo bem-estar holístico. Ao oferecer cura e perdão, Deus demonstra Seu caráter como um Pai amoroso. Esse amor nos assegura Sua presença em todas as circunstâncias, convidando-nos a confiar plenamente Nele e refletir Seu amor em nossas vidas. A irmã White afirma: “Durante Seu ministério, Jesus dedicou mais tempo à cura dos enfermos do que à pregação. Seus milagres testificaram a verdade de Suas palavras, de que Ele não veio para destruir, mas para salvar” (O Ministério da Cura, p. 19, 1905). 1 Pedro 2:24 (KJV) afirma: “Ele mesmo levou nossos pecados em seu próprio corpo sobre o madeiro, para que, mortos para os pecados, vivamos para a justiça; pelas suas feridas fomos curados”. Provérbios 17:22 (KJV) acrescenta: “Um coração alegre faz bem como um remédio, mas um espírito abatido seca os ossos”. O amor de Deus transforma vidas. Mas como podemos abraçar essas verdades em nossa vida cotidiana?

    VERDADES QUE TRANSFORMAM VIDAS!

    A cura, a fé e a restauração refletem o amor e o cuidado eternos de Deus. Ao buscá-Lo em oração, cuidar da nossa saúde e estender a compaixão aos outros, cumprimos o propósito Dele para nossas vidas. Vamos abraçar esses princípios, confiando nas promessas de Deus e vivendo Seu amor diariamente. Juntos, podemos demonstrar a beleza de uma fé que cura, restaura e transforma.

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