*“Porque Cristo é o fim da lei para justiça a todo aquele que crê” (Romanos 10:4, KJV).
Jesus Cristo cumpre a lei cerimonial por meio de Seu sacrifício perfeito, tornando suas sombras obsoletas, ao mesmo tempo em que mantém a lei moral como um guia eterno que reflete o caráter de Deus, revelando assim o amor divino na história da salvação e chamando a comunidade a responder com gratidão, obediência e encarnação ativa da graça na vida pessoal e comunitária.
**A GRANDE DECLARAÇÃO DA LEI!**
Jesus declarou em Mateus 5:17: “Não pensem que vim para destruir a lei ou os profetas; não vim para destruir, mas para cumprir” (KJV). Cristo cumpre a lei cerimonial, apontando para o seu papel em direcionar a humanidade para a redenção. A lei serve como um tutor que leva à fé Nele. As Escrituras revelam que “Porque a lei, tendo a sombra das coisas boas que hão de vir, e não a imagem mesma das coisas, nunca pode, com os mesmos sacrifícios que continuamente oferecem de ano em ano, aperfeiçoar os que se aproximam” (Hebreus 10:1, KJV). Claramente, “Ninguém, pois, vos julgue pelo que comerdes ou beberdes, ou por causa de dias de festa, ou de lua nova, ou de sábados, que são sombra das coisas que hão de vir, mas o corpo é de Cristo” (Colossenses 2:16-17, KJV). Ellen G. White explica: “O sistema cerimonial era composto de símbolos que apontavam para Cristo, para Seu sacrifício e Seu sacerdócio. Essa lei ritualística, com seus sacrifícios e ordenanças, deveria ser cumprida pelos hebreus até que o tipo encontrasse o antitipo na morte de Cristo, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Então, todas as ofertas sacrificiais deveriam cessar” (Patriarcas e Profetas, p. 365, 1890). Ela observa ainda: “A lei cerimonial foi dada por Cristo. Mesmo depois que ela deixou de ser observada, Paulo a apresentou aos judeus em sua verdadeira posição e valor, mostrando seu lugar no plano de redenção e sua relação com a obra de Cristo; e o grande apóstolo declara essa lei gloriosa, digna de seu Divino Autor. O serviço solene do santuário simbolizava as grandes verdades que seriam reveladas através das gerações sucessivas. A nuvem de incenso que ascendia com as orações de Israel representa sua justiça, que é a única coisa que pode tornar a oração do pecador aceitável a Deus; a vítima sangrando no altar do sacrifício testemunhava a vinda de um Redentor; e do santo dos santos brilhava o sinal visível da presença de Jeová. Assim, através de eras de escuridão e apostasia, a fé foi mantida viva nos corações dos homens até que chegasse o tempo do advento do Messias prometido” (Patriarcas e Profetas, p. 367, 1890). Esta profunda declaração nos convida a explorar o cumprimento da lei cerimonial em Cristo, seu propósito na história da salvação e como ela reflete o amor de Deus, mas como a lei cerimonial funciona como uma sombra que aponta diretamente para o Messias?
**SOMBRAS APONTAM PARA O SALVADOR!**
A lei cerimonial do antigo Israel, com seus ritos e sacrifícios intricados, servia como uma sombra que apontava para o Messias. Esses rituais simbolizavam a necessidade de expiação da humanidade. Em Review and Herald (6 de maio de 1875), explica-se que esse sistema foi projetado para ensinar sobre o pecado e a redenção. Os sacrifícios não eram o meio definitivo de salvação, mas prenunciavam Cristo, a verdadeira oferta. Isso significa que seu significado terminou quando Jesus, o Cordeiro de Deus, morreu pela humanidade. Cristo demonstra essa unidade ao ligar o Antigo e o Novo Testamento em Sua missão. Revelando claramente seu papel, Cristo serve como o cumprimento onde as sombras encontram a realidade. As Escrituras afirmam que “servem como exemplo e sombra das coisas celestiais, como Moisés foi admoestado por Deus quando estava prestes a construir o tabernáculo: pois, veja, diz ele, que você faça todas as coisas de acordo com o modelo que lhe foi mostrado no monte” (Hebreus 8:5, KJV). No santuário, “Mas Cristo, tendo vindo como sumo sacerdote das boas coisas que estão por vir, por um tabernáculo maior e mais perfeito, não feito por mãos, isto é, não deste edifício; nem pelo sangue de bodes e bezerros, mas pelo seu próprio sangue, entrou uma vez no lugar santo, tendo obtido eterna redenção para nós” (Hebreus 9:11-12, KJV). A irmã White afirma: “A lei cerimonial tinha um propósito específico no plano de Cristo para a salvação da raça humana. O sistema típico de sacrifícios e ofertas foi estabelecido para que, por meio desses serviços, o pecador pudesse discernir a grande oferta, Cristo… Mas os judeus perderam a visão espiritual que lhes permitiria ver o propósito de Deus” (A Fé Pela Qual Vivo, p. 106, 1973). Ela acrescenta: “A lei cerimonial era gloriosa; era a provisão feita por Jesus Cristo em conselho com Seu Pai, para ajudar na salvação da raça. Todo o arranjo do sistema típico foi fundado em Cristo. Adão viu Cristo prefigurado na vítima inocente oferecida sobre o altar do sacrifício” (Review and Herald, 22 de abril de 1902). Ao cumprir a lei cerimonial, Jesus demonstrou a continuidade do plano de Deus. Ele não destruiu a lei, mas completou seu propósito, unindo as sombras do Antigo Testamento com a realidade do Novo Testamento. Então, como a crucificação de Cristo marca a transição desses símbolos para a realidade definitiva do amor divino?
**O SACRIFÍCIO DO AMOR DIVINO!**
A transição dos símbolos para a realidade veio com a crucificação de Cristo. O livro O Desejado de Todas as Nações (p. 165) captura isso lindamente: “O sacrifício de Cristo foi perfeito; ele aboliu a necessidade das cerimônias simbólicas do passado”. Esse ato de amor não apenas redimiu a humanidade, mas também confirmou a aliança da graça de Deus. Deus demonstra Seu profundo compromisso ao oferecer Seu Filho por um mundo caído. Revelando a profundidade do sacrifício, Cristo se entrega totalmente para nos restaurar. As Escrituras declaram que “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16, KJV). Claramente, “Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que, enquanto ainda éramos pecadores, Cristo morreu por nós” (Romanos 5:8, KJV). A irmã White observa: “O sacrifício de Cristo como expiação pelo pecado é a grande verdade em torno da qual todas as outras verdades se agrupam. Para ser corretamente compreendida e apreciada, toda verdade na palavra de Deus, de Gênesis a Apocalipse, deve ser estudada à luz que emana da cruz do Calvário” (O Grande Conflito, p. 347, 1911). Ela enfatiza: “Ao contemplarmos a santidade e a glória do Deus do universo, ficamos aterrorizados, pois sabemos que Sua justiça não perdoará o transgressor. Mas contemplem o amor do Pai ao dar Jesus para morrer como oferta pelo pecado, para que o homem pudesse ter outra oportunidade e encontrar graça em vez de justiça, amor em vez de ira” (Signs of the Times, 13 de abril de 1888). Imagine a profundidade do amor necessário para tal sacrifício — entregar Seu Filho para salvar um mundo corrompido. Para mim, essa verdade é uma fonte de esperança. Ela me lembra que o amor de Deus é imutável, constante e presente em todos os planos que Ele revela. Quando a vida parece insuportável, encontro consolo em saber que o sacrifício supremo de Deus foi para minha redenção e a sua, mas como a lei moral persiste como uma luz orientadora em meio a essa realização?
**A LEI MORAL É UM GUIA ETERNO!**
Embora a lei cerimonial tenha terminado, a lei moral permanece. Os Dez Mandamentos são um reflexo do caráter de Deus, chamando-nos ao amor e à obediência. Jesus resumiu esses mandamentos em Mateus 22:37-39: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração… e ao teu próximo como a ti mesmo” (KJV). Essa lei moral não é um fardo, mas um guia para uma vida santa, uma resposta à graça que recebemos. Deus mantém a lei por meio da fé, estabelecendo seus princípios eternos. Revelando sua natureza imutável, a lei perdura como a vontade de Deus. As Escrituras confirmam que “Anulamos, então, a lei pela fé? De modo nenhum; antes, confirmamos a lei” (Romanos 3:31, KJV). Claramente, “Porque qualquer que guardar toda a lei, e tropeçar em um só ponto, é culpado de todos” (Tiago 2:10, KJV). A irmã White afirma: “A lei moral nunca foi um tipo ou uma sombra. Ela existia antes da criação do homem e permanecerá enquanto o trono de Deus permanecer” (Mensagens Escolhidas, vol. 1, p. 229, 1958). Ela declara: “A lei de Deus, por sua própria natureza, é imutável. É uma revelação da vontade e do caráter de seu Autor. Deus é amor, e Sua lei é amor. Seus dois grandes princípios são o amor a Deus e o amor ao homem” (O Grande Conflito, p. 583, 1911). Como comunidade, somos chamados a incorporar essa lei, a amar uns aos outros como Cristo nos amou. Quando agimos com justiça, amamos a misericórdia e andamos humildemente com Deus, refletimos Seu amor para o mundo. Então, como esse cumprimento revela o amor imensurável de Deus em nossas vidas?
**AMOR REVELADO NO CUMPRIMENTO!**
Os conceitos de cumprimento e continuidade em Cristo refletem o amor imensurável de Deus. Cristo não destruiu a lei, mas a cumpriu (Mateus 5:17, KJV), mostrando Seu respeito pela lei divina e seu propósito. Cristo faz uma transição perfeita da sombra para a substância, permitindo que os sacrifícios cedam lugar à Sua expiação. Isso nos ensina que os planos de Deus são precisos e motivados pelo amor. O amor de Deus é evidente no papel da lei cerimonial de nos apontar para Cristo. A irmã White nos lembra em O Desejado de Todas as Nações (p. 165) que Seu sacrifício foi suficiente para nos reconciliar com Deus. Revelando compaixão divina, Deus orquestra a história com propósito. As Escrituras ilustram que “Nisto se manifestou o amor de Deus para conosco, em que Deus enviou o seu Filho unigênito ao mundo, para que por meio dele vivamos” (1 João 4:9, KJV). Claramente, “Tendo abolido em sua carne a inimizade, mesmo a lei dos mandamentos contida nas ordenanças; para fazer em si mesmo dos dois um novo homem, fazendo assim a paz” (Efésios 2:15, KJV). A irmã White destaca: “O amor de Deus foi derramado em Sua dádiva de Cristo, Seu único Filho, para ser o Redentor do mundo. O sacrifício de Cristo como expiação pelo pecado é a grande verdade em torno da qual todas as outras verdades se agrupam” (Pensamentos do Monte das Bem-Aventuranças, p. 77, 1896). Ela explica: “A lei exige justiça — uma vida justa, um caráter perfeito; e isso o homem não tem para oferecer. Ele não pode satisfazer as exigências da santa lei de Deus. Mas Cristo, vindo à Terra como homem, viveu uma vida santa e desenvolveu um caráter perfeito. Ele oferece isso como um dom gratuito a todos os que o receberem” (O Desejado de Todas as Nações, p. 175, 1898). A continuidade entre o Antigo e o Novo Testamento mostra um Deus que orquestra a história com compaixão e propósito. Vamos responder com gratidão, abraçando o amor que nos foi revelado, mas como podemos aplicar esse entendimento pessoalmente e dentro de nossa comunidade?
**FÉ EM AÇÃO AGORA!**
Para mim, compreender esse cumprimento aprofunda minha fé. Isso me tranquiliza quanto à consistência de Deus e Seu papel ativo em minha vida. Quando enfrento incertezas, confio em Seu plano, sabendo que o mesmo Deus que cumpriu Suas promessas por meio de Cristo está trabalhando em minha vida hoje. A comunidade compartilha essa esperança por meio do apoio mútuo e da missão. Revelando passos práticos, vivemos o amor como cumprimento da lei. As Escrituras orientam que “Ele te mostrou, ó homem, o que é bom; e o que o Senhor requer de ti, senão que pratiques a justiça, e ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus?” (Miquéias 6:8, KJV). Claramente, “O amor não faz mal ao próximo; portanto, o amor é o cumprimento da lei” (Romanos 13:10, KJV). A irmã White observa: “Em todo verdadeiro discípulo, esse amor é demonstrado. É esse amor que Cristo impôs aos Seus discípulos. “Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros” (Lições Objetivas de Cristo, p. 391, 1900). Ela enfatiza: “A lei de Deus é o padrão pelo qual o caráter e a vida dos homens serão julgados no dia do juízo” (Os Atos dos Apóstolos, p. 551, 1911). Como comunidade, compartilhamos essa esperança. Estamos unidos em uma missão de refletir o amor e a verdade de Deus. Vamos defender Sua lei moral, não como uma exigência legalista, mas como um testemunho de nossa gratidão por Sua graça, para que possamos nos comprometer a ser exemplos vivos de Seu amor, oferecendo esperança a um mundo necessitado?
**REFLITA E AJA COM OUSADIA!**
Para encerrar, desafio você a refletir sobre o plano de salvação de Deus. Como ele o inspira a viver com amor, humildade e fé? Estamos, como indivíduos e comunidades, incorporando a graça que nos foi concedida? Cristo transforma vidas por meio de Sua realização, renovando o que é velho. Revelando renovação, revestimo-nos de justiça Nele. As Escrituras proclamam que “Se alguém está em Cristo, é nova criatura. As coisas antigas já passaram; eis que tudo se fez novo” (2 Coríntios 5:17, KJV). Claramente, “Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, mesmo nesta: Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Gálatas 5:14, KJV). A irmã White ensina: “A lei é uma expressão do desejo de Deus; quando recebida em Cristo, torna-se nosso desejo. Ela nos eleva acima do poder dos desejos e tendências naturais, acima das tentações que levam ao pecado” (Caminho a Cristo, p. 60, 1892). Ela exorta: “A lei de Deus é a regra do caráter. Devemos moldar nosso caráter segundo o modelo divino, buscando constantemente nos conformar aos princípios do evangelho” (Testemunhos para Ministros e Obreiros Evangélicos, p. 92, 1923). Vamos honrar o cumprimento da lei por Cristo, vivendo vidas que refletem Seu sacrifício e amor. Por meio de Cristo, o amor de Deus é revelado em sua plenitude — um amor que redime, restaura e nos convida a andar em harmonia com Seu plano divino.
Se você tiver um pedido de oração, deixe-o nos comentários abaixo. As reuniões de oração são realizadas às terças, quartas, sextas e sábados. Para participar, insira seu endereço de e-mail na seção de comentários.
Leave a comment