• Apocalipse 3:21 (KJV): “Ao que vencer, concederei que se assente comigo no meu trono, assim como eu venci e me assentei com meu Pai no seu trono.”

    RESUMO

    A jornada da fé nos chama a vencer o pecado e crescer à semelhança de Deus, conforme revelado nas Escrituras e nos escritos inspirados. Este chamado não se trata de ganhar a salvação, mas de experimentar o amor de Deus através de Sua graça, orientação e vitória. Como Apocalipse 3:21-22 (KJV) assegura: “Ao que vencer, concederei que se assente comigo no meu trono, assim como eu venci.” Esta promessa reflete o desejo de Deus de ter intimidade conosco e Seu desejo de nos levar ao triunfo através de Cristo. Por meio da fé, recebemos força para vencer, crescer espiritualmente e nos preparar para a eternidade, confiando no apoio inabalável de Deus.

    O AMOR DE DEUS NA VITÓRIA

    O amor de Deus brilha em Sua provisão de força para que possamos vencer. Filipenses 4:13 (KJV) nos lembra: “Tudo posso naquele que me fortalece”. Essa verdade é repetida em O Desejado de Todas as Nações (p. 123, 1898): “Cristo venceu por nós. Por Sua vitória, temos a certeza do sucesso”. Sua paciência e graça nos permitem experimentar a transformação, como Ellen G. White observa em Caminho a Cristo (p. 68, 1892): “Se estivermos dispostos a nos tornar dispostos, Ele realizará a obra por nós”. Por meio de Seu amor, Deus nos equipa para enfrentar os desafios com confiança. As Escrituras afirmam: “Mas, em todas estas coisas, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou” (Romanos 8:37, KJV). Na força de Cristo, “combati o bom combate, terminei a carreira, guardei a fé” (2 Timóteo 4:7, KJV). A irmã White explica ainda: “Todas as Suas ordens são capacitadoras” (Christ’s Object Lessons, p. 333, 1900). Ela acrescenta: “A obra de ganhar a salvação é uma parceria, uma operação conjunta” (The Acts of the Apostles, p. 482, 1911). Por meio do amor de Deus, triunfamos, pois Ele respeita nossa liberdade enquanto oferece apoio divino. Como essa força divina guia nossa caminhada diária com Cristo?

    A JORNADA RUMO À PERFEIÇÃO

    O crescimento espiritual reflete o amor de Deus e Seu plano de nos moldar à Sua imagem. Filipenses 3:10-15 (KJV) afirma: “Prossigo para o alvo, a fim de ganhar o prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus.” Essa metáfora de uma corrida destaca a perseverança necessária para a excelência espiritual. Da mesma forma, 1 Coríntios 9:24-27 (KJV) nos chama à autodisciplina e ao foco. A irmã White expande isso em Os Atos dos Apóstolos (p. 484, 1911): “Dia após dia, Deus trabalha com ele, aperfeiçoando o caráter que permanecerá no momento da prova final.” Deus nos nutre passo a passo, guiando-nos em direção ao nosso propósito final. “Mas todos nós, com o rosto descoberto, contemplando como num espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem” (2 Coríntios 3:18, KJV). Por meio de Sua orientação, “corramos com paciência a corrida que nos é proposta” (Hebreus 12:1, KJV). A irmã White afirma: “A vida cristã é uma batalha e uma marcha” (O Ministério da Cura, p. 128, 1905). Ela observa ainda: “Deus conduz Seu povo, passo a passo” (Patriarcas e Profetas, p. 184, 1890). Esse processo revela o amor de Deus ao refinar nosso caráter. Como podemos perseverar nessa jornada de transformação?

    VENCENDO ATRAVÉS DA FÉ

    A fé, e não o esforço humano, nos permite vencer. Romanos 1:17 (KJV) declara: “O justo viverá pela fé”, lembrando-nos que a vitória vem através da confiança em Deus. João 15:5 (KJV) acrescenta: “Sem mim, nada podeis fazer”, enfatizando a dependência de Cristo. A irmã White ressalta isso em O Desejado de Todas as Nações (p. 324, 1898): “Quando a alma se rende a Cristo, um novo poder toma posse do coração”. O amor de Deus é revelado nessa parceria, pois Ele fornece graça e força para a rendição diária. O livro Caminho a Cristo (p. 70, 1892) encoraja: “Consagre-se a Deus pela manhã; faça disso sua primeira tarefa”. “Porque andamos por fé, não por vista” (2 Coríntios 5:7, KJV). Por meio da fé, “A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza” (2 Coríntios 12:9, KJV). A irmã White escreve: “A fé é a vitória que vence o mundo” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 168, 1882). Ela acrescenta: “É a fé que nos conecta com o céu e nos dá força para lidar com os poderes das trevas” (O Ministério da Cura, p. 142, 1905). Por meio da rendição, experimentamos o apoio inabalável de Deus, crescendo em fé e caráter. Como a fé nos capacita a confiar em Deus diariamente?

    PREPARAÇÃO PARA O TESTE FINAL

    O amor de Deus nos prepara para o teste final. Apocalipse 14:5 (KJV) descreve os redimidos como “sem culpa diante do trono de Deus”. A irmã White enfatiza em Primeros Escritos (p. 71, 1882): “Ninguém poderia compartilhar do ‘refresco’ a menos que obtivesse vitória sobre o orgulho, o egoísmo, o amor pelo mundo e sobre toda palavra e ação errada”. Essa preparação reflete o amor de Deus por meio de orientação clara e força. Em O Grande Conflito (p. 425, 1911), ela observa: “Aqueles que estiverem vivendo na Terra quando a intercessão de Cristo cessar deverão permanecer diante da vista de um Deus santo, sem um mediador”. “E todo aquele que tem esta esperança nele se purifica, assim como ele é puro” (1 João 3:3, KJV). Por meio da preparação, “Retentemos, sem vacilar, a profissão da nossa fé” (Hebreus 10:23, KJV). A irmã White afirma: “O Senhor está prestes a vir, e devemos estar preparados para encontrá-Lo em paz” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 216, 1882). Ela explica ainda: “O povo de Deus deve se distinguir como um povo que O serve plenamente” (Parábolas de Jesus, p. 282, 1900). O amor de Deus nos equipa para a santidade, garantindo que reflitamos Seu caráter. Como podemos nos preparar para permanecer firmes na prova final?

    O AMOR DE DEUS REVELADO

    O amor de Deus brilha na redenção, na orientação e na preparação para a eternidade. A irmã White escreve em Passos para Cristo (p. 31, 1892): “Deus não exige que façamos o impossível, mas que confiemos Nele para operar em nós tanto o querer como o efetuar, segundo a Sua boa vontade”. Ele nos fortalece, sustenta e transforma por meio de Cristo, convidando-nos a um relacionamento restaurado. “Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que Ele nos amou” (1 João 4:10, KJV). Por meio de Seu amor, “nós O amamos, porque Ele nos amou primeiro” (1 João 4:19, KJV). A irmã White afirma: “O amor de Deus ainda anseia por aquele que escolheu se separar Dele” (O Grande Conflito, p. 541, 1911). Ela acrescenta: “Todas as Suas promessas, Suas advertências, não passam de uma manifestação de amor indescritível” (Caminho a Cristo, p. 12, 1892). A comunidade abraça esse chamado com fé e gratidão, sabendo que o amor de Deus torna todas as coisas possíveis.

    Para mais artigos, acesse: faithfundamentals.blog e nosso podcast em: https://rss.com/podcasts/the-lamb

    Se você tiver um pedido de oração, deixe-o nos comentários abaixo. As reuniões de oração são realizadas às terças, quartas, sextas e sábados. Para participar, insira seu endereço de e-mail na seção de comentários.

    Leave a comment

  • 1 João 5:14: “E esta é a confiança que temos nele: que, se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade, ele nos ouve.”

    RESUMO

    A oração serve como uma linha de vida vital para Deus, unindo-nos na fé e promovendo o crescimento espiritual em todas as comunidades. Com base nos princípios bíblicos e nos escritos da Irmã White, este artigo explora o impacto transformador da oração, destacando seu papel em aprofundar nossa conexão com o divino, guiar nossas vidas e fortalecer os laços familiares e comunitários.

    O SIGNIFICADO ESPIRITUAL DA ORAÇÃO

    A oração ancora nossa fé, forjando uma conexão sagrada com o divino. Em Mateus 7:7-8, Jesus promete: “Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á; porque todo aquele que pede recebe; e quem busca encontra; e a quem bate, abrir-se-lhe-á.” A irmã White enfatiza esse privilégio: “É maravilhoso que possamos orar com eficácia, que mortais indignos e pecadores possuam o poder de apresentar seus pedidos a Deus” (Steps to Christ, p. 94, 1892). A oração nos permite expressar nossas necessidades e cultivar um relacionamento transformador com Deus. As Escrituras afirmam isso em Tiago 5:16: “A oração fervorosa do justo tem grande poder”, e em 1 Tessalonicenses 5:17: “Orai sem cessar”. A irmã White observa ainda: “A oração é a chave na mão da fé para abrir o tesouro do céu” (Steps to Christ, p. 94, 1892) e “Por meio da oração sincera, somos levados a nos conectar com a mente do Infinito” (Testemunhos para a Igreja, vol. 6, p. 251, 1901). Essa prática sagrada nos capacita a enfrentar os desafios da vida com resiliência. Como o exemplo de Cristo eleva nossa compreensão do papel da oração?

    O MODELO DE DEVOCIONAL DE ORAÇÃO DE CRISTO

    A vida de Jesus exemplifica a centralidade da oração no alinhamento com a vontade de Deus. Mateus 14:23 afirma: “E, depois de despedir a multidão, subiu ao monte para orar; e, chegando a noite, estava ali sozinho”. Lucas 6:12 relata: “E aconteceu naqueles dias que ele saiu para a montanha para orar, e continuou toda a noite em oração a Deus”. A irmã White escreve: “Foi pela oração ao seu Pai que ele se preparou para o dever e a provação. Ele é nosso exemplo em todas as coisas” (O Desejado de Todas as Nações, p. 362, 1898). O compromisso de Cristo com a oração fortaleceu Sua missão. As Escrituras apoiam isso em João 16:24: “Até agora nada pedistes em meu nome; pedi, e recebereis, para que a vossa alegria seja completa”, e Filipenses 4:6: “Não andeis ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, com ação de graças, sejam os vossos pedidos conhecidos diante de Deus”. A Sra. White acrescenta: “Pela manhã, a alma deve ser elevada a Deus em oração” (Testemunhos para a Igreja, vol. 4, p. 44, 1876) e “Jesus viveu dependente de Deus e de Sua Palavra, e Ele comungava com Seu Pai” (O Ministério da Cura, p. 52, 1905). A oração, portanto, nos guia em direção ao propósito divino. Qual é o papel da preparação para tornar a oração eficaz?

    PREPARANDO O CORAÇÃO PARA A ORAÇÃO

    A oração eficaz requer preparação intencional e um coração puro. Romanos 12:12 nos encoraja a permanecer “pacientes na tribulação, perseverantes na oração”. Efésios 6:18 aconselha: “Orai sem cessar, com toda a oração e súplica no Espírito, e vigiai nisso com toda a perseverança e súplica por todos os santos”. A irmã White enfatiza: “Não devemos apenas orar em nome de Cristo, mas pela inspiração do Espírito Santo” (Caminho a Cristo, p. 93, 1892). As Escrituras pedem reconciliação em Mateus 5:23-24: “Portanto, se trouxeres a tua oferta ao altar e ali te lembrares de que teu irmão tem algo contra ti, deixa ali a tua oferta diante do altar e vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; depois volta e apresenta a tua oferta.” Além disso, Colossenses 4:2 afirma: “Perseverai na oração e vigiai nela com ação de graças”, e 1 Pedro 3:12: “Porque os olhos do Senhor estão sobre os justos, e os seus ouvidos atentos às suas orações.” A irmã White escreve: “Uma oração oferecida com fé por alguém que está em conexão viva com Deus tem mais valor do que muitas palavras” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 201, 1889), e “O Espírito Santo inspira toda oração genuína” (The Review and Herald, 24 de março de 1896). Um coração preparado nos abre para o poder transformador de Deus. Como a oração fortalece a unidade familiar?

    O PAPEL DA ORAÇÃO NA UNIDADE FAMILIAR

    A oração em família promove a unidade espiritual e a gratidão dentro do lar. Isaías 56:7 declara: “Eu os trarei ao meu santo monte e os alegrarei na minha casa de oração; os seus holocaustos e sacrifícios serão aceitos no meu altar, pois a minha casa será chamada casa de oração para todos os povos”. A irmã White defende: “Em cada família deve haver um horário fixo para o culto matinal e noturno” (Testemunhos para a Igreja, vol. 7, p. 43, 1902). Essa prática fortalece os laços. Salmos 101:2 afirma: “Comportar-me-ei com sabedoria, de maneira perfeita. Ó, quando virás a mim? Andarei dentro da minha casa com um coração perfeito”. As Escrituras reforçam isso em Josué 24:15: “Quanto a mim e à minha casa, serviremos ao Senhor”, e Provérbios 22:6: “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e mesmo quando envelhecer, não se desviará dele”. A irmã White observa: “Os pais devem ter como prioridade compreender os princípios da oração” (Child Guidance, p. 517, 1954) e “A adoração em família deve ser conduzida com simplicidade e reverência” (The Adventist Home, p. 190, 1952). A oração em família convida a presença de Deus, alimentando a fé através das gerações. Como a oração reflete o amor de Deus por nós?

    A ORAÇÃO COMO REFLEXO DO AMOR DE DEUS

    A oração revela o amor de Deus ao oferecer comunhão direta com Ele. Mateus 7:11 afirma: “Se vós, sendo maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará coisas boas aos que lhe pedirem?” A irmã White descreve a oração como “o sopro da alma” (Gospel Workers, p. 254, 1915). Isso ressalta sua natureza vivificante. As Escrituras afirmam isso em Salmos 65:2: “Ó tu, que ouves a oração, a ti virá toda a carne”, e Jeremias 33:3: “Clama a mim, e eu te responderei, e te mostrarei coisas grandes e poderosas, que tu não conheces”. A irmã White escreve: “A oração nos leva à presença de Deus” (The Ministry of Healing, p. 226, 1905) e “Por meio da oração, somos levados à harmonia com a vontade divina” (Christ’s Object Lessons, p. 143, 1900). A oração nos garante o cuidado de Deus, capacitando-nos a refletir Seu amor. Como podemos viver o poder transformador da oração?

    O IMPACTO DA ORAÇÃO EM NOSSAS VIDAS E COMUNIDADES

    A oração nos une na fé, promovendo o crescimento espiritual e a força da comunidade. 1 João 5:14 declara: “E esta é a confiança que temos nele: que, se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade, ele nos ouve.” A irmã White escreve: “A oração é a abertura do coração a Deus como a um amigo” (Steps to Christ, p. 93, 1892). A oração transforma vidas, alinhando-nos com a vontade de Deus. As Escrituras apoiam isso no Salmo 34:17: “Os justos clamam, e o Senhor os ouve e os livra de todas as suas angústias”, e em Hebreus 4:16: “Aproximemo-nos, portanto, com confiança do trono da graça, para que recebamos misericórdia e achemos graça para socorro em tempo oportuno”. A irmã White observa: “A força adquirida na oração a Deus nos preparará para nossos deveres diários” (Testemunhos para a Igreja, vol. 3, p. 363, 1875) e “A oração nos une uns aos outros e a Deus” (Parábolas de Jesus, p. 250, 1900). Ao priorizarmos a oração, nutrimos nosso relacionamento com Deus e uns com os outros, incorporando Sua graça.

    Para mais artigos, acesse http://www.faithfundamentals.blog ou nosso podcast em: https://rss.com/podcasts/the-lamb

    Se você tiver um pedido de oração, deixe-o nos comentários abaixo. As reuniões de oração são realizadas às terças, quartas, sextas e sábados. Para participar, insira seu endereço de e-mail na seção de comentários.

    Leave a comment

  • “E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre” (João 14:16, KJV).

    RESUMO

    As promessas de Deus nas Escrituras revelam Seu desejo de nos abençoar, nutrir e preparar para o crescimento espiritual e a salvação eterna. Por meio da metáfora da chuva temporã e serôdia, a Bíblia ressalta a importância da fé, da obediência e da disposição para receber o derramamento do Seu Espírito. Ao explorar esses temas, podemos ver como o amor e a provisão de Deus são centrais em Seus planos para a humanidade.

    CHUVAS ESPIRITUAIS DE BÊNÇÃOS

    As bênçãos de Deus se manifestam como alimento espiritual, simbolizado pela chuva nas Escrituras. Levítico 26:3-4 promete: “Se vocês andarem nos meus estatutos, guardarem os meus mandamentos e os cumprirem, então lhes darei chuva na estação certa”. Essa bênção condicional demonstra o desejo de Deus de nos sustentar tanto física quanto espiritualmente. Deuteronômio 11:13-14 expande isso, afirmando: “Se ouvirdes atentamente os meus mandamentos… eu vos darei a chuva da vossa terra na estação própria”. A irmã White explica: “Assim como a ‘chuva temporã’ foi dada… para fazer brotar a semente preciosa, assim também a ‘chuva serôdia’ será dada… para o amadurecimento da colheita” (O Grande Conflito, p. 611, 1888). Reafirmando isso, Deuteronômio 28:12 declara: “O Senhor te abrirá o seu bom tesouro, o céu, para dar chuva à tua terra na estação própria e para abençoar toda a obra das tuas mãos” (KJV). Salmos 72:6 acrescenta: “Ele descerá como a chuva sobre a relva cortada, como as chuvas que regam a terra” (KJV). A irmã White observa ainda: “O Senhor emprega essas operações da natureza para representar a obra do Espírito Santo” (Testemunhos para Ministros e Obreiros Evangélicos, p. 506, 1923). Ela também afirma: “O derramamento do Espírito nos dias dos apóstolos foi a ‘chuva temporã’, e glorioso foi o resultado. Mas a ‘chuva tardia’ será mais abundante” (Testemunhos para a Igreja, vol. 8, p. 21, 1904). Essas promessas destacam o compromisso de Deus com nossa vitalidade espiritual. Como nossa obediência nos prepara para receber essas chuvas divinas?

    PREPARANDO-SE PARA O ESPÍRITO SANTO

    A preparação espiritual nos equipa para receber a chuva tardia. Lucas 12:35 instrui: “Tenham os lombos cingidos e as lâmpadas acesas”, exortando à vigilância e à prontidão. A missão de Jesus é ilustrada em Lucas 12:50: “Mas eu tenho um batismo com que ser batizado; e como estou angustiado até que seja cumprido!” A irmã White enfatiza: “Nenhum de nós jamais receberá o selo de Deus enquanto nosso caráter tiver uma mancha ou imperfeição” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 214, 1882). Apoiando isso, 1 Pedro 1:16 ordena: “Sede santos, porque eu sou santo” (KJV). Efésios 5:27 acrescenta: “Para que a apresentasse a si mesmo como uma igreja gloriosa, sem mancha, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível” (KJV). A irmã White também escreve: “Aqueles que recebem o selo do Deus vivo e são protegidos no tempo de angústia devem refletir plenamente a imagem de Jesus” (Primeiros Escritos, p. 71, 1882). Além disso, ela afirma: “A chuva serôdia, que amadurece a colheita da terra, representa a graça espiritual que prepara a igreja para a vinda do Filho do homem” (Testemunhos para Ministros e Obreiros Evangélicos, p. 506, 1923). Essa preparação reflete o chamado de Deus para nos rendermos totalmente ao Seu processo de refinamento. Qual é o papel do Espírito Santo na transformação de nossas vidas?

    O PODER TRANSFORMADOR DO ESPÍRITO SANTO

    O Espírito Santo nos capacita a viver vitoriosamente e compartilhar a mensagem de Deus. Joel 2:28-29 promete: “Derramarei o meu Espírito sobre toda a carne… vossos filhos e vossas filhas profetizarão”. Isso reflete a disponibilidade universal do Espírito. Romanos 8:26-27 destaca seu papel de intercessão: “O próprio Espírito intercede por nós com gemidos que não podem ser expressos”. A irmã White acrescenta: “O Espírito fornece a força que sustenta as almas que lutam e se esforçam em todas as emergências” (O Desejado de Todas as Nações, p. 671, 1898). Mais apoio vem de Atos 1:8: “Mas recebereis poder, depois que o Espírito Santo vier sobre vós, e sereis minhas testemunhas” (KJV). João 16:13 afirma: “Mas, quando vier o Espírito da verdade, ele vos guiará em toda a verdade” (KJV). A irmã White também observa: “O Espírito Santo é o sopro da vida espiritual na alma” (O Desejado de Todas as Nações, p. 805, 1898). Além disso, ela escreve: “A influência do Espírito Santo é a vida de Cristo na alma” (Obreiros Evangelísticos, p. 285, 1915). Por meio do Espírito, Deus nos equipa para espalhar o evangelho e suportar provações. Como nossas responsabilidades para com Deus e para com os outros refletem esse poder divino?

    Miquéias 6:8 resume nosso dever para com Deus: “Praticar a justiça, amar a misericórdia e andar humildemente com o teu Deus”. A irmã White explica: “O verdadeiro objetivo da vida é o ministério” (Christ’s Object Lessons, p. 326, 1900). Esse chamado se estende ao amor ao próximo, como visto em Marcos 12:31: “ Amarás o teu próximo como a ti mesmo.” Atos de serviço, bondade e misericórdia são fundamentais para refletir o amor de Cristo. Apoiando isso, Gálatas 5:13 afirma: “Servi-vos uns aos outros pelo amor” (KJV). Mateus 5:16 acrescenta: “Assim brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai que está nos céus” (KJV). A irmã White afirma ainda: “Ao demonstrarmos amor e bondade, refletimos a luz do céu e preparamos os corações para receber a verdade” (O Ministério da Cura, p. 470, 1905). Ela também escreve: “O argumento mais forte a favor do evangelho é um cristão amoroso e amável” (O Ministério da Cura, p. 470, 1905). Por meio da justiça, da humildade e do amor, refletimos o caráter de Deus. Como refletir o amor de Deus nos prepara para o Seu propósito final?

    O AMOR DE DEUS EM AÇÃO

    O amor de Deus brilha por meio de Suas promessas, provisão e capacitação. Ele envia a chuva temporã e serôdia para nos nutrir e preparar para o crescimento espiritual e a colheita. A irmã White observa: “A transmissão do Espírito é a transmissão da vida de Cristo” (Obreiros Evangelísticos, p. 285, 1915). Confirmando isso, João 7:38 declara: “Aquele que crê em mim, como diz a Escritura, rios de água viva correrão do seu ventre” (KJV). 2 Coríntios 3:18 acrescenta: “Mas todos nós, com o rosto descoberto, contemplando como num espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor” (KJV). A irmã White afirma ainda: “A obra do Espírito Santo é iluminar o entendimento obscurecido, purificar o coração, dar uma concepção correta de Deus” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 669, 1889). Além disso, ela escreve: “O Espírito deveria ser dado como um agente regenerador, e sem isso o sacrifício de Cristo teria sido inútil” (O Desejado de Todas as Nações, p. 671, 1898). Essas verdades nos lembram que o amor de Deus nos equipa ativamente para compartilhar Sua verdade e refletir Seu caráter.

    Para mais artigos, acesse http://www.faithfundamentals.blog ou nosso podcast em: https://rss.com/podcasts/the-lamb

    Se você tiver um pedido de oração, deixe-o nos comentários abaixo. As reuniões de oração são realizadas às terças, quartas, sextas e sábados. Para participar, insira seu endereço de e-mail na seção de comentários.


    Leave a comment

  • “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele comigo” (Apocalipse 3:20, KJV).

    RESUMO

    A mensagem à igreja de Laodicéia em Apocalipse 3:14–22 revela o profundo amor de Deus e o seu apelo urgente para que despertemos da complacência espiritual, abraçemos o arrependimento e vivamos fielmente. Ela ressalta o desejo de Deus de nos transformar por meio de seus dons de fé, justiça e discernimento espiritual, capacitando-nos por meio do Espírito Santo para refletir o seu caráter e compartilhar a sua verdade. Este artigo explora como a repreensão de Deus, nossas responsabilidades para com Ele e uns para com os outros, e o poder do Espírito Santo manifestam Seu amor, exortando-nos a viver propositalmente para Sua glória.

    O CHAMADO À IGREJA DE LAODICÉIA

    A mensagem à igreja de Laodicéia serve como um profundo diagnóstico espiritual para nós, em todas as tradições religiosas, alertando contra a complacência espiritual e o autoengano. Apocalipse 3:14-17 declara: “Tu não és frio nem quente; oxalá fosses frio ou quente! Assim, porque és morno… eu te vomitarei da minha boca” (KJV). Esta passagem destaca o perigo de um estado espiritual morno. A irmã White enfatiza: “A mensagem aos laodicenses se aplica ao povo de Deus no tempo presente… O coração deve ser purificado dos pecados que há tanto tempo excluem Jesus” (Testemunhos, vol. 1, p. 186, 1868). A necessidade de reavivamento da comunidade é evidente neste chamado ao arrependimento. Além disso, as Escrituras afirmam: “Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te iluminará” (Efésios 5:14, KJV) . “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados” (Atos 3:19, KJV). A irmã White acrescenta: “Um reavivamento da verdadeira piedade entre nós é a maior e mais urgente de todas as nossas necessidades” (Mensagens Escolhidas, Livro 1, p. 121, 1958). “Deus clama por um reavivamento espiritual e uma reforma espiritual” (Mensagens Escolhidas, Livro 1, p. 128, 1958). Esta mensagem revela o amor de Deus e Seu desejo de que nos arrependamos, cresçamos na fé e reflitamos Sua justiça. Como o amor de Deus se manifesta por meio de Sua repreensão para nos aproximar Dele?

    O AMOR DE DEUS NA REPROVAÇÃO

    O amor de Deus brilha através de Sua repreensão, demonstrando Sua preocupação com nossa salvação. Apocalipse 3:19 afirma: “A todos quantos amo, repreendo e castigo; sê, pois, zeloso e arrepende-te” (KJV). Este versículo mostra que a disciplina de Deus é um ato de amor que visa a restauração. A irmã White explica: “Deus repreende, censura e castiga, para que possa restaurá-los a Si mesmo” (Os Atos dos Apóstolos, p. 587, 1911). Suas provisões — fé, justiça e discernimento espiritual — são dons de amor. A irmã White explica: “O ouro provado no fogo é a fé que opera pelo amor… A vestimenta branca é a justiça de Cristo… e o colírio é o discernimento espiritual” (Christ’s Object Lessons, p. 158, 1900). As Escrituras apoiam isso: “Meu filho, não desprezes a correção do Senhor, nem te canses de sua repreensão” (Provérbios 3:11, KJV). “Porque o Senhor corrige aquele que ama, assim como um pai corrige o filho em quem se deleita” (Provérbios 3:12, KJV). A Sra. White observa ainda: “A disciplina do Senhor não é para destruir, mas para salvar” (Testemunhos, vol. 5, p. 120, 1882). “O amor de Deus é expresso em Sua misericórdia, que nos chama ao arrependimento” (O Desejado de Todas as Nações, p. 200, 1898). O amor de Deus nos chama à renovação, exortando-nos a abraçar Sua graça e misericórdia. Que responsabilidades temos em resposta a esse chamado amoroso?

    Somos chamados ao arrependimento, à fidelidade e à obediência em resposta ao amor de Deus. Apocalipse 3:19 exorta: “Sê, pois, zeloso e arrepende-te” (KJV). Esse chamado exige um compromisso ativo com a vontade de Deus. A Sra. White ressalta: “O Senhor clama por uma renovação da vida espiritual… deve haver uma ressurreição da morte aparente” (Profetas e Reis, p. 626, 1917). A fé, simbolizada pelo “ouro provado no fogo”, deve ser acompanhada de amor e obediência aos mandamentos de Deus (Parábolas de Jesus, p. 158, 1900). As Escrituras reforçam isso: “Se me amais, guardai os meus mandamentos” (João 14:15, KJV). “Sem fé é impossível agradar a Deus” (Hebreus 11:6, KJV). A irmã White acrescenta: “A obediência é o teste do discipulado” (O Desejado de Todas as Nações, p. 668, 1898). “A verdadeira fé se manifestará por meio de uma vida santa” (Patriarcas e Profetas, p. 44, 1890). Compartilhar a verdade de Deus cumpre Seu mandato, pois Apocalipse 18:1-4 nos chama a proclamar Sua mensagem. Ao responder ao chamado de Deus, honramos Seu amor e cumprimos nosso papel em Seu plano redentor. Como estendemos essa responsabilidade às nossas interações com os outros?

    Nosso dever uns para com os outros envolve edificar-nos mutuamente e compartilhar a verdade de Deus. Gálatas 6:2 nos encoraja: “Levai as cargas uns dos outros e assim cumprireis a lei de Cristo” (KJV). Este versículo enfatiza o apoio mútuo dentro da comunidade. A irmã White reforça: “Devemos ser cooperadores de Deus, levando os fardos uns dos outros” (Testemunhos, vol. 7, p. 224, 1902). O evangelismo é vital, como exorta Apocalipse 18:4: “Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados” (KJV). A irmã White destaca: “A obra de Deus… nunca poderá ser concluída até que os homens e mulheres que compõem nossa igreja se unam para a obra” (Testemunhos, vol. 9, p. 117, 1909). As Escrituras acrescentam: “Fazamos o bem a todos, especialmente aos da família da fé” (Gálatas 6:10, KJV). “E consideremo-nos uns aos outros para nos estimularmos ao amor e às boas obras” (Hebreus 10:24, KJV). A irmã White afirma ainda: “Ao ajudarmos uns aos outros, refletimos o amor de Cristo” (O Ministério da Cura, p. 143, 1905). “Nosso trabalho é levar outros à luz da verdade” (Testemunhos, vol. 6, p. 317, 1901). Viver como exemplos de caráter piedoso cumpre nosso dever de inspirar outros a buscar a Cristo e Seu reino. Como o Espírito Santo nos capacita a cumprir esses deveres?

    CAPACITADOS PELO ESPÍRITO SANTO

    O amor de Deus é evidente em Sua promessa de nos capacitar por meio do Espírito Santo. Apocalipse 18:1-4 descreve um anjo iluminando a Terra com a glória de Deus. A irmã White compara isso ao Pentecostes: “O anjo que se une à proclamação… iluminará toda a Terra com sua glória” (O Grande Conflito, p. 611, 1888). O Espírito Santo nos equipa para proclamar a verdade de Deus com ousadia. A irmã White escreve: “Os servos de Deus… correrão de lugar em lugar para proclamar a mensagem” (O Grande Conflito, p. 612, 1888). As Escrituras confirmam isso: “Mas recebereis poder, quando o Espírito Santo vier sobre vós” (Atos 1:8, KJV). “E todos foram cheios do Espírito Santo e falavam com ousadia a palavra de Deus” (Atos 4:31, KJV). A irmã White acrescenta: “O Espírito Santo agirá por meio daqueles que estão dispostos a ser usados” (Os Atos dos Apóstolos, p. 49, 1911). “Com o poder do Espírito Santo, o povo de Deus realizará Sua obra” (Mensagens Escolhidas, Livro 2, p. 400, 1958). Esse poder divino garante que a missão de Deus seja cumprida, mesmo em tempos difíceis. Como o amor de Deus se manifesta por meio de Suas provisões para nossa transformação?

    O AMOR DE DEUS EM AÇÃO

    A mensagem de Laodicéia demonstra o amor de Deus por meio de Seu chamado persistente ao arrependimento e à renovação. Apocalipse 3:18 aconselha: “Aconselho-te que compres de mim ouro refinado no fogo… e vestes brancas… e unges os teus olhos com colírio” (KJV). Esses símbolos representam fé, justiça e discernimento espiritual, proporcionados pela graça de Deus. A irmã White explica: “O ouro provado no fogo é a fé que opera pelo amor… As vestes brancas são a justiça de Cristo” (Christ’s Object Lessons, p. 158, 1900). As Escrituras afirmam: “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé, e isso não vem de vós, é dom de Deus” (Efésios 2:8, KJV). “Mas todos nós, com o rosto descoberto, contemplando como num espelho a glória do Senhor, somos transformados na mesma imagem” (2 Coríntios 3:18, KJV). A irmã White afirma ainda: “A graça de Deus é suficiente para todos os que O buscam” (Steps to Christ, p. 100, 1892). “Por meio de Seu amor, Deus provê tudo o que precisamos para a salvação” (O Ministério da Cura, p. 161, 1905). Ao atender às nossas necessidades e oferecer restauração, Deus revela Seu amor inabalável e Seu desejo pela nossa salvação.

    Para mais artigos, acesse http://www.faithfundamentals.blog ou nosso podcast em: https://rss.com/podcasts/the-lamb

    Se você tiver um pedido de oração, deixe-o nos comentários abaixo. As reuniões de oração são realizadas às terças, quartas, sextas e sábados. Para participar, insira seu endereço de e-mail na seção de comentários.


    Leave a comment

  • Salmo 119:172 (KJV): “Minha língua falará da tua palavra, pois todos os teus mandamentos são justiça.”

    RESUMO

    Este artigo explora a profunda conexão entre a lei de Deus, Seu trono, a obra redentora de Cristo e nossas responsabilidades para com Deus e os outros, revelando a profundidade de Sua justiça, misericórdia e amor que nos guiam para a santidade e restauração.

    O TRONO DE DEUS: FUNDAMENTO DA JUSTIÇA E DA MISERICÓRDIA

    A lei de Deus forma a essência do Seu trono, enraizada na justiça e na misericórdia. Salmos 89:14 (KJV) declara: “A justiça e o juízo são a habitação do teu trono; a misericórdia e a verdade andam diante da tua face.” Esse equilíbrio de perfeição moral mostra a justiça e a compaixão coexistindo harmoniosamente. A irmã White apoia isso, afirmando: “A lei de Deus, por sua própria natureza, é imutável.

    É uma revelação da vontade e do caráter de seu Autor” (O Grande Conflito, p. 434, 1911). Reforçando isso, o Salmo 97:2 (KJV) afirma: “Nuvens e trevas o rodeiam; justiça e juízo são a habitação do seu trono”. Da mesma forma, Isaías 16:5 (KJV) afirma: “E na misericórdia será estabelecido o trono, e ele se assentará nele com verdade”. A irmã White observa ainda: “O governo de Deus é moral, e a verdade e o amor são os seus fundamentos” (Patriarcas e Profetas, p. 36, 1890). Ela acrescenta: “Sua lei é uma transcrição de Seu próprio caráter e é o padrão de todo caráter” (Christ’s Object Lessons, p. 315, 1900). Encontramos paz em viver de acordo com Seus princípios, pois a lei de Deus é um dom que nos guia à santidade. Como esse equilíbrio divino molda nossas responsabilidades para com Deus?

    O DEVER DA HUMANIDADE PARA COM DEUS

    Deus nos chama para amá-Lo e obedecê-Lo com todo o nosso ser. Deuteronômio 6:5 (KJV) ordena: “Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todas as tuas forças”. Esse amor requer dedicação completa, envolvendo todos os aspectos de nossas vidas. A irmã White escreve: “Amar-O… com toda a força, mente e coração significa o mais alto desenvolvimento de todos os poderes” (O Desejado de Todas as Nações, p. 668, 1898). As Escrituras revelam nossas falhas, como afirma Romanos 3:10 (KJV): “Não há ninguém justo, nem um sequer”. Josué 24:15 (KJV) exorta: “Escolhei hoje a quem servireis”, enfatizando nossa necessidade da graça divina. Da mesma forma, 1 João 5:3 (KJV) declara: “Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos não são pesados”. A irmã White explica: “A obediência é o fruto da fé” (Steps to Christ, p. 61, 1892). Ela afirma ainda: “Toda verdadeira obediência vem do coração” (The Desire of Ages, p. 668, 1898). Por meio da dedicação a Deus, nos alinhamos com o Seu propósito e crescemos espiritualmente. Como a obediência de Cristo nos capacita a cumprir esse chamado?

    A OBEDIÊNCIA PERFEITA DE CRISTO: CAMINHO PARA A REDENÇÃO

    Jesus Cristo cumpriu perfeitamente a lei de Deus, preenchendo a lacuna entre a expectativa divina e a fragilidade humana. Isaías 42:21 (KJV) afirma: “O Senhor está satisfeito por causa da sua justiça; ele magnificará a lei e a tornará honrosa”. A irmã White explica: “Cristo foi tratado como nós merecemos, para que pudéssemos ser tratados como Ele merece” (O Desejado de Todas as Nações, p. 25, 1898). A justiça de Cristo é a nossa esperança, como Filipenses 2:8 (KJV) observa: “Ele se humilhou e se tornou obediente até a morte, mesmo a morte na cruz”. Da mesma forma, Hebreus 5:9 (KJV) afirma: “Ele se tornou o autor da salvação eterna para todos aqueles que lhe obedecem”. A Sra. White explica: “Por Sua perfeita obediência, Ele tornou possível que todos os seres humanos obedecessem aos mandamentos de Deus” (Christ’s Object Lessons, p. 312, 1900). Ela acrescenta: “A justiça de Cristo é aceita em lugar da falha do homem” (Mensagens Escolhidas, Livro 1, p. 363, 1958). A vida de Cristo mostra que a lei de Deus reflete Sua natureza relacional, chamando-nos a andar intimamente com Ele. Como Sua obra redentora reflete o amor de Deus por nós?

    O AMOR DE DEUS MANIFESTADO ATRAVÉS DA REDENÇÃO

    O sacrifício de Deus de Seu Filho revela um amor além da compreensão. João 3:16 (KJV) proclama: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito”. A irmã White enfatiza: “A lei de Deus é uma expressão de Sua própria natureza; é a personificação do grande princípio do amor” (Steps to Christ, p. 60, 1892). As Escrituras enfatizam isso, como afirma Romanos 5:8 (KJV): “Deus prova o seu amor para conosco, em que, enquanto ainda éramos pecadores, Cristo morreu por nós”. Da mesma forma, 1 João 4:9 (KJV) declara: “Nisto se manifestou o amor de Deus para conosco, porque Deus enviou o seu Filho unigênito ao mundo, para que por meio dele vivêssemos”. A irmã White observa: “A cruz do Calvário está estampada em cada pão” (O Desejado de Todas as Nações, p. 660, 1898). Ela afirma ainda: “A expiação de Cristo é a grande verdade em torno da qual todas as outras verdades se agrupam” (Obreiros Evangelísticos, p. 315, 1915). O plano redentor de Deus nos transforma, oferecendo vida eterna por meio de Cristo. Como esse amor inspira nosso dever para com os outros?

    A lei de Deus nos chama a servir ao próximo com compaixão. Lucas 10:27 (KJV) instrui: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo”. A irmã White escreve: “O verdadeiro amor a Deus se manifestará no amor altruísta ao próximo” (Steps to Christ, p. 77, 1892). Este mandamento é ativo, como Gálatas 5:13 (KJV) exorta: “Pelo amor, servi uns aos outros”. Da mesma forma, Mateus 25:40 (KJV) afirma: “Na medida em que o fizestes a um destes meus irmãos, mesmo aos mais pequeninos, a mim o fizestes”. A irmã White explica: “Em cada ato de misericórdia, devemos representar a Cristo” (O Ministério da Cura, p. 143, 1905). Ela acrescenta: “A lei de Deus exige que amemos o nosso próximo como a nós mesmos” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 136, 1882). Ao cuidar dos outros, refletimos o amor de Deus e demonstramos o poder transformador de Sua lei. Como vivemos esse chamado com gratidão?

    O AMOR DE DEUS E NOSSA RESPOSTA

    A lei e a redenção de Deus revelam Seu amor sem limites, chamando-nos à fé, à obediência e ao serviço. João 14:15 (KJV) afirma: “Se me amais, guardai os meus mandamentos”. A irmã White observa: “A obediência à lei de Deus é santificação” (A Vida Santificada, p. 85, 1889). As Escrituras afirmam isso, como declara 1 Pedro 1:22 (KJV): “Vós purificastes as vossas almas, obedecendo à verdade, por meio do Espírito, para o amor sincero dos irmãos”. A irmã White afirma ainda: “A lei de Deus é o padrão pelo qual o caráter e a vida dos homens serão testados no julgamento” (O Grande Conflito, p. 482, 1911). Ela acrescenta: “O amor é a base da piedade” (Parábolas de Jesus, p. 416, 1900). Refletimos o caráter de Deus ao abraçar Sua lei e compartilhar Seu amor, tornando-nos faróis de esperança.

    Para mais artigos, acesse: http://www.faithfundamentals.blog; ou nosso podcast em: https://rss.com/podcasts/the-lamb

    Se você tiver um pedido de oração, deixe-o nos comentários abaixo. As reuniões de oração são realizadas às terças, quartas, sextas e sábados. Para participar, insira seu endereço de e-mail na seção de comentários.

    Leave a comment

  • 1 João 5:3 (KJV): “Porque este é o amor de Deus, que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos não são pesados.”

    RESUMO

    A lei de Deus, dada a Israel, forma uma aliança que reflete Seu amor e Sua visão para uma comunidade santa, conforme visto em Êxodo 19:6 (KJV): “E vós sereis para mim um reino de sacerdotes e uma nação santa.” Este chamado divino se estende a nós hoje, exortando a comunidade a incorporar o amor e a justiça de Deus em todas as ações. Por meio deste pacto sagrado, somos convidados a refletir Seu caráter e cumprir Seu plano para a humanidade. Como esta lei revela a santidade de Deus e guia nosso relacionamento com Ele?

    PROPÓSITO DA LEI DE DEUS

    A lei de Deus revela Sua santidade e promove um relacionamento profundo com Seu povo. Em 1 Pedro 2:9 (KJV), somos chamados de “uma geração escolhida, um sacerdócio real, uma nação santa”, encarregados de exemplificar a justiça de Deus. A irmã White explica: “A lei de Deus é uma transcrição de Seu caráter. Ela revela Sua justiça e Sua misericórdia” (Patriarcas e Profetas, p. 305, 1890). A lei nos instrui a viver em harmonia com Deus e uns com os outros, refletindo Seu amor por meio de nossas ações. Apoiando ainda mais isso, Deuteronômio 7:9 (KJV) afirma: “Sabe, pois, que o Senhor teu Deus é Deus, o Deus fiel, que guarda o pacto e a misericórdia para com aqueles que O amam e guardam os Seus mandamentos até mil gerações”. Da mesma forma, Salmos 19:7 (KJV) afirma: “A lei do Senhor é perfeita, convertendo a alma; o testemunho do Senhor é fiel, tornando sábios os simples”. A irmã White observa ainda: “A lei de Deus, por sua própria natureza, é imutável. É uma revelação da vontade e do caráter de seu Autor” (O Grande Conflito, p. 467, 1888). “A obediência à lei é essencial, não apenas para nossa salvação, mas para nossa própria felicidade e a felicidade de todos com quem estamos conectados” (Mensagens Escolhidas, Livro 1, p. 218, 1958). Ao obedecer aos Seus mandamentos, expressamos gratidão e fé, alinhando-nos com Seu plano divino. Como a vida de Cristo aprofunda nossa compreensão dessa lei?

    O CUMPRIMENTO DA LEI POR CRISTO

    Jesus magnificou a lei, revelando sua profundidade espiritual. Em Mateus 5:17-18 (KJV), Ele declarou: “Não pensem que vim para destruir a lei ou os profetas; não vim para destruir, mas para cumprir”. Sua vida exemplificou a obediência perfeita, mostrando-nos como honrar a lei de Deus com amor e sinceridade. A irmã White afirma: “Em Sua vida e ensinamentos, Cristo deu um exemplo perfeito do amor altruísta que é o cumprimento da lei” (Pensamentos do Monte das Bem-Aventuranças, p. 78, 1896). Apoiando isso, João 15:10 (KJV) diz: “Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; assim como eu guardei os mandamentos de meu Pai e permaneço no seu amor.” Romanos 13:10 (KJV) acrescenta: “O amor não faz mal ao próximo; portanto, o amor é o cumprimento da lei.” A irmã White explica ainda: “A vida de Cristo foi uma ilustração perfeita da lei de Deus, mostrando como seus princípios poderiam ser cumpridos na humanidade” (O Desejado de Todas as Nações, p. 308, 1898). “Por meio da obediência de Cristo, a lei foi magnificada e tornada honrosa” (Mensagens Escolhidas, Livro 1, p. 237, 1958). Por meio de Seu ministério, Ele mudou o foco dos rituais externos para a transformação interna, chamando-nos a alinhar nossos corações com a vontade de Deus. Como podemos refletir esse amor por meio de atos de compaixão?

    REFLETINDO O AMOR DE DEUS POR MEIO DA COMPASSÃO

    A parábola do Bom Samaritano (Lucas 10:25-37) nos ensina a estender a misericórdia e o amor a todos, transcendendo as barreiras de raça, classe e religião. Jesus perguntou: “Qual destes três… foi o próximo daquele que caiu nas mãos dos ladrões?” (Lucas 10:36, KJV). A resposta era clara: aquele que mostrou misericórdia. A irmã White enfatiza: “Nosso próximo é toda alma ferida e machucada pelo adversário. Nosso próximo é todo aquele que pertence a Deus” (Christ’s Object Lessons, p. 376, 1900). As Escrituras reforçam isso em Gálatas 6:10 (KJV): “Portanto, enquanto temos oportunidade, façamos o bem a todos, especialmente aos da família da fé”. Tiago 2:8 (KJV) afirma: “Se cumprirdes a lei real, conforme a Escritura: Amarás o teu próximo como a ti mesmo, fazeis bem.” A irmã White acrescenta: “A lei de Deus exige que amemos o nosso próximo como a nós mesmos, e esse amor é prático, revelando-se em bondade e misericórdia” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 168, 1882). “Cada ato de amor, cada ação de misericórdia, é um reflexo do caráter de Deus em nossas vidas” (O Ministério da Cura, p. 165, 1905). Ao seguir esse princípio, nos tornamos instrumentos do amor de Deus, levando Sua luz a um mundo escuro. Como a lei de Deus transforma nossos corações para refletir Seu amor?

    A LEI DE DEUS ESCRITA EM NOSSOS CORAÇÕES

    A verdadeira obediência brota de dentro, como afirma Hebreus 10:16 (KJV): “Porei as minhas leis em seus corações e as escreverei em suas mentes”. Essa transformação reflete o desejo de Deus por um relacionamento enraizado no amor, não na compulsão. A irmã White explica: “Quando a lei de Deus está escrita no coração, ela será vista na vida” (Steps to Christ, p. 61, 1892). Apoiando isso, Jeremias 31:33 (KJV) declara: “Mas este será o pacto que farei com a casa de Israel; Depois daqueles dias, diz o Senhor, colocarei minha lei em suas entranhas e a escreverei em seus corações”. Salmos 40:8 (KJV) acrescenta: “Deleito-me em fazer a tua vontade, ó meu Deus; sim, a tua lei está dentro do meu coração”. A irmã White afirma ainda: “A lei de Deus no coração leva a uma vida de obediência motivada pelo amor” (Christ’s Object Lessons, p. 97, 1900). “Quando amamos a Deus supremamente, Sua lei se torna um deleite, e a obediência é o resultado natural” (Testemunhos para a Igreja, vol. 6, p. 92, 1901). Ao internalizar Seus mandamentos, encontramos liberdade e alegria em servi-Lo. Como a lei de Deus revela Seu caráter e nos aproxima Dele?

    A LEI DE DEUS COMO UM REFLEXO DO SEU AMOR

    A lei de Deus reflete o Seu amor, revelando o Seu caráter e convidando-nos a um relacionamento mais profundo com Ele. O cumprimento da lei por Cristo (Mateus 5:17-18) demonstra como a obediência leva à justiça. A irmã White observa: “Sendo a lei do amor o fundamento do governo de Deus, a felicidade de todos os seres inteligentes depende de sua perfeita concordância com seus grandes princípios” (O Grande Conflito, p. 467, 1888). As Escrituras apoiam isso em Romanos 8:4 (KJV): “Para que a justiça da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito.” 2 Coríntios 3:3 (KJV) acrescenta: “Porque vós sois manifestamente declarados como a epístola de Cristo ministrada por nós, escrita não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo; não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração.” A irmã White observa ainda: “A lei de Deus é uma expressão do Seu amor, destinada a nos harmonizar com a Sua vontade” (Patriarcas e Profetas, p. 52, 1890). “ A obediência à lei de Deus é a mais alta expressão de amor por Ele e por nossos semelhantes” (Testemunhos para a Igreja, vol. 8, p. 139, 1904). Essa lei não é um fardo, mas um dom, que nos permite refletir Sua justiça, misericórdia e compaixão em nossas vidas. Como vivemos essa lei do amor em nosso cotidiano?

    VIVENDO A LEI DO AMOR

    Somos chamados a incorporar a lei de Deus em nossas vidas, como nos lembra 1 João 5:3 (KJV): “Porque este é o amor de Deus, que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos não são pesados.” Ao amar a Deus e ao próximo, cumprimos o propósito da lei, refletindo Sua santidade e atraindo outros a Ele. Apoiando isso, Miquéias 6:8 (KJV) afirma: “Ele te mostrou, ó homem, o que é bom; e o que o Senhor requer de ti, senão que pratiques a justiça, e ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus?” João 13:34 (KJV) acrescenta: “Um novo mandamento te dou: que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros.” A irmã White explica: “A lei de Deus é o padrão da justiça, e o amor é o cumprimento dessa lei” (Pensamentos do Monte das Bem-Aventuranças, p. 53, 1896). “Ao vivermos a lei do amor, nos tornamos canais da graça de Deus para o mundo” (O Ministério da Cura, p. 470, 1905). Juntos, nos esforçamos para viver como uma luz no mundo, guiados por Seu amor e graça, transformando o mundo por meio de atos de compaixão, justiça e fé.

    Para mais artigos, acesse: http://www.faithfundamentals.blog

    ou nosso podcast em: https://rss.com/podcasts/the-lamb

    Se você tiver um pedido de oração, deixe-o nos comentários abaixo. As reuniões de oração são realizadas às terças, quartas, sextas e sábados. Para participar, insira seu endereço de e-mail na seção de comentários.


    Leave a comment

  • 1 Pedro 4:10 “Cada um, segundo o dom que recebeu, ministre-o aos outros, como bons administradores da multiforme graça de Deus.”

    RESUMO

    Nós, como comunidade, temos a responsabilidade sagrada de servir na vinha do Senhor, participando ativamente da missão de divulgar o evangelho. Cada um de nós tem um papel único a desempenhar na obra do Senhor, independentemente do título ou posição dentro da igreja. A irmã White, em seu livro Testemunhos para a Igreja, destaca que, à medida que uma pessoa se dedica totalmente ao serviço de Deus, ela desenvolve uma capacidade crescente de trabalhar eficazmente para o Mestre (Testemunhos para a Igreja (Vol. 7), p. 21, 1902). Essa experiência não apenas enriquece sua vida espiritual, mas também a capacita a atrair outras pessoas para Cristo, ampliando a influência que a trouxe para a comunidade. As Escrituras apoiam essa verdade: “E tudo o que fizerdes, fazei-o de coração, como para o Senhor, e não para os homens” (Colossenses 3:23, KJV). Além disso, lemos: “Porque somos obra sua, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas” (Efésios 2:10, KJV). A irmã White enfatiza: “A obra de Deus na Terra é a implantação dos princípios do céu no coração” (Testemunhos para a Igreja (Vol. 6), p. 145, 1901). Ela também escreve: “Cada alma deve ser uma luz para brilhar para Deus, para difundir luz àqueles que estão nas trevas” (Testemunhos para a Igreja (Vol. 5), p. 488, 1889). Portanto, a obra de Deus não se limita ao ministério público ou a grandes gestos; ao contrário, ela inclui cada ato de serviço feito em Seu nome, tornando cada um de nós um ministro. Essa profunda verdade exige um compromisso intencional com a participação ativa na obra do Senhor, onde cada ação, por menor que seja, contribui para a missão maior de salvar almas. Como nosso compromisso diário com o serviço a Deus molda a vitalidade de nossa adoração no sábado?

    TESTEMUNHOS VITAIS ATRAVÉS DO SERVIÇO ATIVO

    Apesar desse chamado claro, muitas congregações experimentam momentos de testemunho áridos e sem envolvimento durante seus cultos de sábado. A falta de testemunhos convincentes muitas vezes pode ser atribuída a uma deficiência no trabalho sincero para Cristo durante a semana. A irmã White enfatiza que, quando os membros da igreja trabalham ativamente pela salvação de outros, seus testemunhos do sábado serão cheios de vida e vigor, trazendo nova energia para toda a congregação (Testemunhos para a Igreja (Vol. 7), p. 19, 1902). As Escrituras reforçam esse princípio: “Assim brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus” (Mateus 5:16, KJV). Além disso, “Mas santificai ao Senhor Deus em vossos corações e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a todo aquele que vos pedir a razão da esperança que há em vós” (1 Pedro 3:15, KJV). A irmã White observa ainda: “A influência de uma vida santa é sentida por todos os que entram em sua esfera” (O Ministério da Cura, p. 492, 1905). Ela também escreve: “Aqueles que são verdadeiramente convertidos serão luzes no mundo, brilhando em meio à escuridão moral” (Testemunhos para a Igreja (Vol. 4), p. 563, 1875). A vitalidade desses testemunhos reflete diretamente nosso envolvimento em nossas responsabilidades espirituais. Quando compreendemos nosso papel como peregrinos nesta terra, buscando uma pátria celestial, nossas experiências semanais naturalmente culminam em testemunhos poderosos e inspiradores. Assim, a eficácia das reuniões do sábado não é apenas produto de uma boa organização ou liderança dinâmica, mas está profundamente enraizada no ministério ativo e pessoal de cada membro da igreja ao longo da semana. Como o exemplo dos apóstolos nos inspira a expandir nossos esforços na missão de Deus?

    EXPANDINDO O ALCANCE DO EVANGELHO

    O trabalho dos apóstolos serve como um exemplo convincente da expansão constante necessária na vinha do Senhor. Sua dedicação à divulgação do evangelho foi caracterizada por uma esfera de influência cada vez maior, onde ninguém ficava ocioso e todos tinham um papel a desempenhar (Testemunhos para a Igreja (Vol. 7), p. 15, 1902). As Escrituras afirmam isso: “Ide, portanto, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mateus 28:19, KJV). Da mesma forma, “E a palavra de Deus crescia, e o número dos discípulos se multiplicava grandemente em Jerusalém” (Atos 6:7, KJV). A irmã White escreve: “O evangelho deve ser levado adiante por meio de uma guerra agressiva, em meio à oposição, ao perigo, à perda e ao sofrimento” (Os Atos dos Apóstolos, p. 118, 1911). Ela também afirma: “Os servos de Deus devem estar constantemente buscando novos territórios” (Testemunhos para a Igreja (Vol. 8), p. 148, 1904). As lições tiradas de seu ministério enfatizam o princípio de que, no serviço de Deus, não há lugar para a inatividade. Cada um de nós é chamado a aumentar continuamente nossos esforços, garantindo que a obra do evangelho alcance círculos cada vez mais amplos. Esse trabalho progressivo não é apenas uma responsabilidade, mas um mandato divino que nos compele a nos envolver mais profunda e extensivamente em nossa missão. A expansão consistente dos esforços, tanto em escopo quanto em impacto, reflete a natureza infinita do amor de Deus e a necessidade contínua de que Sua mensagem alcance todos os cantos da Terra. Como nossa vida diária demonstra o poder transformador do evangelho?

    VIVENDO O PODER DO EVANGELHO

    O verdadeiro poder do evangelho é demonstrado não apenas através das palavras pregadas do púlpito, mas através da vida dos membros da congregação. A irmã White afirma que, embora os ministros possam articular a teoria do evangelho, é a piedade prática dos membros da igreja que realmente convence o mundo de seu poder (Testemunhos para a Igreja (Vol. 7), p. 16, 1902). As Escrituras apoiam essa verdade: “Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê” (Romanos 1:16, KJV). Além disso, “Ninguém despreze a tua juventude; mas sê o exemplo dos fiéis, na palavra, no trato, no amor, no espírito, na fé, na pureza” (1 Timóteo 4:12, KJV). A irmã White observa ainda: “O argumento mais forte a favor do evangelho é um cristão amoroso e amável” (O Ministério da Cura, p. 470, 1905). Ela também escreve: “A vida de Cristo na alma é o princípio ativo que move o mundo” (Pensamentos do Monte das Bem-Aventuranças, p. 36, 1896). A autenticidade da mensagem do evangelho é verificada por meio das ações daqueles que afirmam segui-la, tornando o papel de cada membro da igreja fundamental na missão da igreja. O impacto do evangelho, portanto, depende não apenas do que é ensinado, mas, mais importante, de como ele é vivido no mundo. Esse testemunho vivo é o que, em última análise, atrai outras pessoas a Cristo, afirmando a verdade de Seus ensinamentos por meio de ações tangíveis e observáveis. Como nossa participação ativa garante que ninguém permaneça ocioso na obra de Deus?

    NÃO HÁ ESPAÇO PARA A OCIOSIDADE

    À medida que a igreja contempla a necessidade de cada membro se envolver ativamente na obra de Deus, surge a pergunta: há espaço para aqueles que optam por não fazer nada? A resposta é evidente no exemplo dado pelos apóstolos e nos ensinamentos da Sra. White. A vinha do Senhor não é lugar para ociosidade (Testemunhos para a Igreja (Vol. 7), p. 15, 1902). As Escrituras reforçam isso: “Não sejais preguiçosos no trabalho; fervorosos no espírito; servindo ao Senhor” (Romanos 12:11, KJV). Além disso, “Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor” (1 Coríntios 15:58, KJV). A irmã White escreve: “Ninguém que se alistou no serviço de Cristo deve ser dispensado do serviço ativo” (Testemunhos para a Igreja (Vol. 6), p. 436, 1901). Ela também afirma: “A inatividade na causa de Deus é pecado” (Testemunhos para a Igreja (Vol. 5), p. 279, 1885). Cada um de nós é chamado a contribuir para a expansão da obra do evangelho, esforçando-se continuamente para fazer mais e alcançar mais. A inatividade no serviço de Deus não apenas limita o crescimento espiritual pessoal, mas também dificulta a missão coletiva da igreja. A expansão contínua da obra de Deus é um esforço coletivo que requer a participação plena de todos os que são chamados pelo Seu nome. Como nosso esforço coletivo promove a missão de salvar almas?

    SERVIÇO ATIVO NA MISSÃO DE DEUS

    O chamado para o serviço ativo na vinha de Deus é claro e convincente. Cada um de nós tem um papel a desempenhar, seja por meio do ministério público ou de atos pessoais de serviço, na missão maior de salvar almas (Testemunhos para a Igreja (Vol. 7), p. 21, 1902). As Escrituras afirmam esse chamado: “Cada um, segundo o dom que recebeu, ministre-o aos outros, como bons administradores da multiforme graça de Deus” (1 Pedro 4:10, KJV). Além disso, “E não nos cansemos de fazer o bem, pois, se não desfalecermos, colheremos no tempo próprio” (Gálatas 6:9, KJV). A Sra. White observa: “Todo verdadeiro discípulo nasce no reino de Deus como missionário” (O Desejado de Todas as Nações, p. 195, 1898). Ela também escreve: “O trabalhador mais humilde, movido pelo Espírito Santo, tocará cordas invisíveis, cujas vibrações ressoarão até os confins da terra” (O Desejado de Todas as Nações, p. 823, 1898). A eficácia do testemunho da igreja, tanto individual quanto coletivamente, está diretamente ligada ao envolvimento ativo de seus membros ao longo da semana. Como visto no exemplo dos apóstolos, não há espaço para a inatividade na obra do Senhor. O poder do evangelho é demonstrado de forma mais convincente através da vida daqueles que vivem seus ensinamentos, tornando indispensável o papel de cada membro na missão de Deus. O desafio contínuo para a igreja é garantir que todos os membros compreendam e assumam sua responsabilidade, contribuindo para o círculo cada vez maior da influência do evangelho até que ele envolva o mundo.

    Para mais artigos, acesse www.faithfundamentals.blog ou nosso podcast em: https://rss.com/podcasts/the-lamb.

    Se você tiver um pedido de oração, deixe-o nos comentários abaixo. As reuniões de oração são realizadas às terças, quartas, sextas e sábados. Para participar, insira seu endereço de e-mail na seção de comentários.

    Leave a comment

  • “Mas ele foi ferido por nossas transgressões, foi moído por nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados” (Isaías 53:5, KJV).

    RESUMO

    Jesus veio para salvar a humanidade, oferecendo vida eterna, reconciliando os pecadores com Deus, concedendo-lhes a adoção como Seus filhos e buscando os perdidos. Este artigo explora como a missão de Cristo, enraizada no amor de Deus, restaura nosso relacionamento com Ele, nos adota como Seus filhos e nos inspira a compartilhar Seu amor com os outros, cumprindo o plano divino de redenção.

    MISSÃO DE JESUS: SALVAR A HUMANIDADE ATRAVÉS DO AMOR E DA GRAÇA

    Jesus veio para salvar a humanidade, oferecendo vida eterna, reconciliando os pecadores com Deus, concedendo-lhes a adoção como Seus filhos e buscando os perdidos. A Bíblia revela que a missão de Jesus foi motivada pelo amor de Deus e Seu desejo de restaurar o relacionamento da humanidade com Ele. Como afirma João 3:16: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. Este versículo ressalta o profundo amor de Deus, demonstrado através do sacrifício de Jesus para oferecer salvação e vida eterna a todos os que crêem Nele. A Palavra de Deus afirma ainda mais esse amor em Romanos 5:8: “Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que, enquanto ainda éramos pecadores, Cristo morreu por nós”, mostrando que a morte de Cristo foi um ato deliberado de amor por aqueles que não o mereciam. Além disso, 1 João 4:9 declara: “Nisto se manifestou o amor de Deus para conosco, em que Deus enviou o seu Filho unigênito ao mundo, para que por meio dele vivamos.” Ellen G. White escreve: “O plano para a nossa redenção não foi uma ideia tardia, um plano formulado após a queda de Adão. Foi uma revelação do ‘mistério que esteve oculto desde os séculos’” (O Desejado de Todas as Nações, p. 22, 1898). A Sra. White afirma ainda: “A encarnação de Cristo é o mistério de todos os mistérios” (Manuscript Releases, Vol. 6, p. 112, 1990). Essas escrituras e escritos revelam a profundidade do amor de Deus, planejado desde a eternidade para nos redimir por meio do sacrifício de Cristo. Como a obra de reconciliação de Cristo se manifesta em Sua missão salvadora?

    A OBRA SALVADORA E A RECONCILIAÇÃO DE CRISTO

    A obra de Jesus demonstra Sua missão de salvar e reconciliar a humanidade com Deus. João 3:17 declara: “Porque Deus não enviou seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por meio dele”. Isso enfatiza que o propósito de Jesus não era trazer condenação, mas salvar a humanidade do pecado e suas consequências. A irmã White ecoa isso, afirmando: “Ele sofreu a morte que era nossa, para que pudéssemos receber a vida que era Sua” (O Desejado de Todas as Nações, p. 25, 1898). Jesus voluntariamente suportou a punição da humanidade, tornando possível a reconciliação com Deus. Suas ações cumprem a profecia em Isaías 53:5, que proclama: “Pelas suas pisaduras fomos sarados”. Por meio de Seu sofrimento, Jesus curou a brecha causada pelo pecado, permitindo-nos receber Sua justiça e vida eterna. Outras escrituras afirmam essa verdade em 2 Coríntios 5:19: “Ou seja, que Deus estava em Cristo, reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando as suas transgressões”. Da mesma forma, Colossenses 1:20 afirma: “E, tendo feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele reconciliar consigo todas as coisas”. A irmã White explica: “Por meio de Jesus, a misericórdia de Deus foi manifestada aos homens; mas a misericórdia não deixa de lado a justiça” (O Desejado de Todas as Nações, p. 762, 1898). Ela acrescenta: “A cruz do Calvário testemunha a imutabilidade da lei de Deus” (Mensagens Escolhidas, Livro 1, p. 240, 1958). O sacrifício de Cristo preenche a lacuna entre Deus e a humanidade, oferecendo salvação por meio de Seu sangue expiatório. O que significa para nós sermos adotados como filhos de Deus por meio da missão de Cristo?

    ADOÇÃO COMO FILHOS DE DEUS

    A missão de Jesus inclui nos adotar como filhos de Deus, restaurando nosso relacionamento com Ele. João 1:12 afirma: “Mas a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus, mesmo àqueles que crêem em seu nome”. Essa adoção significa o relacionamento restaurado entre Deus e a humanidade por meio da fé em Cristo. Além disso, o ministério de Jesus se concentrou em buscar os perdidos, conforme declarado em Lucas 19:10: “Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que estava perdido”. A irmã White resume esse propósito, escrevendo: “Cristo foi tratado como nós merecemos, para que pudéssemos ser tratados como Ele merece” (O Desejado de Todas as Nações, p. 25, 1898). Por meio de Sua vida, morte e ressurreição, Jesus busca ativamente os pecadores, oferecendo perdão e nova vida. Gálatas 4:4-5 declara: “Mas, quando chegou a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para resgatar os que estavam sob a lei, a fim de que recebêssemos a adoção de filhos”. Romanos 8:15 acrescenta: “Porque não recebestes o espírito de escravidão para novamente estardes em temor, mas recebestes o Espírito de adoção, pelo qual clamamos: Aba, Pai”. A irmã White escreve: “Por meio de Sua vida e Sua morte, Cristo alcançou ainda mais do que a recuperação da ruína causada pelo pecado” (O Desejado de Todas as Nações, p. 37, 1898). Ela afirma ainda: “O amor do Salvador abraça o mundo inteiro, e todas as almas são convidadas a vir a Ele” (Christ’s Object Lessons, p. 202, 1900). Essa adoção restaura nossa identidade como filhos de Deus, concedendo-nos o privilégio da comunhão eterna com Ele. Como somos chamados a responder à obra salvadora e à adoção de Cristo?

    Devemos aceitar o sacrifício de Cristo e refletir Seu amor em nossas vidas. Confiar em Sua justiça, que a humanidade não poderia alcançar por si mesma, é essencial para a salvação. A irmã White explica: “Para que pudéssemos ser justificados por Sua justiça, na qual não tínhamos parte” (O Desejado de Todas as Nações, p. 25, 1898). Essa confiança leva a uma vida de obediência e gratidão. Além disso, somos chamados a compartilhar o amor de Cristo com os outros, buscando os perdidos como Ele fez. Como Lucas 19:10 revela, a missão de Jesus nos inspira a mostrar compaixão e apontar aos outros a salvação que Ele oferece. 1 Pedro 2:9 afirma: “Mas vós sois uma geração eleita, um sacerdócio real, uma nação santa, um povo peculiar, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz”. Tito 2:14 afirma: “Que se entregou por nós, para nos resgatar de toda iniquidade e purificar para si um povo peculiar, zeloso de boas obras”. A irmã White escreve: “Cada alma deve ser uma luz no mundo, refletindo a glória de Deus” (Christ’s Object Lessons, p. 415, 1900). Ela acrescenta: “Os seguidores de Cristo devem ser a luz do mundo; mas Deus não lhes pede que se esforcem para brilhar. Ele lhes pede que deixem sua luz brilhar” (Pensamentos do Monte das Bem-Aventuranças, p. 42, 1896). Ao viver essas responsabilidades, incorporamos a graça e o amor que recebemos por meio de Jesus. Como podemos viver a missão de Cristo de maneira prática?

    VIVENDO A MISSÃO DE CRISTO

    Jesus veio para salvar a humanidade, tomando sobre si nossa punição, oferecendo justiça e restaurando nosso relacionamento com Deus. Sua missão, enraizada no amor de Deus, proporciona vida eterna a todos os que crêem. Como afirma a irmã White: “Ele sofreu a morte que era nossa, para que pudéssemos receber a vida que era Sua” (O Desejado de Todas as Nações, p. 25, 1898). Somos chamados a aceitar esse dom e compartilhá-lo com os outros, demonstrando o poder transformador do amor e da graça de Cristo. Efésios 2:8-9 declara: “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé, e isso não vem de vós, é dom de Deus; não vem das obras, para que ninguém se glorie”. 2 Timóteo 1:9 afirma: “Que nos salvou e nos chamou com uma vocação santa, não segundo as nossas obras, mas segundo o seu próprio propósito e graça, que nos foi dada em Cristo Jesus antes do início do mundo”. A irmã White escreve: “A obra da redenção estará completa quando o pecado e os pecadores não existirem mais” (O Grande Conflito, p. 678, 1911). Ela afirma ainda: “O plano da salvação é abrangente, abrangendo todas as necessidades do homem” (Patriarcas e Profetas, p. 373, 1890). Ao aceitar o sacrifício de Cristo e compartilhar Seu amor, participamos de Sua missão redentora, refletindo Sua graça para o mundo. Como podemos aprofundar nossa compreensão e aplicação dessas verdades em nossa vida diária?

    “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16, KJV).

    Para mais artigos, acesse www.faithfundamentals.blog ou nosso podcast em: https://rss.com/podcasts/the-lamb.

    Se você tiver um pedido de oração, deixe-o nos comentários abaixo. As reuniões de oração são realizadas às terças, quartas, sextas e sábados. Para participar, insira seu endereço de e-mail na seção de comentários.

    Leave a comment

  • “Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração, com toda a tua alma, com toda a tua mente e com toda a tua força: este é o primeiro mandamento. E o segundo é semelhante a este: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes” (Marcos 12:30-31, KJV).

    RESUMO

    O amor a Deus e ao próximo, conforme descrito nos mandamentos, serve como base para a verdadeira adoração, guiando-nos a refletir o caráter de Deus por meio da devoção e do serviço. Este artigo explora como esses princípios moldam nosso relacionamento com Deus e com os outros, promovendo um estilo de vida de adoração que transforma vidas e comunidades. Ao priorizar a soberania de Deus e estender Sua compaixão, cumprimos Seu propósito e demonstramos Seu amor eterno ao mundo.

    AMOR DIVINO

    O amor é a pedra angular da verdadeira adoração, abrangendo a devoção a Deus e o cuidado com os outros. Esses princípios, centrais na vida cristã, são refletidos nos ensinamentos de Jesus, nos Dez Mandamentos e nos escritos inspirados. Este blog explora como esses mandamentos nos guiam a refletir o amor de Deus e cumprir Seu propósito. As Escrituras afirmam isso em João 13:34: “Um novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros” (KJV). Além disso, 1 João 4:16 afirma: “E nós conhecemos e cremos no amor que Deus tem por nós. Deus é amor; e aquele que permanece no amor permanece em Deus, e Deus nele” (KJV). A irmã White escreve: “O amor a Deus é o próprio fundamento da religião. Amar a Deus supremamente e ao nosso próximo como a nós mesmos é a verdadeira santificação” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 335, 1889). Ela observa ainda: “O amor de Deus em nosso coração nos levará a revelar Seu amor em nossa vida diária” (Pensamentos do Monte das Bem-Aventuranças, p. 38, 1896). Essas verdades nos chamam a incorporar o amor em todas as nossas ações, moldando nossa adoração e nossos relacionamentos. Como priorizar Deus acima de tudo aprofunda nossa devoção?

    AMAR A DEUS: O PRIMEIRO MANDAMENTO

    “Não terás outros deuses diante de mim” (Êxodo 20:3, KJV) enfatiza o lugar legítimo de Deus como supremo em nossas vidas. A irmã White escreve: “O primeiro mandamento exige o amor e a reverência a Deus” (Patriarcas e Profetas, p. 38, 1890). Este mandamento nos chama a priorizar Deus acima de tudo, garantindo que nossos afetos e ações estejam alinhados com a Sua vontade. Quando adoramos a Deus exclusivamente, expressamos nosso amor por meio da confiança e da obediência. A verdadeira devoção envolve mais do que rituais; ela reflete um relacionamento pessoal. Deuteronômio 6:5 ordena: “Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todas as tuas forças” (KJV). Salmos 31:23 acrescenta: “Amai ao Senhor, todos os seus santos, porque o Senhor guarda os fiéis” (KJV). A irmã White explica: “Amar a Deus com todo o coração é dar-Lhe o melhor de nossos afetos” (Testemunhos para a Igreja, vol. 1, p. 141, 1868). Ela também afirma: “Deus deseja nossa devoção sincera, que leva a uma vida de santidade” (O Desejado de Todas as Nações, p. 83, 1898). Esse foco em Deus promove uma conexão profunda, garantindo que nossas vidas reflitam Sua glória. Como amar os outros amplia essa devoção a Deus?

    AMAR OS OUTROS: O SEGUNDO MANDAMENTO

    “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mateus 22:39, KJV) expande o princípio do amor além da adoração para as interações cotidianas. A irmã White escreve: “A lei do amor é o fundamento de toda a verdadeira comunhão” (Patriarcas e Profetas, p. 308, 1890). Amar os outros é um reflexo ativo do caráter e do cuidado de Deus. Jesus foi um exemplo desse amor, servindo aos pobres, curando os enfermos e acolhendo os marginalizados. Como seguidores de Cristo, somos chamados a refletir Seu exemplo, tornando-nos instrumentos de Sua graça. Levítico 19:18 reforça isso: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo: Eu sou o Senhor” (KJV). Romanos 13:10 acrescenta: “O amor não faz mal ao próximo; portanto, o amor é o cumprimento da lei” (KJV). A irmã White afirma: “O amor é o cumprimento da lei e é visto em atos de bondade e misericórdia” (Christ’s Object Lessons, p. 209, 1900). Ela observa ainda: “Em cada ato de amor aos outros, estamos refletindo o amor de Deus” (O Ministério da Cura, p. 164, 1905). O amor não é meramente uma obrigação; é uma manifestação da misericórdia divina agindo através de nós para transformar vidas. Como a adoração incorpora esse amor em ação?

    O PAPEL DA ADORAÇÃO EM REFLETIR O AMOR

    A verdadeira adoração envolve alinhar nossos corações com o amor de Deus. A adoração não se limita a rituais, mas é um estilo de vida. Mateus 6:33 nos lembra: “Buscai, pois, em primeiro lugar, o reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas” (KJV). Filipenses 4:19 assegura: “Mas o meu Deus suprirá todas as vossas necessidades, segundo as suas riquezas na glória em Cristo Jesus” (KJV). A irmã White ecoa isso: “Deus supre todas as necessidades de Seus filhos, assegurando-lhes que suas necessidades serão atendidas” (Steps to Christ, p. 68, 1892). Ela também escreve: “A verdadeira adoração é o fruto de um coração rendido à vontade de Deus” (The Desire of Ages, p. 189, 1898). Essa dependência de Deus promove gratidão e confiança. O Salmo 100:2 encoraja: “Servi ao Senhor com alegria; vinde perante a sua presença com cânticos” (KJV). A irmã White afirma ainda: “A adoração que brota do amor transforma o adorador e aqueles ao seu redor” (Education, p. 258, 1903). Ao adorarmos, incorporamos o amor em ação, demonstrando cuidado pelos outros e honrando os mandamentos de Deus. A adoração se torna uma experiência transformadora, aproximando-nos de Deus e revelando Seu caráter ao mundo. Como esses princípios refletem o amor abrangente de Deus?

    O AMOR DE DEUS NOS MANDAMENTOS

    O amor de Deus sustenta os mandamentos, chamando-nos a retribuir Seu cuidado por meio da adoração e do serviço. Jesus afirmou isso em Mateus 22:37-40, destacando o amor a Deus e ao próximo como o fundamento de todas as leis. A irmã White afirma: “Os mandamentos de Deus são dons que levam à vida abundante” (Steps to Christ, p. 68, 1892). Os mandamentos revelam o desejo de Deus por harmonia e bem-estar. Ao amar a Deus de todo o coração, abraçamos Sua soberania e, ao amar os outros, estendemos Sua compaixão. 1 João 5:3 declara: “Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos não são pesados” (KJV). João 15:12 acrescenta: “Este é o meu mandamento: que vos ameis uns aos outros, como eu vos amei” (KJV). A irmã White explica: “Os mandamentos são o plano de Deus para nos levar à harmonia com Sua vontade” (Pensamentos do Monte das Bem-Aventuranças, p. 52, 1896). Ela também observa: “O amor a Deus e ao homem é a essência da verdadeira religião” (O Grande Conflito, p. 493, 1888). Esses princípios demonstram o amor imutável de Deus, que transforma corações e nos leva a uma comunhão mais profunda com Ele. Como a comunidade aplica essas verdades no mundo de hoje?

    APLICANDO O AMOR NA IGREJA E NA SOCIEDADE

    No mundo de hoje, o egoísmo muitas vezes ofusca o amor, desafiando a comunidade a refletir o caráter de Cristo. Como igreja, devemos incorporar o amor de Deus por meio da evangelização e da restauração. A confissão pública, como observada em algumas congregações, deve inspirar cura, em vez de julgamento. A irmã White aconselha: “O amor de Deus é uma fortaleza… Por meio dele, eles podem vencer todos os desafios” (O Grande Conflito, p. 480, 1888). Ao nos concentrarmos no amor e na unidade, nos tornamos testemunhas da graça de Deus, abordando as questões sociais com compaixão. Gálatas 6:2 instrui: “Carregai os fardos uns dos outros e assim cumprirei a lei de Cristo” (KJV). Efésios 4:32 acrescenta: “E sede bondosos uns para com os outros, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, assim como Deus, por amor de Cristo, vos perdoou” (KJV). A irmã White escreve: “A igreja deve ser um centro de amor e restauração para um mundo ferido” (O Ministério da Cura, p. 143, 1905). Ela afirma ainda: “Ao demonstrarmos amor aos outros, nos tornamos canais da graça de Deus” (Parábolas de Jesus, p. 384, 1900). Essa aplicação comunitária dos mandamentos fortalece os relacionamentos e cumpre nossa missão como representantes de Deus. Como vivemos esses princípios diariamente?

    REFLETINDO O AMOR DE DEUS EM AÇÃO

    O amor a Deus e ao próximo constitui a essência da verdadeira adoração, guiando todos os aspectos da vida cristã. Esses mandamentos não são fardos, mas bênçãos, chamando-nos a refletir o caráter de Deus em nossas ações. Ao priorizarmos a devoção a Deus e a bondade para com os outros, cumprimos o Seu propósito, demonstrando o Seu amor a um mundo necessitado. 1 Coríntios 13:13 declara: “Agora, porém, permanecem a fé, a esperança e a caridade, estas três; mas a maior delas é a caridade” (KJV). Tiago 2:17 acrescenta: “Assim também a fé, se não tiver obras, é morta, estando só” (KJV). A irmã White afirma: “O amor é a base da piedade e, sem ele, nossa profissão não tem sentido” (Christ’s Object Lessons, p. 158, 1900). Ela também escreve: “O amor de Deus na alma levará a atos de misericórdia e bondade” (Testemunhos para a Igreja, vol. 4, p. 59, 1876). Ao viver esses princípios, incorporamos o poder transformador do amor de Deus, mostrando que a verdadeira adoração não é apenas o que dizemos, mas como vivemos.

    Para mais artigos, acesse: www. faithfundamentals.blog ou nosso podcast em: https://rss.com/podcasts/the-lamb

    Se você tiver um pedido de oração, deixe-o nos comentários abaixo. As reuniões de oração são realizadas às terças, quartas, sextas e sábados. Para participar, insira seu endereço de e-mail na seção de comentários.

  • “Não terás outros deuses diante de mim” (Êxodo 20:3, KJV).

    RESUMO

    O segundo mandamento, conforme descrito em Êxodo 20:4-5, nos chama à adoração pura, livre de idolatria, refletindo o desejo de Deus por um relacionamento imaculado com Seu povo. Este artigo explora o significado do mandamento, seu impacto em nossas vidas espirituais e seu chamado para honrar a Deus autenticamente. Ao examinar os perigos da idolatria, o amor de Deus em Suas leis, nossas responsabilidades para com Ele e para com os outros, os desafios históricos da igreja e a essência da verdadeira adoração, descobrimos como essa diretriz divina nos guia para uma conexão mais profunda com o Criador.

    INTRODUÇÃO

    O segundo mandamento, conforme apresentado em Êxodo 20:4-5, é um chamado atemporal à adoração pura, livre de idolatria e distorção. Ele diz: “Não farás para ti nenhuma imagem esculpida… Não te encurvarás a elas, nem as servirás” (Êxodo 20:4-5, KJV). Este mandamento transcende as fronteiras religiosas, chamando-nos a honrar o Criador de forma autêntica, evitando as armadilhas da adoração de ídolos. Ellen G. White sublinha a sua importância: “O segundo mandamento proíbe a adoração do Deus verdadeiro por meio de imagens ou semelhanças. Muitas nações pagãs afirmavam que suas imagens eram meras figuras ou símbolos pelos quais a Divindade era adorada, mas Deus declarou que tal adoração é pecado” (Patriarcas e Profetas, p. 306, 1890). Essa diretriz molda nossa adoração, garantindo que ela permaneça pura e focada na natureza infinita de Deus. As Escrituras reforçam ainda mais esse chamado com Deuteronômio 4:15-16: “Portanto, guardai bem o vosso coração, pois não vistes nenhuma semelhança no dia em que o Senhor vos falou em Horebe, do meio do fogo, para que não vos corrompais e façais para vós uma imagem esculpida” (KJV), e Levítico 26:1: “Não fareis para vós ídolos, nem imagem esculpida, nem levantareis imagem de pedra na vossa terra, para vos prostrardes diante dela; porque eu sou o Senhor, vosso Deus” (KJV). A irmã White acrescenta: “A adoração de imagens e relíquias, por meio das quais os homens procuram se aproximar de Deus, é uma ilusão que os afasta do verdadeiro Deus” (O Grande Conflito, p. 583, 1888). Este mandamento estabelece o fundamento para uma adoração que honra o verdadeiro caráter de Deus. Como podemos garantir que nossa adoração permaneça livre das influências sutis da idolatria?

    EFEITOS NOCIVOS DA IDOLATRIA

    A idolatria diminui nossa compreensão de Deus, desviando nosso foco do Criador infinito para as criações finitas. A irmã White enfatiza: “A tentativa de representar o Eterno por meio de objetos materiais rebaixaria a concepção que o homem tem de Deus” (Patriarcas e Profetas, p. 206, 1890). Essa distorção degrada a adoração, afastando-nos do crescimento espiritual. Ao nos concentrarmos em formas materiais, corremos o risco de perder de vista a majestade e a santidade de Deus, resultando em degradação espiritual. As Escrituras afirmam isso no Salmo 115:4-8: “Os seus ídolos são prata e ouro, obra das mãos dos homens… Aqueles que os fazem são semelhantes a eles; assim é todo aquele que confia neles” (KJV), e Isaías 44:9: “Aqueles que fazem imagens esculpidas são todos vaidade; e as suas coisas deliciosas não aproveitarão” (KJV). A irmã White observa ainda: “A idolatria não apenas degrada o adorador, mas também desonra a Deus ao deturpar Seu caráter” (O Desejado de Todas as Nações, p. 285, 1898), e “A adoração de falsos deuses leva à ruína moral e espiritual, pois separa a alma da verdadeira fonte da vida” (Profetas e Reis, p. 97, 1917). Essas verdades destacam o perigo da idolatria em nos distanciar da presença divina de Deus. Que medidas podemos tomar para proteger nossos corações contra as formas modernas de idolatria?

    O AMOR DE DEUS EM SEUS MANDAMENTOS

    O segundo mandamento expressa o amor divino, protegendo-nos do dano espiritual. Ele revela o desejo de Deus por um relacionamento imaculado com Seu povo. A irmã White afirma: “As leis de Deus foram criadas para elevar, e não degradar, a compreensão do adorador sobre Seu amor e perfeição infinitos” (Patriarcas e Profetas, p. 206, 1890). Ao proibir a idolatria, Deus nos protege das distrações que obscurecem Seu verdadeiro caráter. As Escrituras reforçam isso com Deuteronômio 7:9: “Sabe, pois, que o Senhor teu Deus é Deus, o Deus fiel, que guarda o pacto e a misericórdia para com aqueles que O amam e guardam os Seus mandamentos até mil gerações” (KJV), e Salmos 119:151: “Tu estás perto, ó Senhor, e todos os Teus mandamentos são verdade” (KJV). A irmã White explica: “Os mandamentos de Deus são uma muralha de proteção ao redor de Seu povo, guiando-o à verdadeira felicidade” (Pensamentos do Monte das Bem-Aventuranças, p. 52, 1896) e “Sua lei é uma expressão de Seu amor, destinada a nos levar a uma caminhada mais próxima com Ele” (Parábolas de Jesus, p. 337, 1900). Essa orientação amorosa nos direciona para a verdade, preservando a pureza da adoração e aprofundando nossa conexão com Ele. Como podemos refletir o amor de Deus ao abraçar plenamente os Seus mandamentos?

    Nossas responsabilidades vão além de evitar ídolos físicos; elas abrangem viver uma vida que reflita o caráter de Deus. Êxodo 20:6 promete misericórdia àqueles que “me amam e guardam os meus mandamentos”. A verdadeira adoração exige mais do que rituais; ela exige reverência, obediência e um compromisso sincero com Deus. A irmã White observa: “A transgressão do segundo mandamento foi um dos pecados mais graves… afastando as pessoas da adoração ao Deus vivo” (O Grande Conflito, p. 447, 1911). Essa obediência molda nossos relacionamentos com os outros, pois honrar a Deus nos leva a estender o amor e o respeito aos nossos vizinhos. As Escrituras apoiam isso em Levítico 19:18: “Não te vingarás, nem guardarás rancor contra os filhos do teu povo, mas amarás o teu próximo como a ti mesmo: Eu sou o Senhor” (KJV), e Miquéias 6:8: “Ele te mostrou, ó homem, o que é bom; e o que o Senhor requer de ti, senão que pratiques a justiça, e ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus?” (KJV). A irmã White acrescenta: “A obediência à lei de Deus nos leva à harmonia com Sua vontade divina, permitindo-nos abençoar os outros” (Steps to Christ, p. 80, 1892), e “A verdadeira adoração é vista na vida diária, quando refletimos o amor de Deus em nossas ações para com os outros” (The Ministry of Healing, p. 492, 1905). Ao refletir o caráter de Deus, defendemos Seus mandamentos como testemunhas vivas de Sua verdade. Como nossas ações diárias podem demonstrar a verdadeira adoração a Deus e à nossa comunidade?

    A IGREJA E A IDOLATRIA: UMA VISÃO HISTÓRICA

    O segundo mandamento desafia a igreja a permanecer fiel às Escrituras. Daniel 7:25 adverte: “E ele pensará em mudar os tempos e as leis”, prenunciando alterações na lei de Deus. A irmã White explica: “A aceitação gradual da adoração de ídolos pela igreja… representa um equívoco fundamental da verdadeira adoração cristã” (O Grande Conflito, pp. 51-62, 1911). Esses desvios históricos nos exortam a nos proteger contra erros semelhantes em nossa jornada de fé comunitária. As Escrituras advertem em Jeremias 10:2-3: “Assim diz o Senhor: Não aprendais o caminho das nações… Pois os costumes dos povos são vãos” (KJV), e Habacuque 2:18: “De que serve a imagem esculpida que o seu criador esculpiu, a imagem fundida e o mestre de mentiras?” (KJV). A irmã White afirma ainda: “A história da igreja mostra que o afastamento da lei de Deus leva ao declínio espiritual” (Mensagens Escolhidas, Livro 1, p. 204, 1958) e “Devemos permanecer firmes na defesa da verdade de Deus, para não cairmos nos erros do passado” (Testemunhos para a Igreja, Vol. 5, p. 137, 1882). Essas lições nos chamam a garantir que nossa adoração esteja alinhada com o mandamento de Deus por meio do estudo contínuo das Escrituras. Como podemos proteger a adoração de nossa comunidade dos erros históricos?

    ADORAÇÃO VERDADEIRA EM ESPÍRITO E VERDADE

    A verdadeira adoração transcende as formas físicas, concentrando-se na conexão espiritual entre nós e Deus. Jesus declarou: “Os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade” (João 4:23-24, KJV). Essa adoração é baseada na humildade, sinceridade e obediência. Como afirma Isaías 66:23: “De sábado em sábado, toda a carne virá adorar diante de mim, diz o Senhor”. A irmã White adverte contra o fanatismo, enfatizando que, embora os símbolos possam ajudar na compreensão, eles não devem substituir a verdadeira essência de Deus (Educação, p. 186, 1903). Ela nos lembra: “O objetivo da vida cristã é refletir o caráter de Cristo em todos os nossos caminhos” (O Desejado de Todas as Nações, p. 649, 1898) e “A verdadeira adoração eleva a alma, colocando-a em harmonia com o divino” (Testemunhos para a Igreja, vol. 6, p. 167, 1901). As Escrituras reforçam isso no Salmo 29:2: “Dai ao Senhor a glória devida ao seu nome; adorai o Senhor na beleza da santidade” (KJV), e Hebreus 12:28: “Portanto, recebendo um reino que não pode ser abalado, tenhamos graça, pela qual possamos servir a Deus aceitavelmente, com reverência e temor piedoso” (KJV). Por meio da fé paciente, refletimos o amor de Deus em nossa adoração e interações. Como podemos cultivar uma adoração que realmente honra a Deus em espírito e em verdade?

    O AMOR DE DEUS EM AÇÃO

    O segundo mandamento revela o profundo amor de Deus, direcionando-nos para uma adoração pura e sem distrações. Ele nos chama a honrá-Lo plenamente, garantindo que nada — nenhuma imagem, hábito ou prioridade — diminua nossa devoção. A irmã White afirma: “A lei de Deus é dada para nos levar à comunhão com Ele, livres de tudo o que nos degrada” (Christ’s Object Lessons, p. 365, 1900). Ao alinharmos nossas vidas com Seus mandamentos, experimentamos Sua misericórdia e refletimos Seu caráter, tornando-nos faróis de Sua verdade em um mundo muitas vezes cego pela idolatria. As Escrituras afirmam isso em 1 João 5:3: “Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos não são pesados” (KJV), e Salmos 119:165: “Grande paz têm aqueles que amam a tua lei; e nada os ofenderá” (KJV). A irmã White observa ainda: “A obediência à lei de Deus é a mais alta expressão de amor a Ele e aos nossos semelhantes” (Testemunhos para a Igreja, vol. 2, p. 452, 1870) e “Ao guardarmos os Seus mandamentos, mostramos o nosso amor por Deus e o nosso desejo de andar nos Seus caminhos” (A Vida Santificada, p. 82, 1889). Este mandamento nos chama a uma vida de devoção, refletindo o amor de Deus através de nossas ações. Como honraremos o amor de Deus através de nossa adoração e vida diária?

    Para mais artigos, acesse http://www.faithfundamentals.blog ou nosso podcast: https://rss.com/podcasts/the-lamb

    Se você tiver um pedido de oração, deixe-o nos comentários abaixo. As reuniões de oração são realizadas às terças, quartas, sextas e sábados. Para participar, insira seu endereço de e-mail na seção de comentários.

Design a site like this with WordPress.com
Get started