• “E a vida eterna é esta: que te conheçam, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (João 17:3, KJV).

    RESUMO

    A natureza eterna de Cristo, como o Verbo e Redentor, demonstra o amor infinito de Deus, unindo-nos ao divino por meio de Sua pré-existência, encarnação e sacrifício. Este artigo explora essas verdades, convidando a comunidade a refletir sobre Sua divindade e responder com adoração, obediência e serviço, promovendo o crescimento espiritual e a unidade em um mundo dividido.

    UNIDADE ETERNA DE CRISTO E DEUS

    Desde a eternidade, Cristo existia como um com o Pai, enfatizando a unidade e o propósito divinos. João 1:1-2 (KJV) declara: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus”. Desde os dias da eternidade, o Senhor Jesus Cristo era um com o Pai; Ele era “a imagem de Deus” (O Desejado de Todas as Nações, p. 19, 1898). Essa unidade eterna ressalta a autoridade e a divindade de Cristo, fornecendo uma base para a fé. As Escrituras revelam ainda mais: “Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez” (João 1:3, KJV). Declarando Seu papel divino: “Ele, que é o resplendor da sua glória e a expressa imagem da sua pessoa, e sustenta todas as coisas pela palavra do seu poder” (Hebreus 1:3, KJV). A Sra. White escreve: “Cristo é o Filho de Deus pré-existente e autoexistente” (Signs of the Times, p. 1, 1898). “Em Cristo está a vida, original, não emprestada, não derivada” (O Desejado de Todas as Nações, p. 530, 1898). Ao compreender essa verdade, somos chamados a honrá-Lo e adorá-Lo com reverência. Como a unidade divina de Cristo com o Pai molda nossa confiança em Sua autoridade?

    CRISTO COMO O CONSELHEIRO DIVINO

    O papel de Cristo no conselho divino revela Sua participação ativa na criação e na redenção. O único ser que poderia entrar em todos os conselhos e propósitos de Deus (Patriarcas e Profetas, p. 34, 1890), Ele possui sabedoria incomparável. Romanos 11:36 (KJV) afirma: “Porque dele, por meio dele e para ele são todas as coisas; a quem seja a glória para sempre”. Cristo, como nosso Conselheiro, guia a criação, conforme visto em “Por Ele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra” (Colossenses 1:16, KJV). Sua sabedoria brilha, pois “Nele estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento” (Colossenses 2:3, KJV). A irmã White afirma: “Cristo era Deus em essência e no sentido mais elevado” (Review and Herald, p. 1, 1901). “O Verbo existia como um ser divino, mesmo como o Filho eterno de Deus” (O Desejado de Todas as Nações, p. 19, 1898). Esse papel único destaca a autoridade de Cristo, assegurando-nos que o plano de Deus para a humanidade está enraizado na sabedoria e no amor, inspirando confiança em Seu governo. O que o papel de Cristo como Conselheiro nos ensina sobre confiar no plano de Deus?

    ENCARNAÇÃO: O AMOR REVELADO NA CARNE

    A encarnação mostra o amor de Deus por meio da humanidade de Cristo. João 1:14 (KJV) afirma: “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós… cheio de graça e verdade”. Ele veio para revelar a luz do amor de Deus — para ser “Deus conosco” (O Desejado de Todas as Nações, p. 19, 1898). Este ato divino preenche a lacuna entre a humanidade e Deus, oferecendo misericórdia e graça. As Escrituras afirmam: “Porque ele crescerá diante dele como uma planta tenra, e como uma raiz que sai de terra seca” (Isaías 53:2, KJV). A humildade de Cristo brilha em “O qual, sendo na forma de Deus, não considerou o ser igual a Deus como algo a que se devia aferrar” (Filipenses 2:6, KJV). A irmã White observa: “O Filho de Deus tornou-se Filho do homem” (Fundamentos da Educação Cristã, p. 426, 1923). “Em Sua humanidade, Cristo viveu uma vida de perfeita obediência” (Mensagens Escolhidas, livro 1, p. 258, 1958). Ao refletirmos sobre a vida de Cristo, somos encorajados a incorporar a abnegação e a compaixão em nossos relacionamentos. Como a encarnação de Cristo pode nos inspirar a viver de forma abnegada?

    O AMOR DE DEUS ATRAVÉS DO SACRIFÍCIO

    O amor de Deus é plenamente demonstrado no sacrifício de Jesus. João 3:16 (KJV) declara: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito”. Cristo foi tratado como nós merecemos, para que pudéssemos ser tratados como Ele merece (O Desejado de Todas as Nações, p. 25, 1898). Esse sacrifício nos convida a experimentar o perdão e a redenção. Além disso, “Ele foi ferido por nossas transgressões, foi moído por nossas iniquidades” (Isaías 53:5, KJV). Seu amor é evidente, pois “Ninguém tem maior amor do que este: dar a vida pelos seus amigos” (João 15:13, KJV). A Sra. White escreve: “O sacrifício de Cristo como expiação pelo pecado é a grande verdade em torno da qual todas as outras verdades se agrupam” (Gospel Workers, p. 315, 1915). “A morte de Cristo prova o grande amor de Deus pelo homem” (Mensagens Escolhidas, livro 1, p. 323, 1958). Isso reflete o compromisso inabalável de Deus com a humanidade e nos desafia a responder com fé e obediência. Como o sacrifício de Cristo motiva nossa obediência a Deus?

    À luz da autoridade de Cristo, somos chamados a viver em obediência e gratidão. Eclesiastes 12:13 (KJV) nos lembra: “Teme a Deus e guarda os seus mandamentos, pois este é o dever de todo o homem”. A lei de Deus é uma expressão de Sua própria natureza (Steps to Christ, p. 60, 1892). Por meio da obediência, alinhamos nossas vidas com a vontade de Deus, refletindo Seu amor de maneiras práticas. As Escrituras afirmam: “Se me amais, guardai os meus mandamentos” (João 14:15, KJV). A obediência é vital, pois “Bem-aventurados aqueles que guardam os seus mandamentos, para que tenham direito à árvore da vida” (Apocalipse 22:14, KJV). A irmã White afirma: “A obediência é o teste do discipulado” (Pensamentos do Monte das Bem-Aventuranças, p. 117, 1896). “A verdadeira obediência é a manifestação de um princípio interior” (Parábolas de Jesus, p. 97, 1900). Essa resposta nutre um relacionamento mais profundo com Ele e promove o crescimento espiritual. Como nossa obediência pode refletir a autoridade de Cristo em nossa vida cotidiana?

    REFLETINDO O AMOR DE DEUS EM AÇÃO

    Como destinatários do amor divino, somos chamados a compartilhá-lo com os outros. 1 João 4:11 (KJV) afirma: “Amados, se Deus nos amou assim, também devemos amar uns aos outros”. O amor ao homem é a manifestação terrena do amor de Deus (O Desejado de Todas as Nações, p. 641, 1898). Servir aos outros com bondade e perdão incorpora o caráter de Cristo. As Escrituras exortam: “Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros” (João 13:35, KJV). Além disso, “assim brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras” (Mateus 5:16, KJV). A Sra. White afirma: “O argumento mais forte a favor do evangelho é um cristão amoroso e amável” (O Ministério da Cura, p. 470, 1905). “O amor é a base da piedade” (Christ’s Object Lessons, p. 416, 1900). Em um mundo atormentado pela divisão, refletir o amor de Deus pode trazer cura e unidade. Como podemos compartilhar ativamente o amor de Deus em nossas comunidades?

    O AMOR DE DEUS REFLETIDO NA NATUREZA ETERNA DE CRISTO

    A natureza eterna de Cristo demonstra que o amor de Deus é duradouro e sacrificial. Desde toda a eternidade, Cristo estava unido ao Pai (Mensagens Escolhidas, livro 1, p. 228, 1958), afirmando a profundidade da unidade divina. O amor de Deus é demonstrado em Seu plano para salvar a humanidade por meio de Jesus, oferecendo esperança e redenção. As Escrituras declaram: “Que nos salvou e nos chamou com uma vocação santa” (2 Timóteo 1:9, KJV). Seu propósito eterno brilha em “Que verdadeiramente foi predestinado antes da fundação do mundo” (1 Pedro 1:20, KJV). A irmã White observa: “O plano de redenção não foi uma ideia tardia” (O Desejado de Todas as Nações, p. 22, 1898). “O amor de Deus pelo mundo não se manifestou porque Ele enviou Seu Filho, mas porque Ele amava o mundo, Ele enviou Seu Filho” (O Ministério da Cura, p. 423, 1905). Essa verdade nos convida a refletir Seu amor por meio da adoração, obediência e serviço, atraindo outros para Sua graça. Como podemos incorporar o amor eterno de Cristo em nossa adoração e serviço?

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  • João 16:13 (KJV): “Mas, quando vier aquele Espírito da verdade, ele vos guiará em toda a verdade, porque não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará as coisas que hão de vir.”

    RESUMO

    O Espírito de Deus manifesta Seu profundo amor, guiando-nos para a redenção por meio do renascimento espiritual, do empoderamento e da transformação. Este artigo explora como Seu Espírito se esforça com a humanidade, refletindo Sua paciência, misericórdia e desejo pela nossa salvação.

    A PACIÊNCIA DE DEUS EM GUIAR A HUMANIDADE

    A paciência de Deus brilha na obra duradoura do Seu Espírito. Gênesis 6:3 (KJV) nos lembra: “Meu espírito não contenderá para sempre com o homem”. Apesar da pecaminosidade da humanidade, Deus se esforça para nos conduzir à justiça. A irmã White escreve: “O Espírito de Deus continuou a lutar com os pecadores obstinados, até que aquela voz misteriosa cessou de implorar-lhes” (Patriarcas e Profetas, p. 92, 1890). Isso ilustra Sua persistência amorosa. No entanto, o Espírito de Deus se retira quando as advertências são ignoradas, um equilíbrio entre justiça e misericórdia. As Escrituras afirmam isso em Salmos 103:8 (KJV): “O Senhor é misericordioso e clemente, lento para irar-se e abundante em misericórdia”, e Isaías 30:18 (KJV): “E, por isso, o Senhor esperará, para que possa ser misericordioso para com vós, e, por isso, será exaltado, para que possa ter misericórdia de vós”. A irmã White observa ainda: “O Senhor suporta por muito tempo a perversidade dos homens, dando-lhes ampla oportunidade para o arrependimento” (O Grande Conflito, p. 37, 1888) e “O Espírito de Deus implora ao homem que busque as coisas que promovem a paz” (Parábolas de Jesus, p. 127, 1900). Como comunidade, devemos atender ao Seu chamado, arrepender-nos e compartilhar Sua mensagem. Como podemos responder fielmente ao esforço paciente de Deus conosco?

    RENASCIMENTO ESPIRITUAL ATRAVÉS DA GRAÇA

    O renascimento espiritual revela o amor de Deus através da redenção. Jesus proclamou: “A menos que um homem nasça da água e do Espírito, ele não pode entrar no reino de Deus” (João 3:5-6, KJV). Essa transformação envolve arrependimento, batismo e recebimento do Espírito Santo. A irmã White explica: “Esse poder regenerador… cria um novo ser à imagem de Deus” (Steps to Christ, p. 61, 1892). Isso reflete a graça de Deus, que nos purifica e nos capacita a viver com retidão. Romanos 1:16 (KJV) declara: “O evangelho de Cristo… é o poder de Deus para a salvação”. As Escrituras apoiam isso com Tito 3:5 (KJV): “Não por obras de justiça que tivéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia, ele nos salvou, pela lavagem da regeneração e pela renovação do Espírito Santo”, e 1 Pedro 1:23 (KJV): “Sendo nascidos de novo, não de semente corruptível, mas de incorruptível, pela palavra de Deus, que vive e permanece para sempre”. A irmã White acrescenta: “A obra da regeneração deve ser realizada no coração pelo poder do Espírito Santo” (Mensagens Escolhidas, Livro 1, p. 374, 1958), e “Pela influência do Espírito, o homem é transformado” (O Desejado de Todas as Nações, p. 172, 1898). Compartilhamos este evangelho, convidando outras pessoas a abraçar o renascimento e encontrar paz no amor de Deus. Como o renascimento espiritual molda nossa caminhada diária com Deus?

    CAPACITANDO MENSAGEIROS COM O ESPÍRITO

    O amor de Deus é evidente em Sua provisão do Espírito Santo para capacitar Seus seguidores. Os profetas, guiados pelo Espírito, proclamaram a salvação. 1 Pedro 1:10-12 (KJV) descreve como eles buscavam diligentemente, guiados pelo “Espírito de Cristo que estava neles”. A irmã White destaca o papel do Espírito nas missões: “A obra confiada aos discípulos exigiria grande eficiência… somente através da ajuda que Deus… lhes daria” (Os Atos dos Apóstolos, p. 81, 1911). Isso ressalta o amor de Deus em nos equipar para compartilhar Sua verdade. Atos 1:8 (KJV) afirma: “Mas recebereis poder, depois que o Espírito Santo vier sobre vós, e sereis minhas testemunhas”, e 2 Timóteo 1:7 (KJV) afirma: “Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de poder, e de amor, e de moderação”. A irmã White escreve ainda: “O Espírito Santo, o representante de Cristo, é o grande mestre da verdade” (Testemunhos para a Igreja, vol. 8, p. 61, 1904), e “O Espírito seria dado como um agente regenerador, para preparar o caminho para o evangelho” (O Desejado de Todas as Nações, p. 671, 1898). Somos chamados a nos abrir para a orientação do Espírito. Como podemos confiar no Espírito para proclamar a verdade de Deus com ousadia?

    TRANSFORMAÇÃO PELO ESPÍRITO

    O Espírito de Deus transforma vidas, oferecendo esperança e renovação. 2 Coríntios 5:17 (KJV) assegura: “Se alguém está em Cristo, é uma nova criatura”. A Sra. White observa: “Quando o Espírito de Deus toma posse do coração, ele transforma a vida” (Steps to Christ, p. 61, 1892). Essa transformação reflete o amor de Deus, não apenas perdoando-nos, mas renovando-nos. Hebreus 11:6 (KJV) nos lembra: “Sem fé é impossível agradar a Deus”. Gálatas 5:22-23 (KJV) lista os frutos do Espírito: “Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança”, e Efésios 4:23-24 (KJV) exorta: “E renovai-vos no espírito do vosso entendimento; e revesti-vos do novo homem, criado segundo Deus em justiça e santidade verdadeira.” A irmã White enfatiza: “O Espírito Santo é o sopro da vida espiritual na alma” (O Desejado de Todas as Nações, p. 805, 1898) e “Por meio do Espírito, o crente torna-se participante da natureza divina” (Parábolas de Jesus, p. 64, 1900). Quando buscamos a orientação do Espírito, nos alinhamos com o desejo de Deus para o nosso crescimento e santidade. Estamos nos rendendo ao poder transformador do Espírito em nossas vidas?

    REFLETINDO O AMOR ATRAVÉS DO SERVIÇO

    O Espírito de Deus nos leva a refletir Seu amor através do serviço. Mateus 28:19 (KJV) ordena: “Ide, portanto, e ensinai todas as nações”. Compartilhar a verdade de Deus incorpora Seu amor, convidando outras pessoas a experimentar Seu poder transformador. A irmã White enfatiza: “A cruz do Calvário nos chama a uma vida de serviço e sacrifício pela salvação dos perdidos” (The Acts of the Apostles, p. 600, 1911). Isso reflete o chamado de Deus para sermos Suas mãos e Seus pés. João 13:35 (KJV) afirma: “Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros”, e 1 João 3:18 (KJV) exorta: “Não amemos de palavra, nem de língua, mas em ação e em verdade”. A irmã White acrescenta: “O espírito de trabalho altruísta pelos outros dá profundidade, estabilidade e beleza cristã ao caráter” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 607, 1889), e “Em cada ato de serviço, o amor de Cristo deve ser revelado” (O Ministério da Cura, p. 470, 1905). Tornamo-nos vasos do Seu amor, oferecendo esperança a um mundo ferido. Como pode o nosso serviço refletir mais plenamente o amor de Deus?

    O AMOR DE DEUS ATRAVÉS DO ESPÍRITO

    O Espírito de Deus revela o Seu amor lutando com a humanidade, possibilitando o renascimento e capacitando os Seus seguidores. Cada ato reflete o Seu desejo pela nossa redenção. A irmã White escreve: “Não basta acreditar em Cristo; devemos acreditar Nele” (Caminho a Cristo, p. 62, 1892). Isso nos chama à fé e à obediência. Romanos 8:14 (KJV) declara: “Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus”, e Gálatas 3:26 (KJV) afirma: “Porque todos vós sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus”. A irmã White afirma ainda: “O Espírito Santo é o representante de Cristo, enviado para nos guiar em toda a verdade” (O Desejado de Todas as Nações, p. 172, 1898), e “Por meio do Espírito, Deus opera em Seu povo para querer e fazer o que Lhe agrada” (Testemunhos para a Igreja, vol. 9, p. 165, 1909). Por meio da fé e da obediência, experimentamos Sua graça e somos chamados a compartilhá-la. Vamos abraçar Seu Espírito, permitindo que ele nos guie e transforme, enquanto refletimos Seu amor para o mundo.

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  • “E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre” (João 14:16, KJV).

    RESUMO

    Este artigo explora como a orientação do Espírito Santo revela o amor e o propósito de Deus para a humanidade, examinando seu papel na nomeação de líderes, guiando-nos à verdade e capacitando-nos a compartilhar o amor divino. Por meio das Escrituras e das percepções de Ellen G. White, vemos como o Espírito equipa a comunidade para viver fielmente, servir aos outros e enfrentar os desafios sociais, refletindo o cuidado de Deus em nossas vidas e fé.

    O AMOR DE DEUS NA LIDERANÇA ESPIRITUAL

    O amor de Deus brilha através da nomeação de líderes pelo Espírito Santo para guiar Seu povo. Em Atos 13:2-4 (KJV), “Enquanto ministravam ao Senhor e jejuavam, o Espírito Santo disse: Separai-me Barnabé e Saulo para a obra a que os tenho chamado”. Isso mostra o envolvimento direto de Deus na escolha dos líderes, garantindo que eles estejam espiritualmente equipados. Ellen G. White afirma: “Os apóstolos eram homens de oração. Foi por meio da oração e da imposição das mãos que eles foram separados para proclamar o evangelho” (Os Atos dos Apóstolos, p. 161, 1911). Por meio desse processo, o cuidado de Deus por Seu povo é evidente, pois líderes cheios do Espírito são encarregados de nutrir a comunidade, como aconselha Atos 20:28 (KJV): “Portanto, cuidai de vós mesmos e de todo o rebanho… para apascentar a igreja de Deus”. As Escrituras reforçam ainda mais essa orientação divina em 1 Timóteo 4:14 (KJV): “Não negligencies o dom que há em ti, que te foi dado por profecia, com a imposição das mãos do presbitério”, e Efésios 4:11-12 (KJV): “E ele deu alguns como apóstolos, e alguns como profetas… para o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério”. A irmã White reforça isso, afirmando: “Deus tem uma igreja, e ela tem um ministério divinamente designado” (Testemunhos para Ministros e Obreiros Evangélicos, p. 49, 1923). Ela também observa: “O Senhor tem Suas agências designadas, e uma igreja que passou por perseguições é fortalecida para o seu trabalho” (Mensagens Escolhidas, Livro 1, p. 117, 1958). Essa seleção divina garante que os líderes reflitam o amor de Deus em seu serviço. Como a orientação do Espírito molda nossas responsabilidades para com Deus e os outros?

    O ESPÍRITO COMO REFLEXO DO AMOR DIVINO

    A orientação do Espírito Santo revela o amor ativo de Deus pela humanidade. João 16:13 (KJV) declara: “Quando ele, o Espírito da verdade, vier, ele vos guiará em toda a verdade.” Essa promessa mostra o compromisso de Deus em nos conduzir à justiça. Ellen G. White escreve: “A verdade será sempre revelada ao Seu povo” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 703, 1889). O papel do Espírito em convencer do pecado, como João 16:8 (KJV) afirma: “E, quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo”, demonstra ainda mais o amor de Deus ao nos chamar ao arrependimento. Apoiando isso, Romanos 8:14 (KJV) afirma: “Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus”, e Gálatas 5:22-23 (KJV) lista os frutos do Espírito: “Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança”. A irmã White acrescenta: “O Espírito Santo toma as coisas de Deus e as revela àqueles que O amam” (Christ’s Object Lessons, p. 129, 1900). Ela também afirma: “O Espírito é dado como um agente regenerador, para tornar eficaz a salvação operada pela morte de nosso Redentor” (Os Atos dos Apóstolos, p. 52, 1911). Por meio dessa orientação, o amor de Deus transforma nossas vidas. Como o Espírito nos capacita a cumprir nossas responsabilidades para com Deus?

    O papel do Espírito Santo nos chama a responder com humildade e obediência. Romanos 10:14-15 (KJV) pergunta: “Como ouvirão sem pregador? E como pregarão, a menos que sejam enviados?” Isso nos exorta a buscar o Espírito por meio da oração. Ellen G. White enfatiza: “A Bíblia nunca deve ser estudada sem oração” (O Grande Conflito, p. 599, 1911), destacando a necessidade da conexão divina. Atos 20:28 (KJV) adverte: “Portanto, tenham cuidado com vocês mesmos”, enfatizando a vigilância espiritual. Além disso, 2 Timóteo 2:15 (KJV) instrui: “Procure apresentar-se a Deus aprovado, como obreiro que não tem do que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade”, e 1 Pedro 4:11 (KJV) acrescenta: “Se alguém falar, fale como os oráculos de Deus; se alguém ministrar, faça-o com a capacidade que Deus lhe dá”. A irmã White observa: “Aqueles que estão sob a influência do Espírito de Deus não serão fanáticos, mas calmos e firmes” (Mensagens Escolhidas, Livro 2, p. 16, 1958). Ela também escreve: “A obra de Deus exige busca sincera e vigilância constante” (Testemunhos para a Igreja, vol. 8, p. 298, 1904). Isso nos chama a viver com integridade, refletindo a verdade de Deus. Como podemos estender esse amor divino aos outros?

    EXTENDENDO O AMOR DE DEUS AOS OUTROS

    O Espírito Santo nos compele a compartilhar o amor de Deus com os outros. Mateus 28:19-20 (KJV) ordena: “Ide, portanto, e ensinai todas as nações… ensinando-as a observar todas as coisas que eu vos tenho mandado”. Ellen G. White ecoa: “Assim que alguém vem a Cristo, nasce em seu coração o desejo de dar a conhecer aos outros o amigo precioso que encontrou” (Steps to Christ, p. 78, 1892). O discernimento é vital, como 1 João 4:1 (KJV) exorta: “Experimentai os espíritos, se são de Deus”, e Gálatas 6:2 (KJV) instrui: “Levai as cargas uns dos outros”. As escrituras de apoio incluem Colossenses 3:16 (KJV), “Que a palavra de Cristo habite em vós ricamente, em toda a sabedoria, ensinando-vos e admoestando-vos uns aos outros”, e Hebreus 10:24 (KJV), “E consideremo-nos uns aos outros para nos estimularmos ao amor e às boas obras”. A irmã White aconselha: “Cristo ministrou às necessidades deles e conquistou sua confiança” (O Ministério da Cura, p. 143, 1905). Ela também afirma: “O argumento mais forte a favor do evangelho é um cristão amoroso e amável” (O Ministério da Cura, p. 470, 1905). Por meio da compaixão e da verdade, refletimos o amor de Cristo. Como o Espírito nos equipa para enfrentar os desafios sociais?

    O AMOR DE DEUS NOS DESAFIOS SOCIAIS

    A orientação do Espírito Santo nos fortalece para enfrentar os desafios sociais. Os falsos ensinamentos e a apatia ameaçam a fé, mas Atos 13:2-4 (KJV) nos lembra: “Enquanto ministravam ao Senhor e jejuavam, o Espírito Santo disse: Separem-me Barnabé e Saulo para a obra a que os tenho chamado”, mostrando a orientação de Deus. Ellen G. White escreve: “Os mensageiros de Deus devem agir rapidamente” (Primeiros Escritos, p. 50, 1882). O Espírito nos capacita, como afirma 2 Coríntios 4:6 (KJV): “Porque Deus, que ordenou que a luz brilhasse das trevas, brilhou em nossos corações”, e Efésios 6:11 (KJV) exorta: “Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais resistir às ciladas do diabo”. A irmã White observa: “O Espírito de Deus está sempre buscando atrair a alma para Si” (Thoughts from the Mount of Blessing, p. 92, 1896). Ela também afirma: “O Espírito Santo, em um instante, impressionará a mente com grande força” (Testemunhos para a Igreja, vol. 6, p. 175, 1901). Esse amor divino nos capacita a enfrentar o materialismo, a injustiça e a complacência com uma perspectiva centrada em Cristo. Como podemos viver essa orientação em nossa vida diária?

    REFLEXÃO SOBRE O AMOR DE DEUS

    A orientação do Espírito Santo revela o profundo amor de Deus, chamando-nos a viver fielmente e servir aos outros. Ellen G. White escreve: “Os mensageiros de Deus têm uma mensagem” (Primeiros Escritos, p. 50, 1882). Por meio da oração e do serviço, refletimos esse amor. João 15:26 (KJV) afirma: “Mas, quando vier o Consolador, que eu vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da verdade, que procede do Pai, ele testificará de mim”, e 2 Timóteo 1:7 (KJV) acrescenta: “Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de poder, de amor e de moderação”. A irmã White afirma: “O Espírito Santo é o sopro da vida espiritual na alma” (O Desejado de Todas as Nações, p. 805, 1898). Ela também observa: “A influência do Espírito Santo é a vida de Cristo na alma” (Review and Herald, 26 de outubro de 1897). Que possamos abraçar a orientação do Espírito, refletindo o amor de Deus em tudo o que fazemos.

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  • “E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre” (João 14:16, KJV).

    RESUMO

    A habitação do Espírito Santo revela o profundo amor de Deus, guiando-nos e transformando-nos por meio da presença divina. Este artigo explora como o Espírito manifesta o cuidado de Deus, nossas responsabilidades para manter essa conexão sagrada e nosso chamado para refletir Seu amor aos outros, baseando-se nas Escrituras e nos escritos da Irmã White para esclarecer essas verdades.

    SELO DIVINO DO ESPÍRITO

    A presença do Espírito Santo nos marca com a aprovação e orientação de Deus. Paulo escreve em 2 Coríntios 1:22: “Ele também nos selou e nos deu o penhor do Espírito em nossos corações”. Da mesma forma, 1 Coríntios 3:16 declara: “Não sabeis que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?” Esses versículos afirmam a habitação do Espírito como um privilégio e um dever. A irmã White ecoa isso, afirmando: “O Espírito Santo trabalha com aqueles que se deixam trabalhar, molda aqueles que se deixam moldar” (Gospel Workers, p. 274, 1915). As Escrituras reforçam ainda mais essa verdade em Romanos 8:14: “Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus” (KJV), e Gálatas 5:25: “Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito” (KJV). A irmã White acrescenta: “O Espírito Santo é o sopro da vida espiritual na alma” (O Desejado de Todas as Nações, p. 172, 1898) e “O Espírito seria dado como um agente regenerador” (Testemunhos para a Igreja, vol. 8, p. 21, 1904). Esse selo divino reflete o amor de Deus, moldando nosso caráter para a eternidade. Como a orientação do Espírito molda nossa caminhada diária com Deus?

    REFLETINDO O AMOR DE DEUS

    O Espírito Santo demonstra vividamente o amor de Deus por nós. Ao enviar o Espírito, Deus se compromete a nos guiar, confortar e renovar. Atos 2:17 afirma: “E acontecerá nos últimos dias, diz Deus, que derramarei do meu Espírito sobre toda a carne” (KJV). A irmã White afirma: “Deus é amor” (Steps to Christ, p. 10, 1892). Esse amor é revelado ainda mais em João 16:13: “Mas, quando vier o Espírito da verdade, ele vos guiará em toda a verdade” (KJV), e Romanos 5:5: “O amor de Deus é derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado” (KJV). A irmã White observa: “O Espírito Santo é o representante de Cristo, mas desprovido da personalidade da humanidade” (O Desejado de Todas as Nações, p. 669, 1898), e “A influência do Espírito Santo é a vida de Cristo na alma” (Review and Herald, 26 de outubro de 1897). Por meio dessas obras silenciosas, o amor de Deus nos transforma, chamando-nos a refletir Seu caráter. Como podemos refletir esse amor divino em nossas interações com os outros?

    Manter nossa conexão espiritual com o Espírito Santo requer diligência. Paulo adverte em Efésios 4:30-32: “Não entristeçais o Espírito Santo de Deus, pelo qual fostes selados para o dia da redenção… Sede bondosos uns para com os outros, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, assim como Deus, por amor de Cristo, vos perdoou” (KJV). A irmã White aconselha: “Consagrem-se a Deus pela manhã; façam disso sua primeira tarefa” (Steps to Christ, p. 70, 1892). As Escrituras reforçam isso em 1 Tessalonicenses 5:19: “Não extinguam o Espírito” (KJV), e Romanos 12:1: “Apresentem seus corpos como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus” (KJV). A irmã White afirma ainda: “O Espírito Santo não permanecerá com o homem que desconsidera a vontade divina” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 512, 1889) e “Devemos nos dedicar diariamente a Deus” (Mensagens Escolhidas, vol. 1, p. 112, 1958). A rendição diária fortalece nosso compromisso com uma vida guiada pelo Espírito, honrando o amor de Deus. Como podemos garantir que nossas vidas permaneçam abertas à orientação do Espírito?

    COMPARTILHANDO O AMOR DE DEUS

    O Espírito Santo nos chama para estender o amor de Deus por meio da bondade e do serviço. Efésios 4:32 nos exorta a imitar a compaixão de Cristo. A irmã White afirma: “O argumento mais forte a favor do evangelho é um cristão amoroso e amável” (O Ministério da Cura, p. 470, 1905). Gálatas 6:2 afirma: “Levai as cargas uns dos outros e, assim, cumpri a lei de Cristo” (KJV), e Colossenses 3:12: “Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de misericórdia, bondade, humildade” (KJV). A irmã White acrescenta: “O amor de Cristo no coração será expresso nas ações” (Parábolas de Jesus, p. 384, 1900) e “Os verdadeiros cristãos revelarão Cristo em suas vidas” (Testemunhos para a Igreja, vol. 2, p. 136, 1870). Ao refletir o poder do Espírito, atraímos outras pessoas para a verdade de Deus. Como nossas ações podem testemunhar o amor transformador do Espírito?

    O AMOR DE DEUS NO ESPÍRITO

    O amor de Deus brilha através do dom do Espírito Santo. A irmã White escreve: “A transmissão do Espírito é a transmissão da vida de Cristo” (O Desejado de Todas as Nações, p. 805, 1898). João 14:26 afirma: “Mas o Consolador, que é o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, ele vos ensinará todas as coisas” (KJV), e Atos 1:8: “Recebereis poder, depois que o Espírito Santo vier sobre vós” (KJV). A irmã White observa ainda: “O Espírito Santo é o elemento vital na vida da igreja” (Testemunhos para a Igreja, vol. 7, p. 31, 1902) e “Por meio do Espírito, Deus opera em Seu povo para querer e fazer a Sua boa vontade” (Review and Herald, 5 de abril de 1892). A presença do Espírito nos transforma, provando o cuidado de Deus. Esse dom divino nos inspira a refletir Seu amor diariamente. Como podemos viver como faróis do amor de Deus por meio do Espírito?

    ABRAÇANDO O CHAMADO DO ESPÍRITO

    A presença do Espírito Santo em nós testemunha o amor de Deus e nos impele à ação. A irmã White nos lembra: “Todas as manhãs, dedique-se novamente a Deus” (Testemunhos para a Igreja, vol. 6, p. 41, 1901). 2 Timóteo 1:7 afirma: “Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de poder, de amor e de moderação” (KJV), e Tito 3:5: “Pela lavagem da regeneração e pela renovação do Espírito Santo” (KJV). A irmã White acrescenta: “O Espírito é dado para nos levar à harmonia com Deus” (Mensagens Escolhidas, vol. 2, p. 97, 1958), e “O Espírito Santo nos capacita a obedecer aos mandamentos de Deus” (Sinais dos Tempos, 19 de maio de 1890). Devemos abraçar esse dom, confiando na orientação do Espírito para brilhar a luz de Deus.

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  • “O Senhor é minha luz e minha salvação; a quem temerei? O Senhor é a força da minha vida; de quem terei medo?” (Salmo 27:1, KJV)

    RESUMO

    O amor de Deus brilha como uma luz orientadora para toda a humanidade, iluminando os caminhos da fé, da verdade e do serviço. Este artigo explora como os temas sagrados da luz, do Espírito Santo e do evangelho refletem o amor de Deus e nosso papel como administradores dessa luz divina, baseando-se na Bíblia e nos escritos da Irmã White para destacar nossa responsabilidade no plano de redenção.

    A PRESENÇA DE DEUS COMO LUZ

    A presença de Deus brilha através do óleo sagrado que acende as lâmpadas do templo: “Ordena aos filhos de Israel que te tragam óleo puro de oliva batido para a luz, para que as lâmpadas ardam continuamente” (Levítico 24:2, KJV). Essa luz simboliza a orientação de Deus. Jesus nos chama para incorporar essa luz: “Vós sois a luz do mundo. Uma cidade situada sobre um monte não pode ser escondida” (Mateus 5:14, KJV). A igreja é a agência designada por Deus para a salvação dos homens, organizada para o serviço de levar o evangelho ao mundo (Os Atos dos Apóstolos, p. 9, 1911). As Escrituras afirmam: “A tua palavra é lâmpada para os meus pés e luz para o meu caminho” (Salmo 119:105, KJV), e “A entrada das tuas palavras dá luz; dá entendimento aos simples” (Salmo 119:130, KJV). A irmã White escreve: “A verdade deve ser plantada no coração. Ela deve controlar a mente e regular as afeições” (Christ’s Object Lessons, p. 100, 1900). Ela afirma ainda: “A palavra de Deus deve ser nosso guia em todas as coisas que dizem respeito aos nossos interesses eternos” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 708, 1889). O amor de Deus é revelado em Sua confiança em nós para refletir Sua verdade. Para honrar essa confiança, devemos cultivar uma conexão pessoal com Ele por meio da oração e do estudo, compartilhando Seu amor com nossos vizinhos com humildade e serviço. Como podemos garantir que nossas vidas reflitam consistentemente essa luz divina?

    O ESPÍRITO SANTO COMO FONTE DE LUZ

    A visão de Zacarias revela o papel do Espírito Santo em sustentar a igreja: “Olhei e vi um candelabro todo de ouro… E duas oliveiras ao lado dele” (Zacarias 4:2-3, KJV). O candelabro representa a igreja, enquanto as oliveiras simbolizam o Espírito Santo como fonte da graça divina. Jesus prometeu: “E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre” (João 14:16, KJV). O Senhor mantém uma comunicação constante com os habitantes da Terra (Christ’s Object Lessons, p. 406, 1900). As Escrituras confirmam: “Mas o Consolador, que é o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, ele vos ensinará todas as coisas” (João 14:26, KJV), e “Quando vier, porém, o Espírito da verdade, ele vos guiará em toda a verdade” (João 16:13, KJV). A Sra. White observa: “O Espírito Santo é o representante de Cristo, mas desprovido da personalidade humana e independente dela” (O Desejado de Todas as Nações, p. 669, 1898). Ela acrescenta: “A influência do Espírito Santo é a vida de Cristo na alma” (Review and Herald, 26 de outubro de 1897). Essa comunicação reflete o amor de Deus, garantindo que nunca fiquemos sem orientação. Ao manter uma conexão aberta com o Espírito, nos tornamos canais de graça, levando conforto e cura aos outros. Como o Espírito Santo nos capacita a compartilhar o amor de Deus de maneira eficaz?

    PROCLAMANDO O EVANGELHO

    Deus nos confia o ministério da reconciliação: “E todas as coisas são de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Jesus Cristo, e nos deu o ministério da reconciliação” (2 Coríntios 5:18, KJV). A Grande Comissão de Jesus ordena: “Ide, portanto, e ensinai todas as nações” (Mateus 28:19, KJV). Cristo deu à igreja uma responsabilidade sagrada, e cada membro deve ser um canal através do qual Deus pode se comunicar com o mundo (Os Atos dos Apóstolos, p. 600, 1911). As Escrituras declaram: “Pregai a palavra; estai preparados a tempo e fora de tempo” (2 Timóteo 4:2, KJV), e “E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura” (Marcos 16:15, KJV). A irmã White escreve: “A obra de Deus nesta terra nunca poderá ser concluída até que os homens e mulheres que compõem nossa igreja se unam para a obra” (Testemunhos para a Igreja, vol. 9, p. 117, 1909). Ela afirma ainda: “O evangelho deve ser apresentado, não como uma teoria sem vida, mas como uma força viva para mudar a vida” (O Ministério da Cura, p. 147, 1905). Este dever sagrado reflete o amor de Deus, estendendo a graça a todas as nações. Ao confiar no Espírito Santo, honramos esta comissão e cumprimos nossa responsabilidade de compartilhar o evangelho com urgência e compaixão. Como podemos cumprir fielmente esta tarefa sagrada em nossa vida diária?

    VIVER COMO LUZES NO MUNDO

    Paulo descreve o poder transformador do amor de Deus: “E a esperança não nos envergonha, porque o amor de Deus é derramado em nossos corações pelo Espírito Santo” (Romanos 5:5, KJV). Cristo afirma: “Não fostes vós que me escolhestes, mas fui eu que vos escolhi… para que vades e deis frutos” (João 15:16, KJV). Os seguidores de Cristo foram redimidos para o serviço (Christ’s Object Lessons, p. 326, 1900). As Escrituras reforçam: “Porque somos obra sua, criados em Cristo Jesus para boas obras” (Efésios 2:10, KJV), e “Assim brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (Mateus 5:16, KJV). A irmã White declara: “Todo verdadeiro discípulo nasce no reino de Deus como missionário” (O Desejado de Todas as Nações, p. 195, 1898). Ela acrescenta: “Os seguidores de Cristo devem ser a luz do mundo; mas Deus não lhes pede que se esforcem para brilhar” (Pensamentos do Monte das Bem-Aventuranças, p. 42, 1896). Refletir o amor de Deus requer dar frutos espirituais — atos de fé, obediência e serviço. Ao ajudar outras pessoas a experimentar a graça de Deus, cumprimos nosso papel como Sua luz no mundo. Como nossas ações demonstram o amor transformador de Deus para com aqueles que nos rodeiam?

    O AMOR DE DEUS EM AÇÃO

    O esforço incessante de Deus para guiar e redimir a humanidade revela Seu amor. Ele fornece o Espírito Santo como fonte de verdade e força, garantindo que permaneçamos conectados a Ele. Os ungidos têm a posição de manter uma comunicação constante (Lições Objetivas de Cristo, p. 406, 1900). As Escrituras afirmam: “O Senhor está perto de todos os que O invocam, de todos os que O invocam em verdade” (Salmo 145:18, KJV), e “Mas a todos quantos O receberam, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus” (João 1:12, KJV). A irmã White observa: “Deus deseja revelar Seu poder por meio de Seu povo” (Testemunhos para a Igreja, vol. 7, p. 17, 1902). Ela afirma ainda: “O amor do Salvador deve ser revelado na vida de Seus discípulos” (O Desejado de Todas as Nações, p. 677, 1898). Essa conexão demonstra Seu amor por nós. Por meio de Seu amor, Deus nos confia a tarefa de espalhar Sua luz e cumprir Sua missão. Nossas ações, enraizadas em Sua graça, trazem esperança ao mundo e O glorificam. Ao refletirmos fielmente Sua luz, incorporamos Seu amor transformador. Como podemos viver ativamente o amor de Deus em nossas interações diárias?

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  • “Depois disso, derramarei o meu Espírito sobre toda a carne; e seus filhos e suas filhas profetizarão, seus velhos terão sonhos, seus jovens terão visões” (Joel 2:28, KJV).

    RESUMO

    A promessa de Deus de nos capacitar por meio do Espírito Santo é um testemunho eterno de Seu amor e fidelidade, equipando a comunidade para cumprir Sua missão redentora. Desde os primórdios da igreja até hoje, esse derramamento divino revela Seu compromisso em nutrir o crescimento espiritual e nos capacitar a refletir Seu amor em ação e fé. Este artigo explora como o fortalecimento do Espírito Santo, como visto na igreja primitiva, continua a nos inspirar e sustentar, com base nas Escrituras e nos escritos da Irmã White para afirmar o plano imutável de redenção de Deus.

    A PROMESSA FIEL DE DEUS

    As promessas de Deus à igreja primitiva foram exemplificadas no dom da chuva, simbolizando Sua Palavra e Seu Espírito. Joel 2:23 (KJV) proclamou: “Alegrai-vos, pois, ó filhos de Sião… pois Ele vos deu a chuva temporã moderadamente, e fará descer para vós a chuva”. A irmã White afirmou: “A obra será semelhante à do Dia de Pentecostes” (O Grande Conflito, p. 611, 1888). Essas bênçãos equiparam a comunidade primitiva para proclamar a salvação com ousadia. Essa garantia reflete o amor de Deus ao fornecer o que é necessário para o crescimento espiritual e a missão. As Escrituras confirmam isso ainda mais em Zacarias 10:1 (KJV): “Pedi ao Senhor chuva na época da chuva tardia; assim o Senhor fará nuvens brilhantes e dará chuvas a todos os que estão no campo”, e Ezequiel 36:27 (KJV): “E porei o meu Espírito dentro de vós, e farei com que andeis nos meus estatutos, e guardareis os meus juízos, e os cumprireis”. A irmã White também escreveu: “O Espírito Santo deve estar continuamente presente na igreja, para conduzir, guiar e dirigir no caminho da justiça” (Testemunhos para a Igreja, vol. 8, p. 20, 1904), e “A promessa do Espírito é motivo de muita oração, e não devemos esperá-la sem um esforço sincero” (Mensagens Escolhidas, Livro 1, p. 121, 1958). Sua Palavra, como a chuva, nutre e sustenta, garantindo que Seus planos prosperem. Como essa provisão divina nos prepara para confiar no poder transformador de Deus?

    ALEGRIA ATRAVÉS DAS PROVAÇÕES

    Os primeiros discípulos suportaram tristezas e alegrias, preparando-os para sua missão. Jesus disse em João 16:20-22 (KJV): “Vós estareis tristes, mas a vossa tristeza se converterá em alegria”. Essa promessa foi cumprida quando eles se uniram em oração, buscando a orientação de Deus. A irmã White observou: “Os discípulos oraram com intensa sinceridade… eles se aproximaram na comunhão cristã” (Os Atos dos Apóstolos, p. 37, 1911). O amor de Deus é evidente na forma como Ele transforma a dor em propósito. Confirmando isso, o Salmo 30:5 (KJV) afirma: “O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã”, e 2 Coríntios 4:17 (KJV) declara: “Porque a nossa leve aflição, que é apenas por um momento, produz para nós um peso eterno de glória muito maior”. A irmã White explicou ainda: “Em todas as provações, Deus tem providenciado ajuda para o Seu povo” (Christ’s Object Lessons, p. 172, 1900), e “Aflições, cruzes, tentações, adversidades e nossas diversas provações são os instrumentos de Deus para nos refinar” (Testimonies for the Church, Vol. 2, p. 271, 1868). Assim como os discípulos, podemos confiar que os períodos de tristeza nos refinam, equipando-nos para melhor servir à Sua vontade. Qual é o papel da confiança nas promessas de Deus na transformação de nossos desafios em oportunidades de crescimento?

    A PODEROSA DERRAMADA DE PENTECOSTES

    O cumprimento das orações dos discípulos aconteceu durante o Pentecostes. Atos 2:1-4 (KJV) descreve o evento: “E todos foram cheios do Espírito Santo”. Profecias como Oséias 6:3 (KJV) se realizaram: “Ele virá a nós como a chuva”. A irmã White observou: “O Espírito veio sobre os discípulos que esperavam e oravam… revelou-se em poder” (Os Atos dos Apóstolos, p. 38, 1911). Esta efusão ilustra como Deus capacita aqueles que se unem na fé. As Escrituras reforçam isso em Atos 4:31 (KJV): “E, tendo orado, o lugar em que estavam reunidos tremeu; e todos ficaram cheios do Espírito Santo e falavam com ousadia a palavra de Deus”, e Ezequiel 39:29 (KJV): “Não mais esconderei de eles o meu rosto, pois derramei o meu Espírito sobre a casa de Israel, diz o Senhor Deus”. A irmã White acrescentou: “O derramamento do Espírito nos dias apostólicos foi a chuva temporã, e glorioso foi o resultado” (Testemunhos para a Igreja, vol. 8, p. 21, 1904), e “Quando nos consagramos inteiramente e de todo o coração ao serviço de Deus, Ele reconhecerá esse fato com um derramamento do Seu Espírito” (Mensagens Escolhidas, Livro 1, p. 184, 1958). Quando O buscamos juntos, Seu Espírito nos equipa para cumprir Seus propósitos, demonstrando Seu amor ilimitado. Como a unidade na oração abre a porta para o Espírito capacitador de Deus?

    COLHEITA DO SERVIÇO FIEL

    Capacitada pelo Espírito Santo, a igreja primitiva alcançou um crescimento notável. Atos 2:37-41 (KJV) relata como o sermão de Pedro levou milhares a se arrependerem e serem batizados. A irmã White escreveu: “Deus pode agir com tanta força quando os homens se entregam ao controle do Seu Espírito” (O Grande Conflito, p. 611, 1888). Essa transformação ressalta a eficácia do poder divino. O amor de Deus se reflete em Sua disposição de usar pessoas imperfeitas para divulgar Sua mensagem. As Escrituras confirmam isso em 1 Coríntios 3:6-7 (KJV): “Eu plantei, Apolo regou, mas Deus deu o crescimento. Portanto, nem aquele que planta é alguma coisa, nem aquele que rega, mas Deus, que dá o crescimento”, e 2 Timóteo 1:7 (KJV): “Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de poder, de amor e de moderação”. A irmã White afirmou ainda: “O Senhor está disposto a trabalhar por meio de agentes humanos que estejam dispostos a ser usados” (O Desejado de Todas as Nações, p. 297, 1898), e “A obra de Deus nesta terra nunca poderá ser concluída até que os homens e mulheres que compõem nossa igreja se unam para a obra” (Testemunhos para a Igreja, vol. 9, p. 117, 1909). Quando nos rendemos ao Seu Espírito, Ele multiplica nossos esforços, permitindo-nos impactar profundamente outras pessoas. Como nossa rendição ao Espírito Santo pode amplificar nossos esforços na missão de Deus?

    REFLETINDO O AMOR DIVINO

    Esses eventos bíblicos revelam o amor de Deus como uma força nutritiva que capacita e sustenta. Isaías 55:11 nos assegura que Sua Palavra cumprirá Seu propósito. A irmã White nos lembra: “É o primeiro passo no caminho da obediência e da luz” (Steps to Christ, p. 101, 1892). O amor de Deus é evidente em Seu convite para que sejamos Seus parceiros na divulgação da salvação. As Escrituras afirmam isso em João 15:26 (KJV): “Mas, quando vier o Consolador, que eu vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da verdade, que procede do Pai, ele testificará de mim”, e Romanos 15:13 (KJV), “Ora, o Deus da esperança vos encha de toda a alegria e paz no vosso crer, para que sejais ricos em esperança, pelo poder do Espírito Santo”. A irmã White também escreveu: “O Espírito Santo é o sopro da vida espiritual na alma” (O Desejado de Todas as Nações, p. 805, 1898) e “É pelo Espírito que o coração se torna puro” (Mensagens Escolhidas, Livro 2, p. 97, 1958). Por meio da oração e do estudo, encontramos força em Suas promessas. Como comunidade, devemos apoiar uns aos outros, compartilhando Seu amor e vivendo vidas semelhantes às de Cristo para cumprir Seu propósito. Como podemos refletir ativamente o amor de Deus em nossas interações diárias?

    AMOR EM AÇÃO

    A provisão do Espírito Santo por Deus reflete Seu amor infinito, garantindo que Sua Palavra cumpra Seu propósito. Esse amor é pessoal e comunitário, chamando-nos a refleti-lo em nossas ações. Ao confiar em Suas promessas e buscar Sua orientação, nos tornamos vasos de Sua graça, demonstrando ao mundo o poder transformador de Seu Espírito. As Escrituras confirmam isso em Gálatas 5:22-23 (KJV): “Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança; contra essas coisas não há lei”, e Efésios 3:16-17 (KJV), “Para que Ele vos conceda, segundo as riquezas da Sua glória, ser fortalecidos com poder pelo Seu Espírito no homem interior; para que Cristo habite em vossos corações pela fé”. A irmã White observou: “Quando o Espírito de Deus toma posse do coração, ele transforma a vida” (O Desejado de Todas as Nações, p. 173, 1898) e “A transmissão do Espírito é a transmissão da vida de Cristo” (Obreiros Evangélicos, p. 285, 1915). Por meio da unidade, da oração e da rendição, podemos cumprir a missão que nos foi confiada, incorporando a certeza de que Sua Palavra nunca voltará vazia, mas prosperará em seu propósito (Isaías 55:11). Como podemos incorporar o amor de Deus para nos tornarmos fiéis administradores de Sua mensagem?

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  • Romanos 5:8 (KJV): “Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que, enquanto ainda éramos pecadores, Cristo morreu por nós.”

    RESUMO

    O amor redentor de Deus oferece à humanidade um caminho transformador do pecado para a justiça, conforme revelado pelas Escrituras e pela orientação divina. Por meio da convicção do Espírito Santo, do sacrifício de Cristo e dos frutos do Espírito, somos chamados a refletir Seu caráter e estender Sua graça aos outros, vivendo como exemplos de Seu amor e esperança em um mundo que precisa de salvação.

    A NATUREZA CAÍDA DA HUMANIDADE

    A condição natural da humanidade continua sendo de separação de Deus, como as Escrituras claramente descrevem. Romanos 3:11-12 (KJV) afirma: “Não há ninguém que entenda, não há ninguém que busque a Deus. Todos se desviaram, juntos se tornaram inúteis; não há ninguém que faça o bem, não, nem um sequer.” Essa dura realidade da pecaminosidade ressalta a necessidade universal da intervenção e do amor divinos. O plano redentor de Deus nos oferece esperança, um chamado à transformação e uma oportunidade de refletir Seu caráter. As Escrituras esclarecem ainda mais essa verdade em Isaías 53:6 (KJV): “Todos nós, como ovelhas, nos desviamos; cada um se voltou para o seu próprio caminho; e o Senhor colocou sobre ele a iniquidade de todos nós”. Da mesma forma, Salmos 51:5 (KJV) afirma: “Eis que fui formado na iniquidade, e em pecados minha mãe me concebeu”. A irmã White escreve: “O coração, sem a graça de Deus, é enganador acima de todas as coisas e desesperadamente perverso” (O Grande Conflito, p. 508, 1888). Ela observa ainda: “A natureza do homem está tão enfraquecida pelo pecado que é impossível para ele, com suas próprias forças, resistir ao poder do mal” (Christ’s Object Lessons, p. 311, 1900). Por meio da graça de Deus, encontramos um caminho para a restauração, o que nos leva a perguntar: como podemos abraçar plenamente esse chamado divino para a transformação?

    O PODER TRANSFORMADOR DO ESPÍRITO SANTO

    A luta entre a carne e o Espírito define nossa jornada espiritual, como declara Romanos 8:7-8 (KJV): “Porque a mente carnal é inimizade contra Deus… aqueles que estão na carne não podem agradar a Deus”. O Espírito Santo serve como o agente divino da mudança, como João 16:8-11 (KJV) revela: “E, quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo.” O Espírito nos convence e nos guia para a justiça. Gálatas 5:16 (KJV) instrui: “Andai no Espírito, e não cumprireis os desejos da carne.” Da mesma forma, Ezequiel 36:26 (KJV) promete: “Eu vos darei um coração novo e porei dentro de vós um espírito novo.” A irmã White explica: “O Espírito Santo toma a verdade e a transforma no poder de Deus para a salvação de todos os que crêem” (Testemunhos para a Igreja, vol. 6, p. 111, 1901). Ela acrescenta: “O Espírito não foi dado para substituir a Bíblia, mas para abrir seus tesouros à mente” (Mensagens Escolhidas, Livro 1, p. 416, 1958). O amor de Deus, por meio da obra do Espírito, nos exorta a nos render e nos tornarmos vasos de graça. Como o Espírito Santo nos capacita a viver vidas transformadas?

    O DESCANSO REDENTOR DE CRISTO

    Jesus estende um convite a todos os que estão sobrecarregados pelo pecado, como proclama Mateus 11:28-30 (KJV): “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.” O sacrifício de Cristo proporciona perdão e uma nova natureza. Romanos 8:12-13 (KJV) nos lembra: “Se, pelo Espírito, mortificardes as obras do corpo, vivereis.” Esse descanso requer nossa cooperação com a graça de Deus. João 15:4 (KJV) exorta: “Permanecei em mim, e eu permanecerei em vós. Como o ramo não pode dar fruto por si mesmo, a menos que permaneça na videira, assim também vós não podereis, a menos que permaneçais em mim.” Da mesma forma, 2 Coríntios 5:17 (KJV) declara: “Se alguém está em Cristo, é nova criatura. As coisas antigas já passaram; eis que todas as coisas se tornaram novas”. A irmã White afirma: “Jesus ama que venhamos a Ele exatamente como somos, pecadores, desamparados, dependentes” (Steps to Christ, p. 52, 1892). Ela observa ainda: “Por meio do poder transformador de Sua graça, a imagem de Deus é reproduzida no discípulo” (O Desejado de Todas as Nações, p. 391, 1898). Como destinatários dessa graça, refletimos o amor de Deus por meio da humildade e da compaixão. Qual é o papel da nossa cooperação na experiência do descanso de Cristo?

    MANIFESTANDO OS FRUTOS DO ESPÍRITO

    Uma vida transformada brilha através dos frutos do Espírito, conforme listado em Gálatas 5:22-23 (KJV): “Amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança”. Essas virtudes refletem o caráter de Deus e nos chamam a imitar Seu exemplo. Colossenses 3:12-17 (KJV) nos instrui a incorporar “misericórdia, bondade, humildade de espírito, mansidão, longanimidade”. Efésios 4:32 (KJV) acrescenta: “Sede bondosos uns para com os outros, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, assim como Deus, por amor de Cristo, vos perdoou”. Da mesma forma, Filipenses 2:5 (KJV) exorta: “Tenham em vocês o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus”. A irmã White escreve: “Os frutos do Espírito são a evidência de uma conexão genuína com Cristo” (Christ’s Object Lessons, p. 69, 1900). Ela também afirma: “Quando o coração é renovado pela graça divina, o amor é o princípio que rege a ação” (Patriarcas e Profetas, p. 372, 1890). Somos chamados a irradiar o amor de Deus por meio da bondade e da humildade. Como esses frutos podem moldar nossas interações diárias com os outros?

    REFLETINDO O AMOR DIVINO

    A graça de Deus nos redime ativamente, como assegura Romanos 8:1 (KJV): “Portanto, agora não há condenação para aqueles que estão em Cristo Jesus”. Seu amor perdoa nossos pecados e nos convida para Sua família. Tito 3:5 (KJV) afirma: “Não por obras de justiça que tivéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia, ele nos salvou, pela lavagem da regeneração e pela renovação do Espírito Santo”. Da mesma forma, 1 João 4:19 (KJV) declara: “Nós o amamos, porque ele nos amou primeiro”. A irmã White explica: “O amor de Deus não é um mero sentimento; é um princípio vivo, que transforma o coração” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 171, 1889). Ela observa ainda: “Pela graça de Cristo, podemos realizar tudo o que Deus exige” (Parábolas de Jesus, p. 301, 1900). Como destinatários de Sua misericórdia, somos encarregados de refletir Seu amor perdoando os outros e compartilhando Sua verdade. Como podemos incorporar o amor de Deus em um mundo em busca de esperança?

    O PLANO REDENTOR DE DEUS

    O amor de Deus transforma e redime, oferecendo-nos um caminho do pecado para a justiça. Por meio da orientação do Espírito Santo, do sacrifício de Cristo e dos frutos do Espírito, somos capacitados a viver uma vida que honra a Deus e edifica os outros. A irmã White nos lembra: “A plenitude do caráter cristão é alcançada quando o impulso de ajudar e abençoar os outros brota constantemente de dentro” (Atos dos Apóstolos, p. 551, 1911). 1 Pedro 2:9 (KJV) declara: “Vós sois uma geração eleita, um sacerdócio real, uma nação santa, um povo peculiar; para que mostreis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz”. Da mesma forma, 2 Pedro 1:4 (KJV) promete: “Pelas quais nos foram dadas preciosas e grandíssimas promessas, para que por elas vos torneis participantes da natureza divina”. A irmã White afirma: “O plano da redenção é restaurar no homem a imagem de seu Criador” (O Grande Conflito, p. 645, 1888). Ela também escreve: “O amor de Deus é revelado em todas as Suas relações com o Seu povo” (O Ministério da Cura, p. 429, 1905). Vamos refletir esse amor diariamente, inspirando outros a abraçar a esperança da redenção.

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  • “E nós conhecemos e cremos no amor que Deus tem por nós. Deus é amor; e aquele que permanece no amor permanece em Deus, e Deus nele” (1 João 4:16, KJV).

    RESUMO

    O amor de Deus se manifesta por meio de Sua orientação, convênios e mensagens proféticas, como visto em Suas interações com patriarcas, profetas e Seu povo da aliança. Este artigo explora como Seu cuidado pessoal, revelado por meio da fé de Abraão, da liderança de Moisés e do Espírito de Profecia, nos inspira a confiar Nele e compartilhar Sua mensagem de esperança e salvação com outras pessoas.

    A REVELAÇÃO DE DEUS AOS PATRIARCAS

    O relacionamento de Deus com os patriarcas revela Seu amor por meio da comunicação pessoal e da orientação. Quando Deus chamou Abraão, Ele disse: “Saia da sua terra… para uma terra que eu lhe mostrarei” (Gênesis 12:1, KJV), fornecendo tanto um propósito quanto uma direção. A fé de Abraão exemplifica a confiança nas promessas de Deus, pois sua obediência abriu caminho para uma aliança com a humanidade. As Escrituras revelam mais insights em Gênesis 26:5: “Porque Abraão obedeceu à minha voz e guardou o meu mandamento, os meus preceitos, os meus estatutos e as minhas leis” (KJV), mostrando seu compromisso inabalável. Da mesma forma, o Salmo 32:8 afirma: “Eu te instruirei e te ensinarei no caminho que deves seguir; eu te guiarei com os meus olhos” (KJV), afirmando a orientação pessoal de Deus. A irmã White enfatiza a fé de Abraão, afirmando: “A obediência inquestionável de Abraão é uma das evidências mais marcantes da fé” (Patriarcas e Profetas, p. 126, 1890). Ela observa ainda: “Deus deu Seu Filho para morrer por um mundo perdido, para que, pela fé Nele, pudéssemos ganhar a vida eterna” (A História da Redenção, p. 151, 1947). O sonho de Jacó de uma escada conectando o céu e a terra simboliza a conexão contínua de Deus conosco. A irmã White explica: “A escada representa Jesus, o meio de comunicação designado” (Patriarcas e Profetas, p. 184, 1890). Ela acrescenta: “Por meio de Cristo, a Terra está novamente ligada ao céu” (O Desejado de Todas as Nações, p. 113, 1898). A aliança de Deus com os patriarcas demonstra Seu profundo cuidado e compromisso, encorajando-nos a imitar a confiança deles, respondendo ao Seu amor com fé e gratidão. Como a orientação de Deus por meio de Suas promessas molda nossa resposta ao Seu amor?

    O CHAMADO E A LIDERANÇA DE MÓISES

    O chamado de Deus a Moisés destaca Sua compaixão pelos oprimidos. Na sarça ardente, Deus declarou: “Certamente vi a aflição do meu povo… e desci para livrá-los” (Êxodo 3:7-8, KJV). Esse ato de intervenção mostra Sua preocupação com a justiça, ao responder aos clamores de Seu povo. Deuteronômio 4:37 afirma: “E porque amou teus pais, escolheu a sua descendência depois deles e te tirou do Egito com o seu grande poder” (KJV), ressaltando Sua libertação motivada pelo amor. Salmos 106:8 acrescenta: “Contudo, Ele os salvou por causa do seu nome, para que fizesse conhecido o seu grande poder” (KJV), afirmando Seu propósito na salvação. A irmã White observa: “Em sua escravidão, os israelitas perderam o conhecimento de Deus; Seu amor por eles é visto no esforço para restaurá-los” (Patriarcas e Profetas, p. 252, 1890). Ela escreve ainda: “A providência de Deus providencia o cumprimento de Seus propósitos por meio de agentes humanos” (Educação, p. 238, 1903). Apesar dos sentimentos de inadequação de Moisés, Deus o equipou para a liderança. A irmã White afirma: “Deus seleciona Seus mensageiros, não com base em padrões humanos, mas porque conhece seus corações” (Obreiros Evangélicos, p. 13, 1915). Ela acrescenta: “O Senhor qualifica aqueles que Ele chama para o Seu serviço” (O Ministério da Cura, p. 148, 1905). A história de Moisés nos lembra que Deus nos capacita para cumprir Seus propósitos, chamando-nos para defender a justiça e levar outros à liberdade em Cristo. Como a capacitação de Deus nos permite servir aos outros com compaixão?

    ORIENTAÇÃO PROFÉTICA E REJEIÇÃO

    O uso que Deus faz dos profetas reflete Seu amor ao fornecer aconselhamento espiritual. Profetas como Débora (Juízes 4:4, KJV) e Amós (Amós 7:14-15, KJV) foram escolhidos para transmitir as mensagens de Deus, guiando Seu povo em direção à justiça. As Escrituras confirmam isso em 2 Crônicas 20:20: “Crede no Senhor, vosso Deus, e sereis estabelecidos; crede nos seus profetas, e prosperareis” (KJV), enfatizando o papel da orientação profética. Oséias 12:13 afirma: “E por meio de um profeta o Senhor tirou Israel do Egito, e por meio de um profeta ele foi preservado” (KJV), destacando o cuidado protetor de Deus por meio de Seus mensageiros. A irmã White enfatiza: “Os verdadeiros profetas falam conforme são movidos pelo Espírito Santo” (O Grande Conflito, p. 596, 1911). Ela observa ainda: “Deus deu o dom da profecia para guiar Seu povo em tempos de perigo” (Mensagens Escolhidas, vol. 1, p. 31, 1958). Rejeitar os profetas, como visto quando Miriam e Arão criticaram Moisés, resultando na lepra de Miriam (Números 12:9-11, KJV), leva ao perigo espiritual. A irmã White escreve: “Aqueles que rejeitam as mensagens de Deus fecham a porta para as Suas bênçãos” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 682, 1889). A orientação de Deus por meio dos profetas é uma expressão de amor, oferecendo-nos oportunidades de renovação e arrependimento, encorajando-nos a ouvir Suas advertências e apoiar uns aos outros na fidelidade. Como respeitar as mensagens proféticas de Deus fortalece nossa caminhada espiritual?

    O TESTEMUNHO DE JESUS E AS IMPLICAÇÕES MODERNAS

    Apocalipse 19:10 (KJV) proclama: “O testemunho de Jesus é o espírito da profecia”, enfatizando sua importância em nos guiar. Esse testemunho nos chama a nos alinharmos com a verdade de Deus em preparação para a volta de Cristo. Apocalipse 14:12 afirma: “Aqui está a paciência dos santos; aqui estão aqueles que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (KJV), destacando o chamado à fé inabalável. 2 Pedro 1:19 acrescenta: “Temos também a palavra profética mais segura, à qual bem fazeis em prestar atenção” (KJV), exortando-nos a dar ouvidos à orientação profética. A irmã White afirma: “O testemunho de Jesus é um chamado ao arrependimento e à reforma” (Primeiros Escritos, p. 270, 1882). Ela observa ainda: “O espírito de profecia é dado para preparar um povo para a vinda do Senhor” (Testemunhos para a Igreja, vol. 8, p. 299, 1904). Apocalipse 3:14-17 (KJV) adverte a igreja de Laodicéia contra a fé morna, exortando à devoção sincera. A irmã White explica: “O amor de Cristo exige devoção sincera, não serviço indiferente” (Testemunhos para a Igreja, vol. 1, p. 188, 1855). Ela acrescenta: “As mensagens de repreensão são dadas para despertar a igreja para sua verdadeira condição” (Mensagens Escolhidas, vol. 1, p. 117, 1958). Ao abraçar Suas mensagens proféticas, permitimos que o Espírito Santo nos transforme, compartilhando Sua luz com outros para encorajar a preparação espiritual. Como o espírito de profecia nos inspira a nos preparar para a volta de Cristo?

    REFLETINDO O AMOR DE DEUS ATRAVÉS DESSES CONCEITOS

    O amor de Deus é evidente em Sua orientação, aliança e mensagens proféticas. A aliança com Abraão demonstra Seu cuidado, pois Ele prometeu: “Não temas, Abrão, pois eu sou o teu escudo e a tua recompensa será muito grande” (Gênesis 15:1, KJV). Essa promessa nos oferece proteção e propósito. Gênesis 17:7 afirma: “E estabelecerei a minha aliança entre mim e ti e a tua descendência depois de ti, nas suas gerações, por aliança perpétua” (KJV), confirmando Seu compromisso duradouro. Salmos 91:4 acrescenta: “Ele te cobrirá com as suas penas, e debaixo das suas asas confiarás; a sua verdade será o teu escudo e broquel” (KJV), reforçando Seu amor protetor. A irmã White acrescenta: “O amor e a fidelidade de Deus são imutáveis” (Patriarcas e Profetas, p. 125, 1890). Ela escreve ainda: “A aliança da graça foi feita pela primeira vez com o homem no Éden” (A História da Redenção, p. 146, 1947). Esses exemplos afirmam que a orientação de Deus é um ato de amor, chamando-nos a confiar plenamente Nele. A irmã White afirma: “As promessas de Deus são dadas para fortalecer nossa fé e encorajar a obediência” (Lições Objetivas de Cristo, p. 147, 1900). Ao imitar Seu cuidado e compartilhar Suas promessas, incorporamos Seu amor em nossas comunidades. Como podemos compartilhar ativamente o amor de Deus para inspirar fé nos outros?

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  • “Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento” (Provérbios 3:5, KJV).

    RESUMO

    Este artigo examina o reinado de Oséias e o declínio espiritual de Israel, destacando lições sobre idolatria, sincretismo e o amor duradouro de Deus. Com base na Bíblia e nos escritos da irmã White, ele ressalta as consequências da desobediência e o chamado à fé inabalável e à devoção à aliança de Deus.

    O REINADO DE OSÉIAS E O DECLÍNIO ESPIRITUAL

    A liderança de Oséias exemplificou nosso declínio moral e espiritual. “Oséias fez o que era mau aos olhos do Senhor” (2 Reis 17:2, KJV) . Sua confiança no Egito, em vez de Deus, levou à invasão da Assíria e ao nosso cativeiro. A irmã White escreve: “Todas as promessas de Deus estão condicionadas à humilde obediência” (The Complete Conflict of the Ages, p. 2240, 2011). Isso nos lembra que a confiança equivocada nas alianças humanas em detrimento da proteção divina leva ao fracasso. Assim como Israel, quando ignoramos a orientação de Deus, enfrentamos as consequências da autoconfiança. As Escrituras afirmam isso em Isaías 31:1: “Ai dos que descem ao Egito em busca de ajuda, que confiam em cavalos e carruagens, porque são muito fortes, mas não olham para o Santo de Israel, nem buscam o Senhor!” (KJV). Da mesma forma, Jeremias 17:5 afirma: “Assim diz o Senhor: Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e cujo coração se afasta do Senhor” (KJV). A irmã White observa ainda: “Aqueles que confiam em si mesmos estão construindo sobre areia movediça” (Patriarcas e Profetas, p. 124, 1890). Ela também escreve: “A obediência é o teste do discipulado” (O Desejado de Todas as Nações, p. 668, 1898). Nossa história nos adverte a colocar nossa confiança inabalável na aliança de Deus. Como podemos garantir que nossa confiança permaneça somente em Deus?

    PECADOS DE IDOLATRIA E DESOBEDIÊNCIA

    Nossa principal queda foi a idolatria persistente. Violando o primeiro mandamento, “Não terás outros deuses diante de mim” (Êxodo 20:3, KJV), adotamos práticas pagãs. Nossa rejeição às advertências proféticas aprofundou nossa rebelião. A irmã White observa: “Houve alguns que permaneceram fiéis à sua aliança com Deus, mas a maior parte do povo se uniu à apostasia” (Patriarcas e Profetas, p. 317, 1890). Esse comportamento revela o perigo da apatia espiritual e da resistência ao arrependimento. A idolatria, seja materialista ou ideológica, substitui nossa reverência a Deus por uma devoção equivocada. A admoestação de Paulo, “Fujam da idolatria” (1 Coríntios 10:14, KJV), nos chama a rejeitar qualquer coisa que nos distraia da adoração a Deus. Apoiando isso, Deuteronômio 6:14 ordena: “Não seguireis outros deuses, dos deuses dos povos que estão ao vosso redor” (KJV). Da mesma forma, 1 João 5:21 exorta: “Filhinhos, guardai-vos dos ídolos” (KJV). A irmã White acrescenta: “A idolatria é o pecado da era” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 141, 1882). Ela também adverte: “Tudo o que estimamos que tende a diminuir nosso amor por Deus ou a interferir em Seu serviço é um ídolo” (O Ministério da Cura, p. 287, 1905). Devemos rejeitar tudo o que nos distrai da adoração a Deus. Que medidas podemos tomar para nos proteger contra a idolatria em nossas vidas?

    SINCRETISMO: O PERIGO DO COMPROMETIMENTO

    O sincretismo enfraqueceu nossa fé ao misturar a adoração divina com práticas mundanas. A aliança de Deus, “Eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo” (Jeremias 31:33, KJV), exigia lealdade total. A irmã White adverte: “Todas as riquezas do mundo não têm valor suficiente para resgatar uma alma perecida” (Review and Herald Articles, Livro IV, p. 383, 1898). Nossa obediência parcial traiu nossa aliança, levando ao exílio. Paulo exorta: “Não se amoldem ao padrão deste mundo” (Romanos 12:2, KJV), lembrando-nos que o compromisso com o pecado corrompe nossa fé. Ezequiel 20:39 declara: “Quanto a vós, ó casa de Israel, assim diz o Senhor Deus: Ide, servi cada um os seus ídolos, e daqui em diante também, se não me ouvirdes; mas não mais profaneis o meu santo nome” (KJV). Da mesma forma, 2 Coríntios 6:17 instrui: “Por isso, saiam do meio deles e separem-se, diz o Senhor, e não toquem em nada imundo” (KJV). A irmã White enfatiza: “Nenhum compromisso com o mal pode ser feito sem perda” (O Grande Conflito, p. 509, 1888). Ela afirma ainda: “O serviço sem entusiasmo nos coloca em uma posição de perigo” (Steps to Christ, p. 44, 1892). Isso exige firmeza em nosso relacionamento com Deus, rejeitando práticas que diluem nossa devoção. Como podemos manter a pureza em nossa adoração a Deus?

    VAIDADE, TÉPIDIDADE E CORAÇÕES ENDURECIDOS

    Nossa vaidade espiritual e complacência refletiam a tibieza criticada em Apocalipse: “Porque és morno… eu te vomitarei da minha boca” (Apocalipse 3:16, KJV). A irmã White afirma: “Uma vida cristã consagrada está sempre derramando luz, conforto e paz” (Review and Herald Articles, Livro IV, p. 383, 1898). Nosso foco na riqueza material e nos ídolos refletia apatia espiritual. Nossos corações endurecidos ampliavam nossa resistência à paciência e ao amor de Deus. Apoiando isso, Hebreus 3:13 adverte: “Mas exortai-vos uns aos outros diariamente, enquanto se chama Hoje, para que nenhum de vós se endureça pelo engano do pecado” (KJV). Da mesma forma, Mateus 15:8 declara: “Este povo se aproxima de mim com a boca e me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de mim” (KJV). A irmã White observa: “Um estado morno é ofensivo a Deus” (Testemunhos para a Igreja, vol. 4, p. 87, 1876). Ela também escreve: “O coração que não se rende a Deus endurece-se” (Christ’s Object Lessons, p. 50, 1900). Devemos nos proteger contra a devoção sem entusiasmo, esforçando-nos, em vez disso, por ter humildade e sinceridade em nossa fé. Como podemos cultivar um compromisso fervoroso e sincero com Deus?

    O AMOR DE DEUS

    Mesmo no julgamento, o amor de Deus brilha. A irmã White observa: “Deus permite provações para nos preparar para bênçãos maiores” (Testemunhos para a Igreja, vol. 9, p. 271, 1909). Embora tenhamos enfrentado o exílio, as repetidas advertências de Deus demonstraram Sua misericórdia e desejo de restauração. João 3:16 declara: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira… que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (KJV). Esse ato supremo de amor nos garante que a disciplina de Deus não é abandono, mas um chamado à renovação. Lamentações 3:22-23 afirma: “É pela misericórdia do Senhor que não somos consumidos, porque as suas compaixões não falham. Elas se renovam a cada manhã: grande é a tua fidelidade” (KJV). Da mesma forma, Romanos 5:8 declara: “Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que, enquanto ainda éramos pecadores, Cristo morreu por nós” (KJV). A irmã White escreve: “O amor de Deus é revelado em todas as Suas relações com o Seu povo” (O Ministério da Cura, p. 33, 1905). Ela também observa: “A disciplina da provação é parte do grande plano de Deus para nos trazer de volta a Ele” (O Desejado de Todas as Nações, p. 330, 1898). Seu amor busca redimir, mostrando que a correção, quando enraizada no amor, visa restaurar-nos à justiça. Como respondemos ao amor corretivo de Deus em nossas vidas?

    A fidelidade a Deus requer obediência e devoção. Jesus enfatizou: “Se vocês me amam, guardem os meus mandamentos” (João 14:15, KJV). A Sra. White exorta: “Deus nos chama para alcançar um padrão mais elevado de vida espiritual” (Steps to Christ, p. 47, 1892). Isso inclui oração, adoração e resistência ao compromisso. Da mesma forma, nossas responsabilidades se estendem aos nossos vizinhos. Jesus ensinou: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Marcos 12:31, KJV), e a Sra. White reitera: “A verdadeira religião significa amar a Deus supremamente e amar o nosso próximo como a nós mesmos” (Christ’s Object Lessons, p. 384, 1900). Como comunidade, devemos refletir o amor de Deus por meio do serviço, da compaixão e da justiça. Deuteronômio 10:12 ordena: “E agora, Israel, o que o Senhor, teu Deus, requer de ti, senão que temas ao Senhor, teu Deus, andes em todos os seus caminhos, e o ames, e sirvas ao Senhor, teu Deus, com todo o teu coração e com toda a tua alma” (KJV). Da mesma forma, Miquéias 6:8 declara: “Ele te mostrou, ó homem, o que é bom; e o que o Senhor exige de ti, senão praticar a justiça, amar a misericórdia e andar humildemente com o teu Deus?” (KJV). A irmã White escreve: “A obediência a Deus é a condição para a comunhão com Ele” (Testemunhos para a Igreja, vol. 6, p. 14, 1901). Ela também afirma: “O amor ao homem é a manifestação terrena do amor de Deus” (O Desejado de Todas as Nações, p. 641, 1898). Devemos refletir o amor de Deus por meio do serviço, da compaixão e da justiça. Como podemos viver diariamente nossas responsabilidades para com Deus e nossos vizinhos

    LIÇÕES DA HISTÓRIA DE ISRAEL

    Nossa história ressalta os perigos da idolatria, do compromisso e da desobediência, ao mesmo tempo em que afirma o amor duradouro de Deus. Como indivíduos e comunidades, prestamos atenção a essas lições, buscando devoção e fidelidade inabaláveis. Por meio da graça de Deus, somos chamados a refletir Seu amor e cumprir nossas responsabilidades divinas. O Salmo 119:105 afirma: “A tua palavra é lâmpada para os meus pés e luz para o meu caminho” (KJV). Da mesma forma, 2 Timóteo 2:15 exorta: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade” (KJV). A irmã White escreve: “Por meio da fé e da obediência, podemos ter a vida eterna” (O Grande Conflito, p. 531, 1888). Ela também observa: “O amor de Deus é o fundamento de todas as Suas relações com o Seu povo” (Caminho a Cristo, p. 103, 1892). Permaneçamos firmes na fé, guiados pela Palavra e pelo amor de Deus.

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  • “Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apóie em seu próprio entendimento” (Provérbios 3:5, KJV)

    RESUMO

    O reinado do rei Ezequias é um exemplo de justiça transmitida por meio da fé, da humildade e da oração, demonstrando o amor e a orientação de Deus para o Seu povo. Seu compromisso em restaurar a verdadeira adoração, confiar em Deus nas adversidades, permanecer firme contra a intimidação e confiar na oração revela uma vida alinhada com os princípios divinos. Este artigo explora como a jornada de Ezequias nos encoraja a aprofundar nossa fé, apoiar uns aos outros e refletir o amor de Deus, oferecendo lições atemporais para o crescimento espiritual pessoal e comunitário.

    A FÉ DE EZEQUIAS E A LIBERTAÇÃO DE DEUS

    A história do rei Ezequias é um poderoso exemplo de fé, humildade e oração na liderança. Seu reinado demonstra como a obediência a Deus traz renovação, orientação e libertação, refletindo o amor e o desejo de Deus por nossa restauração. Explorar a jornada de Ezequias nos convida a refletir sobre sua relevância para nossas vidas pessoais e fé coletiva. As Escrituras afirmam: “Os olhos do Senhor estão sobre os justos, e os seus ouvidos estão atentos ao seu clamor” (Salmo 34:15, KJV). A irmã White escreve: “Em todas as épocas, os escolhidos de Deus foram educados por provações, e sua fé foi fortalecida pela garantia divina” (Patriarcas e Profetas, p. 129, 1890). A obediência a Deus nos posiciona para experimentar Sua orientação e força, como visto na vida de Ezequias. A irmã White observa ainda: “Aqueles que seguem o plano de Deus encontrarão Sua mão guiando-os em todas as perplexidades” (O Ministério da Cura, p. 479, 1905). A história de Ezequias nos desafia a alinhar nossas vidas com a vontade de Deus, confiando em Suas promessas. Como podemos restaurar a verdadeira adoração em nossos corações e comunidades?

    RESTAURANDO A VERDADEIRA ADORAÇÃO

    O compromisso de Ezequias com Deus começou com reformas ousadas para restaurar a verdadeira adoração. Ele removeu altares pagãos, ídolos e até mesmo a serpente de bronze, que se tornara um objeto de idolatria (2 Reis 18:3-4). A irmã White afirma: “O caminho da obediência a Deus é o caminho da virtude, da segurança e da felicidade” (Patriarcas e Profetas, p. 584, 1890). Suas ações mostram que a verdadeira adoração requer a remoção das distrações que impedem a devoção a Deus. As Escrituras declaram: “Não terás outros deuses diante de mim” (Êxodo 20:3, KJV). A palavra de Deus instrui ainda: “Guardai-vos dos ídolos” (1 João 5:21, KJV). A irmã White enfatiza: “A verdadeira obediência é a manifestação de um princípio interior, motivado pelo amor a Deus” (Christ’s Object Lessons, p. 97, 1900). Ela também afirma: “A reforma do coração é o primeiro passo para a reforma da vida” (The Desire of Ages, p. 555, 1898). Essas verdades nos lembram de priorizar Deus acima de tudo. Como comunidade, devemos encorajar uns aos outros a permanecer firmes na fé e rejeitar tudo o que nos desvia do caminho. Como o amor de Deus nos guia através dos desafios?

    FÉ NA ADVERSIDADE

    A fé de Ezequias enfrentou provações quando a Assíria ameaçou Judá. Apesar do medo inicial, ele se voltou para Deus em busca de libertação, exemplificando a confiança na intervenção divina. A irmã White observa: “Deus não abandona aqueles que confiam nele” (Profetas e Reis, p. 351, 1917). Sua confiança em Deus nos ensina que a fé cresce através da adversidade. As Escrituras asseguram: “Deus é nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia” (Salmo 46:1, KJV). A promessa de Deus se estende: “O Senhor é minha luz e minha salvação; a quem temerei?” (Salmo 27:1, KJV). A irmã White observa: “A fé nas promessas de Deus fortalece a alma para enfrentar qualquer emergência” (O Ministério da Cura, p. 255, 1905). Ela acrescenta: “Em tempos de provação, a presença de Deus é nossa maior garantia” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 742, 1889). O exemplo de Ezequias nos chama a confiar nas promessas de Deus durante as provações. Juntos, podemos apoiar uns aos outros para permanecer fiéis, mesmo quando as circunstâncias parecem assustadoras. Como podemos permanecer firmes quando enfrentamos intimidação?

    PERMANECENDO FIRMES CONTRA A INTIMIDAÇÃO

    Quando os oficiais assírios zombaram da confiança de Ezequias em Deus, seu objetivo era instilar medo e dúvida (2 Reis 18:28-30). A resposta de Ezequias, baseada no silêncio e na oração, demonstra o poder da fé inabalável. A irmã White escreve: “Os esforços de Satanás para enfraquecer a fé devem ser resistidos por meio da confiança inabalável na palavra de Deus” (O Grande Conflito, p. 530, 1911). O amor de Deus brilha em Sua promessa de nos defender contra a intimidação. As Escrituras proclamam: “Não temas, pois estou contigo; não te assombres, pois sou teu Deus” (Isaías 41:10, KJV). A garantia de Deus continua: “Nenhuma arma forjada contra ti prosperará” (Isaías 54:17, KJV). A irmã White afirma: “A palavra de Deus é o escudo que nos protege dos ataques do inimigo” (Caminho a Cristo, p. 117, 1892). Ela observa ainda: “A alma que confia em Deus é mantida em perfeita paz” (O Desejado de Todas as Nações, p. 336, 1898). Essa história nos encoraja a permanecer firmes na fé e resistir ao medo. Juntos, podemos edificar outras pessoas por meio da oração e do conselho, ajudando-as a permanecerem firmes em suas convicções. Qual é o papel da oração na superação de desafios?

    O PODER DA ORAÇÃO

    Diante de ameaças avassaladoras, Ezequias se voltou para Deus com humildade e oração sincera. Ele buscou o conselho de Isaías e orou por libertação para revelar o poder de Deus às nações (2 Reis 19:14-19). A Sra. White enfatiza: “A oração é a chave na mão da fé para abrir o tesouro do céu” (Steps to Christ, p. 94, 1892). Deus respondeu libertando Judá por meio de intervenção divina, demonstrando Sua soberania (2 Reis 19:35-36). As Escrituras declaram: “Não andem preocupados, mas em tudo, pela oração e súplicas, com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus” (Filipenses 4:6, NVI). A palavra de Deus acrescenta: “Clama a mim, e eu te responderei, e te mostrarei coisas grandes e poderosas” (Jeremias 33:3, KJV). A irmã White afirma: “A oração nos leva à comunhão com o Infinito” (O Ministério da Cura, p. 226, 1905). Ela também escreve: “Por meio da oração sincera, somos levados a nos conectar com a mente do Infinito” (Testemunhos para a Igreja, vol. 7, p. 44, 1902). Isso nos lembra de nos aproximarmos de Deus com humildade e confiança. Como comunidade, somos chamados a interceder uns pelos outros, apontando para a fidelidade de Deus e inspirando outros por meio de testemunhos de Sua bondade. Como a vida de Ezequias reflete o amor de Deus?

    REFLETINDO O AMOR DE DEUS

    As ações de Ezequias refletem o amor de Deus por meio de Seu desejo de renovação espiritual e proteção. A irmã White afirma: “O cuidado e o amor de Deus sempre sustentarão aqueles que andam pela fé” (Profetas e Reis, p. 385, 1917). As reformas de Ezequias e sua confiança na oração mostram que Deus fornece orientação, libertação e força. As Escrituras afirmam: “O Senhor é misericordioso e cheio de compaixão; lento para irar-se e grande em misericórdia” (Salmo 145:8, KJV). A palavra de Deus afirma ainda: “Como um pai se compadece de seus filhos, assim o Senhor se compadece daqueles que o temem” (Salmo 103:13, KJV). A Sra. White observa: “O amor de Deus é revelado em cada ato de Sua providência” (O Ministério da Cura, p. 410, 1905). Ela acrescenta: “O coração que responde ao amor de Deus torna-se um canal de bênçãos para os outros” (O Desejado de Todas as Nações, p. 678, 1898). Ao restaurar a adoração, confiar em Deus nas provações e liderar pelo exemplo, Ezequias revelou o amor imutável de Deus. Esse amor nos chama a responder com obediência, fé e disposição para encorajar outros a confiar Nele.

    Para mais artigos, acesse www.faithfundamentals.blog ou nosso podcast em: https://rss.com/podcasts/the-lamb.

    Se você tiver um pedido de oração, deixe-o nos comentários abaixo. As reuniões de oração são realizadas às terças, quartas, sextas e sábados. Para participar, insira seu endereço de e-mail na seção de comentários.

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