“E a vida eterna é esta: que te conheçam, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (João 17:3, KJV).
RESUMO
A natureza eterna de Cristo, como o Verbo e Redentor, demonstra o amor infinito de Deus, unindo-nos ao divino por meio de Sua pré-existência, encarnação e sacrifício. Este artigo explora essas verdades, convidando a comunidade a refletir sobre Sua divindade e responder com adoração, obediência e serviço, promovendo o crescimento espiritual e a unidade em um mundo dividido.
UNIDADE ETERNA DE CRISTO E DEUS
Desde a eternidade, Cristo existia como um com o Pai, enfatizando a unidade e o propósito divinos. João 1:1-2 (KJV) declara: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus”. Desde os dias da eternidade, o Senhor Jesus Cristo era um com o Pai; Ele era “a imagem de Deus” (O Desejado de Todas as Nações, p. 19, 1898). Essa unidade eterna ressalta a autoridade e a divindade de Cristo, fornecendo uma base para a fé. As Escrituras revelam ainda mais: “Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez” (João 1:3, KJV). Declarando Seu papel divino: “Ele, que é o resplendor da sua glória e a expressa imagem da sua pessoa, e sustenta todas as coisas pela palavra do seu poder” (Hebreus 1:3, KJV). A Sra. White escreve: “Cristo é o Filho de Deus pré-existente e autoexistente” (Signs of the Times, p. 1, 1898). “Em Cristo está a vida, original, não emprestada, não derivada” (O Desejado de Todas as Nações, p. 530, 1898). Ao compreender essa verdade, somos chamados a honrá-Lo e adorá-Lo com reverência. Como a unidade divina de Cristo com o Pai molda nossa confiança em Sua autoridade?
CRISTO COMO O CONSELHEIRO DIVINO
O papel de Cristo no conselho divino revela Sua participação ativa na criação e na redenção. O único ser que poderia entrar em todos os conselhos e propósitos de Deus (Patriarcas e Profetas, p. 34, 1890), Ele possui sabedoria incomparável. Romanos 11:36 (KJV) afirma: “Porque dele, por meio dele e para ele são todas as coisas; a quem seja a glória para sempre”. Cristo, como nosso Conselheiro, guia a criação, conforme visto em “Por Ele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra” (Colossenses 1:16, KJV). Sua sabedoria brilha, pois “Nele estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento” (Colossenses 2:3, KJV). A irmã White afirma: “Cristo era Deus em essência e no sentido mais elevado” (Review and Herald, p. 1, 1901). “O Verbo existia como um ser divino, mesmo como o Filho eterno de Deus” (O Desejado de Todas as Nações, p. 19, 1898). Esse papel único destaca a autoridade de Cristo, assegurando-nos que o plano de Deus para a humanidade está enraizado na sabedoria e no amor, inspirando confiança em Seu governo. O que o papel de Cristo como Conselheiro nos ensina sobre confiar no plano de Deus?
ENCARNAÇÃO: O AMOR REVELADO NA CARNE
A encarnação mostra o amor de Deus por meio da humanidade de Cristo. João 1:14 (KJV) afirma: “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós… cheio de graça e verdade”. Ele veio para revelar a luz do amor de Deus — para ser “Deus conosco” (O Desejado de Todas as Nações, p. 19, 1898). Este ato divino preenche a lacuna entre a humanidade e Deus, oferecendo misericórdia e graça. As Escrituras afirmam: “Porque ele crescerá diante dele como uma planta tenra, e como uma raiz que sai de terra seca” (Isaías 53:2, KJV). A humildade de Cristo brilha em “O qual, sendo na forma de Deus, não considerou o ser igual a Deus como algo a que se devia aferrar” (Filipenses 2:6, KJV). A irmã White observa: “O Filho de Deus tornou-se Filho do homem” (Fundamentos da Educação Cristã, p. 426, 1923). “Em Sua humanidade, Cristo viveu uma vida de perfeita obediência” (Mensagens Escolhidas, livro 1, p. 258, 1958). Ao refletirmos sobre a vida de Cristo, somos encorajados a incorporar a abnegação e a compaixão em nossos relacionamentos. Como a encarnação de Cristo pode nos inspirar a viver de forma abnegada?
O AMOR DE DEUS ATRAVÉS DO SACRIFÍCIO
O amor de Deus é plenamente demonstrado no sacrifício de Jesus. João 3:16 (KJV) declara: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito”. Cristo foi tratado como nós merecemos, para que pudéssemos ser tratados como Ele merece (O Desejado de Todas as Nações, p. 25, 1898). Esse sacrifício nos convida a experimentar o perdão e a redenção. Além disso, “Ele foi ferido por nossas transgressões, foi moído por nossas iniquidades” (Isaías 53:5, KJV). Seu amor é evidente, pois “Ninguém tem maior amor do que este: dar a vida pelos seus amigos” (João 15:13, KJV). A Sra. White escreve: “O sacrifício de Cristo como expiação pelo pecado é a grande verdade em torno da qual todas as outras verdades se agrupam” (Gospel Workers, p. 315, 1915). “A morte de Cristo prova o grande amor de Deus pelo homem” (Mensagens Escolhidas, livro 1, p. 323, 1958). Isso reflete o compromisso inabalável de Deus com a humanidade e nos desafia a responder com fé e obediência. Como o sacrifício de Cristo motiva nossa obediência a Deus?
À luz da autoridade de Cristo, somos chamados a viver em obediência e gratidão. Eclesiastes 12:13 (KJV) nos lembra: “Teme a Deus e guarda os seus mandamentos, pois este é o dever de todo o homem”. A lei de Deus é uma expressão de Sua própria natureza (Steps to Christ, p. 60, 1892). Por meio da obediência, alinhamos nossas vidas com a vontade de Deus, refletindo Seu amor de maneiras práticas. As Escrituras afirmam: “Se me amais, guardai os meus mandamentos” (João 14:15, KJV). A obediência é vital, pois “Bem-aventurados aqueles que guardam os seus mandamentos, para que tenham direito à árvore da vida” (Apocalipse 22:14, KJV). A irmã White afirma: “A obediência é o teste do discipulado” (Pensamentos do Monte das Bem-Aventuranças, p. 117, 1896). “A verdadeira obediência é a manifestação de um princípio interior” (Parábolas de Jesus, p. 97, 1900). Essa resposta nutre um relacionamento mais profundo com Ele e promove o crescimento espiritual. Como nossa obediência pode refletir a autoridade de Cristo em nossa vida cotidiana?
REFLETINDO O AMOR DE DEUS EM AÇÃO
Como destinatários do amor divino, somos chamados a compartilhá-lo com os outros. 1 João 4:11 (KJV) afirma: “Amados, se Deus nos amou assim, também devemos amar uns aos outros”. O amor ao homem é a manifestação terrena do amor de Deus (O Desejado de Todas as Nações, p. 641, 1898). Servir aos outros com bondade e perdão incorpora o caráter de Cristo. As Escrituras exortam: “Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros” (João 13:35, KJV). Além disso, “assim brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras” (Mateus 5:16, KJV). A Sra. White afirma: “O argumento mais forte a favor do evangelho é um cristão amoroso e amável” (O Ministério da Cura, p. 470, 1905). “O amor é a base da piedade” (Christ’s Object Lessons, p. 416, 1900). Em um mundo atormentado pela divisão, refletir o amor de Deus pode trazer cura e unidade. Como podemos compartilhar ativamente o amor de Deus em nossas comunidades?
O AMOR DE DEUS REFLETIDO NA NATUREZA ETERNA DE CRISTO
A natureza eterna de Cristo demonstra que o amor de Deus é duradouro e sacrificial. Desde toda a eternidade, Cristo estava unido ao Pai (Mensagens Escolhidas, livro 1, p. 228, 1958), afirmando a profundidade da unidade divina. O amor de Deus é demonstrado em Seu plano para salvar a humanidade por meio de Jesus, oferecendo esperança e redenção. As Escrituras declaram: “Que nos salvou e nos chamou com uma vocação santa” (2 Timóteo 1:9, KJV). Seu propósito eterno brilha em “Que verdadeiramente foi predestinado antes da fundação do mundo” (1 Pedro 1:20, KJV). A irmã White observa: “O plano de redenção não foi uma ideia tardia” (O Desejado de Todas as Nações, p. 22, 1898). “O amor de Deus pelo mundo não se manifestou porque Ele enviou Seu Filho, mas porque Ele amava o mundo, Ele enviou Seu Filho” (O Ministério da Cura, p. 423, 1905). Essa verdade nos convida a refletir Seu amor por meio da adoração, obediência e serviço, atraindo outros para Sua graça. Como podemos incorporar o amor eterno de Cristo em nossa adoração e serviço?
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