• Ezequiel 33:6 (KJV): “Mas se o vigia vir a espada chegar e não tocar a trombeta, e o povo não for avisado; se a espada chegar e levar qualquer pessoa dentre eles, essa pessoa será levada em sua iniquidade; mas eu exigirei o seu sangue da mão do vigia.”

    RESUMO

    O artigo explora nossa responsabilidade urgente de alertar o mundo sobre uma crise iminente, enfatizando a compaixão de Cristo pelos perdidos e a aliança solene formada na cruz. Por meio da orientação bíblica e inspirada, somos chamados a incorporar o amor, a abnegação e o trabalho missionário ativo nestes últimos dias.

    NOSSO CHAMADO PARA ALERTAR

    O mundo enfrenta uma crise iminente, e temos a grave responsabilidade de alertar os outros. Jeremias 8:20 (KJV) declara: “A colheita passou, o verão terminou, e não fomos salvos.” Este versículo pinta um quadro sombrio de oportunidades perdidas e esperança perdida para aqueles que não responderam ao chamado de Deus a tempo. Temos a responsabilidade de espalhar o evangelho e alertar sobre o fim dos tempos que se aproxima. Os contínuos pedidos de ajuda e a ignorância espiritual que permeia o mundo ressaltam esse dever. De acordo com Ellen G. White, “Recai sobre nós a pesada responsabilidade de alertar o mundo sobre sua destruição iminente. De todas as direções, de longe e de perto, chegam pedidos de ajuda” (Testemunhos para a Igreja, Volume 7, p. 16, 1902). Além disso, a Sra. White afirma: “A obra de Deus nesta terra nunca poderá ser concluída até que os homens e mulheres que compõem nossa igreja se unam à obra e unam seus esforços aos dos ministros e líderes da igreja” (Obreiros Evangélicos, p. 352, 1915). As Escrituras afirmam isso em Ezequiel 3:18 (KJV): “Quando eu disser ao ímpio: Certamente morrerás; e tu não o advertires, nem falares para advertir o ímpio do seu caminho ímpio, para salvar a sua vida; esse mesmo ímpio morrerá na sua iniquidade; mas o seu sangue eu exigirei da tua mão.” Da mesma forma, Isaías 58:1 (KJV) ordena: “Clama em alta voz, não poupes, levanta a tua voz como uma trombeta e mostra ao meu povo a sua transgressão e à casa de Jacó os seus pecados”. Devemos agir diligentemente para cumprir essa missão divina, pois a salvação de muitos depende do nosso compromisso. Como podemos incorporar a compaixão de Cristo em nosso alcance aos perdidos?

    O CORAÇÃO DE CRISTO PELOS PERDIDOS

    Os ensinamentos de Cristo revelam Seu profundo anseio por aqueles que estão fora de Seu rebanho, exortando-nos a refletir Sua compaixão. João 10:16 (KJV) afirma: “E tenho outras ovelhas que não são deste aprisco; também a essas devo trazer, e elas ouvirão a minha voz; e haverá um só rebanho e um só pastor.” Este versículo enfatiza a inclusividade da missão de Cristo, estendendo a graça a todos os que ouvem e seguem. No entanto, a falta de compaixão genuína pelos não salvos muitas vezes dificulta nossos esforços. A irmã White observa: “Entre o povo de Deus hoje, há uma terrível falta de compaixão que deveria ser sentida pelas almas não salvas. Falamos de missões cristãs. O som de nossas vozes é ouvido; mas será que sentimos o coração terno de Cristo ansiando por aqueles que estão fora do rebanho?” (Testemunhos para a Igreja, Volume 7, p. 13, 1902). Ela adverte ainda: “Não devemos esperar que as almas venham até nós; devemos procurá-las onde elas estão” (Christ’s Object Lessons, p. 229, 1900). O Salmo 126:6 (KJV) reforça isso: “Aquele que sai chorando, levando a preciosa semente, sem dúvida voltará com alegria, trazendo consigo os seus feixes”. Da mesma forma, Lucas 15:7 (KJV) afirma: “Digo-vos que, da mesma forma, haverá mais alegria no céu por um pecador que se arrepende do que por justos que não precisam de arrependimento”. Para cumprir nossa missão, devemos desenvolver uma conexão sincera com os perdidos, refletindo o amor de Cristo. O que significa entrar em um pacto com Cristo na cruz?

    A ALIANÇA NA CRUZ

    Aceitar Cristo na cruz significa uma aliança solene de viver de acordo com a vontade de Deus e participar de Sua missão. A irmã White explica: “Na cruz do Calvário, o amor e o egoísmo se enfrentaram. Aqui estava sua manifestação suprema. Cristo havia vivido apenas para confortar e abençoar, e ao matá-Lo, Satanás manifestou a malignidade de seu ódio contra Deus” (O Desejado de Todas as Nações, p. 57, 1898). A cruz representa o conflito definitivo entre o amor e o egoísmo, e ao aceitar Cristo, escolhemos o amor. A vida e o sacrifício de Cristo exemplificam a abnegação perfeita. A irmã White afirma ainda: “A cruz de Cristo deve ser um grande centro onde todos se encontrarão. Aqui o pecador vê Jesus” (Evangelismo, p. 188, 1946). Além disso, ela escreve: “O sacrifício de Cristo como expiação pelo pecado é a grande verdade em torno da qual todas as outras verdades se agrupam” (O Trabalhador do Evangelho, p. 315, 1915). Gálatas 2:20 (KJV) declara: “Estou crucificado com Cristo; contudo, vivo, mas não eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a pela fé no Filho de Deus, que me amou e se entregou por mim”. Romanos 12:1 (KJV) exorta: “Rogo-vos, pois, irmãos, pela misericórdia de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.” Entrar nessa aliança nos compromete a uma vida de serviço e participação ativa na obra de Deus. Como podemos nos levantar para enfrentar a urgência desta crise?

    NOSSA RESPOSTA URGENTE

    A crise que se aproxima exige uma resposta urgente de nossa parte, pois temos a tarefa de alertar outras pessoas e divulgar o evangelho. A compaixão de Cristo serve como nosso modelo, exortando-nos a mostrar preocupação genuína pelos que não são salvos. Aceitar a Cristo e entrar na aliança na cruz é um compromisso profundo de viver o amor e a abnegação. A Sra. White enfatiza: “O Senhor clama por ação unida. Esforços bem organizados devem ser feitos para garantir a cooperação de todos” (Testemunhos para a Igreja, Volume 7, p. 14, 1902). Ela também escreve: “A obra de Deus deve ser levada a cabo até a conclusão pela cooperação de agentes humanos e divinos” (Os Atos dos Apóstolos, p. 111, 1911). 2 Timóteo 4:2 (KJV) instrui: “Pregue a palavra; seja pronto a tempo e fora de tempo; repreenda, admoeste, exorte com toda a longanimidade e doutrina”. Mateus 24:14 (KJV) proclama: “E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, para testemunho a todas as nações; e então virá o fim”. Devemos nos levantar, revestidos do poder de Deus, para cumprir nossa missão nestes últimos dias.

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  • Jeremias 20:9 afirma: “Mas se eu disser: ‘Não mencionarei mais a sua palavra nem falarei mais em seu nome’, a sua palavra está em meu coração como um fogo, um fogo encerrado em meus ossos. Estou cansado de contê-la; na verdade, não posso.”

    RESUMO

    O chamado urgente de Deus para compartilhar Sua mensagem ressalta o imenso valor de cada alma e a natureza fugaz das oportunidades de agir. A comunidade tem a responsabilidade divina de responder prontamente aos Seus impulsos, garantindo que nenhuma chance de divulgar o evangelho seja perdida. Este artigo explora a necessidade crítica de obediência imediata, o papel ativo de compartilhar a verdade de Deus e o peso de nosso dever de cumprir Seu propósito com diligência.

    O CHAMADO DE DEUS EXIGE AÇÃO IMEDIATA

    A comunidade enfrenta um imperativo divino de agir rapidamente quando Deus nos inspira a compartilhar Sua mensagem, pois a perda de uma alma acarreta consequências eternas. A irmã White enfatiza: “A perda de uma alma é a perda mais pesada que o céu pode suportar” (Evangelismo, p. 634, 1946). Nos momentos em que priorizamos as preocupações dos outros em detrimento do claro apelo de Deus, corremos o risco de perder oportunidades insubstituíveis. A irmã White adverte ainda: “Há momentos críticos na vida em que nosso destino e o dos outros são determinados” (Evangelismo, p. 281, 1946). A hesitação, embora bem-intencionada, resulta em uma chance perdida que não pode ser recuperada. As Escrituras afirmam essa urgência em Isaías 55:6: “Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto” (KJV), e Eclesiastes 9:10: “Tudo o que a tua mão encontrar para fazer, faze-o com toda a tua força; porque no sepulcro, para onde vais, não há obra, nem projeto, nem conhecimento, nem sabedoria” (KJV). A irmã White também aconselha: “A procrastinação é a ladra do tempo” (Christ’s Object Lessons, p. 343, 1900) e “Devemos aproveitar todas as oportunidades para fazer o bem, pois essas oportunidades, uma vez perdidas, não voltam” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 344, 1889). Isso destaca a necessidade de obediência aos impulsos de Deus, confiando em Seu tempo perfeito para impactar vidas eternamente. Como o chamado de Deus acende em nós uma urgência inegável de compartilhar Sua verdade?

    A MENSAGEM ARDE DENTRO DE NÓS

    A mensagem de Deus, quando toca nossos corações, nos compele a compartilhá-la com uma urgência que transcende as limitações humanas. Esse chamado alcança todos os que estão dispostos, independentemente de status ou educação. Jeremias descreve a Palavra de Deus como “um fogo encerrado em meus ossos” (Jeremias 20:9, KJV), uma força imparável. A irmã White ecoa isso, afirmando: “A verdade é como um fogo em seus ossos, enchendo-os de um desejo ardente de iluminar aqueles que estão sentados nas trevas” (Testemunhos para a Igreja, vol. 7, pp. 26-27, 1902). Ao longo da história, aqueles que foram tocados pela mensagem de Deus foram levados a compartilhá-la, mesmo sem qualificações formais. O Salmo 40:10 declara: “Não escondi a tua justiça dentro do meu coração; declarei a tua fidelidade e a tua salvação” (KJV), e Atos 4:20 afirma: “Porque não podemos deixar de falar das coisas que vimos e ouvimos” (KJV). A irmã White observa ainda: “Os mais humildes podem levar uma mensagem de Deus que tocará o coração dos homens” (Gospel Workers, p. 265, 1915) e “Deus usará os fracos e os enfermos para proclamar Sua verdade” (The Ministry of Healing, p. 148, 1905). Isso ressalta que o poder de Deus opera por meio de nossa disposição, não de nossas capacidades. Como esse desejo ardente de compartilhar a verdade de Deus molda nossas ações diárias?

    APROVEITE TODAS AS OPORTUNIDADES PARA COMPARTILHAR

    A comunidade deve aproveitar todas as oportunidades para compartilhar a mensagem de Deus, pois esses momentos são fugazes e insubstituíveis. A irmã White adverte: “Não perca nenhuma oportunidade de dar a conhecer aos outros as riquezas insondáveis de Cristo; pois uma oportunidade uma vez negligenciada pode passar para sempre, sem possibilidade de recuperação” (Gospel Workers, p. 195, 1915). A natureza transitória dessas oportunidades exige vigilância. Provérbios 3:27 instrui: “Não negues o bem àqueles a quem ele é devido, quando estiver ao teu alcance fazê-lo” (KJV), e Gálatas 6:10 exorta: “Portanto, enquanto temos oportunidade, façamos o bem a todos” (KJV). A irmã White enfatiza ainda mais: “Cada dia traz suas oportunidades para fazer o bem; cada dia oferece seus privilégios para dizer uma palavra oportuna” (Testemunhos para a Igreja, vol. 4, p. 539, 1881), e “A obra de Deus deve ser levada adiante com intensidade e zelo” (Mensagens Escolhidas, livro 1, p. 118, 1958). Isso reforça a preciosidade de cada momento para divulgar o evangelho. Como nossa prontidão para agir reflete nosso compromisso com a missão de Deus?

    ASSUMINDO Nossa RESPONSABILIDADE

    Nossa responsabilidade como comunidade vai além da prontidão, estendendo-se a um compromisso inabalável de cumprir a obra de Deus com diligência. Seguir a Cristo é permanecer como um servo pronto a qualquer momento. A irmã White escreve: “Permaneçam como homens de ação, prontos para o serviço a qualquer momento” (Obreiros Evangélicos, p. 195, 1915). Este apelo exige uma preparação constante para impactar vidas para Cristo. 2 Timóteo 4:2 exorta: “Pregue a palavra; esteja pronto a tempo e fora de tempo” (KJV), e 1 Pedro 3:15 aconselha: “Estejam sempre prontos para responder a qualquer pessoa que lhes pedir a razão da esperança que há em vocês” (KJV). A Sra. White afirma ainda: “Devemos estar prontos para dar conta da nossa fé a qualquer momento” (Testemunhos para a Igreja, vol. 6, p. 128, 1900) e “A obra que nos foi confiada é sagrada, e devemos ser diligentes em seu desempenho” (O Desejado de Todas as Nações, p. 72, 1898). Essa responsabilidade não se refere apenas ao crescimento pessoal, mas também ao compartilhamento da mensagem transformadora de Deus. Como podemos garantir que nossas ações estejam alinhadas com o propósito de Deus de alcançar aqueles que precisam?

    Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna (João 3:16, KJV).

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  • “Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que, enquanto ainda éramos pecadores, Cristo morreu por nós” (Romanos 5:8, KJV).

    RESUMO

    O sacrifício de Cristo restaura a humanidade à família de Deus, concedendo redenção, adoção e herança eterna, chamando-nos à fé, à obediência e a compartilhar a mensagem da salvação com os outros.

    REDEÇÃO ATRAVÉS DO SACRIFÍCIO DE CRISTO

    O sacrifício de Cristo nos restaura à família de Deus, concedendo redenção, adoção e herança eterna. Gálatas 4:5-7 declara: “Para resgatar aqueles que estavam sob a lei, a fim de que recebêssemos a adoção de filhos. E, porque sois filhos, Deus enviou o Espírito de seu Filho aos vossos corações, clamando: Aba, Pai”. Por meio desse ato de graça, não somos mais servos, mas filhos e herdeiros de Deus. As Escrituras afirmam essa verdade em Romanos 8:15: “Porque não recebestes o espírito de escravidão para novamente estardes em temor, mas recebestes o Espírito de adoção, pelo qual clamamos: Aba, Pai”, e Efésios 1:7: “Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a remissão dos pecados, segundo as riquezas da sua graça”. A irmã White escreve: “Por meio da cruz do Calvário, Cristo tornou possível que fôssemos restaurados ao favor de Deus” (O Desejado de Todas as Nações, p. 113, 1898). Ela afirma ainda: “O sacrifício de Cristo como expiação pelo pecado é a grande verdade em torno da qual todas as outras verdades se agrupam” (Mensagens Escolhidas, Livro 1, p. 107, 1958). Esse sacrifício completo nos redime, transformando nosso relacionamento com Deus em um relacionamento de amor e afinidade. Como o exemplo de perseverança de Cristo orienta ainda mais nossa resposta a esse dom?

    FÉ E OBEDIÊNCIA NO EXEMPLO DE CRISTO

    O sacrifício de Cristo nos chama à fé e à obediência, demonstradas por meio de Seu exemplo de perseverança e sofrimento. Hebreus 2:10 afirma: “Porque convinha que aquele, para quem são todas as coisas e por quem todas as coisas existem, em trazer muitos filhos à glória, tornasse perfeito, por meio de sofrimentos, o capitão da salvação deles”. Ao suportar o sofrimento, Cristo tornou-se o exemplo perfeito para os Seus seguidores, mostrando que a fé e a perseverança são essenciais para o crescimento espiritual. Outras escrituras afirmam isso em 1 Pedro 2:21: “Porque para isso fostes chamados, pois também Cristo sofreu por nós, deixando-nos um exemplo, para que sigais as suas pisadas”, e Filipenses 2:8: “E, sendo encontrado em forma de homem, humilhou-se a si mesmo, tornando-se obediente até à morte, e morte de cruz.” A irmã White observa: “A vida de abnegação e sacrifício de Cristo deve ser sempre mantida diante de nós como um exemplo” (Testemunhos para a Igreja, vol. 3, p. 407, 1875). Ela também escreve: “Em Sua vida na Terra, Cristo desenvolveu um caráter perfeito, Ele viveu uma vida de obediência” (Manuscript Releases, vol. 4, p. 342, 1990). Esse exemplo nos chama a refletir Sua justiça por meio de uma vida fiel. Como esse sacrifício revela o amor de Deus e nos une a Ele?

    O AMOR DE DEUS NOS UNE NA JUSTIÇA

    O sacrifício de Cristo revela a profundidade do amor de Deus e Seu desejo de nos unir a Ele na justiça e na glória eterna. O Comentário Bíblico Adventista observa: “Deus ama Seus filhos obedientes. Ele tem um reino preparado… Cristo e Seu povo são um” (vol. 6, p. 1077). Esse amor se torna evidente em nossa redenção e adoção como filhos de Deus, permitindo-nos participar de uma herança eterna. As Escrituras apoiam isso em João 3:16: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”, e 1 João 3:1: “Vede quão grande amor o Pai nos concedeu, que fôssemos chamados filhos de Deus”. A irmã White afirma: “O amor de Deus foi demonstrado na dádiva de Seu Filho, para que pudéssemos nos tornar Seus filhos” (Caminho a Cristo, p. 15, 1892). Ela afirma ainda: “A cruz de Cristo é a garantia de nossa comunhão com Deus” (O Ministério da Cura, p. 65, 1905). Por meio de Seu sacrifício, Cristo restaura nosso relacionamento com Deus, unindo-nos em amor e propósito. Nossa resposta deve ser uma vida de fé e gratidão, refletindo a graça de Deus em nossas ações. Como podemos compartilhar essa mensagem de redenção com outras pessoas?

    COMPARTILHANDO A MENSAGEM DA REDENÇÃO

    Como herdeiros do reino de Deus, temos a responsabilidade de compartilhar a mensagem da redenção com outras pessoas. A irmã White escreve: “Um sacrifício suficiente para salvar todos os filhos e filhas de Adão” (Testemunhos para a Igreja, vol. 2, p. 664, 1870), destacando o alcance universal do sacrifício de Cristo. Nosso papel é manifestar fé em Cristo, levando outras pessoas a Ele, compartilhando a esperança da salvação e demonstrando Seu amor por meio de nossos relacionamentos. As Escrituras reforçam isso em Mateus 5:16: “Assim brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus”, e Marcos 16:15: “E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura.” A irmã White enfatiza: “Todo verdadeiro discípulo nasce no reino de Deus como missionário” (O Desejado de Todas as Nações, p. 195, 1898). Ela também escreve: “A obra de Deus nesta terra nunca poderá ser concluída até que os homens e mulheres que compõem nossa igreja se unam para a obra” (Testemunhos para a Igreja, vol. 9, p. 117, 1909). Ao vivermos como herdeiros fiéis, cumprimos Seu propósito e honramos o sacrifício de Cristo.

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  • Provérbios 16:6 (KJV): “Pela misericórdia e pela verdade se purifica a iniquidade; e pelo temor do Senhor os homens se afastam do mal.”

    RESUMO

    A encarnação de Jesus Cristo revela o profundo amor de Deus e Seu plano para redimir a humanidade do pecado, oferecendo perdão, vida eterna e restauração como Seus filhos. Por meio de Sua morte sacrificial, Jesus levou nosso castigo, concedendo-nos Sua justiça e reconciliando-nos com Deus. Este artigo explora a profundidade do amor de Deus, a missão de Cristo de salvar os perdidos, o poder transformador de Seu sacrifício e nossa responsabilidade de responder com fé, obediência e compaixão para com os outros, tudo baseado nas Escrituras e nos escritos da Irmã White.

    O AMOR DE DEUS NA ENCARNAÇÃO DE CRISTO

    A encarnação de Jesus Cristo foi a demonstração definitiva do amor e do plano de Deus para salvar a humanidade. A Bíblia ensina claramente que Jesus veio para proporcionar salvação, restaurar nosso relacionamento com Deus e oferecer vida eterna. João 3:16 declara: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. Este versículo destaca a profundidade do amor de Deus e Sua intenção de salvar todos os que crêem. A vinda de Cristo mostra que o coração de Deus está decidido a nos redimir da maldição do pecado. Apoiando isso, Romanos 5:8 afirma: “Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que, enquanto ainda éramos pecadores, Cristo morreu por nós” (KJV). Além disso, 1 João 4:9 afirma: “Nisto se manifestou o amor de Deus para conosco, em que Deus enviou o seu Filho unigênito ao mundo, para que por meio dele vivamos” (KJV). A irmã White escreve: “O plano para a nossa redenção não foi uma ideia tardia, um plano formulado após a queda de Adão. Foi uma revelação do ‘mistério que esteve oculto desde os séculos’” (O Desejado de Todas as Nações, p. 22, 1898). Ela acrescenta: “Deus não determinou que o pecado existisse, mas Ele previu sua existência e tomou providências para enfrentar a terrível emergência” (O Desejado de Todas as Nações, p. 22, 1898). Essas verdades revelam que a encarnação de Cristo foi um ato deliberado de amor de Deus para nos restaurar. Como a missão de Jesus de buscar e salvar os perdidos molda nossa compreensão de Sua compaixão?

    A MISSÃO DE CRISTO DE SALVAR OS PERDIDOS

    Jesus veio para salvar os perdidos e restaurá-los à graça de Deus. Lucas 19:10 afirma: “Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que estava perdido”. Isso reflete a compaixão que Jesus demonstrou ao longo de Seu ministério, buscando incansavelmente aqueles que precisavam de salvação. Como explica João 1:12: “Mas a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus, mesmo àqueles que crêem no seu nome”. A obra de Jesus não se limitava apenas a salvar a humanidade, mas também a nos adotar como filhos de Deus. As Escrituras confirmam isso em Gálatas 4:4-5: “Mas, quando chegou a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para resgatar os que estavam sob a lei, a fim de que recebêssemos a adoção de filhos” (KJV). Da mesma forma, Efésios 2:8 afirma: “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós, é dom de Deus” (KJV). A irmã White observa: “Por meio da obra redentora de Cristo, o governo de Deus é justificado. O Onipotente é conhecido como o Deus do amor” (O Desejado de Todas as Nações, p. 26, 1898). Ela escreve ainda: “A morte de Cristo provou a justiça e a misericórdia de Deus, revelando Seu caráter ao universo” (O Desejado de Todas as Nações, p. 764, 1898). Essas declarações enfatizam que a missão de Jesus nos transforma na família de Deus. O que a morte sacrificial de Cristo revela sobre o plano de Deus para nossa redenção?

    O SACRIFÍCIO DE CRISTO PARA A REDENÇÃO

    O amor de Deus se manifestou por meio da morte sacrificial de Cristo, que satisfez a necessidade de redenção da humanidade. João 3:17 enfatiza esse ponto: “Porque Deus não enviou seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por meio dele”. Por meio de Sua morte, Jesus suportou a punição que merecíamos, tornando o perdão e a justiça disponíveis para todos. Este ato de sacrifício demonstra o desejo de Deus de nos reconciliar com Ele. Reforçando isso, 1 Pedro 2:24 afirma: “Ele mesmo levou em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, para que, mortos para os pecados, vivamos para a justiça; pelas suas pisaduras fomos curados” (KJV). Da mesma forma, Isaías 53:5 declara: “Mas ele foi ferido por nossas transgressões, foi moído por nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados” (KJV). A irmã White explica: “O sacrifício de Cristo como expiação pelo pecado é a grande verdade em torno da qual todas as outras verdades se agrupam” (Gospel Workers, p. 315, 1915). Ela acrescenta: “Na cruz de Cristo vemos o preço da nossa redenção, o custo da nossa salvação” (O Desejado de Todas as Nações, p. 565, 1898). Essas verdades mostram que a morte de Jesus foi a expressão máxima do amor divino. Como nossa resposta ao sacrifício de Cristo reflete nossa responsabilidade para com Deus e para com os outros?

    Temos a responsabilidade de responder ao sacrifício de Cristo com fé, obediência e gratidão. Aceitar o dom de Jesus envolve confiar em Sua justiça e viver de acordo com Sua vontade. A irmã White escreve: “Para que pudéssemos ser justificados por Sua justiça, na qual não tínhamos parte” (O Desejado de Todas as Nações, p. 25, 1898), lembrando-nos que a salvação é inteiramente um dom da graça. Além disso, essa responsabilidade se estende à forma como tratamos os outros. Como afirma a irmã White: “Ele foi condenado por nossos pecados, nos quais não tinha parte” (O Desejado de Todas as Nações, p. 25, 1898). Essa verdade convida a comunidade a refletir o amor de Cristo, compartilhando Sua mensagem de perdão e salvação com os outros por meio de atos de compaixão e graça. As Escrituras apoiam isso em Tiago 2:17: “ Assim também a fé, se não tiver obras, é morta, estando só” (KJV). Além disso, Mateus 5:16 instrui: “Assim brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (KJV). A irmã White observa ainda: “Os seguidores de Cristo devem ser a luz do mundo; mas Deus não lhes pede que se esforcem para brilhar. Ele os convida a deixar sua luz brilhar” (Thoughts From the Mount of Blessing, p. 41, 1896). Ela também escreve: “Cada alma deve ser uma luz para os outros, refletindo a glória de Deus” (Christ’s Object Lessons, p. 415, 1900). Ao demonstrar Sua justiça em nossas ações, cumprimos nossa responsabilidade de levar outros a Ele. O que significa viver o amor de Cristo em nossas interações diárias?

    “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16, KJV).

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  • Provérbios 16:6 (KJV): “Pela misericórdia e pela verdade se purifica a iniquidade; e pelo temor do Senhor os homens se afastam do mal.”

    RESUMO

    A encarnação de Jesus Cristo revela o profundo amor de Deus e Seu plano para redimir a humanidade do pecado, oferecendo perdão, vida eterna e restauração como Seus filhos. Por meio de Sua morte sacrificial, Jesus levou nosso castigo, concedendo-nos Sua justiça e reconciliando-nos com Deus. Este artigo explora a profundidade do amor de Deus, a missão de Cristo de salvar os perdidos, o poder transformador de Seu sacrifício e nossa responsabilidade de responder com fé, obediência e compaixão para com os outros, tudo baseado nas Escrituras e nos escritos da Irmã White.

    O AMOR DE DEUS NA ENCARNAÇÃO DE CRISTO

    A encarnação de Jesus Cristo foi a demonstração definitiva do amor e do plano de Deus para salvar a humanidade. A Bíblia ensina claramente que Jesus veio para proporcionar salvação, restaurar nosso relacionamento com Deus e oferecer vida eterna. João 3:16 declara: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. Este versículo destaca a profundidade do amor de Deus e Sua intenção de salvar todos os que crêem. A vinda de Cristo mostra que o coração de Deus está decidido a nos redimir da maldição do pecado. Apoiando isso, Romanos 5:8 afirma: “Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que, enquanto ainda éramos pecadores, Cristo morreu por nós” (KJV). Além disso, 1 João 4:9 afirma: “Nisto se manifestou o amor de Deus para conosco, em que Deus enviou o seu Filho unigênito ao mundo, para que por meio dele vivamos” (KJV). A irmã White escreve: “O plano para a nossa redenção não foi uma ideia tardia, um plano formulado após a queda de Adão. Foi uma revelação do ‘mistério que esteve oculto desde os séculos’” (O Desejado de Todas as Nações, p. 22, 1898). Ela acrescenta: “Deus não determinou que o pecado existisse, mas Ele previu sua existência e tomou providências para enfrentar a terrível emergência” (O Desejado de Todas as Nações, p. 22, 1898). Essas verdades revelam que a encarnação de Cristo foi um ato deliberado de amor de Deus para nos restaurar. Como a missão de Jesus de buscar e salvar os perdidos molda nossa compreensão de Sua compaixão?

    A MISSÃO DE CRISTO DE SALVAR OS PERDIDOS

    Jesus veio para salvar os perdidos e restaurá-los à graça de Deus. Lucas 19:10 afirma: “Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que estava perdido”. Isso reflete a compaixão que Jesus demonstrou ao longo de Seu ministério, buscando incansavelmente aqueles que precisavam de salvação. Como explica João 1:12: “Mas a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus, mesmo àqueles que crêem no seu nome”. A obra de Jesus não se limitava apenas a salvar a humanidade, mas também a nos adotar como filhos de Deus. As Escrituras confirmam isso em Gálatas 4:4-5: “Mas, quando chegou a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para resgatar os que estavam sob a lei, a fim de que recebêssemos a adoção de filhos” (KJV). Da mesma forma, Efésios 2:8 afirma: “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós, é dom de Deus” (KJV). A irmã White observa: “Por meio da obra redentora de Cristo, o governo de Deus é justificado. O Onipotente é conhecido como o Deus do amor” (O Desejado de Todas as Nações, p. 26, 1898). Ela escreve ainda: “A morte de Cristo provou a justiça e a misericórdia de Deus, revelando Seu caráter ao universo” (O Desejado de Todas as Nações, p. 764, 1898). Essas declarações enfatizam que a missão de Jesus nos transforma na família de Deus. O que a morte sacrificial de Cristo revela sobre o plano de Deus para nossa redenção?

    O SACRIFÍCIO DE CRISTO PARA A REDENÇÃO

    O amor de Deus se manifestou por meio da morte sacrificial de Cristo, que satisfez a necessidade de redenção da humanidade. João 3:17 enfatiza esse ponto: “Porque Deus não enviou seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por meio dele”. Por meio de Sua morte, Jesus suportou a punição que merecíamos, tornando o perdão e a justiça disponíveis para todos. Este ato de sacrifício demonstra o desejo de Deus de nos reconciliar com Ele. Reforçando isso, 1 Pedro 2:24 afirma: “Ele mesmo levou em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, para que, mortos para os pecados, vivamos para a justiça; pelas suas pisaduras fomos curados” (KJV). Da mesma forma, Isaías 53:5 declara: “Mas ele foi ferido por nossas transgressões, foi moído por nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados” (KJV). A irmã White explica: “O sacrifício de Cristo como expiação pelo pecado é a grande verdade em torno da qual todas as outras verdades se agrupam” (Gospel Workers, p. 315, 1915). Ela acrescenta: “Na cruz de Cristo vemos o preço da nossa redenção, o custo da nossa salvação” (O Desejado de Todas as Nações, p. 565, 1898). Essas verdades mostram que a morte de Jesus foi a expressão máxima do amor divino. Como nossa resposta ao sacrifício de Cristo reflete nossa responsabilidade para com Deus e para com os outros?

    Temos a responsabilidade de responder ao sacrifício de Cristo com fé, obediência e gratidão. Aceitar o dom de Jesus envolve confiar em Sua justiça e viver de acordo com Sua vontade. A irmã White escreve: “Para que pudéssemos ser justificados por Sua justiça, na qual não tínhamos parte” (O Desejado de Todas as Nações, p. 25, 1898), lembrando-nos que a salvação é inteiramente um dom da graça. Além disso, essa responsabilidade se estende à forma como tratamos os outros. Como afirma a irmã White: “Ele foi condenado por nossos pecados, nos quais não tinha parte” (O Desejado de Todas as Nações, p. 25, 1898). Essa verdade convida a comunidade a refletir o amor de Cristo, compartilhando Sua mensagem de perdão e salvação com os outros por meio de atos de compaixão e graça. As Escrituras apoiam isso em Tiago 2:17: “ Assim também a fé, se não tiver obras, é morta, estando só” (KJV). Além disso, Mateus 5:16 instrui: “Assim brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (KJV). A irmã White observa ainda: “Os seguidores de Cristo devem ser a luz do mundo; mas Deus não lhes pede que se esforcem para brilhar. Ele os convida a deixar sua luz brilhar” (Thoughts From the Mount of Blessing, p. 41, 1896). Ela também escreve: “Cada alma deve ser uma luz para os outros, refletindo a glória de Deus” (Christ’s Object Lessons, p. 415, 1900). Ao demonstrar Sua justiça em nossas ações, cumprimos nossa responsabilidade de levar outros a Ele. O que significa viver o amor de Cristo em nossas interações diárias?

    “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16, KJV).

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  • «Y el Verbo se hizo carne y habitó entre nosotros, (y contemplamos su gloria, la gloria como del unigénito del Padre), lleno de gracia y de verdad» (Juan 1:14, RV).

    RESUMEN

    La profecía de Isaías sobre Emanuel, cumplida con el nacimiento de Jesús, subraya el profundo amor y compromiso de Dios con la humanidad. A través de la vida, las enseñanzas y el sacrificio de Cristo, somos testigos de la presencia de Dios entre nosotros, que nos ofrece la redención y un modelo de vida compasiva. Este artículo explora cómo el nombre «Emanuel» significa el deseo de Dios de habitar con la humanidad, compartir nuestras luchas y llamarnos a reflejar su amor a través de la fe y la acción.

    LA PRESENCIA DE DIOS CON LA HUMANIDAD

    La profecía de Isaías sobre el nacimiento de Cristo revela la profunda conexión de Dios con la humanidad. En Isaías 7:14, el profeta declaró: «He aquí que una virgen concebirá y dará a luz un hijo, y le pondrá por nombre Emanuel». Este nombre, que significa «Dios con nosotros», destaca la profunda realidad de que Dios habita entre su creación. El cumplimiento de esta profecía se confirma en Mateo 1:22-23, donde se afirma: «Todo esto sucedió para que se cumpliera lo dicho por el Señor por medio del profeta: He aquí, una virgen concebirá y dará a luz un hijo, y le pondrán por nombre Emmanuel, que traducido significa: Dios con nosotros». Estos versículos demuestran que el nacimiento de Jesús cumple la promesa de la presencia de Dios en forma humana, proporcionando esperanza y salvación para todos. Las Escrituras respaldan aún más esta verdad en Juan 1:14: «Y el Verbo se hizo carne y habitó entre nosotros, (y contemplamos su gloria, la gloria como del unigénito del Padre), lleno de gracia y de verdad» (RV), y en Hebreos 2:17: «Por lo cual, en todas las cosas debía ser hecho semejante a sus hermanos, para ser un sumo sacerdote misericordioso y fiel en las cosas que pertenecen a Dios, para hacer expiación por los pecados del pueblo» (RV). La hermana White afirma esto, diciendo: «Por su humanidad, Cristo tocó a la humanidad; por su divinidad, se aferra al trono de Dios» (El Deseado de todas las gentes, p. 25, 1898). Además, escribe: «En Cristo, la familia de la tierra y la familia del cielo están unidas» (El Deseado de todas las gentes, p. 26, 1898). La encarnación de Jesús nos asegura la cercanía y el amor de Dios. ¿Cómo revela la vida de Cristo esta conexión divina?

    EL MINISTERIO DE AMOR Y GRACIA DE CRISTO

    La vida y el ministerio de Jesús afirman el cumplimiento de la profecía, reflejando el amor, la gracia y la comprensión de Dios. La hermana White escribió: «Porque en cada doctrina de gracia, en cada promesa de alegría, en cada acto de amor, en cada atracción divina presentada en la vida del Salvador en la tierra, vemos a “Dios con nosotros”» (El Deseado de todas las gentes, p. 24, 1898). A través de Jesús, Dios reveló su carácter compasivo y misericordioso, viviendo entre la humanidad para ofrecer la redención. Sus enseñanzas, milagros y sacrificio supremo encarnan el amor de Dios y su deseo de tener una relación personal con nosotros. El nombre Emanuel significa, por lo tanto, más que un título: subraya la voluntad de Dios de caminar junto a la humanidad, compartiendo nuestras pruebas y penas, al tiempo que nos ofrece esperanza y alegría. Esta verdad resuena en Filipenses 2:7-8: «Pero él, haciendo por sí mismo insignificante, tomó la forma de siervo, y se hizo semejante a los hombres; y estando en forma de hombre, se humilló a sí mismo, haciéndose obediente hasta la muerte, y muerte de cruz» (RV), y en Juan 3:16: «Porque de tal manera amó Dios al mundo, que dio a su Hijo unigénito, para que todo aquel que cree en él no se pierda, sino que tenga vida eterna» (RV). La hermana White explica: «Cristo fue tratado como nosotros merecemos, para que nosotros fuéramos tratados como Él merece» (El Deseado de todas las gentes, p. 25, 1898). También señala: «La vida del Salvador en la tierra fue una vida de comunión con Dios; y en esa vida se encuentra el secreto de su poder» (El Deseado de todas las gentes, p. 363, 1898). El ministerio de Cristo demuestra el amor de Dios por la humanidad. ¿Qué responsabilidades se derivan de este ejemplo divino?

    NUESTRA RESPUESTA A LA PRESENCIA DE DIOS

    La confianza, la obediencia y la gratitud marcan nuestra respuesta a la presencia de Dios a través de Cristo. La hermana White nos recuerda: «Desde que Jesús vino a morar entre nosotros, sabemos que Dios conoce nuestras pruebas y simpatiza con nuestros dolores» (El Deseado de todas las gentes, p. 24, 1898). Al enviar a su Hijo, Dios mostró su profundo conocimiento del sufrimiento humano, ofreciéndose a sí mismo como fuente de consuelo y fortaleza. Nuestra responsabilidad, entonces, es confiar en sus promesas y alinear nuestras vidas con su voluntad. La fe y la gratitud deben caracterizar nuestra relación con Dios, reconociendo su amor y su gracia revelados a través de Cristo. Las Escrituras refuerzan esto en 1 Juan 4:19: «Nosotros le amamos porque él nos amó primero» (RV), y en Salmos 56:3: «En el tiempo del temor, en ti confiaré» (RV). La hermana White enfatiza: «Es a través del don de Cristo que recibimos todas las bendiciones» (El ministerio de curación, p. 37, 1905). Además, afirma: «El corazón que descansa más plenamente en Cristo será el más ferviente y activo en la obra para Él» (Caminos a Cristo, p. 71, 1892). Nuestra fe en las promesas de Dios da forma a nuestras vidas y acciones. ¿Cómo podemos reflejar el amor de Dios a los demás?

    REFLEJAR EL AMOR DE DIOS A LOS DEMÁS

    La vida de Jesús sirve de modelo para cómo tratamos a los demás, reflejando la presencia de Dios a través de nuestras acciones. Como enfatiza la hermana White: «En cada acto de amor… presentado en la vida del Salvador en la tierra, vemos a “Dios con nosotros”» (El Deseado de todas las gentes, p. 24, 1898). Este llamado a la acción nos desafía a extender la bondad, la compasión y el apoyo a nuestros vecinos, reflejando el amor que Jesús demostró. Cuando nos preocupamos por los demás, nos convertimos en expresiones tangibles de la presencia de Dios en el mundo, cumpliendo Su mandato de amarnos unos a otros como Él nos ha amado. Esto se afirma en Mateo 22:39: «Y el segundo es semejante a éste: Amarás a tu prójimo como a ti mismo», y en Gálatas 6:2: «Ayudad a llevar las cargas los unos de los otros, y así cumpliréis la ley de Cristo». La hermana White escribe: «La ley del amor es el fundamento de toda verdadera prosperidad» (Las parábolas de Cristo, p. 365, 1900). También señala: «En cada acto de justicia, misericordia y benevolencia, debemos representar a Cristo» (El ministerio de curación, p. 163, 1905). Nuestras acciones reflejan el amor de Dios al mundo. ¿Cómo moldea esta verdad nuestra comprensión del plan de Dios?

    EL PLAN DE REDENCIÓN DE DIOS

    La profecía de Isaías sobre Emanuel, cumplida con el nacimiento de Jesús, revela la profundidad del amor y el compromiso de Dios con la humanidad. A través de la vida de Cristo, vemos a un Dios que comparte nuestras luchas, ofrece redención y nos llama a reflejar su amor a los demás. Como afirma bellamente la hermana White: «Todos los hijos e hijas de Adán pueden comprender que nuestro Creador es amigo de los pecadores» (El Deseado de todas las gentes, p. 24, 1898). Emanuel —«Dios con nosotros»— es tanto una promesa como una realidad, que nos asegura la presencia, el amor y la salvación de Dios. Las Escrituras lo afirman en Romanos 5:8: «Pero Dios muestra su amor para con nosotros, en que, siendo aún pecadores, Cristo murió por nosotros» (RV), y en 2 Corintios 5:19: «Es decir, que Dios estaba en Cristo reconciliando al mundo consigo mismo, no tomándoles en cuenta sus transgresiones» (RV). La hermana White declara: «El sacrificio de Cristo como expiación por el pecado es la gran verdad en torno a la cual se agrupan todas las demás verdades» (Gospel Workers, p. 315, 1915). También escribe: «La muerte de Cristo prueba el gran amor de Dios por el hombre» (Mensajes seleccionados, libro 1, p. 323, 1958). El plan redentor de Dios se centra en la encarnación y el sacrificio de Cristo.

    «Porque de tal manera amó Dios al mundo, que dio a su Hijo unigénito, para que todo aquel que cree en él no perezca, sino que tenga vida eterna» (Juan 3:16, RV).

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  • “Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida” (João 8:12, KJV).

    RESUMO

    A declaração de Jesus como a luz do mundo revela Sua identidade divina como o Messias e a fonte da salvação, cumprindo antigas profecias e oferecendo esperança a toda a humanidade. Por meio de Seus ensinamentos, Ele nos chama a abraçar Sua luz, viver em obediência e compartilhar Sua mensagem de redenção com os outros, iluminando o caminho da escuridão espiritual para a vida eterna.

    JESUS REVELA SUA MISSÃO DIVINA

    Em Sua declaração: “Eu sou a luz do mundo” (João 8:12), Jesus se identifica como o Messias e a fonte da salvação. Essa afirmação é uma declaração profunda e o cumprimento de uma profecia, pois “o povo não podia deixar de reconhecer Sua afirmação de ser o Prometido” (O Desejado de Todas as Nações, p. 465, 1898). Por meio de Suas palavras e ações, Jesus revela Sua missão divina de trazer luz, esperança e redenção à humanidade. Seus ensinamentos enfatizam a necessidade de fé, obediência e um relacionamento pessoal com Ele, oferecendo libertação das trevas espirituais. As Escrituras afirmam isso em Salmos 27:1: “O Senhor é minha luz e minha salvação; a quem temerei? O Senhor é a força da minha vida; de quem terei medo?” (KJV). Além disso, 1 João 1:5 declara: “Esta é a mensagem que ouvimos dele e vos anunciamos: Deus é luz, e nele não há trevas nenhumas” (KJV). A irmã White esclarece ainda mais essa verdade, afirmando: “Cristo é a luz do mundo, e Seus seguidores devem refletir Sua luz para aqueles ao seu redor” (Steps to Christ, p. 115, 1892). Ela também escreve: “Em Cristo está a fonte da luz viva, e dele flui toda a iluminação espiritual” (The Great Controversy, p. 93, 1911). As palavras de Jesus nos convidam a andar em Sua luz, confiando em Sua missão divina de redenção. Como Seu papel como o Messias molda nossa compreensão da salvação?

    JESUS CUMPRE A PROFECIA COMO MESSIAS

    O papel de Jesus como luz do mundo cumpre a antiga profecia, demonstrando o amor de Deus por todas as pessoas. Isaías 49:6 afirma: “Eu também te darei por luz aos gentios, para que sejas a minha salvação até aos confins da terra” (KJV). O cumprimento dessa profecia por Jesus mostra a fidelidade de Deus em enviá-lo para redimir todas as nações, não apenas Israel. João 12:46 reforça essa missão, onde Jesus declara: “Eu vim como luz ao mundo, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas” (KJV). Outro apoio vem de Isaías 60:1: “Levanta-te, resplandece, porque vem a tua luz, e a glória do Senhor vai nascendo sobre ti” (KJV), e Malaquias 4:2: “Mas para vós, que temeis o meu nome, nascerá o Sol da justiça, e a sua saúde estará nas suas asas” (KJV). A irmã White afirma: “Cristo veio para ser a luz do mundo, cumprindo as profecias relativas ao Messias” (Christ’s Object Lessons, p. 68, 1900). Ela também observa: “A obra de Cristo era trazer salvação a todos os que a aceitassem” (Selected Messages, Livro 1, p. 349, 1958). Essas verdades destacam a missão universal de Jesus de trazer salvação. Que desafios enfrentamos ao aceitar Sua luz?

    A RESISTÊNCIA DA HUMANIDADE À LUZ

    A humanidade frequentemente resiste à luz de Jesus devido à sua preferência pela escuridão espiritual. João 3:19 afirma: “E esta é a condenação: que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más” (KJV). Apesar dessa resistência, a missão de Jesus era dissipar as trevas e oferecer um caminho para a vida. Aqueles que O seguem têm a promessa: “Quem me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida” (João 8:12). Apoiando isso, Efésios 5:8 declara: “Porque outrora éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor; andai como filhos da luz” (KJV), e 1 Pedro 2:9 afirma: “Mas vós sois uma geração eleita, um sacerdócio real, uma nação santa, um povo peculiar, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (KJV). A irmã White escreve: “Os homens se afastam da luz porque ela revela seus pecados, mas em Cristo eles podem encontrar liberdade” (Pensamentos do Monte das Bem-Aventuranças, p. 7, 1896). Ela afirma ainda: “Àqueles que O recebem, Cristo dá poder para se tornarem filhos de Deus, andando na luz da Sua verdade” (O Ministério da Cura, p. 25, 1905). A promessa de Jesus nos chama a abraçar Sua verdade e refletir Seu caráter. Como podemos superar nossa tendência de resistir à Sua luz?

    COMPARTILHANDO A LUZ DE JESUS COM OS OUTROS

    Nossa responsabilidade como comunidade vai além de aceitar a luz de Jesus; somos chamados a compartilhá-la com os outros. Lucas 2:32 afirma que Jesus é “uma luz para iluminar as nações e a glória do Teu povo Israel” (KJV). Isso ressalta a natureza inclusiva de Sua missão, convidando-nos a estender Sua luz a todas as nações. Seguir Jesus envolve confiar Nele e levar ativamente esperança e salvação aos outros. O livro O Desejado de Todas as Nações enfatiza isso, afirmando que “Jesus declarou-Se o Messias… aplicando a Si mesmo uma profecia familiar a todo o Israel” (p. 465, 1898). Além disso, Mateus 5:16 ordena: “Assim brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai que está nos céus” (KJV), e Atos 13:47 afirma: “Porque assim nos ordenou o Senhor, dizendo: Eu te constituí luz dos gentios, para que sejas salvação até aos confins da terra” (KJV). A Sra. White observa: “Os seguidores de Cristo devem ser a luz do mundo, difundindo Seu amor a todos” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 167, 1882). Ela também escreve: “Toda alma que recebe a Cristo deve refletir Sua luz para os outros, mostrando o caminho para a salvação” (Os Atos dos Apóstolos, p. 111, 1911). Temos a tarefa de divulgar Sua mensagem de esperança. Como podemos compartilhar efetivamente Sua luz em nossas comunidades?

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  • “Porque há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem” (1 Timóteo 2:5, KJV).

    RESUMO

    O cumprimento da lei cerimonial por Cristo revela o plano redentor de Deus, substituindo rituais simbólicos por um relacionamento vivo por meio de Seu sacrifício supremo. Este artigo explora como o sistema cerimonial apontava para o Messias, como a morte de Cristo cumpriu esses símbolos e como podemos viver essa verdade em unidade e fé, refletindo o amor de Deus em nossa vida cotidiana.

    OBJETIVO DA LEI CERIMONIAL

    Deus projetou a lei cerimonial para ensinar verdades espirituais por meio de símbolos. Gênesis 1:26-28 revela o plano original de Deus para a humanidade: refletir Sua imagem e governar com Ele. No entanto, o pecado rompeu esse relacionamento, e os sacrifícios foram introduzidos como uma sombra da redenção que estava por vir. O sangue dos cordeiros, os rituais do santuário e as festas de Israel apontavam para Cristo, o Redentor definitivo. A irmã White reflete sobre isso, dizendo: “O sacrifício de Cristo é o glorioso cumprimento de toda a economia judaica” (SDA Bible Commentary, vol. 7, p. 932). As Escrituras afirmam: “Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens” (João 1:4, KJV). Além disso, “Todas as coisas foram feitas por meio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez” (João 1:3, KJV). A Sra. White acrescenta: “As ofertas sacrificiais foram ordenadas por Deus para serem para o homem uma lembrança perpétua e um reconhecimento penitente de seu pecado” (Patriarcas e Profetas, p. 68, 1890). Ela também observa: “Todo o sistema de tipos e símbolos era uma profecia compactada do evangelho” (O Desejado de Todas as Nações, p. 165, 1898). Compreendemos essa verdade ao reconhecer Cristo como o cumprimento desses símbolos, sem nos apegarmos a rituais sem compreensão espiritual. Como podemos garantir que nossa fé repouse na obra consumada de Cristo, em vez de formas externas?

    CRISTO: O ANTÍTIPO DAS SOMBRAS

    A morte de Cristo marcou o culminar de séculos de profecias e simbolismo. Quando Jesus morreu, o véu do templo se rasgou em dois, significando o fim da antiga aliança (Mateus 27:51). Esse momento declarou que a função do santuário terrestre havia cessado. Cristo, o Cordeiro de Deus, havia cumprido todos os tipos e sombras da lei cerimonial. A Sra. White enfatiza: “O serviço típico e as cerimônias a ele relacionadas foram abolidos na cruz” (SDA Bible Commentary, vol. 6, p. 1061). As Escrituras revelam: “Porque a lei tem a sombra das coisas boas que hão de vir, e não a imagem mesma das coisas” (Hebreus 10:1, KJV). Além disso, “As quais são sombra das coisas que hão de vir, mas o corpo é de Cristo” (Colossenses 2:17, KJV). A Sra. White afirma ainda: “Todo o sistema do judaísmo era o evangelho velado” (Fundamentos da Educação Cristã, p. 397, 1923). Ela também escreve: “A lei cerimonial foi dada por Cristo” (Mensagens Escolhidas, Livro 1, p. 233, 1958). Esse ato de amor divino tira o peso da expectativa, convidando-nos a um relacionamento direto com Deus. O que significa para nossa comunidade viver na realidade desse cumprimento?

    UNIDADE EM MEIO AO CONFLITO DA IGREJA PRIMITIVA

    A igreja primitiva enfrentou desafios quando membros judeus e gentios discordaram sobre a lei cerimonial. Atos 15:1-3 descreve como alguns insistiram na circuncisão e na adesão às tradições mosaicas, criando divisão. Pedro e Paulo argumentaram que a morte de Cristo tornou essas práticas desnecessárias para a salvação. Pedro declarou: “Deus… não fez diferença entre nós e eles, purificando seus corações pela fé” (Atos 15:9). A irmã White explica: “O Espírito Santo, na realidade, já havia resolvido esse problema” (Sketches from the Life of Paul, p. 67). As Escrituras confirmam: “Pois todos nós fomos batizados por um único Espírito em um único corpo” (1 Coríntios 12:13, KJV). Além disso, “não há judeu nem grego… pois todos vós sois um em Cristo Jesus” (Gálatas 3:28, KJV). A irmã White observa: “Deus planejou que os crentes fossem um em coração e propósito” (Testemunhos para a Igreja, vol. 3, p. 361, 1875). Ela afirma ainda: “A unidade da igreja deve ser preservada” (Manuscript Releases, vol. 21, p. 407, 1993). Aprendemos com o exemplo deles, buscando a vontade de Deus e priorizando a fé em vez dos rituais, promovendo a unidade em nossas igrejas. Como podemos promover a harmonia em nossas comunidades hoje?

    O AMOR DE DEUS ATRAVÉS DO CUMPRIMENTO

    O cumprimento da lei cerimonial por Cristo expressa o profundo amor de Deus. João 3:16 declara: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito”. Esse amor é evidente na forma como Cristo preencheu a lacuna entre a humanidade e Deus, substituindo o fardo dos rituais por um relacionamento vivo. A irmã White observa: “Os judeus não estavam, em geral, preparados para avançar tão rapidamente quanto a providência de Deus abria o caminho” (Sketches from the Life of Paul, p. 64). A Escritura afirma: “Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que, enquanto ainda éramos pecadores, Cristo morreu por nós” (Romanos 5:8, KJV). Além disso, “Nisto se manifestou o amor de Deus para conosco, porque Deus enviou o seu Filho unigênito ao mundo” (1 João 4:9, KJV). A irmã White escreve: “A cruz de Cristo testemunha a imutabilidade da lei de Deus” (Signs of the Times, 12 de março de 1896). Ela também afirma: “O amor de Deus tem sido expresso em Sua justiça, não menos do que em Sua misericórdia” (O Desejado de Todas as Nações, p. 762, 1898). Experimentamos liberdade ao nos concentrarmos no amor de Cristo, abandonando tradições ultrapassadas. Como podemos refletir esse amor em nossas interações diárias?

    APLICAÇÕES PESSOAIS E COMUNITÁRIAS

    O sacrifício de Cristo nos torna humildes, realizando o que nunca poderíamos alcançar por meio de obras. Ele nos lembra de descansar em Sua graça, em vez de lutar pela salvação por meio de esforços. Comunitariamente, devemos abraçar essa verdade juntos, permitindo que ela una nossa igreja. A irmã White aconselha: “ Essa decisão deveria então ser universalmente aceita pelas várias igrejas em todo o país” (Sketches from the Life of Paul, p. 63). As Escrituras apoiam: “Aproximemo-nos, portanto, com confiança do trono da graça” (Hebreus 4:16, KJV). Além disso, “E consideremos uns aos outros para nos estimularmos ao amor e às boas obras” (Hebreus 10:24, KJV). A irmã White afirma: “A igreja deve aumentar suas atividades e ampliar suas fronteiras” (Testemunhos para a Igreja, vol. 7, p. 14, 1902). Ela observa ainda: “Os seguidores de Cristo devem ser um com Ele” (O Ministério da Cura, p. 105, 1905). Seguimos esse exemplo promovendo a unidade na fé e fortalecendo nossa comunidade. Como podemos aprofundar nossa fé pessoal e coletiva na obra consumada de Cristo?

    AVANÇANDO NA FÉ

    Refletir sobre o cumprimento da lei cerimonial em Cristo nos chama a aprofundar nosso relacionamento com Ele. A mudança dos rituais para uma fé viva nos lembra de buscar a vontade de Deus, confiar em Sua orientação e incorporar Seu amor. A irmã White conclui: “Paulo sabia que as cerimônias típicas logo cessariam por completo” (Sketches from the Life of Paul, p. 65). As Escrituras afirmam: “Aproximemo-nos com coração sincero, em plena certeza de fé” (Hebreus 10:22, KJV). Além disso, “Porque andamos por fé, não por vista” (2 Coríntios 5:7, KJV). A irmã White escreve: “A obra da redenção é uma obra infinita” (Christ’s Object Lessons, p. 129, 1900). Ela também afirma: “O plano da redenção é abrangente” (Education, p. 125, 1903). Em um mundo em busca de significado, a realização de Cristo oferece esperança, convidando-nos a um relacionamento transformador com Deus. Como responderemos a esse convite hoje?

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  • Apocalipse 3:20 (KJV): “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele comigo.”

    RESUMO

    A mensagem à igreja de Laodicéia em Apocalipse capítulo 3 exige profunda reflexão e ação. Nossa missão é dar ouvidos ao conselho da Verdadeira Testemunha, buscando reavivamento e reforma. A comunidade é exortada a examinar sua condição espiritual, abraçar a necessidade de mudança e confiar nas promessas do amor de Deus, conforme revelado na Bíblia King James e nos escritos inspirados de Ellen G. White. “Nenhum de nós receberá o selo de Deus enquanto nosso caráter tiver uma mancha ou imperfeição. Cabe a nós remediar os defeitos de nosso caráter, purificar o templo da alma de toda impureza” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 214, 1882). “O trabalho de preparação é um trabalho individual. Não somos salvos em grupos” (O Grande Conflito, p. 490, 1888). Como podemos responder ao chamado de Cristo para despertar da apatia espiritual?

    O ESTADO ESPIRITUAL DE LAODICÉIA

    Cristo, a Verdadeira Testemunha, descreve Laodicéia como morna, afirmando: “Eu conheço as tuas obras, que não és nem frio nem quente; oxalá fosses frio ou quente” (Apocalipse 3:15, KJV). Essa morna significa apatia espiritual e complacência. A falta de zelo da comunidade impede seu testemunho por Cristo. A irmã White explica: “A maior parte são professos mornos, tendo nome, mas nenhum zelo” (Testemunhos para a Igreja, vol. 4, p. 87, 1876). Ela afirma ainda: “A mensagem para a igreja de Laodicéia é aplicável à nossa condição. Como é claramente retratada a posição daqueles que pensam ter toda a verdade, que se orgulham de seu conhecimento da Palavra de Deus, enquanto seu poder santificador não foi sentido em suas vidas” (The Review and Herald, 28 de agosto de 1894). As Escrituras afirmam isso em 2 Timóteo 3:5 (KJV): “Tendo aparência de piedade, mas negando o seu poder: afasta-te desses.” Da mesma forma, Tito 1:16 (KJV) declara: “Professam conhecer a Deus, mas com as suas obras o negam, sendo abomináveis, desobedientes e reprovados para toda boa obra.” A irmã White acrescenta: “Os cristãos indiferentes são piores do que os infiéis, pois suas palavras enganosas e sua posição evasiva desviam muitos do caminho” (The Review and Herald, 23 de agosto de 1881). “O Senhor clama por uma renovação do testemunho reto. Aqueles que ouvirem e obedecerem serão uma luz no mundo” (Mensagens Escolhidas, vol. 2, p. 116, 1900). Devemos rejeitar a complacência para refletir a glória de Deus. Como podemos agir de acordo com o apelo urgente de Cristo para reavivar nossa devoção?

    O APELO URGENTE DE CRISTO À AÇÃO

    Em Apocalipse 3:16, Cristo adverte: “Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca”. Essa imagem vívida reflete a rejeição de Cristo à devoção sem entusiasmo. A comunidade corre o risco de se separar de Cristo se permanecer indiferente. A irmã White afirma: “A grande sacudida começou e continuará, e todos aqueles que não estiverem dispostos a tomar uma posição ousada e inflexível pela verdade serão sacudidos” (Primeiros Escritos, p. 50, 1882). Ela também escreve: “Aqueles que tiveram grande luz e privilégios preciosos, mas não os aproveitaram, sob um pretexto ou outro, se afastarão de nós” (Testemunhos para a Igreja, vol. 6, p. 400, 1900). As Escrituras apoiam isso em Hebreus 12:25 (KJV): “Vede que não rejeiteis aquele que fala. Pois, se não escaparam aqueles que rejeitaram aquele que falava na terra, muito menos escaparemos nós, se nos desviarmos daquele que fala do céu.” Mateus 7:21 (KJV) acrescenta: “Nem todo aquele que me diz: Senhor, Senhor, entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.” A irmã White observa ainda: “Aqueles que não estão dispostos a negar a si mesmos, a agonizar diante de Deus, a orar longa e fervorosamente por Sua bênção, não a obterão” (O Grande Conflito, p. 621, 1888). “O Senhor está prestes a vir, e devemos estar preparados para encontrá-Lo em paz” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 216, 1882). A comunidade deve reacender seu amor por Cristo para evitar a rejeição. Que medidas podemos tomar para buscar a reforma?

    NECESSIDADE DE REFORMA NA IGREJA

    A Verdadeira Testemunha aconselha: “A todos quantos amo, repreendo e castigo; sê, pois, zeloso e arrepende-te” (Apocalipse 3:19, KJV). A reforma começa com o arrependimento e o zelo pela missão de Cristo. A comunidade deve buscar o poder transformador de Deus para vencer o pecado. A irmã White ressalta a necessidade da reforma: “Precisamos de uma reforma completa em todas as nossas igrejas. O poder transformador de Deus deve entrar na igreja” (Testemunhos para Ministros, p. 443, 1923). Ela afirma ainda: “Quando a reprovação da indolência e da preguiça for eliminada, o Espírito do Senhor se manifestará graciosamente. O poder divino será revelado. A igreja verá a obra providencial do Senhor dos exércitos” (Testemunhos para a Igreja, vol. 8, p. 246, 1904). As Escrituras reforçam isso em Atos 3:19 (KJV): “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, quando vierem os tempos de refrigério da parte do Senhor.” 2 Coríntios 7:10 (KJV) afirma: “Porque a tristeza segundo Deus produz arrependimento para a salvação, do qual ninguém se arrepende; mas a tristeza do mundo produz morte.” A irmã White acrescenta: “Um reavivamento da verdadeira piedade entre nós é a maior e mais urgente de todas as nossas necessidades” (Mensagens Escolhidas, vol. 1, p. 121, 1900). “A obra da reforma é progressiva; deve avançar, não retroceder” (Testemunhos para a Igreja, vol. 9, p. 126, 1909). Por meio do arrependimento, encontramos força na graça de Cristo. Como podemos retornar às verdades fundamentais do evangelho?

    RETORNAR ÀS VERDADES FUNDAMENTAIS

    Jeremias 6:16 instrui: “Assim diz o Senhor: Parai nos caminhos, e vede, e perguntai pelos caminhos antigos, onde está o bom caminho, e andai nele, e achareis descanso para as vossas almas”. A comunidade deve retornar às verdades fundamentais do evangelho para viver com integridade. A irmã White acrescenta: “Tenho esperado que haja uma reforma completa e que os princípios pelos quais lutamos nos primeiros dias… sejam mantidos” (Testemunhos, Série B, nº 2, p. 56, 1904). Ela adverte ainda: “A menos que a igreja, que agora está sendo fermentada com seu próprio retrocesso, se arrependa e se converta, ela comerá do fruto de suas próprias ações, até que se abomine a si mesma” (Testemunhos para a Igreja, vol. 8, p. 250, 1904). O Salmo 119:105 (KJV) declara: “Tua palavra é lâmpada para os meus pés e luz para o meu caminho”. Isaías 8:20 (KJV) afirma: “À lei e ao testemunho! Se eles não falarem de acordo com esta palavra, é porque não há luz neles”. A irmã White observa: “A igreja deve apegar-se aos seus primeiros princípios, ou ela será levada pelo mundo” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 583, 1889). “Deus clama por um retorno à simplicidade do evangelho” (O Desejado de Todas as Nações, p. 634, 1898). Ao nos comprometermos novamente com essas verdades, refletimos o caráter de Deus. O que a sacudida revelará sobre nosso compromisso?

    A SACUDIDA E SEU EFEITO PURIFICADOR

    A “sacudida” resultará do “testemunho verdadeiro” da Testemunha Fiel (Apocalipse 3:20). Esse testemunho purifica a comunidade, separando os fiéis dos complacentes. A Sra. White explica: “Perguntei o significado da sacudida que eu tinha visto e me foi mostrado que ela seria causada pelo testemunho reto suscitado pelo conselho da Verdadeira Testemunha aos laodicenses” (Primeiros Escritos, p. 270, 1882). Ela também afirma: “O Senhor trabalhará para purificar Sua igreja. Digo-vos a verdade, o Senhor está prestes a virar e derrubar as instituições chamadas pelo Seu nome” (Testemunhos para Ministros, p. 372, 1923). Amós 9:9 (KJV) afirma: “Pois eis que eu darei ordem, e peneirearei a casa de Israel entre todas as nações, como se peneira o trigo na peneira, mas nem um grão sequer cairá no chão”. Malaquias 3:3 (KJV) acrescenta: “E ele se assentará como refinador e purificador de prata; e purificará os filhos de Levi, e os purificará como ouro e prata, para que possam oferecer ao Senhor uma oferta em justiça.” A irmã White observa ainda: “A sacudida removerá tudo o que não estiver firmemente enraizado na verdade” (Mensagens Escolhidas, vol. 1, p. 200, 1900). “O povo de Deus será testado, mas os fiéis sairão mais fortes” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 136, 1882). Esse processo de refinamento fortalece os fiéis. Como podemos permanecer firmes como remanescente de Deus?

    O CHAMADO DO REMANESCENTE FIEL

    Joel 2:32 declara: “E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo”. A comunidade, como remanescente de Deus, é chamada a permanecer fiel em meio às provações. Sofonias 3:13 promete: “O remanescente de Israel não cometerá iniquidade, nem falará mentiras; nem se achará língua enganosa em sua boca”. A irmã White afirma: “Todas as joias serão trazidas à luz e reunidas, pois a mão do Senhor está pronta para recuperar o remanescente do Seu povo” (Early Writings, pp. 70, 261, 1882). Ela também observa: “No último grande conflito da controvérsia com Satanás, aqueles que são leais a Deus verão todo o apoio terreno ser cortado. Por se recusarem a violar a Sua lei em obediência aos poderes terrenos, serão proibidos de comprar ou vender” (O Desejado de Todas as Nações, p. 121, 1898). Romanos 11:5 (KJV) afirma: “Assim também, neste tempo presente, há um remanescente segundo a eleição da graça”. Apocalipse 14:12 (KJV) acrescenta: “Aqui está a paciência dos santos; aqui estão aqueles que guardam os mandamentos de Deus e a fé de Jesus”. A Sra. White escreve: “O remanescente permanecerá firme, confiando nas promessas de Deus” (O Grande Conflito, p. 618, 1888). “Deus preservará Seus fiéis em todas as provações” (Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 152, 1882). Como remanescente de Deus, nós brilhamos Sua luz. Como podemos escapar da influência de Babilônia?

    ESCAPE DA INFLUÊNCIA DE BABILÔNIA

    Apocalipse 18:1-4 exorta o povo de Deus a sair de Babilônia: “Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados e não recebas as suas pragas.” Esse chamado reflete o amor de Deus, que busca resgatar a comunidade da confusão espiritual e do julgamento. A irmã White escreve: “A luz brilhará, e todos os que são honestos deixarão as igrejas caídas e se posicionarão com o remanescente” (Primeiros Escritos, pp. 70, 261, 1882). Ela explica ainda: “Babilônia caiu por causa de seus erros e pecados, por causa de sua rejeição da verdade que lhe foi enviada do céu” (O Grande Conflito, p. 381, 1888). Isaías 55:7 (KJV) declara: “Que o ímpio abandone o seu caminho, e o homem injusto, os seus pensamentos; e que ele volte para o Senhor, e Ele terá misericórdia dele. ” 2 Coríntios 6:17 (KJV) acrescenta: “Portanto, saiam do meio deles e separem-se, diz o Senhor, e não toquem em nada imundo; e eu os receberei.” A irmã White observa: “O povo de Deus deve separar-se do mundo em espírito e na prática” (Patriarcas e Profetas, p. 166, 1890). “O chamado para sair de Babilônia é um chamado à santidade” (Mensagens Escolhidas, vol. 2, p. 380, 1900). Ao responder a esse chamado, confiamos nas promessas de Deus. Como podemos viver essa reforma diariamente?

    VIVENDO A REFORMA DIARIAMENTE

    A mensagem para Laodicéia é tanto uma repreensão quanto um convite. Ela desafia a comunidade a examinar suas vidas, buscar a reforma e abraçar o poder transformador de Deus. Como indivíduos e como igreja, nos comprometemos a ser testemunhas fiéis, refletindo Seu amor e verdade em tudo o que fazemos. A jornada pode ser árdua, mas a recompensa é a vida eterna com Cristo. Filipenses 1:6 (KJV) assegura: “Estando certos disto mesmo, que aquele que começou boa obra em vós a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo.” 1 João 3:2 (KJV) acrescenta: “Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que havemos de ser; mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque o veremos como ele é.” A irmã White escreve: “A obra da redenção estará completa quando Cristo tiver terminado Sua obra em nós” (O Desejado de Todas as Nações, p. 830, 1898). “Aqueles que aceitarem a mensagem de Laodicéia estarão aptos para o céu” (Testemunhos para a Igreja, vol. 6, p. 77, 1900). Aceitamos esse chamado com coragem, sabendo que Cristo completará Sua obra em nós.

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  • Salmo 19:1, KJV: “Os céus declaram a glória de Deus; e o firmamento mostra a obra das suas mãos.”

    RESUMO

    As origens do universo revelam o propósito, o desígnio e o poder de Deus, chamando-nos à adoração e à mordomia. A Bíblia declara que Deus criou o mundo com a Sua palavra, revelando Sua autoridade, sabedoria e amor divinos. Este artigo explora como a criação nos ensina sobre o caráter de Deus e nossas responsabilidades, apoiando-se nas Escrituras e nos escritos da Irmã White, exortando-nos a honrá-Lo por meio da obediência e do cuidado com os outros. O que a criação nos ensina sobre Deus e sobre nós mesmos?

    A PALAVRA DE DEUS E O PODER CRIATIVO

    A palavra de Deus trouxe a criação à existência, demonstrando Sua autoridade suprema. Salmos 33:6 afirma: “Pela palavra do Senhor foram feitos os céus, e todo o exército deles pelo sopro da sua boca.” Isso revela que somente a ordem de Deus formou o universo, destacando Seu poder incomparável. A irmã White afirma: “Somente a palavra de Deus forneceu a energia criativa para dar forma à Terra” (Patriarcas e Profetas, p. 44, 1890). As Escrituras reforçam ainda mais essa verdade em Gênesis 1:3: “E Deus disse: Haja luz; e houve luz”, demonstrando a imediatez de Seu poder criativo. Jó 38:4, “Onde estavas tu quando eu fundei a terra? Declara, se tens entendimento”, ressalta a autoridade exclusiva de Deus na criação. A irmã White acrescenta: “A energia criativa que chamou os mundos à existência está na palavra de Deus” (O Desejado de Todas as Nações, p. 821, 1898). Ela afirma ainda: “Deus criou o mundo pela Sua palavra, e pela Sua palavra Ele o sustenta” (Education, p. 132, 1903). A ordem da criação reflete o cuidado sustentador e a intencionalidade de Deus. Como esse poder divino molda nossa compreensão da autoridade de Deus?

    CRIAÇÃO E AUTORIDADE DIVINA

    A majestade de Deus como Criador estabelece Sua autoridade sobre tudo. Salmos 104:1–6 declara: “Bendize, ó minha alma, ao Senhor. Ó Senhor, meu Deus, tu és muito grande; estás revestido de honra e majestade”. Essa passagem exalta a grandeza de Deus manifestada na criação. A irmã White escreve: “Na criação da Terra, Deus estava lançando os alicerces para Sua lei e Seu reino” (Patriarcas e Profetas, p. 112, 1890). Teorias modernas podem contestar isso, mas as Escrituras afirmam a criação imediata. A irmã White adverte: “A falsa ciência obscureceu a obra de Deus, mas Sua Palavra permanece verdadeira” (Patriarcas e Profetas, p. 45, 1890). Isaías 45:12, “Eu fiz a terra e criei o homem sobre ela; eu, com as minhas mãos, estendi os céus”, reforça o papel direto de Deus. Hebreus 11:3, “Pela fé entendemos que os mundos foram formados pela palavra de Deus”, afirma a confiança em Sua Palavra. A irmã White observa: “As obras da criação testemunham o poder e a grandeza de Deus” (O Ministério da Cura, p. 410, 1905). Ela também escreve: “A obra de Deus na natureza é um livro de lições sobre o Seu poder eterno” (Christ’s Object Lessons, p. 87, 1900). Devemos confiar na autoridade de Deus, conforme revelada na criação. Como reconhecer Deus como Criador inspira nossa adoração?

    RESPONSABILIDADE E ADORAÇÃO

    Reconhecer Deus como Criador nos leva a adorá-Lo. O Salmo 104 declara: “Bendize, ó minha alma, ao Senhor”. Esse chamado à adoração reflete gratidão por Sua obra criativa. A irmã White afirma: “O sábado foi instituído para manter sempre diante de nós a verdade de que Deus é o Criador e nós somos Suas criaturas” (Patriarcas e Profetas, p. 48, 1890). Apocalipse 4:11, “Tu és digno, ó Senhor, de receber glória, honra e poder, porque criaste todas as coisas”, enfatiza a adoração devida ao ato criativo de Deus. Neemias 9:6, “Tu, só tu, és o único Senhor; tu criaste os céus, os céus dos céus, com todo o seu exército”, reforça Sua única dignidade. A irmã White escreve: “O sábado é um sinal do poder criador e redentor” (Testemunhos para a Igreja, vol. 6, p. 350, 1901). Ela observa ainda: “No sábado, Deus nos convida a comungar com Ele como Criador” (O Desejado de Todas as Nações, p. 281, 1898). A observância do sábado honra a autoridade criativa de Deus. Como a criação reflete o amor de Deus por nós?

    REFLETINDO O AMOR DE DEUS

    A criação revela o amor de Deus por meio de seu design intencional. O Salmo 104 descreve a harmonia da natureza, mostrando o cuidado divino. A irmã White escreve: “ Cada flor… é uma testemunha do amor terno de Deus” (Patriarcas e Profetas, p. 50, 1890). A provisão de Deus satisfaz nossas necessidades físicas e espirituais. Jó 12:7-10: “Pergunta agora aos animais, e eles te ensinarão; e às aves do céu, e elas te dirão”, ilustra o testemunho da natureza sobre o cuidado de Deus. Salmos 145:9, “O Senhor é bom para com todos, e a sua misericórdia se estende sobre todas as suas obras”, afirma o Seu amor universal. A irmã White afirma: “A natureza nos fala do amor e do cuidado de Deus por Suas criaturas” (Caminho a Cristo, p. 85, 1892). Ela também escreve: “A beleza da natureza é o sorriso de Deus para Seus filhos” (O Ministério da Cura, p. 263, 1905). A criação reflete o amor sustentador de Deus. Que responsabilidades temos para com Deus como Suas criaturas?

    Devemos a Deus obediência e mordomia como Suas criaturas. Salmos 33:9 afirma: “Porque ele falou, e tudo se fez”. Isso afirma a autoridade de Deus, exigindo nossa lealdade. A irmã White escreve: “A grande lição das leis da natureza é que Deus governa sobre tudo” (Patriarcas e Profetas, p. 114, 1890). Eclesiastes 12:13, “Teme a Deus e guarda os seus mandamentos, pois isso é o dever de todo o homem”, define nosso dever. Gênesis 2:15, “E o Senhor Deus tomou o homem e o colocou no jardim do Éden para cultivá-lo e guardá-lo”, destaca a mordomia. A irmã White observa: “Deus confiou ao homem o cuidado de Sua criação” (Educação, p. 214, 1903). Ela afirma ainda: “A obediência à lei de Deus é a mais alta expressão de amor” (Christ’s Object Lessons, p. 97, 1900). A observância do sábado e o cuidado com a criação honram Sua autoridade. Como demonstramos o amor de Deus aos outros?

    Demonstramos o amor de Deus cuidando dos outros. Provérbios 19:17 afirma: “Quem tem piedade do pobre empresta ao Senhor”. Isso mostra a compaixão como um mandato divino. A irmã White escreve: “Os pobres são Seu legado para a igreja” (Patriarcas e Profetas, p. 530, 1890). Mateus 25:40: “Em tudo o que fizestes a um destes meus irmãos, mesmo aos mais pequeninos, a mim o fizestes”, vincula o serviço ao amor a Deus. Lucas 10:27: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo”, ordena a compaixão ativa. A irmã White afirma: “A verdadeira caridade é o fruto do amor de Deus na alma” (Os Atos dos Apóstolos, p. 551, 1911). Ela também escreve: “Ao ajudar os outros, refletimos o amor de Deus” (O Ministério da Cura, p. 201, 1905). A mordomia se estende às pessoas, refletindo a compaixão divina. Como o poder criativo de Deus transforma nossas vidas?

    O PODER CRIATIVO DE DEUS EM NOSSAS VIDAS

    A criação de Deus revela Seu poder, autoridade e amor. A comunidade encontra segurança nos Salmos e na afirmação da Irmã White sobre a criação imediata. A adoração e a mordomia refletem nossa fé no desígnio de Deus. João 1:3, “Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez”, confirma o papel de Cristo na criação. Colossenses 1:16, “Porque nele foram criadas todas as coisas, tanto as que há nos céus como as que há na terra”, reforça Sua soberania. A irmã White escreve: “Cristo é o Criador, e Seu poder transforma a alma” (O Desejado de Todas as Nações, p. 251, 1898). Ela também afirma: “O mesmo poder que criou o mundo renova o coração” (Caminho a Cristo, p. 67, 1892). O Deus que criou o universo com Sua palavra fala em nossas vidas, transformando a dúvida em fé.

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