Ezequiel 33:6 (KJV): “Mas se o vigia vir a espada chegar e não tocar a trombeta, e o povo não for avisado; se a espada chegar e levar qualquer pessoa dentre eles, essa pessoa será levada em sua iniquidade; mas eu exigirei o seu sangue da mão do vigia.”
RESUMO
O artigo explora nossa responsabilidade urgente de alertar o mundo sobre uma crise iminente, enfatizando a compaixão de Cristo pelos perdidos e a aliança solene formada na cruz. Por meio da orientação bíblica e inspirada, somos chamados a incorporar o amor, a abnegação e o trabalho missionário ativo nestes últimos dias.
NOSSO CHAMADO PARA ALERTAR
O mundo enfrenta uma crise iminente, e temos a grave responsabilidade de alertar os outros. Jeremias 8:20 (KJV) declara: “A colheita passou, o verão terminou, e não fomos salvos.” Este versículo pinta um quadro sombrio de oportunidades perdidas e esperança perdida para aqueles que não responderam ao chamado de Deus a tempo. Temos a responsabilidade de espalhar o evangelho e alertar sobre o fim dos tempos que se aproxima. Os contínuos pedidos de ajuda e a ignorância espiritual que permeia o mundo ressaltam esse dever. De acordo com Ellen G. White, “Recai sobre nós a pesada responsabilidade de alertar o mundo sobre sua destruição iminente. De todas as direções, de longe e de perto, chegam pedidos de ajuda” (Testemunhos para a Igreja, Volume 7, p. 16, 1902). Além disso, a Sra. White afirma: “A obra de Deus nesta terra nunca poderá ser concluída até que os homens e mulheres que compõem nossa igreja se unam à obra e unam seus esforços aos dos ministros e líderes da igreja” (Obreiros Evangélicos, p. 352, 1915). As Escrituras afirmam isso em Ezequiel 3:18 (KJV): “Quando eu disser ao ímpio: Certamente morrerás; e tu não o advertires, nem falares para advertir o ímpio do seu caminho ímpio, para salvar a sua vida; esse mesmo ímpio morrerá na sua iniquidade; mas o seu sangue eu exigirei da tua mão.” Da mesma forma, Isaías 58:1 (KJV) ordena: “Clama em alta voz, não poupes, levanta a tua voz como uma trombeta e mostra ao meu povo a sua transgressão e à casa de Jacó os seus pecados”. Devemos agir diligentemente para cumprir essa missão divina, pois a salvação de muitos depende do nosso compromisso. Como podemos incorporar a compaixão de Cristo em nosso alcance aos perdidos?
O CORAÇÃO DE CRISTO PELOS PERDIDOS
Os ensinamentos de Cristo revelam Seu profundo anseio por aqueles que estão fora de Seu rebanho, exortando-nos a refletir Sua compaixão. João 10:16 (KJV) afirma: “E tenho outras ovelhas que não são deste aprisco; também a essas devo trazer, e elas ouvirão a minha voz; e haverá um só rebanho e um só pastor.” Este versículo enfatiza a inclusividade da missão de Cristo, estendendo a graça a todos os que ouvem e seguem. No entanto, a falta de compaixão genuína pelos não salvos muitas vezes dificulta nossos esforços. A irmã White observa: “Entre o povo de Deus hoje, há uma terrível falta de compaixão que deveria ser sentida pelas almas não salvas. Falamos de missões cristãs. O som de nossas vozes é ouvido; mas será que sentimos o coração terno de Cristo ansiando por aqueles que estão fora do rebanho?” (Testemunhos para a Igreja, Volume 7, p. 13, 1902). Ela adverte ainda: “Não devemos esperar que as almas venham até nós; devemos procurá-las onde elas estão” (Christ’s Object Lessons, p. 229, 1900). O Salmo 126:6 (KJV) reforça isso: “Aquele que sai chorando, levando a preciosa semente, sem dúvida voltará com alegria, trazendo consigo os seus feixes”. Da mesma forma, Lucas 15:7 (KJV) afirma: “Digo-vos que, da mesma forma, haverá mais alegria no céu por um pecador que se arrepende do que por justos que não precisam de arrependimento”. Para cumprir nossa missão, devemos desenvolver uma conexão sincera com os perdidos, refletindo o amor de Cristo. O que significa entrar em um pacto com Cristo na cruz?
A ALIANÇA NA CRUZ
Aceitar Cristo na cruz significa uma aliança solene de viver de acordo com a vontade de Deus e participar de Sua missão. A irmã White explica: “Na cruz do Calvário, o amor e o egoísmo se enfrentaram. Aqui estava sua manifestação suprema. Cristo havia vivido apenas para confortar e abençoar, e ao matá-Lo, Satanás manifestou a malignidade de seu ódio contra Deus” (O Desejado de Todas as Nações, p. 57, 1898). A cruz representa o conflito definitivo entre o amor e o egoísmo, e ao aceitar Cristo, escolhemos o amor. A vida e o sacrifício de Cristo exemplificam a abnegação perfeita. A irmã White afirma ainda: “A cruz de Cristo deve ser um grande centro onde todos se encontrarão. Aqui o pecador vê Jesus” (Evangelismo, p. 188, 1946). Além disso, ela escreve: “O sacrifício de Cristo como expiação pelo pecado é a grande verdade em torno da qual todas as outras verdades se agrupam” (O Trabalhador do Evangelho, p. 315, 1915). Gálatas 2:20 (KJV) declara: “Estou crucificado com Cristo; contudo, vivo, mas não eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a pela fé no Filho de Deus, que me amou e se entregou por mim”. Romanos 12:1 (KJV) exorta: “Rogo-vos, pois, irmãos, pela misericórdia de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.” Entrar nessa aliança nos compromete a uma vida de serviço e participação ativa na obra de Deus. Como podemos nos levantar para enfrentar a urgência desta crise?
NOSSA RESPOSTA URGENTE
A crise que se aproxima exige uma resposta urgente de nossa parte, pois temos a tarefa de alertar outras pessoas e divulgar o evangelho. A compaixão de Cristo serve como nosso modelo, exortando-nos a mostrar preocupação genuína pelos que não são salvos. Aceitar a Cristo e entrar na aliança na cruz é um compromisso profundo de viver o amor e a abnegação. A Sra. White enfatiza: “O Senhor clama por ação unida. Esforços bem organizados devem ser feitos para garantir a cooperação de todos” (Testemunhos para a Igreja, Volume 7, p. 14, 1902). Ela também escreve: “A obra de Deus deve ser levada a cabo até a conclusão pela cooperação de agentes humanos e divinos” (Os Atos dos Apóstolos, p. 111, 1911). 2 Timóteo 4:2 (KJV) instrui: “Pregue a palavra; seja pronto a tempo e fora de tempo; repreenda, admoeste, exorte com toda a longanimidade e doutrina”. Mateus 24:14 (KJV) proclama: “E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, para testemunho a todas as nações; e então virá o fim”. Devemos nos levantar, revestidos do poder de Deus, para cumprir nossa missão nestes últimos dias.
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